100 postagens e apenas começando!
Que venham muitas mais os corações alegrando!
Engraçado como estas postagens destes fragmentos antigos (Out/2010) que estou trazendo para cá continuam atuais para mim com o mesmo "sabor" de quando foram escritas! ☺️
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#Desafio149
Teus pelos,
meu olhar:
minhas mãos
a deslizar.
Tuas pintas,
o meu fraco:
minha língua
a mapear.
Teu desejo,
os meus lábios :
meu pescoço
a ritmar
Teu suspiro,
meu prazer.
Minha aflição:
te ver gozar.
Teu gemido,
meu sorriso:
minha boca
a se fartar.
Teu carinho,
meu amor.
Nossas mãos
a entrelaçar.
Crs Carneiro
Teus pelos,
meu olhar:
minhas mãos
a deslizar.
Tuas pintas,
o meu fraco:
minha língua
a mapear.
Teu desejo,
os meus lábios :
meu pescoço
a ritmar
Teu suspiro,
meu prazer.
Minha aflição:
te ver gozar.
Teu gemido,
meu sorriso:
minha boca
a se fartar.
Teu carinho,
meu amor.
Nossas mãos
a entrelaçar.
Crs Carneiro
Degustar-te toda
Dobras e língua
Linhas
Lambo
Saliva e sal
Teu sexo
Líquida
Prazer, Sussurro & Gemidos.
~*~
JJr.
Degustar-te toda
Dobras e língua
Linhas
Lambo
Saliva e sal
Teu sexo
Líquida
Prazer, Sussurro & Gemidos.
~*~
JJr.
Cartas
"...na tentativa de fazer as palavras dançarem nesta folha me puz a escrever deslizando a caligrafia carinhosamente em sensações a deleitar-se ao papel feito lembranças..."
JJr.
"...na tentativa de fazer as palavras dançarem nesta folha me puz a escrever deslizando a caligrafia carinhosamente em sensações a deleitar-se ao papel feito lembranças..."
JJr.
a carne cresce
em tuas mãos cálidas
dá-me riso fogoso
saliva ante a refeição
veste-me com lábio veludo
inunda o membro em latejo
então me devora
com língua e saliva
sedenta
chupa-me
conforme teu desejo
incessante, selvagem
suga todo o meu prazer
e não te sacias
ó flor em chamas
te darei meu néctar
escorrerei por tua garganta
e tu, flor em chamas
não contente
abrirá tua pétala
ofertará o íntimo róseo
que em infinito gozo
hei de penetrar.
#
em tuas mãos cálidas
dá-me riso fogoso
saliva ante a refeição
veste-me com lábio veludo
inunda o membro em latejo
então me devora
com língua e saliva
sedenta
chupa-me
conforme teu desejo
incessante, selvagem
suga todo o meu prazer
e não te sacias
ó flor em chamas
te darei meu néctar
escorrerei por tua garganta
e tu, flor em chamas
não contente
abrirá tua pétala
ofertará o íntimo róseo
que em infinito gozo
hei de penetrar.
#
Toques (27/05/25 - 01:15)
Hoje você quer me fazer assistir...
Me deixa sentado de frente da cama...
Não posso toca-lá...
Não posso me tocar...
Apenas assistir.
Então desliza seus dedos,
Como brisa indecente
Sobre a sua pele morena
Em brasas acesas.
Cada curva do seu corpo
É um convite ao pecado.
Não sei como vou resistir a isso.
Seus dedos tateiam o seu rosto,
Acariciam os seus lábios...
Carnudos...
Sedentos...
Que imploram por beijos,
Ou por serem devorados.
Apenas para me provocar ainda mais.
Com os dedos atrevidos,
Desce...
Dançam nos seios...
Provocam os bicos,
E eles se erguem,
Em resposta,
Como pequenos sóis famintos por carícias mais ousadas.
A visão me deixa rígido...
Não me movo,
Mas meu olhar é fixo em você.
Seu ventre desperta.
A umidade anuncia:
Há uma festa secreta acontecendo entre as coxas.
