#Desafio 40
*Elegante melancolia*
A noite está tão bonita!
Tem o frescor da chuva na brisa
O silêncio impera sobre a calçada
E no ar, uma elegante melancolia.
Ao longe, se ouve o som dos carros
Do interno, escapo num suspiro apertado
Viajo distante em pensamentos, divago
Tentando encontrar em mim a saída.
Não acho!
Encaro de frente a ironia e assumo,
que a melancolia sempre foi minha.
A elegância da noite, me faz companhia
O charme e o cheiro da chuva me alegram
Apesar dos pesares, é bom me fazer companhia.
Não nego!
MarU
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#Desafio 39
*A arte da empatia*
Na cabeça do poeta, o sentir é “à flor da pele”.
Não tem hora, às vezes, não tem nem memória,
mas escreve sobre o que nunca lhe aconteceu.
É criatividade que transborda os limites da mente.
Sentir não só a sua própria experiência,
mas se pôr no que nunca viveu.
Se imaginar, sem limites,
em outra pele, em outra vida, em outro tempo…
Transmitindo em linhas,
escreve com a ousadia de causar no leitor
identidade, conexão e emoções diversas.
Pinta sentimentos com a arte literária
mais bonita, mais complexa, mais singela.
“A poesia”.
O escrever melódico, medido ou não, rimado ou não.
Brinca com as palavras, o ritmo, as pausas, as pontuações.
Se transmuta em diversas versões no texto.
É a expressão da arte preto no branco,
mas mais colorida aos olhos do coração:
A dor; O amor; A paixão; A angústia; A ansiedade; A conexão; O ódio; O ócio; O desejo ardente; A traição… Entre tantas formas de emoção.
O poema não é o poeta, mas é a versão
do que ele traduziu dentro de si,
mesmo sem jamais ter desfrutado
de tudo o que está escrito ali.
Ser poeta é ser artista!
Mas sua arte não é o poeta.
Sua arte é empatia.
Sua arte é a tradução do que o outro sentiria ao ter, com o poema,
profunda conexão.
Ter expressos seus sentimentos,
libertas suas emoções,
ter seu coração aberto
e desmembrado em poemas:
a voz que ecoa das emoções.
MarU
*Dos antigos, mas um dos que mais gosto de ter escrito.
*A arte da empatia*
Na cabeça do poeta, o sentir é “à flor da pele”.
Não tem hora, às vezes, não tem nem memória,
mas escreve sobre o que nunca lhe aconteceu.
É criatividade que transborda os limites da mente.
Sentir não só a sua própria experiência,
mas se pôr no que nunca viveu.
Se imaginar, sem limites,
em outra pele, em outra vida, em outro tempo…
Transmitindo em linhas,
escreve com a ousadia de causar no leitor
identidade, conexão e emoções diversas.
Pinta sentimentos com a arte literária
mais bonita, mais complexa, mais singela.
“A poesia”.
O escrever melódico, medido ou não, rimado ou não.
Brinca com as palavras, o ritmo, as pausas, as pontuações.
Se transmuta em diversas versões no texto.
É a expressão da arte preto no branco,
mas mais colorida aos olhos do coração:
A dor; O amor; A paixão; A angústia; A ansiedade; A conexão; O ódio; O ócio; O desejo ardente; A traição… Entre tantas formas de emoção.
O poema não é o poeta, mas é a versão
do que ele traduziu dentro de si,
mesmo sem jamais ter desfrutado
de tudo o que está escrito ali.
Ser poeta é ser artista!
Mas sua arte não é o poeta.
Sua arte é empatia.
Sua arte é a tradução do que o outro sentiria ao ter, com o poema,
profunda conexão.
Ter expressos seus sentimentos,
libertas suas emoções,
ter seu coração aberto
e desmembrado em poemas:
a voz que ecoa das emoções.
MarU
*Dos antigos, mas um dos que mais gosto de ter escrito.
#Desafio 38
*Só pra mim*
Muito do que tenho,
Guardo aqui dentro,
Só pra mim.
Às vezes lembro…
Suspiro…
Sorrio…
Seguro o ímpeto de
Dizer um: — Olá!
Só pra ver se você também
estava ali…
Sentindo…
Em silêncio…
Omitindo o sentimento escondido,
trancado dentro,
só pra si.
Transmutando o sentimento
que nasceu sem pedir.
“Hoje, pensei em você!”
MarU
*Só pra mim*
Muito do que tenho,
Guardo aqui dentro,
Só pra mim.
Às vezes lembro…
Suspiro…
Sorrio…
Seguro o ímpeto de
Dizer um: — Olá!
