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O Corcunda de Notre Dame

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O Corcunda de Notre Dame

Capítulo 57 · O Corcunda de Notre Dame

LIVRO ONZE — II. *LA CREATURA BELLA BIANCO VESTITA* (DANTE)

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LIVRO ONZE

II. *LA CREATURA BELLA BIANCO VESTITA* (DANTE)

Quando Quasimodo viu que a cela estava vazia, que a egípcia já não estava ali, que, enquanto ele a defendia, alguém a levara, agarrou os cabelos com as duas mãos e bateu os pés de surpresa e dor. Depois pôs-se a correr por toda a igreja, procurando sua boêmia, soltando gritos estranhos a todos os cantos das paredes, semeando seus cabelos ruivos pelo chão. Era precisamente o momento em que os arqueiros do rei entravam vitoriosos em Notre-Dame, também à procura da egípcia. Quasimodo os ajudou, sem suspeitar, pobre surdo, de suas intenções fatais; acreditava que os inimigos da egípcia eram os malfeitores. Ele próprio conduziu Tristan l’Hermite a todos os esconderijos possíveis, abriu-lhe as portas secretas, os fundos falsos dos altares, as sacristias recuadas. Se a infeliz ainda estivesse ali, teria sido ele quem a entregaria. Quando o cansaço de nada encontrar desanimou Tristan, que não se desanimava facilmente, Quasimodo continuou a procurar sozinho. Deu vinte vezes, cem vezes a volta à igreja, em comprimento e largura, de alto a baixo, subindo, descendo, correndo, chamando, gritando, farejando, investigando, remexendo, enfiando a cabeça em todos os buracos, empurrando uma tocha sob todas as abóbadas, desesperado, louco. Um macho que perdeu a fêmea não ruge nem se mostra mais alucinado. Enfim, quando teve certeza, absoluta certeza, de que ela já não estava ali, de que tudo acabara, de que a haviam roubado dele, tornou a subir lentamente a escada das torres, aquela escada que escalara com tanto ímpeto e triunfo no dia em que a salvara. Passou novamente pelos mesmos lugares, a cabeça baixa, sem voz, sem lágrimas, quase sem respirar. A igreja estava outra vez deserta e recaíra em seu silêncio. Os arqueiros a haviam deixado para caçar a feiticeira na Cité. Quasimodo, sozinho naquela vasta Notre-Dame, tão sitiada e tumultuosa pouco antes, retomou o caminho da cela onde a egípcia dormira tantas semanas sob sua guarda. Ao aproximar-se, imaginava que talvez a encontrasse ali. Quando, na curva da galeria que dá para o teto das naves laterais, avistou a estreita casinha, com sua janelinha e sua portinha, aninhada sob um grande arcobotante como um ninho de pássaro sob um galho, o coração faltou ao pobre homem, e ele se apoiou numa coluna para não cair. Imaginou que talvez ela tivesse voltado, que algum bom gênio sem dúvida a reconduzira, que aquela cela era tranquila, segura e encantadora demais para que ela não estivesse ali; e não ousava dar mais um passo, por medo de destruir sua ilusão.

“Sim”, dizia consigo mesmo, “talvez esteja dormindo, ou rezando. Não a perturbemos.”

Por fim, reuniu coragem, avançou na ponta dos pés, olhou, entrou. Vazia! A cela continuava vazia. O infeliz surdo deu a volta lentamente, ergueu o leito e olhou embaixo, como se ela pudesse estar escondida entre a laje e o colchão; depois sacudiu a cabeça e permaneceu estúpido. De repente, esmagou furiosamente a tocha com o pé e, sem dizer palavra, sem soltar um suspiro, precipitou-se com toda a força, de cabeça contra a parede, e caiu desmaiado sobre o chão.

