Aos Seus Pés (22/11/23 - 14:03)
Aos seus pés,
Me encontro...
Devoto...
Inerte...
Admirando,
A beleza e o contorno de seus pés...
As unhas bem feitas,
Num tom rubro esmaltado...
Encanta-me!
Deixando-me rígido diante desta visão...
Acaricio aqueles pés...
Massageando-os...
Minhas mãos percorrendo cada centímetro...
Movimentos que vão e vêm...
Circulares...
Sentindo...
Deslizando...
Escuto-a suspirar...
Relaxada...
Envolvida...
Num rompante silencioso...
Seu pé livre começa a roçar meu membro duro...
Subindo e descendo...
As pontas de seus dedos percorrendo minha barriga...
Indo em direção ao meu peito...
Me empurrando de costas ao chão...
Tirando de mim um gemido de excitação...
Deitado no chão, sendo pisado por ela...
Contemplo a visão exuberante dela nua,
E soberana...
Imponente sobre mim...
Raramente gosto de me sentir assim,
Dominado...
Mas confesso que estar sob os seus pés é prazeroso.
Me olhando com olhar triunfante,
Ela monta em mim de forma veloz...
Pronta para saciar sua vontade,
Senta em mim...
Em minha masculinidade ereta,
Penetrando-me profundamente...
Gemendo e sorrindo de prazer...
Cavalga-me como uma amazona feroz,
Poderosa e no controle,
Coloca seus pés agora sobre meu rosto...
Envolvido e dominado,
Dou mordidas em seus dedos...
Sugando...
Chupando...
Beijando...
É entorpecente a sensação...
Quase explodo de tesão...
Mas resisto!!!
Rebolando seu quadril com vontade,
Convidando-me a intensificar as minhas estocadas...
Em riste,
Vou mais fundo,
Sentindo sua umidade e calor mais internos...
Ela ri extasiada...
Sinto os espasmos de seu corpo,
Minhas mãos em sua cintura acompanhando seu ritmo...
Sinto a nossa troca de fluidos e energia,
Unindo-nos em uma sincronia,
A energia que nos cerca,
Percorre o seu corpo como correntes elétricas,
Saindo de si, atravessando todo o meu corpo...
Uma completa sintonia.
Após intensos minutos de prazer,
Ela estremece,
Desfalecendo sobre mim,
Ainda com os pés entre meus lábios...
Os beijando,
Não me seguro mais,
E explodo em gozo farto em seu interior...
Ofegantes, ficamos ali no chão...
E eu com a eminente certeza,
De que é ali,
Que sempre vou querer estar...
Aos seus pés....
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Eder B. Jr.
Lembrando que esse capítulo é ainda um rascunho e pode ser alterado, boa leitura meus amores ♥️
Hoje eu me fartei de você,
Ao comer-te, pelas beiras,
Sem que se desse conta,
De que meu olhar, passeava em ti, te bebia.
Hoje eu me fartei.
Fartei meus olhos,
Fartei minha boca e que castigo,
De beber-te de mansinho, a súplica no olhar. No meu olhar.
A dor que eu tinha,
Pela falta do teu toque.
Hoje eu me fartei, da tua sapiência, da cor da tua pele suada, da tua conversa marcada, cheia de saberes novos, que você quis me contar.
Eu me fartei e me fartarei aos pouquinhos, para que o nosso carinho, nunca possa nos faltar.
Que esse amor, perdure a vida inteira, pra de você, eu possa faceira, todo dia, me fartar!
Eliz Leão
Ao comer-te, pelas beiras,
Sem que se desse conta,
De que meu olhar, passeava em ti, te bebia.
Hoje eu me fartei.
Fartei meus olhos,
Fartei minha boca e que castigo,
De beber-te de mansinho, a súplica no olhar. No meu olhar.
A dor que eu tinha,
Pela falta do teu toque.
Hoje eu me fartei, da tua sapiência, da cor da tua pele suada, da tua conversa marcada, cheia de saberes novos, que você quis me contar.
Eu me fartei e me fartarei aos pouquinhos, para que o nosso carinho, nunca possa nos faltar.
