Olá, queridos(as) leitores(as) do Literunico!
Quero começar agradecendo a cada um de vocês que assinou esta página e dedica um tempinho para acompanhar o meu conteúdo. O site ainda é recente, mas já tem sido uma experiência incrível poder dividir histórias que, até pouco tempo, eu jamais imaginei publicar.
Entre essas histórias, destaco "Emoções em Palavras", "Uma Questão de Tempo" e "A Profecia". Todas representam uma nova fase para mim, explorando gêneros diferentes do que eu costumo escrever. Foi desafiador sair da minha zona de conforto, mas amei criar cada uma delas!
Minha gratidão a todos(as) que leram, curtiram, comentaram e recomendaram essas histórias. Este ano foi repleto de novidades, e espero que o próximo seja ainda mais especial. Tenho muitas histórias para compartilhar e várias surpresas que estão a caminho!
Abaixo, deixo algumas imagens da retrospectiva que publiquei no Instagram. Para quem ainda não me segue por lá, quero deixar registrado aqui esses momentos que marcaram meu ano.
Desejo a todos(as) um Feliz Ano Novo, cheio de realizações, leituras incríveis e momentos inesquecíveis. Obrigada por fazerem parte dessa jornada!
Com carinho,
Ca Dantas.
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Sem Fôlego
Continuando a série “Não sei falar dos meus livros”, deixa eu falar para vocês de Sem Fôlego — primeiro livro da série De Presa a Deusa.
No final de 2022, eu estava num lugar psicológico não muito bom... E foi nessa época que eu comecei a ler alguns livros clichês de CEO e Máfia. Gostei bastante de alguns e, de outros, eu só me perguntava: “como assim, alguém romantiza isso?” Foi então que eu pensei: “Como eu escreveria um livro sobre esses temas?”
Assim, nasceu Cláudia Toledo, a primeira “deusa” da série. Uma mulher que, em 2018, aos 32 anos, estava bem descrente acerca de relacionamentos amorosos, principalmente dos encontros marcados por aplicativos de namoro. No entanto, por insistência de sua amiga Leila, ela acaba cedendo e conhece Eirik, um homem perfeito. Mas perfeição não existe, não é mesmo? Dessa maneira, ela vê sua vida ser completamente transformada ao se relacionar com Eirik — e a história se constrói a partir das cenas de declínio e de renascimento pelos quais Cláudia passa.
É uma novela “hot”, com cenas de tirar o fôlego; também é uma novela “dark”, com menção a crimes. No entanto é, acima de tudo, uma narrativa de vingança, pois Cláudia não deixou barato tudo que ela passou.
Curiosidade: Cláudia Toledo usa, como seu nick de hacker, “Mulher da Sombrinha” — é uma referência a uma lenda urbana da cidade de Catende-PE. Diz-se que, na década de 1940, trabalhadores que saiam de seus turnos à meia-noite viam essa bela mulher vestida de branco. Ela os levava até o cemitério e eles eram encontrados no dia seguinte, sem lembrar o que aconteceu. Como em Pernambuco até assombração acaba em festa, hoje é um bloco de Carnaval na mesma cidade.
Continuando a série “Não sei falar dos meus livros”, deixa eu falar para vocês de Sem Fôlego — primeiro livro da série De Presa a Deusa.
No final de 2022, eu estava num lugar psicológico não muito bom... E foi nessa época que eu comecei a ler alguns livros clichês de CEO e Máfia. Gostei bastante de alguns e, de outros, eu só me perguntava: “como assim, alguém romantiza isso?” Foi então que eu pensei: “Como eu escreveria um livro sobre esses temas?”
Assim, nasceu Cláudia Toledo, a primeira “deusa” da série. Uma mulher que, em 2018, aos 32 anos, estava bem descrente acerca de relacionamentos amorosos, principalmente dos encontros marcados por aplicativos de namoro. No entanto, por insistência de sua amiga Leila, ela acaba cedendo e conhece Eirik, um homem perfeito. Mas perfeição não existe, não é mesmo? Dessa maneira, ela vê sua vida ser completamente transformada ao se relacionar com Eirik — e a história se constrói a partir das cenas de declínio e de renascimento pelos quais Cláudia passa.