Quando voltou a si, lançou-se sobre o leito, rolou nele, beijou freneticamente o lugar ainda morno onde a jovem dormira, ficou ali alguns minutos imóvel, como se fosse expirar; depois levantou-se, escorrendo suor, ofegante, insensato, e começou a bater a cabeça contra as paredes com a regularidade assustadora do badalo de seus sinos e a resolução de um homem que quer quebrá-la. Por fim, caiu uma segunda vez, esgotado; arrastou-se de joelhos para fora da cela e agachou-se diante da porta, numa atitude de espanto. Permaneceu assim por mais de uma hora, sem fazer um movimento, o olho fixo na cela deserta, mais sombrio e pensativo do que uma mãe sentada entre um berço vazio e um caixão cheio. Não pronunciava palavra; apenas, a longos intervalos, um soluço sacudia violentamente todo o seu corpo, mas um soluço sem lágrimas, como aqueles relâmpagos de verão que não fazem ruído.

Parece que foi então que, procurando no fundo de seu devaneio desolado quem poderia ter sido o inesperado raptor da egípcia, pensou no arquidiácono. Lembrou-se de que somente dom Claude possuía uma chave da escada que levava à cela; recordou suas tentativas noturnas contra a jovem, a primeira, na qual ele, Quasimodo, o ajudara, e a segunda, que impedira. Lembrou-se de mil detalhes e logo não duvidou mais de que o arquidiácono lhe havia tirado a egípcia. Entretanto, tamanho era seu respeito pelo padre, tão profundas eram no coração a gratidão, a devoção e o amor por aquele homem, que resistiam, mesmo naquele momento, às unhas do ciúme e do desespero.

Pensava que o arquidiácono fizera aquilo; e a cólera de sangue e morte que teria sentido contra qualquer outro, por tratar-se de Claude Frollo, transformava-se no pobre surdo em aumento de dor.

No momento em que seu pensamento assim se fixava no padre, quando a aurora embranquecia os arcobotantes, viu, no andar superior de Notre-Dame, na curva formada pela balaustrada exterior que contorna a abside, uma figura caminhando. A figura vinha em sua direção. Ele a reconheceu. Era o arquidiácono. Claude avançava com passo grave e lento. Não olhava à frente enquanto caminhava; dirigia-se para a torre setentrional, mas mantinha o rosto voltado de lado, para a margem direita do Sena, e a cabeça erguida, como se tentasse ver alguma coisa acima dos telhados. A coruja tem muitas vezes essa atitude oblíqua. Voa para um ponto e olha para outro. O padre passou assim por cima de Quasimodo sem vê-lo.

O surdo, petrificado por aquela aparição súbita, viu-o desaparecer sob a porta da escada da torre setentrional. O leitor sabe que essa torre é aquela de onde se vê o Hôtel de Ville. Quasimodo levantou-se e seguiu o arquidiácono.

Quasimodo subiu a escada da torre para subi-la, para saber por que o padre a subia. De resto, o pobre sineiro não sabia o que faria, ele, Quasimodo, nem o que diria, nem o que queria. Estava cheio de fúria e cheio de medo. O arquidiácono e a egípcia chocavam-se em seu coração.

Quando chegou ao alto da torre, antes de sair da sombra da escada e entrar na plataforma, examinou com cautela onde estava o padre. O padre lhe dava as costas. Uma balaustrada vazada circunda a plataforma do campanário. O padre, cujos olhos mergulhavam sobre a cidade, apoiava o peito no lado da balaustrada voltado para a Pont Notre-Dame.

Quasimodo, avançando com passos de lobo atrás dele, foi ver o que olhava daquele modo. A atenção do padre estava tão inteiramente absorvida em outra parte que ele não ouviu o surdo caminhar perto de si.

