o vento nas folhas
memórias
de tão embaralhadas
inventam histórias
fantasia-se o doce
peneira-se a lembrança
os dias mortos
entre britas
cintilam auríferos
calendários despidos
bem-me-quer
mal-me-quer
as folhas desmembram
o outono prepara o inverno
as primaveras correm
atrás do trem.
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Eder B. Jr.
Aos poucos as palavras vão sumindo
E os gritos, abandonados, silenciando
A luz lá no alto, reduziu-se a uma pequena partícula
No fundo do poço, as paredes aparentam ser mais íngremes
As mãos, da ajuda, não alcançam tal profundidade
E as cordas jogadas, não passam apenas de cordas jogadas
A água já chegou na altura do peito
E o corpo submerso não reconhece mais o afeto
Afogado o instante, em instantes será esquecido
O estandarte abandonado, já era bagagem em excesso
Um rescaldo do mais negro cinza que finalmente encontrou um repouso
Uma palavra, não mais palavra… Agora uma mancha, que sobrou na borracha
...
E os gritos, abandonados, silenciando
A luz lá no alto, reduziu-se a uma pequena partícula
No fundo do poço, as paredes aparentam ser mais íngremes
As mãos, da ajuda, não alcançam tal profundidade
E as cordas jogadas, não passam apenas de cordas jogadas
A água já chegou na altura do peito
E o corpo submerso não reconhece mais o afeto
Afogado o instante, em instantes será esquecido
O estandarte abandonado, já era bagagem em excesso
Um rescaldo do mais negro cinza que finalmente encontrou um repouso
Uma palavra, não mais palavra… Agora uma mancha, que sobrou na borracha
...
Abre… mais um pouco.
Quero te ver inteira antes dos meus dedos te tomarem.
Quero te devorar no desejo de te possuir por completo,
chupar cada parte tua, te fazer minha.
Vem… chega mais perto.
Roça teus seios nos meus,
se exibe como quem quer ser comprada.
E eu compro, recompro, te uso inteira.
Se expõe… deixa minha língua passear por ti
orelha, pescoço, barriga…
Buceta e cu ao meu dispor, abertos para mim.
Te chupar, te explorar sem pressa, em cada detalhe,
te preencher entre dedos e entradas,
te fazer gemer, gozar, implorar,
ajoelhada entre minhas pernas, pedindo mais.
E eu te dou.
Te prendo pelos cabelos, puxo tua boca para a minha,
me esfrego em ti, sinto teu calor, teu gosto, tua entrega.
Te viro de bruços, te seguro firme,
te faço sentir cada investida, cada estremecer,
te afundo contra mim até que não haja mais nada
somos só pele, suor e tesão.
Te faço perder a noção do tempo,
te deixo marcada nos lençóis, nas paredes,
no meu corpo.
E quando acha que terminou,
te puxo de volta,
porque ainda não tive o bastante.
Quero mais…
Quero te ver inteira antes dos meus dedos te tomarem.
Quero te devorar no desejo de te possuir por completo,
chupar cada parte tua, te fazer minha.
Vem… chega mais perto.
Roça teus seios nos meus,
se exibe como quem quer ser comprada.
E eu compro, recompro, te uso inteira.
Se expõe… deixa minha língua passear por ti
orelha, pescoço, barriga…
Buceta e cu ao meu dispor, abertos para mim.
Te chupar, te explorar sem pressa, em cada detalhe,
te preencher entre dedos e entradas,
te fazer gemer, gozar, implorar,
ajoelhada entre minhas pernas, pedindo mais.
E eu te dou.
Te prendo pelos cabelos, puxo tua boca para a minha,
me esfrego em ti, sinto teu calor, teu gosto, tua entrega.
Te viro de bruços, te seguro firme,
te faço sentir cada investida, cada estremecer,
te afundo contra mim até que não haja mais nada
somos só pele, suor e tesão.
Te faço perder a noção do tempo,
te deixo marcada nos lençóis, nas paredes,
no meu corpo.
E quando acha que terminou,
te puxo de volta,
porque ainda não tive o bastante.
