Notas A Filha do Arcediago · Capítulo 31 de 31
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Notas

[1] Foi assim chamada a assembleia de ilustrações scientificas na França, em que avultavam a marquesa de Lafayette, Lacralpenede, M. me de Sevigné, Jullie de Angennes, e outras que se davam o titulo de preciosas, baptisando-se com nomenclaturas gregas, e praticando em linguagem privativa delas. Molière, o grande espirito, que espancou da França o ridículo com o ridículo, pôs esta gente em cena, nas comedias — As Preciosas Ridículas, e As Mulheres Sabias. O hotel de Rembouillet não resistiu a Molière.

[2] O já morto Joseph Gregório Lopes da Câmara Sinval.

(Nota da 2. ª edição. )

[3] No Porto, onde nasceu Garrett, invocaram-se todos os Antônios Josés coevos para idearem um monumento a Garrett!... Não se fez o monumento; mas ficou um de vergonha na memoria dos vivos, e bom é que passe além. (Nota da 2. ª edição. )

[4] A Neta do Arcediago, já publicada.

(Nota da 2. ª edição. )

[5] Não interessam no romance algumas cartas, que se não publicam. Escritas de Lisboa, Cádiz, Barcellona, Paris, Gênova, e Milão, quase todas são descripções locais. Vê-se que Paulo, em todas elas, só muito de relance, fala em, coisas passadas. Se é acinte, se naturalidade, não o sabemos nós. A sua amiga do Porto, diz-nos que também muito de propósito, se lhe escrevia, nem ligeiramente lhe falava de Rosa. A carta, que publicamos, é a vigésima da collecção, escrita, segundo se vê da data, cinco meses depois da saída de Paulo.

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