Seus dedos,
Sem pressa,
Traçam o mapa da perdição...
Chegam ao monte de Vênus,
Guardião de um vulcão em silêncio...
Quase dormindo...
Quase em fúria.
Mas eu sei bem o que acontece entra em erupção.
Ali, seus dedos hesitam.
Cheiram o cio,
Que não é enxofre,
É a essência de fêmea no ápice.
Perfume que atiça
A libido até dos deuses....
Imagina então a minha,
Um mero mortal e devoto seu...
Então sem mais se conter,
Seus dedos mergulham.
Adentram seu interior com vigor...
E dentro da fenda,
Há um manancial oculto:
Néctar denso...
Translúcido...
De gosto divino e selvagem.
Meu sabor favorito.
Cada movimento,
Um tremor.
Cada toque,
Um abalo.
E quando a erupção vem,
É o corpo todo que grita
E depois silencia,
Em paz e em brasa.
Mas a fome não cessa.
O coração dispara.
A boca geme.
E o corpo clama não por dedos,
Mas por carne viva...
Pulsando...
Entrando...
Reacendendo o vulcão.
Tudo por causa do toque que ousou explorar
O lugar mais sagrado onde habita o prazer.
Me olha com olhar de quem implora...
E eu me levanto...
Chega de ver...
Agora é hora de participar...
Hoje você quer me fazer assistir...
Me deixa sentado de frente da cama...
Não posso toca-lá...
Não posso me tocar...
Apenas assistir.
Então desliza seus dedos,
Como brisa indecente
Sobre a sua pele morena
Em brasas acesas.
Cada curva do seu corpo
É um convite ao pecado.
Não sei como vou resistir a isso.
Seus dedos tateiam o seu rosto,
Acariciam os seus lábios...
Carnudos...
Sedentos...
Que imploram por beijos,
Ou por serem devorados.
Apenas para me provocar ainda mais.
Com os dedos atrevidos,
Desce...
Dançam nos seios...
Provocam os bicos,
E eles se erguem,
Em resposta,
Como pequenos sóis famintos por carícias mais ousadas.
A visão me deixa rígido...
Não me movo,
Mas meu olhar é fixo em você.
Seu ventre desperta.
A umidade anuncia:
Há uma festa secreta acontecendo entre as coxas.
Seus dedos,
Sem pressa,
Traçam o mapa da perdição...
Chegam ao monte de Vênus,
Guardião de um vulcão em silêncio...
Quase dormindo...
Quase em fúria.
Mas eu sei bem o que acontece entra em erupção.
Ali, seus dedos hesitam.
Cheiram o cio,
Que não é enxofre,
É a essência de fêmea no ápice.
Perfume que atiça
A libido até dos deuses....
Imagina então a minha,
Um mero mortal e devoto seu...
Então sem mais se conter,
Seus dedos mergulham.
Adentram seu interior com vigor...
E dentro da fenda,
Há um manancial oculto:
Néctar denso...
Translúcido...
De gosto divino e selvagem.
Meu sabor favorito.
Cada movimento,
Um tremor.
Cada toque,
Um abalo.
E quando a erupção vem,
É o corpo todo que grita
E depois silencia,
Em paz e em brasa.
Mas a fome não cessa.
O coração dispara.
A boca geme.
E o corpo clama não por dedos,
Mas por carne viva...
Pulsando...
Entrando...
Reacendendo o vulcão.
Tudo por causa do toque que ousou explorar
O lugar mais sagrado onde habita o prazer.
Me olha com olhar de quem implora...
E eu me levanto...
Chega de ver...
Agora é hora de participar...
Poema para quem tem fôlego
(Considerem essa a minha estreia no SEXXXTOU... E espero não decepcionar )
Eu, sentado.
Ela, no meu colo, senta.
Ela, de imediato, sente.
Pele com pele, sem tecidos obstruindo,
Sem barreiras.
Calor do corpo.
Do meu, do seu.
Embaça os óculos - ela os tira
Só precisa me ver
Com os olhos do desejo.
Molhados. Eu, de suor,
Ela, de tesão.
Escorrega, mas encaixa.