Só pra ver se você também
estava ali…
Sentindo…
Em silêncio…
Omitindo o sentimento escondido,
trancado dentro,
só pra si.
Transmutando o sentimento
que nasceu sem pedir.
“Hoje, pensei em você!”
MarU
#Desafio 37
*Faz tempo*
Ouço uma suave melodia de brisa.
Percebo gotas trazidas pelo vento,
A tilintar na janela, denunciando o clima.
Faz tempo, que não recebo o beijo do tempo!
Faz vento, e balança a cortina.
Faz tormento a saudade, em cada gota cristalina.
Sinto o cheiro da chuva e da relva molhada,
O tempo se derramando em pingos,
Ouço o som das trovoadas.
Faz tempo feio lá fora, mas isso é tão lindo!
O clima me deixa com medo, e a saudade, com o coração partido.
MarU
*Faz tempo*
Ouço uma suave melodia de brisa.
Percebo gotas trazidas pelo vento,
A tilintar na janela, denunciando o clima.
Faz tempo, que não recebo o beijo do tempo!
Faz vento, e balança a cortina.
Faz tormento a saudade, em cada gota cristalina.
Sinto o cheiro da chuva e da relva molhada,
O tempo se derramando em pingos,
Ouço o som das trovoadas.
Faz tempo feio lá fora, mas isso é tão lindo!
O clima me deixa com medo, e a saudade, com o coração partido.
MarU
#Desafio 36
*Café da tarde*
À tarde
Tem cheiro de café coado
E bolo recém-assado.
Tem pão fresco,
ainda quentinho.
Tem xícaras grandes
Pra quem prefere
Tomar com leitinho.
Tem chá de capim-limão.
Tem gente muito disposta,
Se oferecendo pra dar uma mão.
Tem açúcar e adoçante.
Tem um lugar à mesa,
Pra ninguém sentar distante.
Tem conversa com gargalhada alta,
Tem assunto pra ninguém sentir falta.
Tem de tudo, só não tem pressa.
Hoje o relógio nos deu folga
Pra pôr em dia a conversa.
MarU
*Café da tarde*
À tarde
Tem cheiro de café coado
E bolo recém-assado.
Tem pão fresco,
ainda quentinho.
Tem xícaras grandes
Pra quem prefere
Tomar com leitinho.
Tem chá de capim-limão.
Tem gente muito disposta,
Se oferecendo pra dar uma mão.
Tem açúcar e adoçante.
Tem um lugar à mesa,
Pra ninguém sentar distante.
Tem conversa com gargalhada alta,
Tem assunto pra ninguém sentir falta.
Tem de tudo, só não tem pressa.
Hoje o relógio nos deu folga
Pra pôr em dia a conversa.
MarU
#Desafio 35
*Vivo-te no poema*
Vivo-te no poema,
Por na vida não poder.
Em versos, crio asas;
Neles, voo até você.
Entrelaço-te em meus textos,
Disfarço-me, pois não devo.
Em poesias, me derreto,
Te sonhando ao escrever.
Sinto-te em cada verso,
Escondendo meu afeto.
Mas, em sonhos, me liberto,
Me entregando a você.
Desejo-te em melodias,
Sublimo-te em poesias,
Declaro-me em ventanias,
Te versando em bem-querer.
MarU
*Vivo-te no poema*
Vivo-te no poema,
Por na vida não poder.
Em versos, crio asas;
Neles, voo até você.
Entrelaço-te em meus textos,
Disfarço-me, pois não devo.
Em poesias, me derreto,
Te sonhando ao escrever.
Sinto-te em cada verso,
Escondendo meu afeto.
Mas, em sonhos, me liberto,
Me entregando a você.
Desejo-te em melodias,
Sublimo-te em poesias,
Declaro-me em ventanias,
Te versando em bem-querer.
MarU
#Desafio 34
*Não se esqueça*
Anatomicamente projetado
Para caber no meu abraço.
Carrego nos ombros seu peso,
Firmamos, com apego, nossos laços.
Você está crescendo tão rápido,
Mas ainda adormece no carro.
Adormece, menino, no embalo,
Confia na força dos meus braços.
Meu filho, estarei sempre ao seu lado!
Te pegarei no meu colo, encaixado,
Zelando pelo seu sono,
No calor do meu abraço.
Hoje, você é menino pequeno,
Mas segue, dia após dia, crescendo.
Vai galgar os confins do mundo,
Seguir seu destino, sempre vencendo.
Mas não importa o quanto cresça,
Tenha uma coisa na cabeça:
Mamãe te ama mais que tudo.
