Universo da obra
Universo da obra
Eram mais de duas horas da tarde.
O sol estava ardente, e o mormaço abafador. Adelaide Olá!... — gritou o major de longe; — chama tuas amigas e convida esses moços para se recolherem, que já vão chegando horas de jantar. Adelaide levantou-se imediatamente, e encaminhou-se apressada para junto da jaboticabeira; Azevedo acompanhou-a.
Abaixo, meu povo, — gritou o Azevedo com voz esganiçada. O major nos chama... São horas de jantar.
— Ora vejam lá quem quer nos comandar! bradou Belmiro com mau humor de cima da jaboticabeira.
— Espera, Azevedo; espera que lá vamos já neste momento
E, de feito, mal acabava de pronunciar estas palavras, Belmiro despencou-se do alto da jaboticabeira, e caindo de galho em galho, agarrando-se a um, resvalando entre outros, derriçando folhas e frutos, veio tombar no chão a fio comprido aos pés de Adelaide e Azevedo, que recuaram espavoridos. Foi um esplêndido tombo, normalmente executado, e com tão estrepitoso fracasso, que arrancou a toda a companhia um grito de susto e de terror. No mesmo instante todos rodearam a vítima, que fazendo caretas e contorções procurava levantar-se.
— Bem feito! — murmurou Azevedo a meia voz ao ouvido de Adelaide, — para evitar uma destas é que cá me deixei ficar embaixo.
— Que tombo! meu Deus... coitado... exclamou a moça toda consternada, sem dar atenção às palavras de Azevedo.
— Deve se ter pisado bastante, não, Senhor Belmiro?...
Adelaide estendeu-lhe a linda mão para ajudá-lo a levantar-se, e o estudante apoderando-se dela com sofreguidão, a tocou levemente com os lábios como que involuntariamente.
— Não muito, minha senhora, — replicou ele, levantando-se com dificuldade. Creio que apenas apanhei mau jeito no tornozelo do pé esquerdo; isto passa com o tempo... Apre!... quase que não posso andar...
Dizendo isto o pobre rapaz tentou em vão dar alguns passos, mas o pé magoado não lho permitia, e ele viu-se obrigado a encostar-se ao tronco da jaboticabeira.
— Ora valha-me Deus... que foi isto?... Santa Virgem... bradou o major chegando todo aflito e consternado ao lugar do sinistro.
— Eu bem lhes tinha dito que deixassem o moleque ir apanhar as frutas e se deixassem de estripulias... mas... o que querem? é isto... imprudência de rapaziada...
— Major, por quem é, não se aflija tanto, — disse Belmiro; — foi um tombinho insignificante. Apenas parece-me que tenho o pé esquerdo algum tanto magoado.
— Não creia, papai; — atalhou Adelaide.
— Olhe, como está pálido; ele que ainda agora estava tão corado!
— Não se incomode, minha senhora; é efeito do susto, — disse Belmiro.
— Nada! não creio; o senhor pisou-se muito; vamos já levá-lo para a casa. Eu o ajudo a caminhar. Vamos.
Dizendo isto, a moça oferecia o braço ao estudante. Com que prazer não ia ele aceitar tão grata e carinhosa oferta... mas não consentiu o casmurro do major.
— Anda daí, menina, — disse afastando brandamente a filha e chegando-se a Belmiro, — tu não tens força. Dê-me um dos braços, moço, e o outro a qualquer dos seus colegas. Vamos; encoste-se bem em mim; pode largar o peso, que aqui vai pulso de homem. Deus nos livre que um desastre venha aguar a festa em um dia de reunião em minha casa. Vai adiante, menina, e manda preparar uma boa sangria de vinho com açúcar.
