Porque o dia
é a junção entre o anseio
por se sentir vivo
e a vontade de desaparecer.
O que irá prevalecer?
#desafio 365/130
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Eder B. Jr.
Meu amor,
Eu procurei palavras
que expressassem
a grandeza do teu ser
Mas meu bem,
eu não encontrei
algo para descrever
A beleza do espetáculo
que é ser
Você.
#desafio 365/131
Eu procurei palavras
que expressassem
a grandeza do teu ser
Mas meu bem,
eu não encontrei
algo para descrever
A beleza do espetáculo
que é ser
Você.
#desafio 365/131
Escrevo versos
como quem brinca
Um ponto aqui
Um ponto lá
Uma palavra boa
Para rimar
Junta tudo e
"Tcharam!"
Se você sorriu
A poesia tá pronta.
#desafio 365/132
como quem brinca
Um ponto aqui
Um ponto lá
Uma palavra boa
Para rimar
Junta tudo e
"Tcharam!"
Se você sorriu
A poesia tá pronta.
#desafio 365/132
#Desafio 134
Cárcere Desejado
Espelho
do meu infinito:
Amo-te
com a serenidade
de quem sabe
e a vertigem
de quem se perde.
Sou.
E, sendo,
desdobro-me
em mil versões
que só tua presença
desnuda.
Mais madura
ainda crua ao toque
tocada
pela ternura nos teus olhos
quando me vês
sem defesa.
Teu amor:
cela e céu.
Me aprisiona em liberdade,
me solta
com algemas
de vento.
Te pertenço
como a noite
pertence ao delírio:
Entregue, escura, eterna.
Crs Ribeiro
Cárcere Desejado
Espelho
do meu infinito:
Amo-te
com a serenidade
de quem sabe
e a vertigem
de quem se perde.
Sou.
E, sendo,
desdobro-me
em mil versões
que só tua presença
desnuda.
Mais madura
ainda crua ao toque
tocada
pela ternura nos teus olhos
quando me vês
sem defesa.
Teu amor:
cela e céu.
Me aprisiona em liberdade,
me solta
com algemas
de vento.
Te pertenço
como a noite
pertence ao delírio:
Entregue, escura, eterna.
Crs Ribeiro
O abraço
Vem. Me abraça.
Me faça sentir-me perto.
Um aperto de mãos da alma,
Que acalma, que acalma...
Vem. Me abraça.
Amassa, com seus braços delicados,
Meus pecados; me acolhe em tuas melenas
Em tuas mãos pequenas, morenas...
Vem. Me abraça.
Me enlaça como um casulo
E em teu ósculo quero me afogar,
Neste mar, a te amar!...
Vem. Me abraça.
Me faça sentir-me perto.
Um aperto de mãos da alma,
Que acalma, que acalma...
Vem. Me abraça.
Amassa, com seus braços delicados,
Meus pecados; me acolhe em tuas melenas
Em tuas mãos pequenas, morenas...
Vem. Me abraça.
Me enlaça como um casulo
E em teu ósculo quero me afogar,
Neste mar, a te amar!...
Estamos mais perto do que nunca.
O cheiro doce exala da sua pele.
Posso sentir seu coração.
Ouço-o batendo, pulsando, me chamando.
Olho em seus olhos, profundos, selvagens.
Sinto que posso penetrar sua alma.
Sinto o calor crescendo em seu corpo,
e no meu.
Estamos tão perto...
O cheiro doce exala da sua pele.
Posso sentir seu coração.
Ouço-o batendo, pulsando, me chamando.
Olho em seus olhos, profundos, selvagens.
Sinto que posso penetrar sua alma.
Sinto o calor crescendo em seu corpo,
e no meu.
Estamos tão perto...
Guardei o silêncio e perdi o seu beijo.
Tranquei seu amor no peito e, hoje, ganhei a solidão que me aprisiona.
No fim, só existo em corpo, pois a alma... a minha, vagueia buscando se libertar de você.
Rafael Araújo
Tranquei seu amor no peito e, hoje, ganhei a solidão que me aprisiona.
No fim, só existo em corpo, pois a alma... a minha, vagueia buscando se libertar de você.
Rafael Araújo
Lá vai um poema.
Não tem nome nem rima.
E só vou postar porque uma IA amiga minha me disse que é muito bom (é claro, duvido muito, mas IAs sempre estão querendo nos bajular e agradar).
Lá vai:
Sou um bom leitor de almas,
Dos que lêem nas entrelinhas.
Não faço questão de me meter,
Mas estou aqui, sempre, a observar.
Guardo nos olhos palavras perdidas
De amigos, amigas e desconhecidos;
Sem opiniões nem julgamentos,
Lendo as mentes e mentiras mal-contadas.
Sou um bom leitor, só não pareço.
Não me exibo nem me mostro.
Prefiro as sombras dos cantos humanos,
De onde posso observar sem ser visto.
E, de ler almas e mentes,
De criar conexões e intimidades,
Me torno invisível e confiável,
Como todo amante deve ser.
E de ser amante dos seres humanos,
Crio-os, eu próprio, nos contos,
Detalho-os, moldo-os, e submeto
Às minhas vontades, suas psiquês imperfeitas.
Eis a vida de um escritor: amar uma Você imaginária,
Sem coragem de me expor, ou de tirar-te do papel,
Amar alguém que não existe,
Imaginando ser feliz e completo.
Eis, pois, a mim: um desconhecido invisível,
Amador de pessoas que não conheço.
Criador de cenários e histórias felizes,
Onde podem coexistir o Eu e o Você.