É uma novela “hot”, com cenas de tirar o fôlego; também é uma novela “dark”, com menção a crimes. No entanto é, acima de tudo, uma narrativa de vingança, pois Cláudia não deixou barato tudo que ela passou.
Curiosidade: Cláudia Toledo usa, como seu nick de hacker, “Mulher da Sombrinha” — é uma referência a uma lenda urbana da cidade de Catende-PE. Diz-se que, na década de 1940, trabalhadores que saiam de seus turnos à meia-noite viam essa bela mulher vestida de branco. Ela os levava até o cemitério e eles eram encontrados no dia seguinte, sem lembrar o que aconteceu. Como em Pernambuco até assombração acaba em festa, hoje é um bloco de Carnaval na mesma cidade.
Deu Match! Às vezes pinta um final feliz
Alguém mais não sabe falar dos próprios livros? Eu vou deixar a escritora de lado e vou falar como professora de literatura (afinal, foi para o que estudei!).
Existe uma técnica chamada Mise em Abyme - “colocar em abismo”. Consiste em “espelhar” uma história, ou imagem, dentro de outra. O exemplo mais fácil de explicar são as bonecas russas — uma maior contém uma menor que espelha algumas características da primeira.
Em literatura, vide As Mil e Uma Noites — história na qual Sherazade conta histórias, e elas trazem pontos de conexão com protagonista. Porém, o termo veio com o autor André Gide. Em Paludes (1895), o protagonista, um escritor, está trabalhando em um manuscrito intitulado "Paludes". Ele discute o progresso do manuscrito com seus amigos, e essas discussões são intercaladas com trechos do próprio manuscrito.
Então, "Deu Match! Às Vezes Pinta um Final Feliz” foi escrito desse jeito. No mundo fora da literatura, existe a escritora Sylvvia (eu!) publicando seu livro “Deu Match!”, certo? Pois bem, já no prólogo, a primeira personagem que conhecemos é Amélie, uma escritora que está lançando seu livro “Deu Match!”.
Daí o primeiro capítulo é sobre ela? Claro que não! Se pegarmos a ideia da boneca russa, temos agora a terceira: abrimos as páginas do livro que Amélie. Nele, ela conta a história de Marcos e Sofia (uma escritora que, adivinhem, está escrevendo um livro chamado “Deu Match!”). Creio que assim ficou fácil de visualizar como a narrativa foi escrita, não é?
Marcos é um pedreiro traído pela mulher que amava. O narrador acompanha como ele buscou ajuda em um aplicativo de namoro. E, assim, ele conheceu Lisa — uma CEO. Esse casal é responsável pela maior parte de cenas hot no livro.
Já Sofia é uma escritora que está passando por falta de inspiração, de dinheiro e um casamento falido. Ela narra sua própria história enquanto busca inspiração para terminar seu livro “Deu Match!”.
Quando terminamos de ler o livro da escritora Amélie, com a conclusão das histórias de Marcos e Sofia, a escritora (eu, Sylvvia) traz no epílogo a conclusão da história de Amélie, finalizando a obra.
Lembrem-se “Feliz nunca é o final, mas aquilo que fazemos enquanto esperamos por ele!” (Sylvvia Rubraurora).
Alguém mais não sabe falar dos próprios livros? Eu vou deixar a escritora de lado e vou falar como professora de literatura (afinal, foi para o que estudei!).
Existe uma técnica chamada Mise em Abyme - “colocar em abismo”. Consiste em “espelhar” uma história, ou imagem, dentro de outra. O exemplo mais fácil de explicar são as bonecas russas — uma maior contém uma menor que espelha algumas características da primeira.
Em literatura, vide As Mil e Uma Noites — história na qual Sherazade conta histórias, e elas trazem pontos de conexão com protagonista. Porém, o termo veio com o autor André Gide. Em Paludes (1895), o protagonista, um escritor, está trabalhando em um manuscrito intitulado "Paludes". Ele discute o progresso do manuscrito com seus amigos, e essas discussões são intercaladas com trechos do próprio manuscrito.