Que esse amor, perdure a vida inteira, pra de você, eu possa faceira, todo dia, me fartar!
Eliz Leão
#Desafio 105
Epitáfio do Amor que não Queimou
Silêncio.
O amor está sendo velado.
Tenham respeito,
era um nobre sentimento.
Tão honrado,
não ousou desejá-la como merecia.
Tão terno,
não a queimou como deveria.
Tão respeitoso,
não a tocou como carecia.
Como verso vazio,
matou a poesia.
Afogou-se no mar da rotina.
Ainda tentou se salvar, é verdade.
Mas era tarde.
Sem bote.
Sem sorte.
Sem tempo.
Um último suspiro.
A luz se apagou.
O coração, não mais…
Ore por sua alma.
Mas, por favor,
não sinta saudade.
Ele já perecia.
Que um sonho novo se faça
das cinzas que espalho agora.
O solo ainda pulsa,
fértil,
fecundo
a toda afeição
desse mundo.
Crs Ribeiro
Epitáfio do Amor que não Queimou
Silêncio.
O amor está sendo velado.
Tenham respeito,
era um nobre sentimento.
Tão honrado,
não ousou desejá-la como merecia.
Tão terno,
não a queimou como deveria.
Tão respeitoso,
não a tocou como carecia.
Como verso vazio,
matou a poesia.
Afogou-se no mar da rotina.
Ainda tentou se salvar, é verdade.
Mas era tarde.
Sem bote.
Sem sorte.
Sem tempo.
Um último suspiro.
A luz se apagou.
O coração, não mais…
Ore por sua alma.
Mas, por favor,
não sinta saudade.
Ele já perecia.
Que um sonho novo se faça
das cinzas que espalho agora.
O solo ainda pulsa,
fértil,
fecundo
a toda afeição
desse mundo.
Crs Ribeiro
#Dia 308
Arrebatamento
Chegou qual vendaval sem advertência,
Trazendo o fôlego em contravenção.
Desfez da calma, sua tênue resistência,
E impôs-se ao pulso tal exaltação.
O olhar perdeu-se em luz vertiginosa,
A fala cedeu à combustão do afeto.
Arrebatada a mente tumultuosa,
Qual lâmina de ardor em peito aberto.
Não fora amor, tampouco só delírio,
Mas algo entre o excesso e o esplendor.
Um êxtase que, sendo quase empírio,
Roubou uma alma e a devolveu com cor.
E ao fim, jazendo brando, exaurido
Restou-lhe apenas sombras da dor.
Eder B. Jr.
Arrebatamento
Chegou qual vendaval sem advertência,
Trazendo o fôlego em contravenção.
Desfez da calma, sua tênue resistência,
E impôs-se ao pulso tal exaltação.
O olhar perdeu-se em luz vertiginosa,
A fala cedeu à combustão do afeto.
Arrebatada a mente tumultuosa,
Qual lâmina de ardor em peito aberto.
Não fora amor, tampouco só delírio,
Mas algo entre o excesso e o esplendor.
Um êxtase que, sendo quase empírio,
Roubou uma alma e a devolveu com cor.
E ao fim, jazendo brando, exaurido
Restou-lhe apenas sombras da dor.
Eder B. Jr.
Calada, te dispo com o olhar.
Minha imaginação voa,
Semeia, regando essa carne,
Antes tão árida, solitária,
Agora, transformada em um lindo oásis.
Tua pele de reentrâncias,
Protuberâncias,
Toma a minha,
Fazendo nuances,
De arrepios e calor.
Quero, provar do teu doce salgado,
Do teu gemido, gritado,
Da tua ondulação em mim.
Pisco, e meu prazer te molha,
Tornando o teu,
O gozo que reflete o meu.
Eliz Leão
Minha imaginação voa,
Semeia, regando essa carne,
Antes tão árida, solitária,
Agora, transformada em um lindo oásis.
Tua pele de reentrâncias,
Protuberâncias,
Toma a minha,
Fazendo nuances,
De arrepios e calor.
Quero, provar do teu doce salgado,
Do teu gemido, gritado,
Da tua ondulação em mim.
Pisco, e meu prazer te molha,
Tornando o teu,
O gozo que reflete o meu.
