A poesia, é quando a arte, já muito sufocada, explode em palavras, antes, nunca ditas.
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Tinta dourada, banha a pele, do sol pleno, faz corpo moreno.
Tem suor, sal areia e por do sol.
Tem riso, gargalhada, sorriso aberto e mão dada.
Tem natureza, suas belezas, que brindam os olhos, nas asas de uma borboleta.
Tem gostinho de férias perdidas, há muito tempo, nunca mais tida.
Tem tanto amor, entre família, brincadeiras e descanso, risos e comida.
Eliz Leão
Tem suor, sal areia e por do sol.
Tem riso, gargalhada, sorriso aberto e mão dada.
Tem natureza, suas belezas, que brindam os olhos, nas asas de uma borboleta.
Tem gostinho de férias perdidas, há muito tempo, nunca mais tida.
Tem tanto amor, entre família, brincadeiras e descanso, risos e comida.
Eliz Leão
Na minha janela
passarinhos
anunciando
o raiar do dia.
Na minha cama
redemoinhos
dos seus cabelos
emaranhados
de amor e chama.
Ela não se engana
só é feliz quem ama.
Jusley Naiane
(Bom dia! )
passarinhos
anunciando
o raiar do dia.
Na minha cama
redemoinhos
dos seus cabelos
emaranhados
de amor e chama.
Ela não se engana
só é feliz quem ama.
Jusley Naiane
(Bom dia! )
#desafio -24
#sexxxtou
Sonhei que sua boca
percorria meu corpo,
desvendando os prazeres
em mim, aos poucos.
Sonhei que meu corpo tremia
ao seu toque quente,
que meu desejo crescia
em um querer ardente
Sonhei que meu corpo
em chamas, à você se unia.
Fogo com gozo,
a gente explodia.
Acordei,
você não estava aqui.
Sonhar, é subir ao céu
acordar é cair.
Jusley Naiane
#sexxxtou
Sonhei que sua boca
percorria meu corpo,
desvendando os prazeres
em mim, aos poucos.
Sonhei que meu corpo tremia
ao seu toque quente,
que meu desejo crescia
em um querer ardente
Sonhei que meu corpo
em chamas, à você se unia.
Fogo com gozo,
a gente explodia.
Acordei,
você não estava aqui.
Sonhar, é subir ao céu
acordar é cair.
Jusley Naiane
No Escurinho do Cinema
vestidinho comportado
nada por baixo
luzes apagam
eles acendem
sentam nas poltronas
ela nele
escurinho do cinema
comédia romântica
o filme em segundo plano
ovacionavam as cenas
ocultando gemidos
roupas úmidas
calor no frio
pulsava a carne
escorria o rio
fim
o filme?
terminou em branco
#
vestidinho comportado
nada por baixo
luzes apagam
eles acendem
sentam nas poltronas
ela nele
escurinho do cinema
comédia romântica
o filme em segundo plano
ovacionavam as cenas
ocultando gemidos
roupas úmidas
calor no frio
pulsava a carne
escorria o rio
fim
o filme?
terminou em branco
#
Hoje não vou sair de casa
Não me espere na esquina
Não me procure em qualquer rima
Hoje não quero ver ninguém
E antes que se arrependa
Não me costure em velha renda
Há risco de rasgar
Hoje só quero ser contigo
Só mais um na solitude
Ouvindo o som do alaúde
Que chora e chora e consola
Resolução sem conclusão
Sou um pássaro na mão
Que deseja ser gaiola
Então vem… mas outra hora
Hoje não vou sair daqui
Hoje só quero ser feliz
Uma pequena plenitude
Um casco, um caracol
Que se livrou do anzol
E não deseja mais voltar
>> Caminho Sem Volta
Não me espere na esquina
Não me procure em qualquer rima
Hoje não quero ver ninguém
E antes que se arrependa
Não me costure em velha renda
Há risco de rasgar
Hoje só quero ser contigo
Só mais um na solitude
Ouvindo o som do alaúde
Que chora e chora e consola
Resolução sem conclusão
Sou um pássaro na mão
Que deseja ser gaiola
Então vem… mas outra hora
Hoje não vou sair daqui
Hoje só quero ser feliz
Uma pequena plenitude
Um casco, um caracol
Que se livrou do anzol
E não deseja mais voltar
>> Caminho Sem Volta
O mar me apaixona
Mas não me deixo levar pela onda
Tento permanecer essência
Enquanto a correnteza figura tão dura resistência
E até que se esgotem as forças
O corpo é instrumento sagrado
Na alma perdura o zelo selado
Pra ser um eterno soldado
A guerra não é armada
E quase sempre velada
Condenando o destino de muitos
Que sonham em morar numa ilusão
Se é possível ou não
O que lhe dirá a ilustração
Surreal e confusa às palavras
Que só lhe entende o coração
Decoração de um tempo utópico
Em que vejo a rainha, Gaia tão linda
Vislumbre em coroa de flores e frutos
E há paz na terra molhada no chão
A despedida virá logo e rogo
Pra que o juízo seja generoso
Pois sei que honrei o meu Pai e minha Mãe
E estou pronto pra sê-los de novo
E assim, enfim serei mar, serei onda
E serei a chuva que toca no rosto...
