#Desafio 160
*Quero mais*
Então…
o primeiro olhar.
O frio na barriga.
A pele que vibra.
O pelo que eriça.
O calor que sobe,
a vontade que aproxima,
a malícia que premedita.
O ato que não espera:
o beijo na boca,
de língua.
Seu gosto.
Seus olhos.
Seu rosto.
Meus poros.
Os cheiros que noto.
Mistura perfeita
de ardor, amor,
suor, sabor,
vigor…
e gozo.
É nosso.
E posso.
E quero mais.
MarU
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O amor é uma cilada.
Se levanta de um buraco,
cai em outro.
Arapuca bem armada,
é o amor.
O amor é uma cilada.
#desafio 365/167
Se levanta de um buraco,
cai em outro.
Arapuca bem armada,
é o amor.
O amor é uma cilada.
#desafio 365/167
Desordem Poética (03/06/25 - 23:40)
Te leio como página úmida...
Sem dó...
Sem leitura prévia.
Minha boca não pergunta,
Devora.
Minhas mãos não pedem,
Tomam.
De forma rápida...
Contra o chão das palavras te jogo...
Com os pulsos tatuados de poemas,
Te seguro...
E enterro em teu interior,
Meus versos.
Duro...
Sem pausa...
Sem rima.
Você geme como quem sangra sentido...
Enquanto te fodo com a fúria de um autor sem censura...
De um animal que escreve com o corpo inteiro...
Até a tua pele se tornar papel timbrado.
Minha língua é caneta esferográfica,
Que abre teu ventre e preenche meu nome...
Marca presença entre tuas pernas com força,
Não brutal...
Mas poética...
Como um ponto final decretando a sentença.
A cada estocada,
Te faço um texto por dentro,
Com o ritmo do gozo...
Te faço suar palavras que nunca ousou dizer...
Mas as conhece de cor,
E agora as geme em prova oral.
E a cada estalo de quadril é sentença imposta...
Sem sujeito oculto...
Apenas oração subordinada.
Pura dominação...
Sem metáfora.
E no fim,
Te amo assim...
Em desordem poética...
Com raiva...
Não violenta,
Mas explícita...
Com suor escorrendo entre as sílabas do teu cu...
Te fazendo tremer como verso maldito,
Até não sobrar nada de sagrado em ti...
Nada além da minha porra escorrendo de sua buceta,
Que deixo como assinatura...
#
Te leio como página úmida...
Sem dó...
Sem leitura prévia.
Minha boca não pergunta,
Devora.
Minhas mãos não pedem,
Tomam.
De forma rápida...
Contra o chão das palavras te jogo...
Com os pulsos tatuados de poemas,
Te seguro...
E enterro em teu interior,
Meus versos.
Duro...
Sem pausa...
Sem rima.
Você geme como quem sangra sentido...
Enquanto te fodo com a fúria de um autor sem censura...
De um animal que escreve com o corpo inteiro...
Até a tua pele se tornar papel timbrado.
Minha língua é caneta esferográfica,
Que abre teu ventre e preenche meu nome...
Marca presença entre tuas pernas com força,
Não brutal...
Mas poética...
Como um ponto final decretando a sentença.
A cada estocada,
Te faço um texto por dentro,
Com o ritmo do gozo...
Te faço suar palavras que nunca ousou dizer...
Mas as conhece de cor,
E agora as geme em prova oral.
E a cada estalo de quadril é sentença imposta...
Sem sujeito oculto...
Apenas oração subordinada.
Pura dominação...
Sem metáfora.
E no fim,
Te amo assim...
Em desordem poética...
Com raiva...
Não violenta,
Mas explícita...
Com suor escorrendo entre as sílabas do teu cu...
Te fazendo tremer como verso maldito,
Até não sobrar nada de sagrado em ti...
Nada além da minha porra escorrendo de sua buceta,
Que deixo como assinatura...
#
Ponto Fraco (15/06/25 : 00:27)
Eu te vejo entrando no quarto...
Vestido preto,
Curto...
E eu já sei...
É hoje que tua pele vai pedir socorro...
E teu corpo vai implorar pra eu não parar.
Você não precisa falar,
Apenas seu rosto diz tudo...
Sem enrolar,
Te puxo pela cintura...
Te encosto na parede do quarto,
E sem qualquer palavra,
Minha mão já tá firme no teu pescoço...
Não para machucar...
Mas para demonstrar quem é que manda...
Te beijo com raiva boa...
Aquele beijo de fome...
