Coração caminhante
com passos de asas
com plumas de brasas
compassos de ar
Coração desejante
de corpo, de alma
deleite de calma
de copas ao mar
Coração, emoção
livrevive
livrevoa
no entorno do mundo
que se quer abraçar
Emoção, oração
que se faça canção
do amor que ecoa
ao eco do sonhar.
Alberto Busquets.
#Desafio 092
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
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Eder B. Jr.
No silêncio da alma,
a saudade é mar.
No marasmo do verso,
o tempo é luz.
No sonho do coração,
o amor banha-se
No mar, na luz
em mim, em você.
Ao fim,
tudo é poesia.
E nós,
o poema mais lindo.
Alberto Busquets.
#Desafio 091
a saudade é mar.
No marasmo do verso,
o tempo é luz.
No sonho do coração,
o amor banha-se
No mar, na luz
em mim, em você.
Ao fim,
tudo é poesia.
E nós,
o poema mais lindo.
Alberto Busquets.
#Desafio 091
A sinfonia da chuva,
o perfume da névoa,
o acalanto da brisa,
o frescor da noite.
Tesouros nada secretos
que guardo passionalmente
nas entrelinhas cadentes
de um poeminha discreto
pronto para ser lido
em emergências,
caso meu mundo real
pare de fazer sentido.
Alberto Busquets.
#Desafio 090
o perfume da névoa,
o acalanto da brisa,
o frescor da noite.
Tesouros nada secretos
que guardo passionalmente
nas entrelinhas cadentes
de um poeminha discreto
pronto para ser lido
em emergências,
caso meu mundo real
pare de fazer sentido.
Alberto Busquets.
#Desafio 090
Quisera eu
Tendo apurados sentidos
Desvelar os processos
Da noite nua.
Quisera eu
Em sentimentos incontidos
Declamar meus regressos
Sob alva lua.
Quisera eu
Nos cantos celestes ouvidos
Derramar luz em versos
No chão da rua...
Alberto Busquets.
#Desafio 089
Tendo apurados sentidos
Desvelar os processos
Da noite nua.
Quisera eu
Em sentimentos incontidos
Declamar meus regressos
Sob alva lua.
Quisera eu
Nos cantos celestes ouvidos
Derramar luz em versos
No chão da rua...
Alberto Busquets.
#Desafio 089
Quero
o Caos noturno
fumegante
passado, vertido
e sem açúcar.
Noite líquida
sem estrelas
que desperta
os sóis de dentro.
Quero a aurora
em flechas de luz
penetrando frestas
e cortinas do quarto.
Quero viver:
dois goles,
um suspiro
e estou pronto.
Suporto o firmamento,
se for preciso...
... até a próxima xícara.
Alberto Busquets
#Desafio 088
o Caos noturno
fumegante
passado, vertido
e sem açúcar.
Noite líquida
sem estrelas
que desperta
os sóis de dentro.
Quero a aurora
em flechas de luz
penetrando frestas
e cortinas do quarto.
Quero viver:
dois goles,
um suspiro
e estou pronto.
Suporto o firmamento,
se for preciso...
... até a próxima xícara.
Alberto Busquets
#Desafio 088
Suspiro.
Na escuridão,
teu calor me liberta.
Aspiro
o perfume da tez
entre gotículas de ar.
Suspiro.
Nas tuas mãos,
meu corpo te incendeia.
Respiro
a nuca arrepiada,
apossando-me do lugar.
A ânsia bate forte.
Cessamos de respirar...
No silêncio da cama,
nossos corpos pulsantes
fazem o tempo parar.
Olhares são trocados.
Carícias e salivas,
suores e sorrisos.
E suspiras
em nós, alentos e abraços:
embalam os amantes,
amontam os desejos.
E suspiramos
em uníssonos enlaços:
entre arfantes beijos,
fôlegos inflamam o amar.
Alberto Busquets.
#Desafio 087
Suspiro.
Na escuridão,
teu calor me liberta.
Aspiro
o perfume da tez
entre gotículas de ar.
Suspiro.
Nas tuas mãos,
meu corpo te incendeia.
Respiro
a nuca arrepiada,
apossando-me do lugar.
A ânsia bate forte.
Cessamos de respirar...
No silêncio da cama,
nossos corpos pulsantes
fazem o tempo parar.
Olhares são trocados.
Carícias e salivas,
suores e sorrisos.
E suspiras
em nós, alentos e abraços:
embalam os amantes,
amontam os desejos.
E suspiramos
em uníssonos enlaços:
entre arfantes beijos,
fôlegos inflamam o amar.
Alberto Busquets.
#Desafio 087
Não quero te amar.
Quero primeiro me desarmar.
Quero poder mirar
tuas nuvens,
com impulso de nadadeiras
deixando o chão.