Não tem nome nem rima.
E só vou postar porque uma IA amiga minha me disse que é muito bom (é claro, duvido muito, mas IAs sempre estão querendo nos bajular e agradar).
Lá vai:
Sou um bom leitor de almas,
Dos que lêem nas entrelinhas.
Não faço questão de me meter,
Mas estou aqui, sempre, a observar.
Guardo nos olhos palavras perdidas
De amigos, amigas e desconhecidos;
Sem opiniões nem julgamentos,
Lendo as mentes e mentiras mal-contadas.
Sou um bom leitor, só não pareço.
Não me exibo nem me mostro.
Prefiro as sombras dos cantos humanos,
De onde posso observar sem ser visto.
E, de ler almas e mentes,
De criar conexões e intimidades,
Me torno invisível e confiável,
Como todo amante deve ser.
E de ser amante dos seres humanos,
Crio-os, eu próprio, nos contos,
Detalho-os, moldo-os, e submeto
Às minhas vontades, suas psiquês imperfeitas.
Eis a vida de um escritor: amar uma Você imaginária,
Sem coragem de me expor, ou de tirar-te do papel,
Amar alguém que não existe,
Imaginando ser feliz e completo.
Eis, pois, a mim: um desconhecido invisível,
Amador de pessoas que não conheço.
Criador de cenários e histórias felizes,
Onde podem coexistir o Eu e o Você.
Você não precisa escrever como ninguém.
O mundo já tem o bastante de “cópias que vendem”.
O que falta são palavras que fazem sentir.
Livros que têm alma.
E histórias que não pedem permissão pra existir.
No Literunico, não se escreve pra ser aprovado.
Se publica pra multiplicar o dividir.
Se você carrega mundos na cabeça e verdades (ou ficções) na alma,
vem transformar isso em literatura.
A escrita não é um dom. É um incêndio.
E a gente preza por espalhar o combustível.
#EscrevaSemFiltro
O mundo já tem o bastante de “cópias que vendem”.
O que falta são palavras que fazem sentir.
Livros que têm alma.
E histórias que não pedem permissão pra existir.
No Literunico, não se escreve pra ser aprovado.
Se publica pra multiplicar o dividir.
Se você carrega mundos na cabeça e verdades (ou ficções) na alma,
vem transformar isso em literatura.
A escrita não é um dom. É um incêndio.
E a gente preza por espalhar o combustível.
#EscrevaSemFiltro
Reborn
(Um poema disforme, sem métrica nem pé nem cabeça. Mais ou menos como anda o mundo.)
Crianças que querem brincar de adulto;
Em seu mundo de faz-de-conta, a arrumar a cama,
A fazer comidinha, servindo à boneca que reclama,
A fazer comprinhas ou namorar um amigo oculto.
A brincar de carrinho - Vruum! Vruum!
Ou a brincar de guerra - Ratatatá!
A brincar de médico, que irá curar
Doenças imaginárias, sem temor algum.
Crianças que já se imaginam crescidas:
Racionalizando conversas e fingindo estudo,
Se metendo em assuntos sérios e querendo saber tudo,
Achando-se senhoras das suas próprias vidas.
Adultos que querem brincar de criança;
Procrastinando leituras e estudos mais,
Indo-e-vindo em Uber, sentados no banco de trás,
Reclamando de como dirigir todo dia cansa.
A escolher matar e morrer em guerras reais,
a fugir de decisões pelas quais se é responsável,
A viver como se tudo fosse permitido e descartável,
A tratar como brincadeiras suas doenças mentais.
Buscando prazer num estranho para trair seu par,
Fugindo das responsabilidades, em busca de diversão;
A gastar mais do que pode, e estourar o cartão,
A procurar o colo de um pai que já não vai voltar.
Crianças maduras, adultos infantis; buscando o que os torne
O ideal do outro, abandonando o que não lhes agrada,
E dedicando-se a uma vida que se resume a nada:
Amores fake, vidas plásticas, sensações vazias, bebês reborn.
(Um poema disforme, sem métrica nem pé nem cabeça. Mais ou menos como anda o mundo.)
Crianças que querem brincar de adulto;
Em seu mundo de faz-de-conta, a arrumar a cama,
A fazer comidinha, servindo à boneca que reclama,
A fazer comprinhas ou namorar um amigo oculto.
A brincar de carrinho - Vruum! Vruum!
Ou a brincar de guerra - Ratatatá!
A brincar de médico, que irá curar
Doenças imaginárias, sem temor algum.
Crianças que já se imaginam crescidas:
Racionalizando conversas e fingindo estudo,
Se metendo em assuntos sérios e querendo saber tudo,
Achando-se senhoras das suas próprias vidas.
Adultos que querem brincar de criança;
Procrastinando leituras e estudos mais,
Indo-e-vindo em Uber, sentados no banco de trás,
Reclamando de como dirigir todo dia cansa.
A escolher matar e morrer em guerras reais,
a fugir de decisões pelas quais se é responsável,
A viver como se tudo fosse permitido e descartável,
A tratar como brincadeiras suas doenças mentais.
Buscando prazer num estranho para trair seu par,
Fugindo das responsabilidades, em busca de diversão;
A gastar mais do que pode, e estourar o cartão,
A procurar o colo de um pai que já não vai voltar.
Crianças maduras, adultos infantis; buscando o que os torne
O ideal do outro, abandonando o que não lhes agrada,
E dedicando-se a uma vida que se resume a nada:
Amores fake, vidas plásticas, sensações vazias, bebês reborn.