Carregado daquela sensação
De que só quem sente saudade entende.
Com a outra mão,
Percorro por tua coxa...
Abrindo-a para alcançar onde queima intimamente...
Sua respiração ofega...
E quando toco seus íntimos lábios,
O teu gemido no meu ouvido me faz sorrir.
Você umedece de desejo...
E eu exploro o caminho que já decorei...
Sei como te acender...
Porque eu sei que sou teu ponto fraco,
Assim como você é o meu.
Sinto que está pronta...
Te viro de costas com força...
Mas com cuidado...
Como quem dobra uma carta escrita à mão.
Sussurro promessas indecentes,
Que escorrem de minha boca junto à sua nuca arrepiada...
Mordo seu ombro,
Não para provocar dor,
Mas para deixar minha marca como assinatura...
Não aguento mais ficar fora de ti...
Te seguro pelos quadris,
Você se empina,
Vindo de encontro com meu membro,
Duro...
Faminto...
Com uma voz safada,
Pede:
"Me fode devagar,
Até a minha alma pedir pra gozar."
Sem hesitar,
Te invado sem pedir licença...
De uma vez...
Até que meu corpo esteja colado no seu...
Seu corpo se derrete por mim...
Sinto seu calor interno...
Úmido...
Aconchegante...
Fico parado...
Deixando que você se recupere da invasão...
Então começo a me movimentar devagar...
Sentindo toda a sua extensão...
Que me aperta e solta de forma tão prazerosa,
Que sinto o tempo parar.
Vou alternando o ritmo,
Fazendo uma sinfonia com o encontro dos nossos corpos...
Te aperto a cintura,
E no meio dos estalos do teu prazer molhado...
Te faço gritar meu nome...
Com sua voz tremida,
É a minha versão favorita de ouvir meu nome.
Te puxo pelos cabelos,
Faço você se virar para mim...
Olho nos seus olhos no meio do caos...
Te chamo de linda com a voz rouca...
Eu te amo,
E te devoro...
Ou talvez,
Por ti sou devorado...
Intensifico os movimentos...
Seu corpo reage...
Se contorce...
Estremece...
Então atinge o ápice...
Gritando obscenidades...
Não te abandono...
Dou mais e mais estocadas...
E você desfalece,
Experimentando a sensação de múltiplos orgasmos...
Só então,
Explodo em gozo em seu interior...
Deixando meus fluidos se misturarem aos seus,
Escorrendo por suas pernas...
E quando a noite acaba,
Você sente,
Como se eu ainda estivesse dentro de ti...
Te beijo na testa suada depois do terceiro gozo.
Pois também sei ser doce...
E nossa transa é assim...
Obscena...
Quente...
Nossa...
#
Eu te vejo entrando no quarto...
Vestido preto,
Curto...
E eu já sei...
É hoje que tua pele vai pedir socorro...
E teu corpo vai implorar pra eu não parar.
Você não precisa falar,
Apenas seu rosto diz tudo...
Sem enrolar,
Te puxo pela cintura...
Te encosto na parede do quarto,
E sem qualquer palavra,
Minha mão já tá firme no teu pescoço...
Não para machucar...
Mas para demonstrar quem é que manda...
Te beijo com raiva boa...
Aquele beijo de fome...
Carregado daquela sensação
De que só quem sente saudade entende.
Com a outra mão,
Percorro por tua coxa...
Abrindo-a para alcançar onde queima intimamente...
Sua respiração ofega...
E quando toco seus íntimos lábios,
O teu gemido no meu ouvido me faz sorrir.
Você umedece de desejo...
E eu exploro o caminho que já decorei...
Sei como te acender...
Porque eu sei que sou teu ponto fraco,
Assim como você é o meu.
Sinto que está pronta...
Te viro de costas com força...
Mas com cuidado...
Como quem dobra uma carta escrita à mão.
Sussurro promessas indecentes,
Que escorrem de minha boca junto à sua nuca arrepiada...
Mordo seu ombro,
Não para provocar dor,
Mas para deixar minha marca como assinatura...
Não aguento mais ficar fora de ti...
Te seguro pelos quadris,
Você se empina,
Vindo de encontro com meu membro,
Duro...
Faminto...
Com uma voz safada,
Pede:
"Me fode devagar,
Até a minha alma pedir pra gozar."
Sem hesitar,
Te invado sem pedir licença...
De uma vez...
Até que meu corpo esteja colado no seu...
Seu corpo se derrete por mim...
Sinto seu calor interno...
Úmido...
Aconchegante...
Fico parado...