É um espetáculo magnífico e encantador Paris, e sobretudo a Paris de então, vista do alto das torres de Notre-Dame sob as frescas luzes de uma aurora de verão. Devia ser, naquele dia, julho. O céu estava perfeitamente sereno. Algumas estrelas atrasadas se extinguiam em diferentes pontos, e havia uma muito brilhante a leste, na parte mais clara do céu. O sol estava prestes a surgir. Paris começava a mover-se. Uma luz muito branca e muito pura fazia sobressair vivamente aos olhos todos os planos que suas mil casas apresentam ao oriente. A sombra gigantesca dos campanários ia de telhado em telhado, de um extremo a outro da grande cidade. Já havia bairros que falavam e faziam ruído. Aqui, uma badalada; ali, um golpe de martelo; mais longe, o complicado rangido de uma carroça em movimento. Algumas fumaças já se derramavam aqui e ali sobre toda aquela superfície de telhados, como pelas fissuras de uma imensa solfatara. O rio, que enruga suas águas sob os arcos de tantas pontes, na ponta de tantas ilhas, estava todo matizado de dobras de prata. Ao redor da cidade, além das muralhas, a vista se perdia num grande círculo de vapores flocosos, através dos quais se distinguia confusamente a linha indefinida das planícies e a graciosa ondulação das colinas. Toda espécie de rumores flutuantes dispersava-se sobre aquela cidade meio desperta. A leste, o vento da manhã expulsava pelo céu alguns tufos brancos arrancados ao tosão de névoa das colinas.

No Parvis, algumas boas mulheres, com seus potes de leite na mão, mostravam umas às outras, espantadas, a singular ruína da grande porta de Notre-Dame e dois riachos de chumbo solidificados entre as fendas dos arenitos. Era tudo o que restava do tumulto da noite. A fogueira acesa por Quasimodo entre as torres se apagara. Tristan já desimpedira a praça e mandara lançar os mortos ao Sena. Os reis como Luís XI cuidam de lavar depressa o calçamento depois de um massacre.

Do lado de fora da balaustrada da torre, precisamente abaixo do ponto onde o padre parara, havia uma daquelas gárgulas de pedra fantasticamente talhadas que eriçam os edifícios góticos; e, numa fenda daquela gárgula, duas bonitas goiveiras em flor, sacudidas e como que tornadas vivas pelo sopro do ar, faziam entre si saudações brincalhonas. Acima das torres, no alto, muito longe, no fundo do céu, ouviam-se pequenos gritos de pássaros.

Mas o padre não ouvia nem olhava coisa alguma daquilo. Era um desses homens para os quais não há manhãs, nem pássaros, nem flores. Naquele horizonte imenso que assumia tantos aspectos ao redor dele, sua contemplação concentrava-se num único ponto.

Quasimodo ardia de desejo de perguntar-lhe o que fizera da egípcia. Mas o arquidiácono parecia naquele momento estar fora do mundo. Estava visivelmente num daqueles minutos violentos da vida em que não se sentiria a terra desmoronar. Com os olhos invariavelmente fixos em certo lugar, permanecia imóvel e silencioso; e aquele silêncio e aquela imobilidade tinham algo de tão temível que o selvagem sineiro tremia diante dele e não ousava enfrentá-lo. Apenas, e era ainda uma maneira de interrogar o arquidiácono, seguiu a direção de seu olhar, e assim o olho do infeliz surdo caiu sobre a place de Grève.

Viu então o que o padre olhava. A escada estava erguida junto ao patíbulo permanente. Havia algum povo na praça e muitos soldados. Um homem arrastava pelo calçamento uma coisa branca, à qual uma coisa negra estava agarrada. Esse homem parou ao pé do patíbulo.

Nesse ponto aconteceu algo que Quasimodo não viu bem. Não que seu único olho não tivesse conservado o longo alcance, mas havia um grosso grupo de soldados impedindo a visão. Além disso, naquele instante o sol apareceu, e tamanho fluxo de luz transbordou acima do horizonte que se diria que todas as pontas de Paris, flechas, chaminés e frontões, se incendiavam ao mesmo tempo.

