Eu tenho tido alguns pensamentos sobre luto e culpa, sobre incoerência e necessidade de demonstração pública de afeto.
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#Desafio 16
Aqui jaz uma escritora que
Sonhou, e em seus sonhos, outros sonharam.
Amou, e no amor, foi também amada.
Sorriu, espalhando risos; chorou, ecoando lágrimas.
Fez o que quis, e sua imaginação voou além do além.
Criou mundos, pessoas, histórias,
Entre verdades sinceras e doces mentiras.
Mas nunca foi vista, nem reconhecida,
Habitava apenas em sonhos que jamais seriam lidos.
Aqui jaz uma escritora,
eterna em palavras que o silêncio dos olhos apagou.
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Sonhou, e em seus sonhos, outros sonharam.
Amou, e no amor, foi também amada.
Sorriu, espalhando risos; chorou, ecoando lágrimas.
Fez o que quis, e sua imaginação voou além do além.
Criou mundos, pessoas, histórias,
Entre verdades sinceras e doces mentiras.
Mas nunca foi vista, nem reconhecida,
Habitava apenas em sonhos que jamais seriam lidos.
Aqui jaz uma escritora,
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#desafio 365 dias
Dia 16 - Perguntas
Um dia me lançaram duas perguntas: 1. Se a criança que você era te visse/conhecesse hoje, o que ela provavelmente te perguntaria? 2. Se você encontrasse com a criança que você já foi, que pergunta faria a ela? Delas, nasceu o texto a seguir.
Aproximei-me.
Ela estava sentada em um canto estratégico da sala: se alguém por ali circulasse, não a veriam, mas, entre os braços da poltrona, dava para ver o desenho animado na tela. Observei por poucos instantes e decidi ir embora, pois não havia nada mais ali para mim. Dei de costas e foi quando ela me surpreendeu:
— Por que você não é bailarina?
Questionou-me de modo inocente. Me enraiveci. Tornei em sua direção, querendo explodir em gritos. Me contive um pouco e respondi com outra pergunta:
— E por que você não sai desse canto?
Ela se assustou e desatou a chorar. Me senti mal por isso, pois eu sabia toda a história. Agachei-me à sua altura e lhe estendi a mão.
— Vamos passear.
Fomos até o quintal. Dolores, nosso gato com nome de gata, corria e subia no coqueiro, depois desaparecia entre as plantas. Ficamos em silêncio, até que ela quis saber:
— A gente vai fazer tudo certo?
— Não — eu disse rindo. — Até porque fazer tudo certo é chato. Como acordar cedo.
Ela odiava acordar cedo.
— Desculpa por você não ser bailarina. — Ela conseguiu se expressar.
— Não se culpe. Culpa é um sentimento desnecessário e cristão. Não somos cristãs — me pus de joelhos, para ficar com meus olhos na altura dos dela. — Nós devemos nos sentir responsáveis, mas nunca culpadas.
Eu ainda ia falar mais, quando nossa mãe chamou da cozinha.
— Aproveite-a — eu disse, mesmo sabendo que ela o faria mesmo sem conselhos.
— Ela vai ficar com a gente, não é?
— É. Para sempre.
Sylvvia Rubraurora
Dia 16 - Perguntas
Um dia me lançaram duas perguntas: 1. Se a criança que você era te visse/conhecesse hoje, o que ela provavelmente te perguntaria? 2. Se você encontrasse com a criança que você já foi, que pergunta faria a ela? Delas, nasceu o texto a seguir.
Aproximei-me.
Ela estava sentada em um canto estratégico da sala: se alguém por ali circulasse, não a veriam, mas, entre os braços da poltrona, dava para ver o desenho animado na tela. Observei por poucos instantes e decidi ir embora, pois não havia nada mais ali para mim. Dei de costas e foi quando ela me surpreendeu:
— Por que você não é bailarina?
Questionou-me de modo inocente. Me enraiveci. Tornei em sua direção, querendo explodir em gritos. Me contive um pouco e respondi com outra pergunta:
— E por que você não sai desse canto?
Ela se assustou e desatou a chorar. Me senti mal por isso, pois eu sabia toda a história. Agachei-me à sua altura e lhe estendi a mão.
— Vamos passear.