Então, "Deu Match! Às Vezes Pinta um Final Feliz” foi escrito desse jeito. No mundo fora da literatura, existe a escritora Sylvvia (eu!) publicando seu livro “Deu Match!”, certo? Pois bem, já no prólogo, a primeira personagem que conhecemos é Amélie, uma escritora que está lançando seu livro “Deu Match!”.
Daí o primeiro capítulo é sobre ela? Claro que não! Se pegarmos a ideia da boneca russa, temos agora a terceira: abrimos as páginas do livro que Amélie. Nele, ela conta a história de Marcos e Sofia (uma escritora que, adivinhem, está escrevendo um livro chamado “Deu Match!”). Creio que assim ficou fácil de visualizar como a narrativa foi escrita, não é?
Marcos é um pedreiro traído pela mulher que amava. O narrador acompanha como ele buscou ajuda em um aplicativo de namoro. E, assim, ele conheceu Lisa — uma CEO. Esse casal é responsável pela maior parte de cenas hot no livro.
Já Sofia é uma escritora que está passando por falta de inspiração, de dinheiro e um casamento falido. Ela narra sua própria história enquanto busca inspiração para terminar seu livro “Deu Match!”.
Quando terminamos de ler o livro da escritora Amélie, com a conclusão das histórias de Marcos e Sofia, a escritora (eu, Sylvvia) traz no epílogo a conclusão da história de Amélie, finalizando a obra.
Lembrem-se “Feliz nunca é o final, mas aquilo que fazemos enquanto esperamos por ele!” (Sylvvia Rubraurora).
#Resenha
Sou um tanto suspeita em falar desse livro, afinal fui leitora beta (sim, tive acesso antes que vocês, podem ficar com invejinha). Mesmo assim, seria injusto não fazer uma resenha, pois eu gostei demais dele!
“Desejo” é uma cidade ficcional que dá nome ao romance da escritora @CaDantasAutora , que nos presenteou com a narrativa bem “Pulp” (cheia de ação, envolvente e com personagens bem intensos). Quando comecei a ler, veio logo a imagem de uma Gotham City (sim, a cidade do Batman), pois a autora cria esse lugar onde o crime compensa e que parece estar “separada” das leis do resto de nosso país.
No livro, vamos acompanhar a história de Lara Meireles — uma jovem com uma enorme bagagem de traumas, apesar da pouca idade — e de Dante Melo — um homem que veio para Desejo esperando que todos seus sonhos infantis se realizassem, mas se tornou um boxeador que faz “bico” de segurança para um mafioso local.
É um livro sobre crimes de uma maneira crua, sem romantização de criminosos. A história nos traz acontecimentos violentos, com os quais os protagonistas precisam encontrar o melhor jeito de lidar. Nada é um paraíso em Desejo. Nem clichê. A autora trabalha uma dinâmica de Age Gap entre os personagens de maneira pouco convencional — o que nos faz torcer demais para que este casal tenha o tão desejado final feliz.
Sou um tanto suspeita em falar desse livro, afinal fui leitora beta (sim, tive acesso antes que vocês, podem ficar com invejinha). Mesmo assim, seria injusto não fazer uma resenha, pois eu gostei demais dele!
“Desejo” é uma cidade ficcional que dá nome ao romance da escritora @CaDantasAutora , que nos presenteou com a narrativa bem “Pulp” (cheia de ação, envolvente e com personagens bem intensos). Quando comecei a ler, veio logo a imagem de uma Gotham City (sim, a cidade do Batman), pois a autora cria esse lugar onde o crime compensa e que parece estar “separada” das leis do resto de nosso país.
No livro, vamos acompanhar a história de Lara Meireles — uma jovem com uma enorme bagagem de traumas, apesar da pouca idade — e de Dante Melo — um homem que veio para Desejo esperando que todos seus sonhos infantis se realizassem, mas se tornou um boxeador que faz “bico” de segurança para um mafioso local.
