Meu coração clama
E meus pensamentos
Viajam até você
Tão ou mais rápidos
Que taquións
E ultrapassam
A própria efemeridade
Do tempo.
Eliz Leão
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Eder B. Jr.
Em português se diz :
Você me faz falta.
Em poesia dizemos:
Meu abrir de olhos,
Ao amanhecer,
Se tornou um hábito,
Já que não me vejo inteira.
E sigo
Pela existência,
De outras pessoas,
Que também amo.
Mas minha alma
Insiste em não despertar,
Naquela parte,
Que somente a ti pertenceu.
Eu sinto seus braços ainda
Quando outrora,
Me rodeavam.
O seu perfume,
Está apenas
Na minha memória
A maciez dos seus cabelos,
Que já roçaram
O canto do meu riso de menina...
O olhar que me encarava
À mesa do café da manhã,
Do almoço
E dos jantares intermináveis
Em frente à tv.
E as manhãs de domingo?
Agora, são somente manhãs.
Assim comos todos os nossos dias,
Se tornaram apenas uma página,
Que o tempo desbota,
Que envelhece, tal e qual
A pele do meu rosto,
Por onde escorrem as lágrimas,
Pelo tempo que não pudemos ter.
Essas rugas,
Que você nunca verá .
Eliz Leão
Ao meu pai.
Você me faz falta.
Em poesia dizemos:
Meu abrir de olhos,
Ao amanhecer,
Se tornou um hábito,
Já que não me vejo inteira.
E sigo
Pela existência,
De outras pessoas,
Que também amo.
Mas minha alma
Insiste em não despertar,
Naquela parte,
Que somente a ti pertenceu.
Eu sinto seus braços ainda
Quando outrora,
Me rodeavam.
O seu perfume,
Está apenas
Na minha memória
A maciez dos seus cabelos,
Que já roçaram
O canto do meu riso de menina...
O olhar que me encarava
À mesa do café da manhã,
Do almoço
E dos jantares intermináveis
Em frente à tv.
E as manhãs de domingo?
Agora, são somente manhãs.
Assim comos todos os nossos dias,
Se tornaram apenas uma página,
Que o tempo desbota,
Que envelhece, tal e qual
A pele do meu rosto,
Por onde escorrem as lágrimas,
Pelo tempo que não pudemos ter.
Essas rugas,
Que você nunca verá .
Eliz Leão
Ao meu pai.
Ele está ali.
Silente, reprime seu arfar.
Comprime e esmaga suas aspirações.
Sem que você perceba,
Ele se imiscui.
Aos poucos, você não vive mais sem.
Te faz sofrer, chorar.
Seu corpo se ressente quando ele não está.
Teu cérebro, luta o tempo todo,
Contra você, contra o mundo.
Te deixa mudo.
Absurdo!
Você, releva, aceita, precisa dele.
Mesmo que ele te machuque.
Normaliza, mesmo que ele te odeie.
E não se engane,
Ele te odeia.
Você é somente lenha para a fogueira que ele quer manter acesa.
E ela queima o mundo!
E o mundo já está a queimar.
Se você não viu, é porque o fogo, ainda não chegou até você.
As vendas que lhe puseram, ainda não caíram.
Quem sai da caverna, nunca mais retorna à ela.
Você já viu a luz , a luz real?
Ela não é daquelas que botam medo, daquelas de quando preso em seu eterno buraco, você observa sua própria sombra.
E ela se torna o teu próprio algoz.
Te mantendo refém.
As sombras, o medo delas e o seu fiel capitalismo.
Eliz Leão
Silente, reprime seu arfar.
Comprime e esmaga suas aspirações.
Sem que você perceba,
Ele se imiscui.
Aos poucos, você não vive mais sem.
Te faz sofrer, chorar.
Seu corpo se ressente quando ele não está.
Teu cérebro, luta o tempo todo,
Contra você, contra o mundo.
Te deixa mudo.
Absurdo!
Você, releva, aceita, precisa dele.
Mesmo que ele te machuque.
Normaliza, mesmo que ele te odeie.
E não se engane,
Ele te odeia.
Você é somente lenha para a fogueira que ele quer manter acesa.
E ela queima o mundo!
E o mundo já está a queimar.
Se você não viu, é porque o fogo, ainda não chegou até você.
As vendas que lhe puseram, ainda não caíram.
Quem sai da caverna, nunca mais retorna à ela.
Você já viu a luz , a luz real?
Ela não é daquelas que botam medo, daquelas de quando preso em seu eterno buraco, você observa sua própria sombra.
E ela se torna o teu próprio algoz.
Te mantendo refém.
As sombras, o medo delas e o seu fiel capitalismo.
Eliz Leão
~*~
rosy cheeks
red lips
blonde like the sun
who shines on the stage
I love you girl
my singing hummingbird
an immense affection
sparkle in your eyes
to the sound of songs
in the lines
scores of my heart.
*
bochechas rosadas
lábios vermelhos
loura feito o sol
que brilha no palco
eu te amo menina
minha colibri cantante
um carinho imenso
brilho nos olhos
ao som de canções
nas linhas
partituras do meu coração.
~*~
JJr
rosy cheeks
red lips
blonde like the sun
who shines on the stage
I love you girl
my singing hummingbird
an immense affection
sparkle in your eyes
to the sound of songs
in the lines
scores of my heart.
*
bochechas rosadas
lábios vermelhos
loura feito o sol
que brilha no palco
eu te amo menina
minha colibri cantante
um carinho imenso
brilho nos olhos
ao som de canções
nas linhas
partituras do meu coração.
~*~
JJr
Rainha.