Fomos até o quintal. Dolores, nosso gato com nome de gata, corria e subia no coqueiro, depois desaparecia entre as plantas. Ficamos em silêncio, até que ela quis saber:
— A gente vai fazer tudo certo?
— Não — eu disse rindo. — Até porque fazer tudo certo é chato. Como acordar cedo.
Ela odiava acordar cedo.
— Desculpa por você não ser bailarina. — Ela conseguiu se expressar.
— Não se culpe. Culpa é um sentimento desnecessário e cristão. Não somos cristãs — me pus de joelhos, para ficar com meus olhos na altura dos dela. — Nós devemos nos sentir responsáveis, mas nunca culpadas.
Eu ainda ia falar mais, quando nossa mãe chamou da cozinha.
— Aproveite-a — eu disse, mesmo sabendo que ela o faria mesmo sem conselhos.
— Ela vai ficar com a gente, não é?
— É. Para sempre.
Sylvvia Rubraurora
Bom dia pessoal!
Eu tava vendo umas coisas que me deixaram aterrorizada!
Tá rolando um negócio nesse nosso Brasilzão que é roteiro pra distopia, juro!
Tem uma galera VENDENDO a iris pra uma empresa de criptomoeda gringa sem SEQUER ler os termos daquilo
Eu tava vendo umas coisas que me deixaram aterrorizada!
Tá rolando um negócio nesse nosso Brasilzão que é roteiro pra distopia, juro!
Tem uma galera VENDENDO a iris pra uma empresa de criptomoeda gringa sem SEQUER ler os termos daquilo
#desafio 365 dias
Dia 15 - Fale sobre um livro que você sentiu que não poderia fazer mais nada enquanto não terminasse de ler.
Eu sou uma pessoa que, normalmente, não gosto de humor. Porém, um dia tropecei no Guia do Mochileiro das Galáxias (1979) e o humor sarcástico de Douglas Adams me prendeu de uma forma inesquecível.
É um dos poucos livros (no caso o primeiro volume da trilogia de cinco livros!) que me tirou o sono e eu vi amanhecer. Também é um dos poucos livros que eu, vez por outra, pego para reler trechinhos.
No livro, é narrada a história de Arthur Dent, quando este descobre que a Terra está prestes a ser destruída para a construção de uma via expressa hiperespacial!!!!
Amo demais o humor irreverente, os trocadilhos e as críticas sociais.
E lembre-se: "Não entre em pânico" (Don't Panic) e sempre leve uma toalha consigo!
Dia 15 - Fale sobre um livro que você sentiu que não poderia fazer mais nada enquanto não terminasse de ler.
Eu sou uma pessoa que, normalmente, não gosto de humor. Porém, um dia tropecei no Guia do Mochileiro das Galáxias (1979) e o humor sarcástico de Douglas Adams me prendeu de uma forma inesquecível.
É um dos poucos livros (no caso o primeiro volume da trilogia de cinco livros!) que me tirou o sono e eu vi amanhecer. Também é um dos poucos livros que eu, vez por outra, pego para reler trechinhos.
No livro, é narrada a história de Arthur Dent, quando este descobre que a Terra está prestes a ser destruída para a construção de uma via expressa hiperespacial!!!!
Amo demais o humor irreverente, os trocadilhos e as críticas sociais.
E lembre-se: "Não entre em pânico" (Don't Panic) e sempre leve uma toalha consigo!
O problema que eu quero?
Os primeiros 5 autores que anunciarem seus Clubes de Leitura do próprio livro, para serem realizadoa no Literunico, receberão suporte com brindes, durante a execução do Clube.
Como pode ser feito mais de um ao mesmo tempo, quero saber quantos livros podemos ler sem se perder nas histórias.
Compartilhe com #VemproLiterunico
Os primeiros 5 autores que anunciarem seus Clubes de Leitura do próprio livro, para serem realizadoa no Literunico, receberão suporte com brindes, durante a execução do Clube.
Como pode ser feito mais de um ao mesmo tempo, quero saber quantos livros podemos ler sem se perder nas histórias.
Compartilhe com #VemproLiterunico
A parte mais difícil do #Clubedeleitura está sendo em não ler o livro “Bárbara e Cléber” de uma vez só…está muito bom!