É um livro sobre crimes de uma maneira crua, sem romantização de criminosos. A história nos traz acontecimentos violentos, com os quais os protagonistas precisam encontrar o melhor jeito de lidar. Nada é um paraíso em Desejo. Nem clichê. A autora trabalha uma dinâmica de Age Gap entre os personagens de maneira pouco convencional — o que nos faz torcer demais para que este casal tenha o tão desejado final feliz.
Para vocês conhecerem minha escrita, deixo grátis, aqui, meu conto "O Que Restou de Ti".
É um texto sobre luto, descobertas e recomeços.
#epub
É um texto sobre luto, descobertas e recomeços.
#epub
#Resenha
"Amor no Sofá" - A História de Pati e Léo" é o segundo livro da série "Sobre Sete Corações", da escritora F. K. Silvain (se não a conhece, já a procura aqui no literúnico e já segue!). Esta série retrata a história dos relacionamentos amorosos e de amizade, bem como sobre o amadurecimento pessoal de sete jovens que se conhecem no período da Universidade. Mesmo sendo o segundo livro, é uma história independente do primeiro, podendo ser lida antes do primeiro volume.
Primeiro, preciso pontuar aqui sobre a escrita clara, correta e coerente da autora F. K. Silvain, que me pegou de jeito. Pela minha formação em Letras, livros tão bem escritos ganham um lugar especial em meu coração. A autora sabe que a linguagem é o seu instrumento de trabalho e ela sabe utilizá-la muito bem.
Segundo, sobre a história... preciso dizer que fazia tempo que um livro me fazia chorar. É um livro sobre escolher caminhos e tomar decisões; sobre despedida e reencontro, mas, sobretudo, é um livro sobre saúde mental. Chorei e sofri junto ao Leo em diversos trechos, pois a autora trabalha o tema de maneira sensível e verdadeira.
Pati é uma mulher admirável; uma personagem decidida e livre, o que amamos. Uma vez, ela já havia escolhido sua vida acadêmica sobre seu relacionamento. De volta ao Brasil, ela reencontra com seu passado ainda tão presente. E é sobre estas nuances, os ditos e não-ditos desse reencontro que a narrativa nos traz.
Amei cada linha. Amei me emocionar. Amei conhecer a autora - foi o primeiro dela que eu li!. Amei o hot tão quente e tão bem dosado.
Achou innteressante? Já segue a autora aqui e no instagram. E aguardem que colocarei em breve mais resenhas de seus outros livros - além de outras escritoras que eu for lendo!
"Amor no Sofá" - A História de Pati e Léo" é o segundo livro da série "Sobre Sete Corações", da escritora F. K. Silvain (se não a conhece, já a procura aqui no literúnico e já segue!). Esta série retrata a história dos relacionamentos amorosos e de amizade, bem como sobre o amadurecimento pessoal de sete jovens que se conhecem no período da Universidade. Mesmo sendo o segundo livro, é uma história independente do primeiro, podendo ser lida antes do primeiro volume.
Primeiro, preciso pontuar aqui sobre a escrita clara, correta e coerente da autora F. K. Silvain, que me pegou de jeito. Pela minha formação em Letras, livros tão bem escritos ganham um lugar especial em meu coração. A autora sabe que a linguagem é o seu instrumento de trabalho e ela sabe utilizá-la muito bem.
Segundo, sobre a história... preciso dizer que fazia tempo que um livro me fazia chorar. É um livro sobre escolher caminhos e tomar decisões; sobre despedida e reencontro, mas, sobretudo, é um livro sobre saúde mental. Chorei e sofri junto ao Leo em diversos trechos, pois a autora trabalha o tema de maneira sensível e verdadeira.
Pati é uma mulher admirável; uma personagem decidida e livre, o que amamos. Uma vez, ela já havia escolhido sua vida acadêmica sobre seu relacionamento. De volta ao Brasil, ela reencontra com seu passado ainda tão presente. E é sobre estas nuances, os ditos e não-ditos desse reencontro que a narrativa nos traz.