Quero mais…
Quantos furacões
cabem em uma
única cabeleira
entre fios de cobre
as esmeraldas
e um rubi escarlate
composição do ar
que venta e arrasta
tudo ao seu redor
capturado e rendido
o poeta voa aos céus
rodopiando entregue
chegou a estação
a era dos sonhos
tempo de ventanias
Edu Liguori
cabem em uma
única cabeleira
entre fios de cobre
as esmeraldas
e um rubi escarlate
composição do ar
que venta e arrasta
tudo ao seu redor
capturado e rendido
o poeta voa aos céus
rodopiando entregue
chegou a estação
a era dos sonhos
tempo de ventanias
Edu Liguori
Sobre O Que Escrever? (21/02/24 – 11:44)
Eu queria escrever sobre saudade…
Como ela me invade o peito…
Como ela me joga na cama…
Repleto de drama…
De choro…
Lágrimas sem fim…
Queria escrever sobre a saudade…
Que sinto…
Que carrego no peito.
Mas não consigo…
Então,
Tentei falar sobre liberdade…
Livre estou?
Quem disse?
Quem pensou?
Mentiu…
Meu coração retrucou.
Não és livre.
Está preso…
Preso a um sentimento que não te larga.
Aprisionado a uma memória que não se ausenta.
Está sempre lá,
Em seu pensamento.
Gritou em batidas ritmadas o senhor da emoção.
Do que escreverei então?
Se de saudade não consigo…
De liberdade estou impedido,
Por não saber o que é isso.
O que me resta para ser inspiração?
A motivação de meus versos intensos…
Minhas poesias sem estruturas definidas…
Sem padrões literários pré-estabelecidos.
Apenas minhas escritas.
Minha arte.
Perguntei…
Sobre o que irei falar?
Apaixonado estás…
Fale de seu amor…
Não há quem resista a uma bela história de amar.
Quer assunto para escrever?
Que tal este?
Então escrevo…
Do que está cheio meu coração.
Um amor sem medidas…
Sem fim.
Pura intensidade.
Escreverei sobre esse tal de amor.
Seja ele qual for...
Eu queria escrever sobre saudade…
Como ela me invade o peito…
Como ela me joga na cama…
Repleto de drama…
De choro…
Lágrimas sem fim…
Queria escrever sobre a saudade…
Que sinto…
Que carrego no peito.
Mas não consigo…
Então,
Tentei falar sobre liberdade…
Livre estou?
Quem disse?
Quem pensou?
Mentiu…
Meu coração retrucou.
Não és livre.
Está preso…
Preso a um sentimento que não te larga.
Aprisionado a uma memória que não se ausenta.
Está sempre lá,
Em seu pensamento.
Gritou em batidas ritmadas o senhor da emoção.
Do que escreverei então?
Se de saudade não consigo…
De liberdade estou impedido,
Por não saber o que é isso.
O que me resta para ser inspiração?
A motivação de meus versos intensos…
Minhas poesias sem estruturas definidas…
Sem padrões literários pré-estabelecidos.
Apenas minhas escritas.
Minha arte.
Perguntei…
Sobre o que irei falar?
Apaixonado estás…
Fale de seu amor…
Não há quem resista a uma bela história de amar.
Quer assunto para escrever?
Que tal este?
Então escrevo…
Do que está cheio meu coração.
Um amor sem medidas…
Sem fim.
Pura intensidade.
Escreverei sobre esse tal de amor.
Seja ele qual for...
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A única regra é indicar uma publicação de alguém de quem gostou, e não a sua própria.
A única regra é indicar uma publicação de alguém de quem gostou, e não a sua própria.
Ah, aquela mulher/menina
Tão cheia de emoções
A vida é toda ela
O brilho é todo dela
Transpira alegria, choro, belezas.
Exulta, grita, divina.
Furacão em movimento,
Vive de abraços, beijos, sorrisos e acolhimento.
Tua sina é encantar.
Risos soltos, loucos
Brisa que leva a voz doce, cristalina.
Onde toca, essa menina, florescerá.
Sente tudo, a dona do amar, do ser, engrandecer, ela vive mais que viver, ela inspira, alegria, felicidade, força vitalícia, ela é Mar!
Com toda a motriz, que a guia, ela amanhece o dia, ela é aMar.
Eliz Leão
Para @MarU
Feliz aniversário.
Tão cheia de emoções
A vida é toda ela
O brilho é todo dela
Transpira alegria, choro, belezas.
Exulta, grita, divina.
Furacão em movimento,
Vive de abraços, beijos, sorrisos e acolhimento.
Tua sina é encantar.
Risos soltos, loucos
Brisa que leva a voz doce, cristalina.