#Desafio 13
#Resenha : Flor, Café e Amor– A História de Jasmine e Matheus
Se você é fã de romances no estilo de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, certamente vai se encantar com Flor, Café e Amor. A obra traz uma releitura moderna e envolvente, com uma dinâmica que inverte papéis tradicionais: Jasmine, a protagonista, é uma jovem rica e cheia de personalidade, enquanto Matheus, o mocinho, vem de uma realidade mais humilde como bolsista em uma universidade de elite.
A história começa na faculdade, onde Matheus, cercado por colegas de classes abastadas, conhece Jasmine, a "garota rica com nome de princesa". Apesar das diferenças sociais, os dois compartilham experiências de relacionamentos traumáticos que os marcaram profundamente. Jasmine, vítima de um ex-namorado abusivo que a desvalorizava e manipulava, e Matheus, que foi deixado por uma ex que trocou o amor pela ambição financeira, encontram apoio e cura um no outro.
O romance entre eles é doce e tocante, com uma química que cresce a cada página. A autora acerta ao construir um casal que, apesar das diferenças, tem uma conexão baseada em respeito e compreensão mútua. O desenvolvimento dos personagens é outro ponto forte: Jasmine surpreende ao mostrar que é muito mais do que as pessoas ao seu redor imaginam, enquanto Matheus cativa com sua força e lealdade, especialmente em sua amizade com Bernardo, seu único amigo na faculdade.
Outro destaque é o plot twist emocionante, que dá um toque especial à narrativa. Sem entregar spoilers, é seguro dizer que essa surpresa torna a leitura ainda mais envolvente, abordando temas importantes com sensibilidade e beleza.
Flor, Café e Amor é uma história sobre superação, empatia e o poder do amor para transformar vidas. Com um casal protagonista tão cativante, diálogos bem escritos e uma trama que equilibra romance e reflexão, este livro é uma leitura imperdível para quem ama histórias de amor que aquecem o coração.
FK Silvain mostra mais uma vez que seus romances valem a pena e histórias de amor, mesmo que os protagonistas sejam diferentes, têm um final feliz.
#Resenha : Flor, Café e Amor– A História de Jasmine e Matheus
Se você é fã de romances no estilo de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, certamente vai se encantar com Flor, Café e Amor. A obra traz uma releitura moderna e envolvente, com uma dinâmica que inverte papéis tradicionais: Jasmine, a protagonista, é uma jovem rica e cheia de personalidade, enquanto Matheus, o mocinho, vem de uma realidade mais humilde como bolsista em uma universidade de elite.
A história começa na faculdade, onde Matheus, cercado por colegas de classes abastadas, conhece Jasmine, a "garota rica com nome de princesa". Apesar das diferenças sociais, os dois compartilham experiências de relacionamentos traumáticos que os marcaram profundamente. Jasmine, vítima de um ex-namorado abusivo que a desvalorizava e manipulava, e Matheus, que foi deixado por uma ex que trocou o amor pela ambição financeira, encontram apoio e cura um no outro.
O romance entre eles é doce e tocante, com uma química que cresce a cada página. A autora acerta ao construir um casal que, apesar das diferenças, tem uma conexão baseada em respeito e compreensão mútua. O desenvolvimento dos personagens é outro ponto forte: Jasmine surpreende ao mostrar que é muito mais do que as pessoas ao seu redor imaginam, enquanto Matheus cativa com sua força e lealdade, especialmente em sua amizade com Bernardo, seu único amigo na faculdade.
Outro destaque é o plot twist emocionante, que dá um toque especial à narrativa. Sem entregar spoilers, é seguro dizer que essa surpresa torna a leitura ainda mais envolvente, abordando temas importantes com sensibilidade e beleza.
Flor, Café e Amor é uma história sobre superação, empatia e o poder do amor para transformar vidas. Com um casal protagonista tão cativante, diálogos bem escritos e uma trama que equilibra romance e reflexão, este livro é uma leitura imperdível para quem ama histórias de amor que aquecem o coração.
FK Silvain mostra mais uma vez que seus romances valem a pena e histórias de amor, mesmo que os protagonistas sejam diferentes, têm um final feliz.
A querida @fksilvain leu meu conto Menino Deus e fez comentários tão maravilhosos e aconchegantes. Obrigada, minha linda.
Em breve vou colocar meus contos aqui por um preço simbólico. Topam apoiar uma escritora independente?