Mas não me deixo levar pela onda
Tento permanecer essência
Enquanto a correnteza figura tão dura resistência
E até que se esgotem as forças
O corpo é instrumento sagrado
Na alma perdura o zelo selado
Pra ser um eterno soldado
A guerra não é armada
E quase sempre velada
Condenando o destino de muitos
Que sonham em morar numa ilusão
Se é possível ou não
O que lhe dirá a ilustração
Surreal e confusa às palavras
Que só lhe entende o coração
Decoração de um tempo utópico
Em que vejo a rainha, Gaia tão linda
Vislumbre em coroa de flores e frutos
E há paz na terra molhada no chão
A despedida virá logo e rogo
Pra que o juízo seja generoso
Pois sei que honrei o meu Pai e minha Mãe
E estou pronto pra sê-los de novo
E assim, enfim serei mar, serei onda
E serei a chuva que toca no rosto...
>> Pretérito em Movimento
MPB
Sou efeito e defeito
Reação ao imperfeito
Pretérito a andar
Vou em passos largos e laços
Amarro os cadarços
E a vela a navegar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares...
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Sou feito de defeito
Efeito do imperfeito
Pretérito pretensioso
Que insiste em se fazer presente
Vou na rima, vou repente
Rumo a estrela incandescente
Mil pedidos a deixar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares…
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Que desenhei pra ti
MPB
Sou efeito e defeito
Reação ao imperfeito
Pretérito a andar
Vou em passos largos e laços
Amarro os cadarços
E a vela a navegar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares...
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Sou feito de defeito
Efeito do imperfeito
Pretérito pretensioso
Que insiste em se fazer presente
Vou na rima, vou repente
Rumo a estrela incandescente
Mil pedidos a deixar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares…
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Que desenhei pra ti
#
A chama
nos teus olhos
me chama
a bailar.
A chama
dos meus olhos
te clama.
Insana!
A chama
dos teus olhos
consome
o meu ar...
A chama
chamusca
a cama.
A cama
inflama
os corpos.
Os corpos
em chamas
não ardem:
Incorporam
o fogo
faminto
sedento
de dentro
ao centro
do leito-mundo
ao sol-tesão,
iluminando fundo
nosso ardente
desejo-imensidão.
Alberto Busquets.
#Desafio 024
A chama
nos teus olhos
me chama
a bailar.
A chama
dos meus olhos
te clama.
Insana!
A chama
dos teus olhos
consome
o meu ar...
A chama
chamusca
a cama.
A cama
inflama
os corpos.
Os corpos
em chamas
não ardem:
Incorporam
o fogo
faminto
sedento
de dentro
ao centro
do leito-mundo
ao sol-tesão,
iluminando fundo
nosso ardente
desejo-imensidão.
Alberto Busquets.
#Desafio 024
A sinfonia da chuva,
o perfume da névoa,
o acalanto da brisa,
o frescor da noite.
Tesouros nada secretos
que guardo passionalmente
nas entrelinhas cadentes
de um poeminha discreto
pronto para ser lido
em emergências,
caso meu mundo real
pare de fazer sentido.
Alberto Busquets.
#Desafio 022
o perfume da névoa,
o acalanto da brisa,
o frescor da noite.
Tesouros nada secretos
que guardo passionalmente
nas entrelinhas cadentes
de um poeminha discreto
pronto para ser lido
em emergências,
caso meu mundo real
pare de fazer sentido.
Alberto Busquets.
#Desafio 022