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Inspiração Enterna
# Desafio 129
❤️❤️
Um olhar
me come,
uma boca
me despe:
lenta,
desarmada.
Um cheiro
enxerga
cada desejo
desatinado
que se abre
no leito
quando
me sinto
em teu peito:
frágil,
mas inteira.
Uma mão
me aspira,
uma língua
me ausculta;
uma voz
rouca
arranha
suspiros,
gemidos;
ferroa
prazer.
Só eu
e você.
Toda
noite,
a noite
toda.
Vais
querer?
Crs Ribeiro
❤️❤️
Um olhar
me come,
uma boca
me despe:
lenta,
desarmada.
Um cheiro
enxerga
cada desejo
desatinado
que se abre
no leito
quando
me sinto
em teu peito:
frágil,
mas inteira.
Uma mão
me aspira,
uma língua
me ausculta;
uma voz
rouca
arranha
suspiros,
gemidos;
ferroa
prazer.
Só eu
e você.
Toda
noite,
a noite
toda.
Vais
querer?
Crs Ribeiro
#Desafio 115
*O amor é um absurdo*
Como falar
o que palavras
não expressam?
Que no coração
aperta,
silente…
Talvez,
no silêncio,
a gente se entende…
E aprende
a decifrar
nossos olhos,
traduzir
ânsias do coração,
calar
as angústias
e deixar falar
a emoção.
Talvez,
alma com alma,
falando sem fala,
possamos compreender
por dentro,
sem precisar
verter sangue
do peito.
Talvez
seja o jeito
mais impróprio
e inglório,
mas é nosso jeito
simplório
de viver
esta paixão:
Com dor
e ardor
no coração,
sem poder controlar
o que a boca
não fala.
Sentindo,
sentimos…
Tentamos!
Não conseguimos,
apesar
de nossos caminhos.
O amor
é um absurdo!
se perguntar,
eu nego tudo…
Apesar
do meu coração
me desmentindo.
MarU
*O amor é um absurdo*
Como falar
o que palavras
não expressam?
Que no coração
aperta,
silente…
Talvez,
no silêncio,
a gente se entende…
E aprende
a decifrar
nossos olhos,
traduzir
ânsias do coração,
calar
as angústias
e deixar falar
a emoção.
Talvez,
alma com alma,
falando sem fala,
possamos compreender
por dentro,
sem precisar
verter sangue
do peito.
Talvez
seja o jeito
mais impróprio
e inglório,
mas é nosso jeito
simplório
de viver
esta paixão:
Com dor
e ardor
no coração,
sem poder controlar
o que a boca
não fala.
Sentindo,
sentimos…
Tentamos!
Não conseguimos,
apesar
de nossos caminhos.
O amor
é um absurdo!
se perguntar,
eu nego tudo…
Apesar
do meu coração
me desmentindo.
MarU
A voz que dizia: Desista!
Hoje uma voz veio até mim, e me disse: Desista!
E ela se repetiu, se repetiu e se repetiu, e eu, já casando da jordana, cometi o erro de ouvi-la
E olhei para mim mesmo e olhei para o meu entorno, e pensei, é talvez eu devesse!
E por um instante decidi acabar com tudo, mas minhas pernas decidiram outra coisa e meus braços preferiram criar do que desistir!
E quando vi, lá estava eu sentado em frente a tela pronto para escrever novo, a voz continuava insistindo e implorando: Desista!
Mas dessa vez não cometi o mesmo erro, dessa vez decidi escrever, até que ela se calasse
Hoje uma voz veio até mim, e me disse: Desista!
E ela se repetiu, se repetiu e se repetiu, e eu, já casando da jordana, cometi o erro de ouvi-la
E olhei para mim mesmo e olhei para o meu entorno, e pensei, é talvez eu devesse!
E por um instante decidi acabar com tudo, mas minhas pernas decidiram outra coisa e meus braços preferiram criar do que desistir!
E quando vi, lá estava eu sentado em frente a tela pronto para escrever novo, a voz continuava insistindo e implorando: Desista!
Mas dessa vez não cometi o mesmo erro, dessa vez decidi escrever, até que ela se calasse
Monstros das Profundezas
Olhe bem para aquele ponto, o ponto final, o limite que dá fim ao infinito, a rua que termina em um beco sem saída!
As paredes, a cada segundo, ficam mais perto, você está encurralado, prestes a ser esmagado!
O ar começa a lhe faltar, a realidade te sufoca, e inutilmente você tenta respirar, como um pobre coitado procurando por esperança, desesperado, você procura por ar!
Mas as ondas da dor te trazem para o fundo do mar, e tudo o que lhe resta é se afogar!
No fosso profundo do mar obscuro, dor e silêncio é tudo o que se pode encontrar. Lá as feras noturnas do seu lado oculto vão despertar.
Cabe a você a difícil tarefa de domá-las, só você pode prendê-las de novo, naquele velho poço onde ninguém se atreve a entrar! Aquela terra desconhecida, por onde nem mesmo você se arrisca a andar!
Você tem medo do que pode encontrar, pois sabe que lá vivem as feras que você não sabe que pode se tornar!
Lá habitam os monstros que você pode ser! É lá que nascem os cruéis sentimentos que tenta ignorar!
Espero que consiga sair de lá! é melhor que consiga prender aqueles monstros, para finalmente voltar a respirar!
Você precisa respirar de novo! Do contrário só loucura irá restar!
Olhe bem para aquele ponto, o ponto final, o limite que dá fim ao infinito, a rua que termina em um beco sem saída!
As paredes, a cada segundo, ficam mais perto, você está encurralado, prestes a ser esmagado!
O ar começa a lhe faltar, a realidade te sufoca, e inutilmente você tenta respirar, como um pobre coitado procurando por esperança, desesperado, você procura por ar!