Deixando que você se recupere da invasão...
Então começo a me movimentar devagar...
Sentindo toda a sua extensão...
Que me aperta e solta de forma tão prazerosa,
Que sinto o tempo parar.
Vou alternando o ritmo,
Fazendo uma sinfonia com o encontro dos nossos corpos...
Te aperto a cintura,
E no meio dos estalos do teu prazer molhado...
Te faço gritar meu nome...
Com sua voz tremida,
É a minha versão favorita de ouvir meu nome.
Te puxo pelos cabelos,
Faço você se virar para mim...
Olho nos seus olhos no meio do caos...
Te chamo de linda com a voz rouca...
Eu te amo,
E te devoro...
Ou talvez,
Por ti sou devorado...
Intensifico os movimentos...
Seu corpo reage...
Se contorce...
Estremece...
Então atinge o ápice...
Gritando obscenidades...
Não te abandono...
Dou mais e mais estocadas...
E você desfalece,
Experimentando a sensação de múltiplos orgasmos...
Só então,
Explodo em gozo em seu interior...
Deixando meus fluidos se misturarem aos seus,
Escorrendo por suas pernas...
E quando a noite acaba,
Você sente,
Como se eu ainda estivesse dentro de ti...
Te beijo na testa suada depois do terceiro gozo.
Pois também sei ser doce...
E nossa transa é assim...
Obscena...
Quente...
Nossa...
#
A dureza com que me olhas,
como quem desvenda todo meu íntimo;
Faz com que eu estremeça
por todas as extremidades.
Faz com que o meu corpo ínfimo
vibre, implore e enlouqueça,
Faz com que minha boca peque
proferindo obscenidades.
#desafio 365/162
como quem desvenda todo meu íntimo;
Faz com que eu estremeça
por todas as extremidades.
Faz com que o meu corpo ínfimo
vibre, implore e enlouqueça,
Faz com que minha boca peque
proferindo obscenidades.
#desafio 365/162
Isso Aqui Meu Senhor é uma Carta ao Amor
Na dobra de um lençol revirado;
3h23 da manhã
Querido Amor,
te escrevo com as mãos frias
e o coração - que te dei - em minhas mãos
(ainda batendo)
às vezes acho que é por você
às vezes acho que é apesar de você
te nomeio querido, porque não sei como se saúda o Amor
e, como se presenteia o Amor?
com flores?
com um olhar em silêncio no ponto do ônibus?
seria com o susto de reconhecer a si mesma em outro corpo?
em outra risada?
em outro abandono?
oi, amor
oi
seria isso?
um aceno?
uma vertigem?
um poema escrito errado?
o seu corpo, Amor
é morno e confuso
é a cama quando ainda tem o cheiro dele
é o braço que aperta quando você diz que vai embora
é o eco de uma risada no caminho do teatro
no dia que você esqueceu de trancar a tristeza do lado de fora
e quando você falta
é como se todo o oxigênio do mundo tivesse voltado pra estrela que pariu isso tudo
a gente ofega, ofende, reza
a gente jura que não vai mais
e vai
e volta
e sangra
sei pouco sobre você
sei que
“um dia” é a sentença da esperança
uma quimera cruel e fria disfarçada de motricidade
e quem diria que “um dia” eu ainda iria a este amor
e que, sem expectativas, um sorriso me atravessaria, surpreendendo meus lábios já tão secos de utopia
agora, tão desprovidos de dignidade
você me quebrou, Amor
me reescreveu sem avisar que ia mudar o enredo
me ensinou que
ninguém ama impunemente,
que o peito é casa mas também é escombro
mesmo assim
mesmo assim
mesmo assim
e talvez só por isso
não sei viver sem você
e essa é a mais triste das verdades
a mais bonita também
sem você eu como
mas não me alimento
respiro
mas não suspiro
ando
mas não chego
você Amor, é incêndio e nascente
é ausência e altar
e eu… sou
essa mulher com olhos cheios de água
pedindo outra vez
para ser acolhida nos seus braços
mesmo sabendo que
você às vezes também não sabe abraçar
nesse dia dos namorados,
te escrevo com tudo que restou
e tudo que falta
Sua sempre,
Sereia
Na dobra de um lençol revirado;
3h23 da manhã
Querido Amor,
te escrevo com as mãos frias
e o coração - que te dei - em minhas mãos
(ainda batendo)
às vezes acho que é por você
às vezes acho que é apesar de você
te nomeio querido, porque não sei como se saúda o Amor
e, como se presenteia o Amor?