— Diabos me carreguem se este marralheiro não se deixou cair de propósito para se tornar objeto dos cuidados e solicitudes da família, e pernoitar aqui em casa do major. Mas deixe-o estar, que em vez de achar lã há de sair tosquiado. Mas, — continuou ele em voz alta dirigindo-se ao major no intuito de despoetizar completamente a queda de Belmiro, — meu caro major, perdoe-me, o vinho não convém de modo algum neste caso; é muito excitante e vai agravar a inflamação; ainda uma vinagrada, vá feito. O que é porém de rigor em todos os casos de queda, é um laxante de óleo de rícino.
— Está enganado, meu caro; já fui muladeiro, como sabe, já levei muito tombo, e tenho tratado um sem número deles em meus camaradas e peões, e sei o que faço. Deixe o moço por minha conta; mas há de me ficar em casa hoje, e amanhã está pronto para ir à aula.
— Tem carradas de razão, meu caro major, replicou Belmiro, — deixe lá o Azevedo com seus laxantes, e vamos à sangria de vinho.
— Pois lá se arrumem — tornou o Azevedo; com o estômago cheio de jaboticabas, teremos uma boa carraspana seguida de uma tremenda indigestão; além de queda, coice. Este Belmiro com suas extravagâncias é sempre um terrível desmancha-prazeres.
— Não se assuste com as agoureiras predições do Azevedo, senhor major. Ele tem a imaginação sempre sinistra e propensa ao lívido e ao fúnebre; é mania. Apenas chupei o caldo de uma dúzia de frutas, e apesar da queda sinto-me com excelente disposição para jantar.
— E há de jantar, — disse o major; — a dieta nestes casos não tem o menor cabimento.
Nestas conversas, Belmiro, dependurado ao braço do major e do Silva, chegou coxeando à casa, onde imediatamente foi instalado em uma boa cama.
Daí a instantes Adelaide entrou trazendo com suas próprias mãos a Belmiro um copo de vinho com água e açúcar.
— Mil graças, minha senhora, — disse Belmiro, depois de ter empinado o copo de sangria.
— Júpiter nunca bebeu mais delicioso néctar, e nem por mãos de mais encantadora Hebe.
— Deveras! como está poético e mitológico, o nosso Belmiro! exclamou Azevedo, a quem esta cena não estava agradando muito. Queres comparar-te a Júpiter, quando não passas de um Vulcano coxo e estropiado?!...
— E isso que te importa, Azevedo?... estás com inveja?... não tens razão; a cada uma sua vez, meu amigo. Ainda há pouco eu também tinha bastante inveja de ti, quando lá no pomar comias as frutas colhidas por nós, e escolhidas, lavadas e oferecidas, pelas mãos delicadas de Dona Adelaide. Bem sei que não passo de um pobre diabo; mas tem paciência, meu caro; não posso deixar de considerar-me um deus, quando tenho a fortuna de ser servido pelas mãos de um anjo. Esta réplica de Belmiro foi muito festejada e aplaudida pelos estudantes, menos por Azevedo, que mordeu os beiços, e pelo major e as moças, menos por Adelaide que corou e abaixou os olhos.
— Meus senhores, disse o major, nada de galhofas com doentes; deixemos o Sr. Belmiro em sossego, enquanto nós vamos jantar. Ele também deve jantar; mas vou mandar trazer para aqui mesmo sua comida.
— Oh! major! para que tanto incômodo?!... encostado ao braço de qualquer posso ainda pôr-me em pé e ir até à sala do jantar.
— Está doido, meu amigo?... não deve hoje mexer-se daí, se quer sarar depressa; é o que lhe digo. Vamo-nos, meus senhores. Retiraram-se todos alegremente, deixando Belmiro a sós no quarto a espera de sua refeição, e fazendo mil reflexões sobre sua singular situação.
