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✉️ Correspondências Literárias no Literúnico
As palavras também encontram destino, mesmo que o destinatário seja imaginado, ausente ou o próprio autor. No novo movimento do Literúnico, você é convidado(a) a explorar salas temáticas onde cartas se tornam forma de expressão, memória, afeto e invenção.
Correspondências no Literúnico:
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Hermann Melville (1819–1891) explorou os abismos da alma humana com a força de um mar revolto.
Autor de Moby Dick, sua escrita une aventura, filosofia e existencialismo. Em cada página, revela a luta entre o homem e o mistério do mundo — entre destino e liberdade, obsessão e redenção.
Ler Melville é embarcar numa jornada profunda e inesquecível.
Moby Dick: edição comentada:
Abrir link#hermannmelville #mobydick #clássicos #literaturanorteamericana #aventura #literunico
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Milton Friedman (1912–2006) foi um dos economistas mais influentes do século XX.
Defensor da liberdade individual e do livre mercado, escreveu com clareza sobre temas que moldam nosso cotidiano: inflação, política pública, consumo e responsabilidade. Suas ideias provocam reflexão até hoje — dentro e fora da economia.
Ler Friedman é entender como a liberdade econômica impacta a sociedade.
Capitalismo e Liberdade:
Abrir link#miltonfriedman #economia #liberdadeindividual #livremercado #pensamentoeconômico #literunico
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Patrick Modiano (1945) é um mestre da memória, da identidade e das ausências que moldam o ser.
Ganhador do Nobel de Literatura, escreve com delicadeza sobre a França do pós-guerra, revelando o invisível com frases silenciosas e profundas. Seus romances conduzem o leitor por ruas enevoadas, entre lembranças e segredos.
Ler Modiano é passear pela alma humana com elegância e melancolia.
Cena de um crime:
Abrir link#patrickmodiano #literaturanobel #romancefrancês #memória #identidade #literunico
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Hoje celebramos o nascimento de Alexis de Tocqueville (1805–1859), um dos grandes pensadores políticos da história moderna. Nascido na França, Tocqueville foi muito mais do que um aristocrata e jurista: foi um visionário que compreendeu, com profundidade rara, os caminhos da democracia e seus desafios.
Sua obra-prima, A Democracia na América, é até hoje leitura fundamental para entender os valores, os riscos e as contradições dos regimes democráticos. Com olhar crítico e sensível, Tocqueville examinou como a igualdade moldava as sociedades, antecipando debates que ainda repercutem em nosso tempo.
A Democracia na América:
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Hoje é dia de lembrar Karl Popper (1902–1994), um dos maiores filósofos da ciência do século XX.
Defensor da razão crítica e do pensamento aberto, Popper revolucionou a forma como compreendemos o conhecimento, ao afirmar que a ciência avança pelo erro — não pela certeza. Suas ideias sobre liberdade, falsificabilidade e democracia continuam essenciais em tempos de incerteza.
Ler Popper é um convite ao pensamento rigoroso e à coragem intelectual.
A Lógica da Pesquisa Científica:
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Hilaire Belloc (1870–1953), foi um escritor, poeta e ensaísta franco-britânico que uniu erudição e irreverência em igual medida.
Belloc transitou com maestria entre a crítica social, a poesia e a história, sempre com estilo mordaz e espírito provocador. Seus versos cômicos e textos incisivos são um convite ao riso e à reflexão, revelando a força das palavras bem escolhidas.
Conhecer Belloc é redescobrir o prazer do pensamento afiado e da escrita sem amarras.
O estado servil:
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Bernard Shaw (1856–1950), foi um dos grandes nomes do teatro e da crítica social!
Autor de peças como Pigmalião e Casa de Bonecas, Shaw usou o palco como espelho da sociedade, com ironia afiada e ideias revolucionárias. Defensor de causas sociais, seu humor inteligente e seu olhar crítico permanecem atuais até hoje.
Ler Shaw é confrontar o mundo com lucidez e espírito — um convite à reflexão que atravessa gerações.
Pigmaleão:
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Feliz dia do escritor!
Marque aqui um ou mais escritores que você admira!
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Elias Canetti (1905–1994) foi um dos grandes pensadores e escritores do século XX, nascido na Bulgária e criado entre várias culturas e línguas, o que moldou sua visão cosmopolita e crítica. Em 1981, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura pelo conjunto de sua obra, marcada pela lucidez intelectual e pela reflexão profunda sobre o comportamento humano em sociedade.
Sua obra mais conhecida, Massa e Poder, é um estudo fascinante sobre as dinâmicas coletivas, o autoritarismo e a psicologia das multidões — temas que seguem surpreendentemente atuais. Canetti também escreveu romances, aforismos e memórias com linguagem precisa e intensidade filosófica.
A língua absolvida:
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