Sempre encaixa.
Seus seios, fartos e ofegantes,
Envolvem meu rosto:
Também eu não vejo mais nada,
Só a maciez da tua pele e do teu cheiro.
Sobe um pouco, desce um pouco
De leve devagar cadenciado
Respiração começando a pesar
Como o teu corpo pesando
no meu rígido membro em chamas
Em chamas
Ele se afoga em ti.
Molhado, mas em chamas.
Vai-e-vem, te acariciando por dentro.
Uma serpente a te dar botes e te envenenar.
Meus dedos passeiam de leve
Eriçando seus pêlos e mamilos
Sentindo sua pele se arrepiar
Quase sem tocar.
Escorrega. Prazer demais
Mel demais.
Um pouco mais forte, um pouco mais
Intenso a cada instante.
Não há pressa, mas há urgência
Em beijar teu corpo, e perceber
Teus lábios semi-abertos
Teus olhos semi-fechados.
Minhas mãos não querem parar:
Te leio como se fosse em Braille:
Tua pele cheia de pontinhos arrepiados,
Dizendo: "Me come gostoso"
"Me come, gostoso!"
"Gostoso!"
Me come com os olhos, com a boca em cima em baixo
Me come de todas as formas possíveis.
As palavras vão saindo, à revelia:
Não são mais seios, membro, ânus:
O decoro exige "bunda, cu, pau, peito".
A ocasião exige palavras de gala.
"Foda-se o decoro", penso eu.
"Foda-me gostoso", diz você.
A mesma língua, o mesmo
Vocabulário acadêmico,
Onde imperam os "Ah!s" e "Uh!s".
Meus lábios se incendeiam no teu peito,
Minhas mãos passeiam pela sua bunda,
Meu dedo roça no teu cu.
"Posso?", penso.
E então, sinto você estremecer
Prender a respiração, travar de leve
E sorrir e mexer e me agarrar o pescoço:
"Posso!", penso.
Cabeça para trás, a sentir a minha invasão
Meu dedo atrevido onde não deve
- Ou deve?
A aumentar a velocidade e intensidade
Da montanha-russa de emoções e sentidos.
Mergulhado na intensidade da sua Xana,
Envolvido no aperto do seu rabo
Mordiscando de leve seus biquinhos aguçados,
Me sinto seu e sei que és minha, ao menos agora.
Volúpia. Urgência. Afoita e entregue,
Rebola e arfa, e esfrega, e geme...
Envolvo em minhas mãos os seus cabelos
Seguro sua nuca, puxo pra mim.
Toda pra mim.
Tesão. Insustentável. Incontrolavel.
Interminável.
Sinto suas unhas de afundarem nas minhas costas
E um gemido de gozo e contrair da espinha
E uma travadinha de leve na pelve,
Como a não deixar que eu saia de lá de dentro.
Músculos tesos que se contraem.
Movimentos voltando ao normal,
Mais leves e frouxos e repletos de satisfação.
Olhas para mim com um sorriso bobo:
"Acabou comigo", me diz, sussurrando.
Deixa seu corpo relaxar sobre o meu,
Mas eu, ainda duro e sedento, dedo enfiado lá atrás,
Respondo: Não... Ainda não acabei...
(Considerem essa a minha estreia no SEXXXTOU... E espero não decepcionar )
Eu, sentado.
Ela, no meu colo, senta.
Ela, de imediato, sente.
Pele com pele, sem tecidos obstruindo,
Sem barreiras.
Calor do corpo.
Do meu, do seu.
Embaça os óculos - ela os tira
Só precisa me ver
Com os olhos do desejo.
Molhados. Eu, de suor,
Ela, de tesão.
Escorrega, mas encaixa.
Sempre encaixa.
Seus seios, fartos e ofegantes,
Envolvem meu rosto:
Também eu não vejo mais nada,
Só a maciez da tua pele e do teu cheiro.
Sobe um pouco, desce um pouco
De leve devagar cadenciado
Respiração começando a pesar
Como o teu corpo pesando
no meu rígido membro em chamas
Em chamas
Ele se afoga em ti.