Onde toca, essa menina, florescerá.
Sente tudo, a dona do amar, do ser, engrandecer, ela vive mais que viver, ela inspira, alegria, felicidade, força vitalícia, ela é Mar!
Com toda a motriz, que a guia, ela amanhece o dia, ela é aMar.
Eliz Leão
Para @MarU
Feliz aniversário.
Ela foi o impacto na nossa vida,
Amiga.
A pessoa certa e exata
que a gente precisava
pra entender, aprender,
conhecer.
Veio como onda serena
num mar em fúria —
e nos ensinou a boiar,
a respirar mesmo quando
o mundo parecia afogar.
"Imarginação",
Em espuma e sal,
da voz que acalma a tempestade,
de abraço que é cais,
de presença que é farol.
De Marte ou de Vênus,
Distantes planetas
Alma que reluz
Não importa os locais
mas sem tanto faz
Marcantes seus fatos
de risos, partilhas,
de poesias profundas,
Mesmo se comedidas
Sem se afogar
abrigo e correnteza,
presente e espaço,
Agora, Marge é ocê
oceanonós
marés da lembrança,
conchas de memória,
reflexos de sol
que ainda dançam sobre
as águas cristalinas
Porque quem é mar
não limita:
transborda.
Eder B. Jr.
Parabéns, @MarU
Amiga.
A pessoa certa e exata
que a gente precisava
pra entender, aprender,
conhecer.
Veio como onda serena
num mar em fúria —
e nos ensinou a boiar,
a respirar mesmo quando
o mundo parecia afogar.
"Imarginação",
Em espuma e sal,
da voz que acalma a tempestade,
de abraço que é cais,
de presença que é farol.
De Marte ou de Vênus,
Distantes planetas
Alma que reluz
Não importa os locais
mas sem tanto faz
Marcantes seus fatos
de risos, partilhas,
de poesias profundas,
Mesmo se comedidas
Sem se afogar
abrigo e correnteza,
presente e espaço,
Agora, Marge é ocê
oceanonós
marés da lembrança,
conchas de memória,
reflexos de sol
que ainda dançam sobre
as águas cristalinas
Porque quem é mar
não limita:
transborda.
Eder B. Jr.
Parabéns, @MarU
* HeartStone
Dá-me uma razão.
Dá-me um segundo.
Dá-me uma oportunidade.
Dá-me a fé
O que eu preciso
Dá-me uma pedra no coração
Dá-me uma nova canção
Diz-me a verdade.
E dá-me a fé
O que eu preciso
Na maioria destes casos, estou certo, eu sou feito
E todos esses gostos, não satisfeito, eu vou (2x)
Eu coloquei a pedra velha no lugar
Eu senti-o mais
[interlúdio]
Dá-me um sabor
Dá-me um cheiro nascido
Dá-me uma piscina para dançar
E dá-me a fé
O que posso fazer?
Traz-me uma âncora.
Para segurar os meus passos errados
Para assinar o meu certificado de estupidez
E dá-me a fé
O que mais posso fazer?
Na maioria destes casos, estou certo, eu sou feito
E todos esses gostos, não satisfeito, eu vou (2x)
Eu coloquei a pedra velha no lugar
Eu senti-o mais
se alguém pode fazer melhor
Mostre-me como agir
Segurando o peso
Da minha velha pedra do coração
Dá-me uma razão.
Dá-me um segundo.
Dá-me uma oportunidade.
Dá-me a fé
O que eu preciso
Dá-me uma pedra no coração
Dá-me uma nova canção
Diz-me a verdade.
E dá-me a fé
O que eu preciso
Na maioria destes casos, estou certo, eu sou feito
E todos esses gostos, não satisfeito, eu vou (2x)
Eu coloquei a pedra velha no lugar
Eu senti-o mais
[interlúdio]
Dá-me um sabor
Dá-me um cheiro nascido
Dá-me uma piscina para dançar
E dá-me a fé
O que posso fazer?
Traz-me uma âncora.
Para segurar os meus passos errados
Para assinar o meu certificado de estupidez
E dá-me a fé
O que mais posso fazer?
Na maioria destes casos, estou certo, eu sou feito
E todos esses gostos, não satisfeito, eu vou (2x)
Eu coloquei a pedra velha no lugar
Eu senti-o mais
se alguém pode fazer melhor
Mostre-me como agir
Segurando o peso
Da minha velha pedra do coração