Entretanto, o homem começou a subir a escada. Então Quasimodo tornou a vê-lo distintamente. Levava uma mulher sobre o ombro, uma jovem vestida de branco; essa jovem tinha um laço no pescoço. Quasimodo a reconheceu.

Era ela.

O homem chegou assim ao alto da escada. Ali arrumou o laço. Nesse momento, para ver melhor, o padre ajoelhou-se sobre a balaustrada.

De repente, o homem afastou bruscamente a escada com o calcanhar, e Quasimodo, que já não respirava havia alguns instantes, viu balançar na ponta da corda, a duas toesas acima do calçamento, a infeliz criança, com o homem agachado, os pés sobre seus ombros. A corda deu várias voltas sobre si mesma, e Quasimodo viu horríveis convulsões correrem ao longo do corpo da egípcia. O padre, por sua vez, com o pescoço estendido e o olho saltando da órbita, contemplava aquele grupo apavorante do homem e da jovem, da aranha e da mosca.

No momento em que aquilo se tornou mais terrível, um riso de demônio, um riso que só se pode ter quando já não se é homem, explodiu no rosto lívido do padre. Quasimodo não ouviu o riso, mas o viu. O sineiro recuou alguns passos atrás do arquidiácono e, de repente, precipitando-se sobre ele com fúria, empurrou-o pelas costas com as duas grossas mãos para o abismo sobre o qual dom Claude estava inclinado.

O padre gritou:

— Danação!

E caiu.

A gárgula acima da qual se encontrava interrompeu-lhe a queda. Ele se agarrou a ela com mãos desesperadas e, no momento em que abriu a boca para soltar um segundo grito, viu passar na borda da balaustrada, acima de sua cabeça, o rosto formidável e vingador de Quasimodo. Então se calou.

O abismo estava abaixo dele. Uma queda de mais de duzentos pés, e o calçamento. Nessa situação terrível, o arquidiácono não disse palavra nem soltou gemido. Apenas se torcia sobre a gárgula, fazendo esforços inauditos para subir. Mas suas mãos não encontravam apoio no granito; seus pés riscavam a parede enegrecida sem conseguir mordê-la. As pessoas que subiram às torres de Notre-Dame sabem que há uma saliência de pedra imediatamente abaixo da balaustrada. Era sobre esse ângulo reentrante que o miserável arquidiácono se esgotava. Não enfrentava uma parede a pique, mas uma parede que fugia sob ele.

Para tirá-lo do precipício, Quasimodo só precisaria estender-lhe a mão, mas nem sequer olhava para ele. Olhava para a Grève. Olhava para o patíbulo. Olhava para a egípcia. O surdo apoiara os cotovelos na balaustrada, no lugar onde estivera o arquidiácono pouco antes, e ali, sem desviar o olhar do único objeto que existia para ele no mundo naquele momento, permanecia imóvel e mudo como um homem fulminado; e um longo regato de lágrimas corria em silêncio daquele olho que até então só derramara uma única lágrima.

Entretanto, o arquidiácono ofegava. Sua testa calva escorria suor, suas unhas sangravam na pedra, seus joelhos se esfolavam contra a parede. Ouvia a batina, presa à gárgula, estalar e descoser-se a cada sacudida que lhe dava. Para cúmulo da desgraça, aquela gárgula terminava num tubo de chumbo que vergava sob o corpo. O arquidiácono sentia o tubo dobrar lentamente. Dizia consigo mesmo, o miserável, que, quando suas mãos estivessem quebradas de cansaço, quando a batina se rasgasse, quando o chumbo vergasse, seria preciso cair, e o terror lhe tomava as entranhas. Às vezes, olhava alucinado para uma espécie de estreito patamar formado, uns dez pés mais abaixo, por acidentes da escultura, e pedia ao céu, no fundo da alma aflita, que lhe permitisse terminar a vida naquele espaço de dois pés quadrados, ainda que ela devesse durar cem anos. Uma vez, olhou para baixo, para a praça, para o abismo; a cabeça que tornou a erguer tinha os olhos fechados e os cabelos todos em pé.