— Oh! — pensava o pobre rapaz riscando castelos no ar; — se fosse ainda a própria Adelaide que me viesse trazer o jantar!... oh! que gosto!... que glória para mim, e que motivo mais para fazer o Azevedo estalar de inveja!... mas... é impossível!... não devo esperar tanta honra... Este meu tombo foi providencial; pode ainda produzir melhor efeito, do que eu espero. Ela!... ela.. depois de minha abençoada queda tem para comigo tais atenções, e cuidados!... não posso crer que seja só por mera compaixão e espírito de caridade. Encontrei às vezes os olhos dela fitos em mim de um modo! Mas o diabo do cravo caboclo, que eu dei a ela, e ela deu ao Azevedo!... aqui há um mistério qualquer, que me faz arder o miolo, e que hei-de decifrar seja como for. Aquele Azevedo é um refinadíssimo velhaco, um embusteiro sem parelha... mas hei-de dar-lhe um vomitório em paga do laxante que quis aplicar-me... indiscreto e gabola como é, sempre há de revelar alguma coisa.
Neste ponto de suas graves meditações foi Belmiro interrompido pela chegada de sua refeição, que com grande pesar seu, em vez de lhe ser apresentada por sua encantadora Hebe, foi-lhe trazida em uma grande bandeja por uma preta velha, que se retirou sem dizer palavra. O jantar esteve alegre e folgazão, como era de esperar entre convivas de tão excelente humor, sentados em frente de quatro lindas raparigas, tendo ao lado o major, que as animava com as palavras e o exemplo, fazendo desaparecer qualquer sombra de acanhamento. A conversação foi-se animando ao tinido dos copos e da baixela de prata e porcelana; os motejos, as pilhérias, as gargalhadas expandiam-se folgadamente em derredor da mesa recheada de saborosas iguarias e vinhos preciosos. Vieram depois os versos, as anedotas, e por fim fizeram-se numerosos brindes ao som de choretos, que os estudantes entoavam à goela solta em honra do major, do tenente André, e da formosura das náiades presentes. Mastigando automaticamente em seu quarto solitário as iguarias que lhe trouxeram, Belmiro escutava a algazarra do festim, e ouvia muitas vezes o seu nome pronunciado no meio de galhofas e pilhérias da companhia, que à sua custa soltava longas e gostosas gargalhadas.
— Quando eu vi o Belmiro despencar-se do alto da jaboticabeira e tombar de rijo no chão com as crinas desgrenhadas e todo desengonçado, pensei ver um mono baleado pelo caçador.
— E eu pensei que era um galho arrancado pelo furacão.
— Aquilo é um original muito esquisito, — acrescentou desdenhosamente o Azevedo; — nunca vai à função alguma que não faça uma dessas falcatruas.
— Eu a princípio, — disse uma das filhas do tenente André, — fiquei muito assustada, quando o vi estendido no chão. Mas depois que se foi erguendo todo sarapantado, com a roupa toda suja e amarrotada, me deu uma vontade de rir!... meu Deus!...
E abafou com o lenço uma risadinha chocha.
— E eu também, mana, — disse outra, — quase rebentei para não soltar uma risada. Ele fez uma cara mesmo de cachorro que quebrou panela!...
— Com efeito!... interrompeu Adelaide em tom de risonha e fagueira repreensão.
— Não sei por que se acha graça em um tombo por mais perigoso que seja!?...
— Uma queda sempre é ridícula, minha senhora, — disse Azevedo.
— Ah! senhor Azevedo! — continuou Adelaide, o senhor é bem mal agradecido; e as senhoras também, minhas amigas; perdoem-me se lho digo; não se enfadem comigo. Foi em meu serviço, das senhoras, e do seu também, senhor Azevedo, que o pobre moço levou tamanha queda!... e ainda por cima estão a escarnecé-lo!?...
— Oh! oh! lá por isso não, minha senhora, — exclamou a maioria dos estudantes: — lá estávamos nós também para servi-las com o mesmo zelo e diligência, e para isso não nos foi preciso destroncar o pé. Se era um moleirão, não se metesse em cavalarias altas.