Meu filho, espero que nunca se esqueça.
Não importa o que aconteça,
O amor da mãe por ti prevalece,
Sobre tudo.
Não se esqueça!
MarU
*Não se esqueça*
Anatomicamente projetado
Para caber no meu abraço.
Carrego nos ombros seu peso,
Firmamos, com apego, nossos laços.
Você está crescendo tão rápido,
Mas ainda adormece no carro.
Adormece, menino, no embalo,
Confia na força dos meus braços.
Meu filho, estarei sempre ao seu lado!
Te pegarei no meu colo, encaixado,
Zelando pelo seu sono,
No calor do meu abraço.
Hoje, você é menino pequeno,
Mas segue, dia após dia, crescendo.
Vai galgar os confins do mundo,
Seguir seu destino, sempre vencendo.
Mas não importa o quanto cresça,
Tenha uma coisa na cabeça:
Mamãe te ama mais que tudo.
Meu filho, espero que nunca se esqueça.
Não importa o que aconteça,
O amor da mãe por ti prevalece,
Sobre tudo.
Não se esqueça!
MarU
#Desafio 33
*Majestoso tempo, amigo*
Majestoso tempo, amigo,
Dai-me paz, pois preciso!
Os dias de luz se foram,
E a noite já vem vindo.
Amigo, o tempo é finito…
Minha aurora não é mais de outrora,
Minha luz já está gasta,
E, de anos de vida, já sou vasta.
Oh, tempo, pare um pouco!
Ouvindo seu sussurro vindo,
Já sei que meu tempo é findo,
Já sei que não restam mais que horas,
Que se acabou o dia de domingo.
MarU
*Majestoso tempo, amigo*
Majestoso tempo, amigo,
Dai-me paz, pois preciso!
Os dias de luz se foram,
E a noite já vem vindo.
Amigo, o tempo é finito…
Minha aurora não é mais de outrora,
Minha luz já está gasta,
E, de anos de vida, já sou vasta.
Oh, tempo, pare um pouco!
Ouvindo seu sussurro vindo,
Já sei que meu tempo é findo,
Já sei que não restam mais que horas,
Que se acabou o dia de domingo.
MarU
#Desafio 32
*Pretexto*
Escrevo, sob o pretexto
De me deixar, nas palavras levar…
Me perder dentro de um texto,
Entrelaçando tantos sentimentos
Quantos se pode contar.
Quero viajar nas palavras bem escritas,
Dançar ao som de rimas, de poesias,
Me encontrar ali descrita,
Me ler e ser lida, me identificar.
Vaidosa, quero me sentir: o poema,
O poeta, a poetisa,
Musa com ou sem rimas.
Quero ser a voz que interpreta quem cria,
Ser parte da arte que lia, escrevia…
E, nessa poesia cheia de vida,
Me mesclar.
MarU
*Pretexto*
Escrevo, sob o pretexto
De me deixar, nas palavras levar…
Me perder dentro de um texto,
Entrelaçando tantos sentimentos
Quantos se pode contar.
Quero viajar nas palavras bem escritas,
Dançar ao som de rimas, de poesias,
Me encontrar ali descrita,
Me ler e ser lida, me identificar.
Vaidosa, quero me sentir: o poema,
O poeta, a poetisa,
Musa com ou sem rimas.
Quero ser a voz que interpreta quem cria,
Ser parte da arte que lia, escrevia…
E, nessa poesia cheia de vida,
Me mesclar.
MarU
#Desafio 31
*10 anos*
Quantas memórias
Guarda nossa história?
Muitas…
Quantos beijos
Selaram nosso amor,
Ao longo dos anos?
Tantos…
Quantas juras
De amor juramos,
Arfando?
Incalculáveis…
Houveram chuvas…
Rolaram lágrimas…
Superamos.
Foram 123 luas completas
Desde, o dia que,
Selamos nossos planos!
(Nos testemunhando,
Ao longo dos anos).
E agora…
Começamos mais esta,
A 124ª de um ciclo extra.
Vamos?!
MarU
*10 anos*
Quantas memórias
Guarda nossa história?
Muitas…
Quantos beijos
Selaram nosso amor,
Ao longo dos anos?
Tantos…
Quantas juras
De amor juramos,
Arfando?
Incalculáveis…
Houveram chuvas…
Rolaram lágrimas…
Superamos.
Foram 123 luas completas
Desde, o dia que,
Selamos nossos planos!
(Nos testemunhando,
Ao longo dos anos).
E agora…
Começamos mais esta,
A 124ª de um ciclo extra.
Vamos?!
MarU