Não sou quem era ontem.
Não sei quem serei amanhã.
Mas, e hoje?
Hoje soo diferente...
Mais maduro,
e inconsequente.
Mais amado,
talvez transparente?
Hoje sou diferente.
Sou mais eu,
a cada momento.
Sou mais meu
transbordando sentimento
de quem fui e de quem serei.
Hoje vou diferente.
novas asas
novo ventos
novas nuvens
e alimentos
com o amor
que hoje eu sei:
aumenta,
esquenta,
se reinventa.
Sempre sentirei.
Alberto Busquets.
#Desafio 082
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todasasformasdepoesia 21/3/2025 Às vezes, precisamos calar a folha para ouvir a poesia. O Sol sempre brilhará. Três vezes, trinta e três, trezentos e trinta. Não há profundidade que me escureça. Nem tempestade: Em alto-mar, o céu mais desbotado também chove esperança à onda que ama. Alberto Busquets. 23 3
️ Via @todasasformasdepoesia:
todasasformasdepoesia 21/3/2025 Às vezes, precisamos calar a folha para ouvir a poesia. O Sol sempre brilhará. Três vezes, trinta e três, trezentos e trinta. Não há profundidade que me escureça. Nem tempestade: Em alto-mar, o céu mais desbotado também chove esperança à onda que ama. Alberto Busquets. 23 3
todasasformasdepoesia 21/3/2025 Às vezes, precisamos calar a folha para ouvir a poesia. O Sol sempre brilhará. Três vezes, trinta e três, trezentos e trinta. Não há profundidade que me escureça. Nem tempestade: Em alto-mar, o céu mais desbotado também chove esperança à onda que ama. Alberto Busquets. 23 3
️ Via @todasasformasdepoesia:
todasasformasdepoesia 21/3/2025
todasasformasdepoesia 21/3/2025
Às vezes,
precisamos
calar a folha
para ouvir
a poesia.
O Sol sempre
brilhará.
Três vezes,
trinta e três,
trezentos e trinta.
Não há profundidade
que me escureça.
Nem tempestade:
Em alto-mar,
o céu mais desbotado
também chove esperança
à onda que ama.
Alberto Busquets.
#Desafio 081
precisamos
calar a folha
para ouvir
a poesia.
O Sol sempre
brilhará.
Três vezes,
trinta e três,
trezentos e trinta.
Não há profundidade
que me escureça.
Nem tempestade:
Em alto-mar,
o céu mais desbotado
também chove esperança
à onda que ama.
Alberto Busquets.
#Desafio 081
todasasformasdepoesia 21/3/2025
Confesso:
Eu poemo.
Todos nós
Deveríamos poemar
com mais frequência;
desengaiolar a língua,
desencaixotar sentidos.
Só então,
com essa poemação,
daremos abrigo da solidão
a nós mesmos:
Crisálidas
de novos desejos
que, revelados,
poderão se abrir
em um mundo
poematizalmente
e livremente amado.
E então?
Poemiremos ou não?
Alberto Busquets
#Desafio 080
Eu poemo.
Todos nós
Deveríamos poemar
com mais frequência;
desengaiolar a língua,
desencaixotar sentidos.
Só então,
com essa poemação,
daremos abrigo da solidão
a nós mesmos:
Crisálidas
de novos desejos
que, revelados,
poderão se abrir
em um mundo
poematizalmente
e livremente amado.
E então?
Poemiremos ou não?
Alberto Busquets
#Desafio 080
todasasformasdepoesia 21/3/2025
Oh, brisa leve,
levante-me
e me leve
além das luzes,
da praia, do mar.
Leve brisa
em levante,
relativiza
meu peso
massante
embalando
meu corpo
à luz do luar...
Leva-me acima
e avante:
indefeso,
inconstante
mas em ti confiante
(mesmo uspenso no ar)
que meu corpo pairante
lembrará cada instante
das paixões-tempestades
rimantes
Às monções-calamidades
de amar.
Alberto Busquets.
#Desafio 079
levante-me
e me leve
além das luzes,
da praia, do mar.
Leve brisa
em levante,
relativiza
meu peso
massante
embalando
meu corpo
à luz do luar...
Leva-me acima
e avante:
indefeso,
inconstante
mas em ti confiante
(mesmo uspenso no ar)
que meu corpo pairante
lembrará cada instante
das paixões-tempestades
rimantes
Às monções-calamidades
de amar.
Alberto Busquets.
#Desafio 079
Silêncio.
Os ventos cessaram.
Os mundos pararam
enquanto eu contava
as estrelas em seus olhos.
Silêncio.
O calmo azul marinho
faz com que pareça
que é no céu que navegamos.
Silêncio.
E o fogo nos seus lábios
me aquece e me nutre,
Enquanto, de mãos dadas,
navegamos não ao sol poente,
Mas ao nascente lunar
que espelha a luz da sua pele
para pavimentar de prata
a rota do nosso drakkar.
Alberto Busquets
#Desafio 078
Os ventos cessaram.
Os mundos pararam
enquanto eu contava
as estrelas em seus olhos.
Silêncio.
O calmo azul marinho
faz com que pareça
que é no céu que navegamos.
Silêncio.
E o fogo nos seus lábios
me aquece e me nutre,
Enquanto, de mãos dadas,
navegamos não ao sol poente,
Mas ao nascente lunar
que espelha a luz da sua pele
para pavimentar de prata
a rota do nosso drakkar.
Alberto Busquets
#Desafio 078