— Ora!... senhores!... — interrompeu Adelaide; — eu o vi subir e descer com tanta agilidade!... foi um desastre, que poderia acontecer a qualquer outro.
Lá de seu quarto, Belmiro, ainda que não pudesse ouvir tudo distintamente, compreendeu maravilhosamente o sentido da altercação.
— Bravo! — exclamou ele consigo.
— Adelaide é por mim!... Seja embora o mundo inteiro contra mim!... que me importa!... Sou feliz!... ao menos hoje!... Adelaide, não obstante mostrar-se sempre risonha e acessível a todos os outros estudantes, e em particular a Azevedo, ao menos naquele dia pensava muito em Belmiro, pobre provinciano simples e negligentemente trajado, que mais parecia um caipira que um estudante. Adelaide, não sei por que, achava-lhe um não sei que, que revelava uma adoração íntima, sincera e profunda. Viera-lhe à mente a caprichosa ideia de conversar a sós com Belmiro, e ela era moça de têmpera a não deixar de satisfazer um dos seus menores caprichos. Conversara a sós tanto tempo com Azevedo, que muito era que conversasse também com Belmiro! Entre o primeiro serviço e a sobremesa, achou pretexto para retirar-se da mesa, e disfarçadamente dirigir-se ao quarto do enfermo. Se dissimulou seus passos, não foi com receio do pai, que cheio de complacência e confiança não lhe tolhia o menor movimento em casa, mas para furtar-se às vistas maliciosas e escrutadoras dos estudantes, e principalmente de Azevedo, que a não perdia de vista. Belmiro estava no melhor de suas cismas amorosas, quando ouviu rugir um vestido de seda pelos corredores, e após instantes entrar-lhe pelo quarto a figura deslumbrante e arrebatadora de Adelaide. Foi como uma aparição sobrenatural, que o teria feito cair fulminado, se não estivesse estendido na cama com o braço acotovelado sobre o travesseiro. Abriu bem os olhos, passou a mão pela testa para convencer-se de que não estava sonhando, ou delirando, e com olhar radiante de beatitude ficou embasbacado a olhar para a moça. É verdade que não deixava de ter um ar algum tanto apalermado; mas a moça nem reparou nisso, e foi logo lhe dirigindo a palavra:
— Então, como vai do pé, senhor Belmiro! — disse ela. —
— Do pé, minha senhora, vou melhor... mas... muito mal do coração.
— Como assim?... pois o tombo também lhe ofendeu o coração?...
— Oh! minha senhora?!... não quer entender-me?...
— Pois que quer o senhor que eu entenda?...
— Ah!... não tenho ânimo de lhe dizer.
— Diga, diga; não faça cerimônia... se lhe falta alguma coisa...
— Não; nada me falta.
— Pois então o que é que o aflige?...
— Permite que lhe diga uma coisa?...
— Diga, e já, pois bem vê que não posso demorar-me...
— Pois bem!... a senhora foi a causa, inocente, é verdade, do tombo, que levei.
— Que me diz?! eu?... eu a causa do seu tombo?! — exclamou Adelaide, recuando um passo.
— Sim! a senhora. Mas não se enfade comigo, e não se aflija com tão pouco. Esse tombo foi para mim uma fortuna.
— Oh! cada vez o entendo menos.
— Eu lhe explico tudo, minha senhora. Quando a senhora ficou a ouvir as prosas do Azevedo, enquanto eu e meus companheiros subíamos às jaboticabeiras, eu não os perdia de vista, e ficava a morder-me de inveja do meu companheiro. Mas, quando a Senhora, tirando de seus cabelos a flor que eu lhe tinha dado, a entregou ao Azevedo, não fui mais senhor de mim, perdi a cabeça, não sabia onde punha o pé, e querendo descer, pisei em falso e dei comigo em terra!...
— Ah! meu Deus!.., mas eu não podia adivinhar, e nem eu me lembrava que foi o senhor que me deu semelhante flor...