Eliz Leão
Está no ar a nossa terceira edição do newsletter!
Último lançamento do Selo Literunico : "Um Jardim em Mim" da Jusley Naiane ,
link para você adquirir o seu:
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E se eu me assumir um homem triste, engraçado
será que viverei melhor
o solitário alado
voa entre os sorrisos
Edu Liguori
será que viverei melhor
o solitário alado
voa entre os sorrisos
Edu Liguori
Cansada da minh'alma quebrada
Arquejante, sussurrante,
Que me acorda às três da madrugada.
Que grita e vocifera,
Todas as dores que passeiam por mim.
Cansada, da culpa, da raiva
De tudo que impõe à minha vida,
Feminina?
Como devo vestir,
Quando chorar,
Como me portar.
Cansada do tudo que enfiaram comigo, dentro de uma caixa, fechada, quadrada, apertada,me impedindo o crescimento,
Que me imputaram, como sendo meu, sendo eu...
Cansada do rosa, do azul, do pseudo conhecimento, que de conhecimento não tem nada, além de achismos.
Cansada dos julgamentos,
Os quais ignoro, pois eles não pagam minha janta.
Cansada dos olhares, que me transformaram em apenas carne, pra ser vista e consumida.
Apenas um produto, para dar prazer, nunca receber, e se eu não tiver, ou não der, a culpa ainda é minha.
E seguem incólumes, todos eles, cometendo seus crimes nas nossas carnes, nas nossas custas, até nossa morte.
Eu morri a primeira vez, aos seis anos.
A quem eu quis seduzir...?!
O ódio consome, a única saída é a revanche?
Eliz Leão
Arquejante, sussurrante,
Que me acorda às três da madrugada.
Que grita e vocifera,
Todas as dores que passeiam por mim.
Cansada, da culpa, da raiva
De tudo que impõe à minha vida,
Feminina?
Como devo vestir,
Quando chorar,
Como me portar.
Cansada do tudo que enfiaram comigo, dentro de uma caixa, fechada, quadrada, apertada,me impedindo o crescimento,
Que me imputaram, como sendo meu, sendo eu...
Cansada do rosa, do azul, do pseudo conhecimento, que de conhecimento não tem nada, além de achismos.
Cansada dos julgamentos,
Os quais ignoro, pois eles não pagam minha janta.
Cansada dos olhares, que me transformaram em apenas carne, pra ser vista e consumida.
Apenas um produto, para dar prazer, nunca receber, e se eu não tiver, ou não der, a culpa ainda é minha.
E seguem incólumes, todos eles, cometendo seus crimes nas nossas carnes, nas nossas custas, até nossa morte.
Eu morri a primeira vez, aos seis anos.
A quem eu quis seduzir...?!
O ódio consome, a única saída é a revanche?
Eliz Leão
#Desafio 102
E se, de repente
tudo
se alinhasse?
E a estrada, ainda enevoada
te trouxesse sorrindo
devagar
pro lado de cá
de mim?
Se o trem
parasse de trepidar
e corresse sereno:
leve
livre
pelos trilhos
(en)fim?
E a paz
toda perspicaz
descobrisse
o caminho certo
de morar
em mim?
Eu sorriria
contente
dispensando lógica
toda displicente…
Amar
e ser amada
sem travas,
sem travessias.
Acordada
sonharia
que esse amor
abrasante
forte
fundo:
sol depois da tempestade
nunca,
nunca
jamais
tivesse fim.
Crs Ribeiro
E se, de repente
tudo
se alinhasse?
E a estrada, ainda enevoada
te trouxesse sorrindo
devagar
pro lado de cá
de mim?
Se o trem
parasse de trepidar
e corresse sereno:
leve
livre
pelos trilhos
(en)fim?
E a paz
toda perspicaz
descobrisse
o caminho certo
de morar
em mim?
Eu sorriria
contente
dispensando lógica
toda displicente…
Amar
e ser amada
sem travas,
sem travessias.
Acordada
sonharia
que esse amor
abrasante
forte
fundo:
sol depois da tempestade
nunca,
nunca
jamais
tivesse fim.
Crs Ribeiro