Chorar a terra que escorre
dos dedos nascidos,
sorrir pela água
dos olhos dormidos...
Não,
não quero voar.
Quero primeiro me encontrar.
Quero poder,
posso querer
a leveza de chover
sobre teu mar.
Não quero te amar...
Amei sem querer.
Mas já é cedo;
não há mais medo:
Encontrei minhas asas
voando você.
Alberto Busquets.
#Desafio 086
Quero primeiro me desarmar.
Quero poder mirar
tuas nuvens,
com impulso de nadadeiras
deixando o chão.
Chorar a terra que escorre
dos dedos nascidos,
sorrir pela água
dos olhos dormidos...
Não,
não quero voar.
Quero primeiro me encontrar.
Quero poder,
posso querer
a leveza de chover
sobre teu mar.
Não quero te amar...
Amei sem querer.
Mas já é cedo;
não há mais medo:
Encontrei minhas asas
voando você.
Alberto Busquets.
#Desafio 086
Ai! Quem dera ter um longo beijo teu agora
De tanto amor-calor que em mim se demora
Dilapidando cada momento em saudade...
Ai! Quem dera, ou dará razão a essa dor que chora
De plena falta, amplo abismo que se aflora
À pele arrepiada de ardente vontade...
Ai! Espaço crescente ante a ânsia minha
Quem dera ser a ponte trespassando em linha
O breu que nos afasta do nosso desejo...
Ai! Compasso tracejante do pé que caminha
Cruzar dez mil distâncias para ter-te sozinha
Quem dera ter você ao alcance de um beijo...
Alberto Busquets.
#Desafio 085
De tanto amor-calor que em mim se demora
Dilapidando cada momento em saudade...
Ai! Quem dera, ou dará razão a essa dor que chora
De plena falta, amplo abismo que se aflora
À pele arrepiada de ardente vontade...
Ai! Espaço crescente ante a ânsia minha
Quem dera ser a ponte trespassando em linha
O breu que nos afasta do nosso desejo...
Ai! Compasso tracejante do pé que caminha
Cruzar dez mil distâncias para ter-te sozinha
Quem dera ter você ao alcance de um beijo...
Alberto Busquets.
#Desafio 085
Durante a criação poética,
Prática sutil-imagética,
A minha mente trabalha
De duas formas incautas:
Ou o meu consciente fal(h)a,
Dizendo mais nas entrelinhas;
Ou meu inconsciente fal(t)a,
Trazendo palavras sozinhas.
Em meio à escrita,
Todo o intento poderá
Poetar-me ao inverso.
Mas, uma vez escrita,
O leitor a moldará
Ao seu próprio universo.
Alberto Busquets.
#Desafio 084
Prática sutil-imagética,
A minha mente trabalha
De duas formas incautas:
Ou o meu consciente fal(h)a,
Dizendo mais nas entrelinhas;
Ou meu inconsciente fal(t)a,
Trazendo palavras sozinhas.
Em meio à escrita,
Todo o intento poderá
Poetar-me ao inverso.
Mas, uma vez escrita,
O leitor a moldará
Ao seu próprio universo.
Alberto Busquets.
#Desafio 084
Para onde foram
todas aquelas músicas
que um dia já toquei?
Os instrumentos estão aqui;
eu estou aqui.
Mas meus dedos,
amortecidos e confusos,
teimam a desobedecer...
A palheta,
escorrendo pelas cordas,
vai-se também da minha mão.
Fragmentos:
é isso o que tenho.
Desmomentos
rearranjados e alinhavados
por boa vontade e desejo.
Pequenas harmonias
que, em minhas mãos
já foram música, um dia.
curtos solfejos,
cantarolados e desafinados
por boa vontade e desejo.
Volta-se ao estudo, então,
para re(animar ou criar)
a musicalidade em dó maior
dos meus sentidos.
(E uma ou outra
blue note para cutucar
vida nos meus ouvidos).
Alberto Busquets.
#Desafio 083
todas aquelas músicas
que um dia já toquei?
Os instrumentos estão aqui;
eu estou aqui.
Mas meus dedos,
amortecidos e confusos,
teimam a desobedecer...
A palheta,
escorrendo pelas cordas,
vai-se também da minha mão.
Fragmentos:
é isso o que tenho.
Desmomentos
rearranjados e alinhavados
por boa vontade e desejo.
Pequenas harmonias
que, em minhas mãos
já foram música, um dia.
curtos solfejos,
cantarolados e desafinados
por boa vontade e desejo.
Volta-se ao estudo, então,
para re(animar ou criar)
a musicalidade em dó maior
dos meus sentidos.
(E uma ou outra
blue note para cutucar
vida nos meus ouvidos).
Alberto Busquets.
#Desafio 083