Molhado, mas em chamas.
Vai-e-vem, te acariciando por dentro.
Uma serpente a te dar botes e te envenenar.
Meus dedos passeiam de leve
Eriçando seus pêlos e mamilos
Sentindo sua pele se arrepiar
Quase sem tocar.
Escorrega. Prazer demais
Mel demais.
Um pouco mais forte, um pouco mais
Intenso a cada instante.
Não há pressa, mas há urgência
Em beijar teu corpo, e perceber
Teus lábios semi-abertos
Teus olhos semi-fechados.
Minhas mãos não querem parar:
Te leio como se fosse em Braille:
Tua pele cheia de pontinhos arrepiados,
Dizendo: "Me come gostoso"
"Me come, gostoso!"
"Gostoso!"
Me come com os olhos, com a boca em cima em baixo
Me come de todas as formas possíveis.
As palavras vão saindo, à revelia:
Não são mais seios, membro, ânus:
O decoro exige "bunda, cu, pau, peito".
A ocasião exige palavras de gala.
"Foda-se o decoro", penso eu.
"Foda-me gostoso", diz você.
A mesma língua, o mesmo
Vocabulário acadêmico,
Onde imperam os "Ah!s" e "Uh!s".
Meus lábios se incendeiam no teu peito,
Minhas mãos passeiam pela sua bunda,
Meu dedo roça no teu cu.
"Posso?", penso.
E então, sinto você estremecer
Prender a respiração, travar de leve
E sorrir e mexer e me agarrar o pescoço:
"Posso!", penso.
Cabeça para trás, a sentir a minha invasão
Meu dedo atrevido onde não deve
- Ou deve?
A aumentar a velocidade e intensidade
Da montanha-russa de emoções e sentidos.
Mergulhado na intensidade da sua Xana,
Envolvido no aperto do seu rabo
Mordiscando de leve seus biquinhos aguçados,
Me sinto seu e sei que és minha, ao menos agora.
Volúpia. Urgência. Afoita e entregue,
Rebola e arfa, e esfrega, e geme...
Envolvo em minhas mãos os seus cabelos
Seguro sua nuca, puxo pra mim.
Toda pra mim.
Tesão. Insustentável. Incontrolavel.
Interminável.
Sinto suas unhas de afundarem nas minhas costas
E um gemido de gozo e contrair da espinha
E uma travadinha de leve na pelve,
Como a não deixar que eu saia de lá de dentro.
Músculos tesos que se contraem.
Movimentos voltando ao normal,
Mais leves e frouxos e repletos de satisfação.
Olhas para mim com um sorriso bobo:
"Acabou comigo", me diz, sussurrando.
Deixa seu corpo relaxar sobre o meu,
Mas eu, ainda duro e sedento, dedo enfiado lá atrás,
Respondo: Não... Ainda não acabei...
Olhos que vêem,
Do que o tempo apagou.
Que relembram imagens,
Da vida que levou.
Dos filhos que viu crescer,
E dos que a morte,
Tão cedo podou.
De tudo que plantou,
Colheu e chorou.
As lágrimas mais tristes,
Que a face enrugada marcou.
Olhos hazel,
Que mudaram
Conforme os sentimentos.
Cinza, verde, mel.
Carregam o peso da perda,
Se alegram com seus descentes.
O riso das netas, netos e bisnetas.
O dinheirinho sempre escondido, passando de mão em mão.
Presente aniversário,
Transformando papel em coração.
Eliz Leão
Do que o tempo apagou.
Que relembram imagens,
Da vida que levou.
Dos filhos que viu crescer,
E dos que a morte,
Tão cedo podou.
De tudo que plantou,
Colheu e chorou.
As lágrimas mais tristes,
Que a face enrugada marcou.
Olhos hazel,
Que mudaram
Conforme os sentimentos.
Cinza, verde, mel.
Carregam o peso da perda,
Se alegram com seus descentes.
O riso das netas, netos e bisnetas.
O dinheirinho sempre escondido, passando de mão em mão.
Presente aniversário,
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Eliz Leão