com flores?
com um olhar em silêncio no ponto do ônibus?
seria com o susto de reconhecer a si mesma em outro corpo?
em outra risada?
em outro abandono?
oi, amor
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seria isso?
um aceno?
uma vertigem?
um poema escrito errado?
o seu corpo, Amor
é morno e confuso
é a cama quando ainda tem o cheiro dele
é o braço que aperta quando você diz que vai embora
é o eco de uma risada no caminho do teatro
no dia que você esqueceu de trancar a tristeza do lado de fora
e quando você falta
é como se todo o oxigênio do mundo tivesse voltado pra estrela que pariu isso tudo
a gente ofega, ofende, reza
a gente jura que não vai mais
e vai
e volta
e sangra
sei pouco sobre você
sei que
“um dia” é a sentença da esperança
uma quimera cruel e fria disfarçada de motricidade
e quem diria que “um dia” eu ainda iria a este amor
e que, sem expectativas, um sorriso me atravessaria, surpreendendo meus lábios já tão secos de utopia
agora, tão desprovidos de dignidade
você me quebrou, Amor
me reescreveu sem avisar que ia mudar o enredo
me ensinou que
ninguém ama impunemente,
que o peito é casa mas também é escombro
mesmo assim
mesmo assim
mesmo assim
e talvez só por isso
não sei viver sem você
e essa é a mais triste das verdades
a mais bonita também
sem você eu como
mas não me alimento
respiro
mas não suspiro
ando
mas não chego
você Amor, é incêndio e nascente
é ausência e altar
e eu… sou
essa mulher com olhos cheios de água
pedindo outra vez
para ser acolhida nos seus braços
mesmo sabendo que
você às vezes também não sabe abraçar
nesse dia dos namorados,
te escrevo com tudo que restou
e tudo que falta
Sua sempre,
Sereia
#Desafio 157
*Comtemplação*
Quando o sol acordar
e a brisa da manhã
for mais fria,
sentirá correr
um arrepio na espinha.
Um calor
tomará seu corpo.
Cheiros doces,
presença feminina.
Pele quente,
suave, macia…
Cabelos loiros
jogados de lado…
se fosse anjo,
seria pecado.
E você, acordado,
apreciando a vista.
A velocidade
da respiração,
a pele rosada,
feição plácida
dela dormindo,
sonhando…
Marcando
na memória,
do rosto
a expressão…
Contemplação.
E você,
sem notar,
se perceberá
sorrindo.
E aquela sensação
de quem não acredita…
Será que está
dentro de um sonho?
Se for?
Desejará
não acordar.
Vontade incontrolável
de se encaixar.
Penetrar vagaroso,
de conchinha.
Abraçar
como um urso carinhoso.
Ouvir
um gemido-grunhido
de voz feminina
baixinha, suspiros.
E ficar guardado
ali dentro dela,
quietinho, pra sempre…
Até que o mundo acabe
ou ela se acorde,
para acabar
com seus instantes
de sossego.
De ver-viver,
este sonho apaixonado
transformar-se rapidamente
de afeto em corpos suados.
E levar seus desejos
ao ápice a galope,
e exigente,
ordenar a você:
— Não goze!
Ah,
que golpe
de azar
e sorte!
Sentir o desespero
de segurar a explosão
em contrição
desse angelical
e demoníaco ser,
que ama
com a fúria
de um vulcão.
Onde é que você
foi se meter?!
Agora, aguenta.
Ninguém mandou
querer ser meu amor!
MarU
*Comtemplação*
Quando o sol acordar
e a brisa da manhã
for mais fria,
sentirá correr
um arrepio na espinha.
Um calor
tomará seu corpo.
Cheiros doces,
presença feminina.
Pele quente,
suave, macia…
Cabelos loiros
jogados de lado…
se fosse anjo,
seria pecado.
E você, acordado,
apreciando a vista.
A velocidade
da respiração,
a pele rosada,
feição plácida
dela dormindo,
sonhando…
Marcando
na memória,
do rosto
a expressão…
Contemplação.
E você,
sem notar,
se perceberá
sorrindo.
E aquela sensação
de quem não acredita…
Será que está
dentro de um sonho?
Se for?
Desejará
não acordar.
Vontade incontrolável
de se encaixar.
Penetrar vagaroso,
de conchinha.
Abraçar
como um urso carinhoso.
Ouvir
um gemido-grunhido
de voz feminina
baixinha, suspiros.