Mas as ondas da dor te trazem para o fundo do mar, e tudo o que lhe resta é se afogar!
No fosso profundo do mar obscuro, dor e silêncio é tudo o que se pode encontrar. Lá as feras noturnas do seu lado oculto vão despertar.
Cabe a você a difícil tarefa de domá-las, só você pode prendê-las de novo, naquele velho poço onde ninguém se atreve a entrar! Aquela terra desconhecida, por onde nem mesmo você se arrisca a andar!
Você tem medo do que pode encontrar, pois sabe que lá vivem as feras que você não sabe que pode se tornar!
Lá habitam os monstros que você pode ser! É lá que nascem os cruéis sentimentos que tenta ignorar!
Espero que consiga sair de lá! é melhor que consiga prender aqueles monstros, para finalmente voltar a respirar!
Você precisa respirar de novo! Do contrário só loucura irá restar!
Súplica por Servidão
Rastejo, feito um verme pelo chão, eu imploro feito um pobre sem tostão! Eu resmungo feito um cão esfomeado! Tenho fome de um emprego, meu irmão!
Para trabalhar, tenho que implorar, me humilhar e tudo aceitar! Negociar é pra quem come caviar!
O pobre atura o que cai na mesa, seja merda ou uma bela ceia! Escolher é coisa da realeza, esse luxo nós só temos no sonhar!
Sem trabalho, até nos negam o respirar, sem dinheiro nos negam o sonhar! Nesse mundo só importa o servir, e pra servir tu vai ter que rastejar!
Falta experiência, foi negado, meu irmão! Falta formação, foi negado, meu irmão! Outro foi melhor, sinto muito, candidato, entraremos em contato te avisando do seu não.
Vá implore, pela sua escravidão! Vá implore pelo chicote no seu lombo! Ou vai morrer feito um mendigo sem nome! Ou vai ficar sem um teto e com fome.
Rastejo, feito um verme pelo chão, eu imploro feito um pobre sem tostão! Eu resmungo feito um cão esfomeado! Tenho fome de um emprego, meu irmão!
Para trabalhar, tenho que implorar, me humilhar e tudo aceitar! Negociar é pra quem come caviar!
O pobre atura o que cai na mesa, seja merda ou uma bela ceia! Escolher é coisa da realeza, esse luxo nós só temos no sonhar!
Sem trabalho, até nos negam o respirar, sem dinheiro nos negam o sonhar! Nesse mundo só importa o servir, e pra servir tu vai ter que rastejar!
Falta experiência, foi negado, meu irmão! Falta formação, foi negado, meu irmão! Outro foi melhor, sinto muito, candidato, entraremos em contato te avisando do seu não.
Vá implore, pela sua escravidão! Vá implore pelo chicote no seu lombo! Ou vai morrer feito um mendigo sem nome! Ou vai ficar sem um teto e com fome.
#Desafio 042
Âmavência
Sentimento
além do desejo
mais que querer
menos que sobreviver
Se lança
se perde
se queima
É busca
é parte do que busca
é falta do que nunca foi
Palavra nova
inventada
arrancada de dentro
tentativa vã
de traduzir o indizível.
Mas não traduz
seduz
machuca um pouco também.
Então vem,
ou não…
mas saiba:
aqui estou
à espera,
consumida
de você.
Crs Ribeiro
Âmavência
Sentimento
além do desejo
mais que querer
menos que sobreviver
Se lança
se perde
se queima
É busca
é parte do que busca
é falta do que nunca foi
Palavra nova
inventada
arrancada de dentro
tentativa vã
de traduzir o indizível.
Mas não traduz
seduz
machuca um pouco também.
Então vem,
ou não…
mas saiba:
aqui estou
à espera,
consumida
de você.
Crs Ribeiro
Às vezes,
o dia começa
sem cor
sem voz
O tempo corre
mas meus passos
ficam
Se ao menos
houvesse um canto
onde coubesse
o que sou
Olho ao redor
mas tudo segue igual
Carrego um peso
que ninguém nota
E, em silêncio,
sigo sem saber
até quando
vou aguentar.
o dia começa
sem cor
sem voz
O tempo corre
mas meus passos
ficam
Se ao menos
houvesse um canto
onde coubesse
o que sou
Olho ao redor
mas tudo segue igual
Carrego um peso
que ninguém nota
E, em silêncio,
sigo sem saber
até quando
vou aguentar.
#Desafio 35
*Vivo-te no poema*
Vivo-te no poema,
Por na vida não poder.
Em versos, crio asas;
Neles, voo até você.
Entrelaço-te em meus textos,
Disfarço-me, pois não devo.
Em poesias, me derreto,
Te sonhando ao escrever.
Sinto-te em cada verso,
Escondendo meu afeto.
Mas, em sonhos, me liberto,
Me entregando a você.
Desejo-te em melodias,
Sublimo-te em poesias,
Declaro-me em ventanias,
Te versando em bem-querer.
MarU
*Vivo-te no poema*
Vivo-te no poema,
Por na vida não poder.
Em versos, crio asas;
Neles, voo até você.
Entrelaço-te em meus textos,
Disfarço-me, pois não devo.
Em poesias, me derreto,
Te sonhando ao escrever.
Sinto-te em cada verso,
Escondendo meu afeto.
Mas, em sonhos, me liberto,
Me entregando a você.
Desejo-te em melodias,
Sublimo-te em poesias,
Declaro-me em ventanias,
Te versando em bem-querer.
MarU
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é:
35 - Fale sobre um de seus livros preferidos de ficção científica.
#Link365TemasLivros
35 - Fale sobre um de seus livros preferidos de ficção científica.
#Link365TemasLivros