Era coisa assustadora o silêncio daqueles dois homens. Enquanto o arquidiácono, a poucos pés dele, agonizava daquela maneira horrível, Quasimodo chorava e olhava para a Grève.

O arquidiácono, vendo que todos os seus sobressaltos serviam apenas para abalar o frágil apoio que ainda lhe restava, decidiu não se mover mais. Ficou ali, abraçando a gárgula, quase sem respirar, imóvel, sem outros movimentos além daquela convulsão maquinal do ventre que se sente nos sonhos quando se acredita estar caindo. Seus olhos fixos estavam abertos de maneira doentia e espantada. Pouco a pouco, porém, perdia terreno; os dedos escorregavam sobre a gárgula, sentia cada vez mais a fraqueza dos braços e a gravidade do corpo; a curvatura do chumbo que o sustentava inclinava-se a todo momento um grau a mais para o abismo. Via abaixo de si, coisa medonha, o teto de Saint-Jean-le-Rond, pequeno como um cartão dobrado ao meio. Olhava uma após outra as esculturas impassíveis da torre, suspensas como ele sobre o precipício, mas sem terror por elas nem piedade por ele. Tudo era pedra ao redor: diante dos olhos, os monstros de bocas abertas; abaixo, no fundo, na praça, o calçamento; acima da cabeça, Quasimodo que chorava.

Havia no Parvis alguns grupos de valentes curiosos tentando adivinhar tranquilamente quem poderia ser o louco que se divertia de maneira tão estranha. O padre os ouvia dizer, pois suas vozes chegavam até ele, claras e finas:

— Mas ele vai quebrar o pescoço!

Quasimodo chorava.

Enfim, o arquidiácono, espumando de raiva e terror, compreendeu que tudo era inútil. Ainda assim, reuniu o que lhe restava de força para um último esforço. Enrijeceu-se sobre a gárgula, repeliu a parede com os dois joelhos, agarrou com as mãos uma fenda entre as pedras e conseguiu tornar a subir talvez um pé; mas esse abalo fez vergar bruscamente o bico de chumbo sobre o qual se apoiava. Ao mesmo tempo, a batina abriu-se. Então, sentindo tudo faltar sob si, tendo apenas as mãos rígidas e desfalecentes presas a alguma coisa, o infeliz fechou os olhos e soltou a gárgula. Caiu.

Quasimodo o viu cair.

Uma queda de tão alto raramente é perpendicular. O arquidiácono, lançado no espaço, caiu primeiro de cabeça, com as duas mãos estendidas; depois deu várias voltas sobre si mesmo. O vento o empurrou para o telhado de uma casa, onde o infeliz começou a se despedaçar. Contudo, não estava morto ao chegar ali. O sineiro o viu ainda tentar agarrar-se ao frontão com as unhas. Mas o plano era inclinado demais, e ele já não tinha forças. Deslizou rapidamente pelo telhado como uma telha que se desprende e foi ricochetear no calçamento. Ali não se moveu mais.

Quasimodo então ergueu o olho para a egípcia, cujo corpo, suspenso no patíbulo, ele via estremecer ao longe, sob o vestido branco, com os últimos espasmos da agonia; depois baixou-o para o arquidiácono estendido ao pé da torre, já sem forma humana, e disse, com um soluço que lhe ergueu o peito profundo:

— Oh! Tudo o que amei!

O Corcunda de Notre Dame

Sinopse

Tradução brasileira de O Corcunda de Notre Dame, romance de Victor Hugo sobre Quasímodo, Esmeralda, a catedral, a multidão, o desejo, a justiça e o destino na Paris medieval. Edição consolidada pelo projeto Literunico / Copa.

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