— Deveras!... isso por um lado me entristece, mas por outro me consola.
— Eram os senhores todos a oferecer-me flores. Eu as ia pondo sem reparar, uma no peito, outra na boca à guisa de palito, outra no seio, outra no cabelo... fiquei com medo de morrer abafada debaixo de tantas flores...
— Oh! minha senhora!...
— Escute ainda. O senhor Azevedo pediu-me a flor que eu trazia no cabelo... Quando eu tirei da cabeça, e vi que era... que era...
— Um cravo caboclo?...
— Sim, senhor. Por que razão o senhor escolheu para mim uma flor tão feia?
— Feia, minha senhora!... não lhe acho razão. Na cor, na forma e no perfume me parece uma das mais mimosas.
— Pode ser; mas eu não gosto dela.
— Ah?... queira perdoar-me... mas eu também não adivinhava.
— Pois bem! — disse Adelaide, apresentando a Belmiro um vaso de flores, que estava sobre uma mesa.
— Escolha aqui uma flor qualquer, e me de para por na cabeça em lugar da outra, e me perdoe se sem querer fui causa do seu tombo.
— Perdoar, eu, minha senhora!... perdoar o que, se só tenho motivo para render-lhe infinitos agradecimentos!?... se não fosse esse tombo teria eu a ventura de estar aqui com a senhora recebendo tantas provas de interesse e de... de... compaixão.
Dizendo isto o estudante tirou do vaso uma rosa, que entreabria com todo o viço e frescor, e a entregou a Adelaide, depois de ter deposto nas pétalas da flor um beijo soberanamente bucólico. Adelaide prendeu-a cuidadosamente nas tranças, e despediu-se com um sorriso, que até hoje não sabemos que expressão tinha.
— Bendito tombo! — exclamou Belmiro no mais lírico e entusiástico arroubo, levantando as mãos ao céu, logo que se esvaiu o som das sedas de Adelaide.
— Tombo imortal! tombo homérico! tombo digno de uma epopéia!.. graças a ti, eu o terceiranista mal amanhado, meto hoje em um chinelo meus guapos e vaidosos companheiros. Não, tu não foste uma queda; foste uma verdadeira ascensão para as regiões olímpicas! tu me ergueste ao empíreo nas asas da amor e da esperança. Tomara já ver as caras de asno com que hão de ficar meus colegas!... Como já me estou rindo interiormente à custa deles!... Com seus ditinhos, lisonjas, galanteios e namoros delambidos não conseguirão o que eu consegui com um simples tombo! Mas não quero por modo algum que saibam do meu triunfo. Nem por sombras comprometer o nome puro da minha suave e encantadora Adelaide! nosso amor deve ser um mistério, e puro como a lâmpada de um santuário. Revelá-lo a estes devassos seria até uma profanação. Nestes beatíficos devaneios veio interrompe-lo o Azevedo, que entrou-lhe pelo quarto a dentro com ar zombeteiro e triunfante.
Romance de Bernardo Guimarães que atravessa duas gerações, segredos familiares, relações de poder e a violência da escravidão no Brasil oitocentista. Esta edição integral apresenta ortografia normalizada para o português brasileiro moderno, com base nos dois tomos da edição Garnier de 1914 preservados pela Biblioteca Digital da UFSC.
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.
Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!
Capítulos disponíveis para continuar a leitura.
Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!
Conhecer as 100 RelíquiasAinda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.
Durante a leitura, abra Menu para ajustar a experiência sem sair do capítulo. As preferências de aparência ficam salvas neste aparelho.
Recursos identificados como “em preparo” aparecem para antecipar a evolução do leitor, mas ainda não executam uma ação.
Posso mostrar leituras em destaque, clássicos e Relíquias disponíveis agora no Literúnico.
Escolha um caminho
Dúvidas desta página
As explicações do Aurélio são respostas cadastradas pelo Literúnico.