E ficar guardado
ali dentro dela,
quietinho, pra sempre…
Até que o mundo acabe
ou ela se acorde,
para acabar
com seus instantes
de sossego.
De ver-viver,
este sonho apaixonado
transformar-se rapidamente
de afeto em corpos suados.
E levar seus desejos
ao ápice a galope,
e exigente,
ordenar a você:
— Não goze!
Ah,
que golpe
de azar
e sorte!
Sentir o desespero
de segurar a explosão
em contrição
desse angelical
e demoníaco ser,
que ama
com a fúria
de um vulcão.
Onde é que você
foi se meter?!
Agora, aguenta.
Ninguém mandou
querer ser meu amor!
MarU
Amar
(por incrível que pareça, em mais de 30 anos de poemas, acho que nunca escrevi um poema com esse título...)
Amar é bom
o tempo todo.
Mesmo que não seja real.
Mesmo que não esteja perto
o tempo todo.
Amar é bom
o tempo todo.
Ainda que não se possa
Ainda que não se sinta
Merecedor ou capaz.
Amar é bom
o tempo todo.
E quero sentir a cada momento
E quero ser teu mesmo não sendo,
E quero descobrir como é bom
Amar você
o tempo todo.
(por incrível que pareça, em mais de 30 anos de poemas, acho que nunca escrevi um poema com esse título...)
Amar é bom
o tempo todo.
Mesmo que não seja real.
Mesmo que não esteja perto
o tempo todo.
Amar é bom
o tempo todo.
Ainda que não se possa
Ainda que não se sinta
Merecedor ou capaz.
Amar é bom
o tempo todo.
E quero sentir a cada momento
E quero ser teu mesmo não sendo,
E quero descobrir como é bom
Amar você
o tempo todo.
#Desafio 156
*Dez coisas que adoro em você*
Adoro
seu jeito calmo,
seu olhar cansado,
que sempre fala algo.
Sua boca contida…
Essa sua
cara de “nada”,
de quem tenta disfarçar
a vontade atrevida,
mas não consegue.
Sua voz educada…
e a forma
como você me olha,
quando diz algo,
que só a gente entende.
Adoro a sensação
de formigamento,
que vem me tomando
por dentro,
quando você vem
chegando perto.
Sempre me preparo
para algo…
Nunca sei
o que será!
Adoro quando você
me surpreende…
E depois,
sabendo que
me compreende,
faz esse jogo louco,
de atiçar e soltar,
só pra me fazer
ficar assim…
louca de saudades
e vontades…
Controlando liberdades,
até o momento
de saciarmos de verdade,
tudo o que guardamos
até podermos
estar a sós…
só eu e você.
Quase esqueci de dizer:
— Te adoro!
MarU
*Dez coisas que adoro em você*
Adoro
seu jeito calmo,
seu olhar cansado,
que sempre fala algo.
Sua boca contida…
Essa sua
cara de “nada”,
de quem tenta disfarçar
a vontade atrevida,
mas não consegue.
Sua voz educada…
e a forma
como você me olha,
quando diz algo,
que só a gente entende.
Adoro a sensação
de formigamento,
que vem me tomando
por dentro,
quando você vem
chegando perto.
Sempre me preparo
para algo…
Nunca sei
o que será!
Adoro quando você
me surpreende…
E depois,
sabendo que
me compreende,
faz esse jogo louco,
de atiçar e soltar,
só pra me fazer
ficar assim…
louca de saudades
e vontades…
Controlando liberdades,
até o momento
de saciarmos de verdade,
tudo o que guardamos
até podermos
estar a sós…
só eu e você.
Quase esqueci de dizer:
— Te adoro!
MarU
O silêncio
é insurdecedor.
É a presença
da sua ausência
que preenche tudo aqui
Implicando dor imensa
que se propaga por todo o vazio
Ricocheteando pelas paredes
deste oco espaço, onde
a pouco abrigava
os nossos afetos afoitos;
carícias, pegadas e coitos.
O som firme e suave da sua voz
ainda me mantém segura;
mas meu amor,
essa saudade que me sufoca...
para ela
não há cura.
#desafio 365/161
é insurdecedor.
É a presença
da sua ausência
que preenche tudo aqui
Implicando dor imensa
que se propaga por todo o vazio
Ricocheteando pelas paredes
deste oco espaço, onde
a pouco abrigava
os nossos afetos afoitos;
carícias, pegadas e coitos.
O som firme e suave da sua voz
ainda me mantém segura;
mas meu amor,
essa saudade que me sufoca...
para ela
não há cura.
#desafio 365/161