Minha
Dádiva
Teu caminhar
Viajar
Ês tu
Última peça
Vence
Sem lutar
Me entrego
Sou seu
Teu rei
Teu peão
O que desejares
Xeque-mate.
~♡~
JJr.
Minha
Dádiva
Teu caminhar
Viajar
Ês tu
Última peça
Vence
Sem lutar
Me entrego
Sou seu
Teu rei
Teu peão
O que desejares
Xeque-mate.
~♡~
JJr.
Que ninguém leia.
Que ninguém leia
Todos os meus anseios
As páginas proferidas em alto e bom som
Os berros trementes que saíram das letras
O choro sentido, que às linhas sangrou.
Que ninguém veja o meu descontrole,
O sentimento tosco que me perspassou.
Que ninguém saiba, da boba centelha
Que me tornou, justo o que sou.
Que a sorte me afague, que ninguém releria
Todos os poemas que das letras jorrou
Enquanto eu sofria, sorria ou gemia
Num canto, ao relento do meu eu, que sobrou.
Quisera um dia, queimar essas estrofes, mal lidas
E malditos pedaços da minha alma proscrita.
Que se queime tudo, ardendo em chumaços
As palavras que o tempo, tão duro ensinou.
Eliz Leão
Que ninguém leia
Todos os meus anseios
As páginas proferidas em alto e bom som
Os berros trementes que saíram das letras
O choro sentido, que às linhas sangrou.
Que ninguém veja o meu descontrole,
O sentimento tosco que me perspassou.
Que ninguém saiba, da boba centelha
Que me tornou, justo o que sou.
Que a sorte me afague, que ninguém releria
Todos os poemas que das letras jorrou
Enquanto eu sofria, sorria ou gemia
Num canto, ao relento do meu eu, que sobrou.
Quisera um dia, queimar essas estrofes, mal lidas
E malditos pedaços da minha alma proscrita.
Que se queime tudo, ardendo em chumaços
As palavras que o tempo, tão duro ensinou.
Eliz Leão
Ressona em meu ouvido
Sinto a dureza em minhas nádegas
Suas mãos
Transitam no sono .
Semi despertos
Corpos quentes
Entrelaçados .
Me inclino em teu corpo
Beijos que deslizam
No cheiro da pele.
Devagar
Quase tortura.
Hálito quente
Vulva sedenta
Deslizo em teu falo
Gemo .
Meu som acompanha o seu
Minha pele arrepia a tua.
A nossa cama ondula
E toma pra ela
Nossos gritos de amor e gozo.
Meu cheiro misturado ao teu
Corpos e almas nuas .
Eliz Leão
Sinto a dureza em minhas nádegas
Suas mãos
Transitam no sono .
Semi despertos
Corpos quentes
Entrelaçados .
Me inclino em teu corpo
Beijos que deslizam
No cheiro da pele.
Devagar
Quase tortura.
Hálito quente
Vulva sedenta
Deslizo em teu falo
Gemo .
Meu som acompanha o seu
Minha pele arrepia a tua.
A nossa cama ondula
E toma pra ela
Nossos gritos de amor e gozo.
Meu cheiro misturado ao teu
Corpos e almas nuas .
Eliz Leão
Que se abra uma fenda no tempo
Pra esconder todos os erros, defeitos
E tudo mais que se possa deixar
E na realidade paralela criada por ela
Que seja constante a inconstância ofegante
De nunca saber onde é que vai dar
O mistério é o que move o segredo
E move o tempero que torna o insosso
Fruto proibido nesse lugar
Quimera da vida, achar que se basta
Na ilha perdida que se encontra
Em lugar comum
Tão comum
Que nem se pode imaginar
Quisera o querer ser mais do que um ser
Vislumbre desejo que não vence o medo
De ser um finito, buraco no tempo escondido
Que não se pode enxergar
Que se abra uma fenda no tempo
Leve consigo todo o mal intrínseco
Que o bem não é capaz de apagar
E na realidade dispersa
Indigesta e inquieta
Tão farta de tudo
Que falta espaço no espaço infinito
Paradoxo do tempo, buraco no tempo
Que um dia não há de acabar
Pra esconder todos os erros, defeitos
E tudo mais que se possa deixar
E na realidade paralela criada por ela
Que seja constante a inconstância ofegante
De nunca saber onde é que vai dar
O mistério é o que move o segredo
E move o tempero que torna o insosso
Fruto proibido nesse lugar
Quimera da vida, achar que se basta
Na ilha perdida que se encontra
Em lugar comum
Tão comum
Que nem se pode imaginar
Quisera o querer ser mais do que um ser
Vislumbre desejo que não vence o medo
De ser um finito, buraco no tempo escondido
Que não se pode enxergar
Que se abra uma fenda no tempo
Leve consigo todo o mal intrínseco
Que o bem não é capaz de apagar
E na realidade dispersa
Indigesta e inquieta
Tão farta de tudo
Que falta espaço no espaço infinito
Paradoxo do tempo, buraco no tempo
Que um dia não há de acabar
Fora do casco
Formam-se cascas
Deixam-se lascas
Perdem-se as castas
Alongam-se as costas
Em busca de rotas
Mais próximas à encosta
Na certeza da resposta
Cresce-se a lista
Sensação quase mista
À medida que arrisca
Perder-se de vista
No rosto
Qual gosto?
Desgosto
Ou delírio pelo novo posto?
--> Casco Partido
Formam-se cascas
Deixam-se lascas
Perdem-se as castas
Alongam-se as costas
Em busca de rotas
Mais próximas à encosta
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Sensação quase mista
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Perder-se de vista
No rosto
Qual gosto?
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Ou delírio pelo novo posto?
--> Casco Partido