Amei cada linha. Amei me emocionar. Amei conhecer a autora - foi o primeiro dela que eu li!. Amei o hot tão quente e tão bem dosado.
Achou innteressante? Já segue a autora aqui e no instagram. E aguardem que colocarei em breve mais resenhas de seus outros livros - além de outras escritoras que eu for lendo!
Tão e Ainda
Queria dizer-lhe que continuo a mesma.
Ainda sonho ser bailarina, só estou adiando para os 60.
Ainda me jogo no chão, esperneando, quando não me dão o que eu quero.
Ainda fico pelos cantos da casa, sozinha, de cabelo assanhado.
Ainda não aprendi a me vestir bem nem tenciono aprender a pentear o cabelo.
Ainda tento me esconder quando vão me apresentar a novas pessoas.
Ainda prefiro comer besteiras à comida de panela.
E ainda me pego coçando o olho, sem lavar as mãos, depois de alisar o gato.
Ainda prefiro ganhar livros a roupas, embora eu já tenha me acostumado a e-books.
Ainda me pergunto sobre o destino das formigas, mesmo não havendo formigueiro no quintal.
Ainda imagino que os postes de alta tensão são robôs gigantes adormecidos à margem da estrada.
Ainda me tremo, pensando que a casa vai desmoronar, quando a chuva vem mais forte.
Ainda não passo pano na casa e jogo as roupas de qualquer jeito no armário.
Ainda prefiro a companhia masculina, porque eu gosto mesmo é de ser mimada.
Eu só queria dizer-lhe, na verdade, que não mais desenho garranchos.
Já há algum tempo, ao invés, eu os escrevo.
Mas ainda me convenço, erroneamente, de que eles tenham algum sentido.
Por eu ser ainda tão a mesma
É que me dói quando ele me olha
E parece não me reconhecer.
Sylvvia Rubraurora
Queria dizer-lhe que continuo a mesma.
Ainda sonho ser bailarina, só estou adiando para os 60.
Ainda me jogo no chão, esperneando, quando não me dão o que eu quero.
Ainda fico pelos cantos da casa, sozinha, de cabelo assanhado.
Ainda não aprendi a me vestir bem nem tenciono aprender a pentear o cabelo.
Ainda tento me esconder quando vão me apresentar a novas pessoas.
Ainda prefiro comer besteiras à comida de panela.
E ainda me pego coçando o olho, sem lavar as mãos, depois de alisar o gato.
Ainda prefiro ganhar livros a roupas, embora eu já tenha me acostumado a e-books.
Ainda me pergunto sobre o destino das formigas, mesmo não havendo formigueiro no quintal.
Ainda imagino que os postes de alta tensão são robôs gigantes adormecidos à margem da estrada.
Ainda me tremo, pensando que a casa vai desmoronar, quando a chuva vem mais forte.
Ainda não passo pano na casa e jogo as roupas de qualquer jeito no armário.
Ainda prefiro a companhia masculina, porque eu gosto mesmo é de ser mimada.
Eu só queria dizer-lhe, na verdade, que não mais desenho garranchos.
Já há algum tempo, ao invés, eu os escrevo.
Mas ainda me convenço, erroneamente, de que eles tenham algum sentido.
Por eu ser ainda tão a mesma
É que me dói quando ele me olha
E parece não me reconhecer.
Sylvvia Rubraurora
Eu estou tão feliz que estou conseguindo propagar o meu novo conto!!!
Passarela
Passa a vida,
Não se passa nada
Quando ela passa,
Na minha janela
Luz na minha vida,
Quando ela passa
Momento em pausa,
Quando ela passa
Não quero mais nada,
Quando ela passa
Mas se ela passa
Na minha porta,
Não tem mais volta;
Felicidade.
Passa a vida,
Não se passa nada
Quando ela passa,
Na minha janela
Luz na minha vida,
Quando ela passa
Momento em pausa,
Quando ela passa
Não quero mais nada,
Quando ela passa
Mas se ela passa
Na minha porta,
Não tem mais volta;
Felicidade.