Em breve vou colocar meus contos aqui por um preço simbólico. Topam apoiar uma escritora independente?
#Desafio 11
#Resenha
"Um Conto de Natal" é uma narrativa que foge dos clichês natalinos tradicionais e abraça o calor do Rio de Janeiro, tanto no clima quanto na intensidade de suas emoções. A história acompanha Gabriela e Gabriel, dois amigos com uma conexão inegável desde os tempos da faculdade. O que começou como uma amizade colorida repleta de encontros descompromissados ganha novos contornos sob a magia transformadora do Natal.
Gabriela, uma pedagoga apaixonada por sua profissão, e Gabriel, advogado determinado, mantêm uma relação marcada por silêncios e desencontros emocionais. Contudo, com a chegada do Natal, os sentimentos reprimidos finalmente vêm à tona. Uma declaração inesperada de Gabriel muda o rumo da história, trazendo à superfície emoções profundas e o desejo de um recomeço.
A história se destaca por sua autenticidade. Esqueça neve, trenós e casais de xadrez! Aqui, o Natal é vivido sob o calor tropical, com luzes que refletem tanto nas ruas quanto nos corações dos protagonistas e muita diversão. A simplicidade do cenário brasileiro e a familiaridade de suas personagens tornam o conto próximo da realidade, mas sem perder o encanto natalino.
Outro ponto forte é Sabrina, a amiga e companheira de apartamento de Gabriela. Como uma figura de apoio e proteção, Sabrina equilibra a trama com sua personalidade prática e devotada. Sua preocupação com Gabriela, somada a sua desconfiança inicial em relação a Gabriel, adiciona camadas ao enredo e ressalta a importância da amizade em meio às questões do coração.
"Um Conto de Natal" não é apenas sobre um romance que floresce, mas também sobre a coragem de abandonar velhos padrões e abraçar o inesperado. Gabriel se esforça para mostrar que suas intenções não são superficiais, enquanto Gabriela aprende a confiar e se abrir para novas possibilidades.
Com uma escrita leve e bem-humorada, o conto captura a essência do Natal: recomeços, união e a busca pela felicidade. É uma leitura rápida, mas cheia de significado, que encanta ao mostrar que a magia dessa época pode transformar não só relacionamentos, mas também vidas. Para quem busca um conto diferente, com a cara do Brasil e o coração cheio de amor, Um Conto de Natal é imperdível.
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"Um Conto de Natal" é uma narrativa que foge dos clichês natalinos tradicionais e abraça o calor do Rio de Janeiro, tanto no clima quanto na intensidade de suas emoções. A história acompanha Gabriela e Gabriel, dois amigos com uma conexão inegável desde os tempos da faculdade. O que começou como uma amizade colorida repleta de encontros descompromissados ganha novos contornos sob a magia transformadora do Natal.
Gabriela, uma pedagoga apaixonada por sua profissão, e Gabriel, advogado determinado, mantêm uma relação marcada por silêncios e desencontros emocionais. Contudo, com a chegada do Natal, os sentimentos reprimidos finalmente vêm à tona. Uma declaração inesperada de Gabriel muda o rumo da história, trazendo à superfície emoções profundas e o desejo de um recomeço.
A história se destaca por sua autenticidade. Esqueça neve, trenós e casais de xadrez! Aqui, o Natal é vivido sob o calor tropical, com luzes que refletem tanto nas ruas quanto nos corações dos protagonistas e muita diversão. A simplicidade do cenário brasileiro e a familiaridade de suas personagens tornam o conto próximo da realidade, mas sem perder o encanto natalino.
Outro ponto forte é Sabrina, a amiga e companheira de apartamento de Gabriela. Como uma figura de apoio e proteção, Sabrina equilibra a trama com sua personalidade prática e devotada. Sua preocupação com Gabriela, somada a sua desconfiança inicial em relação a Gabriel, adiciona camadas ao enredo e ressalta a importância da amizade em meio às questões do coração.
"Um Conto de Natal" não é apenas sobre um romance que floresce, mas também sobre a coragem de abandonar velhos padrões e abraçar o inesperado. Gabriel se esforça para mostrar que suas intenções não são superficiais, enquanto Gabriela aprende a confiar e se abrir para novas possibilidades.
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