Quanto tempo temos nós?
Talvez o bastante,
e ainda assim muito pouco!
Um tanto e um bocado,
uma pitada e um punhado,
dissolvendo em calda
no caldeirão
de calendários...
Quarenta e sete
é um número modesto,
em que já coube
muitas vidas.
Mas o amor ainda
transborda!
O esperançar
escorre leve,
de cabeça erguida
e peito aberto!
Ainda há muita calda
para entornar,
adoçar
e celebrar,
com as melhores
companhias
(e companheira)
dos sonhos
e do mundo!
Alberto Busquets.
#Desafio 026
@MarU
Mar.U
380
posts
58
Seguidores
48
Seguindo
Séries por #
@Sjangelsautora
sj Angels
@liria
Líria Azevedo
@egdsx
Emmanuel Gomes
@jotorquato
Josué Pereira Torquato
@alexsander-oliveira-g00U8
Alexsander Oliveira
@karen622
Karen Kazumi de Souza Moraes Yoritoni
@cynthiabrum
Cynthia Brum
@jjr
Jason Da Silva Cajazeira Junior
@francisco579
Francisco Calmon
@MiguelSoares
Luis Miguel Soares dos Santos
@danielmareis
Maria Danielma dos Santos Reis
@robsonmachado
Robson Luiz Fernandes Machado
@louaguillarautora
Louisa Aguillar
@projvts
João Victor Tavares Sampaio
@ricardolloco
Ricardo LLoco
@autorsilviojunior
Silvio Junior
@EscritosdeVitorHugo
Vitor Hugo Oliveira de Araújo
@purapoesia
Adriel Alves Magalhaes
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@Baennfox
Maddison Baennfox
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@rodrigosantos
Rodrigo Santos
@paulafernandapoesias
Paula Fernanda de Araújo
@inifadadresch
Inifada Dresch
@Yasmine
Yasmine Gabriela da Silva
@deise129
Deise Lima
@mariadriano
Mari Adriano
@marcosadpereira
Marcos AD Pereira
@luanaescritora
Luana Oliveira
@tecaschiavo
Teca Schiavo
@uaipaulinnn
Paulin Basalces
@fernandopaz
Fernando Paz de Alvarenga
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@Comtodapoesiaa
Yuri Izidio
@brunob612
Bruno Barboza
@mirian52
Mirian SCalvo
@fernanda51
Fernanda Piotrowski
@Cilene
CILENE RESENDE
@priscilamoreira
Priscila Moreira
@marcia48
MÁRCIA MARIA DE MEDEIROS
@sylvviarubra
Sylvvia Rubraurora
@marcoshmartinsescritor
Marcos H. Martins
@Branca20
Branca
@avaliador
Avaliador
@eduliguori
EDU LIGUORI
@cadantasautora
Carolina Dantas
@fksilvain
F. K. Silvain
@tiagoandreatto
Tiago do Amaral Andreatto
@ricardoathos
Ricardo Athos
@eliz_leao
Eliz Leão
@berthamachadoo
Bertha Machado
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@CrisRibeiro
Cristiane Inácio Ribeiro Carneiro
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@literunico
Eder B. Jr.
@zamiescritora
Zami Fernandez
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@beatrizkath
Beatriz Kath da Silva Ribeiro
@cynthiabrum
Cynthia Brum
@jjr
Jason Da Silva Cajazeira Junior
@MiguelSoares
Luis Miguel Soares dos Santos
@danielmareis
Maria Danielma dos Santos Reis
@robsonmachado
Robson Luiz Fernandes Machado
@wilcipolli
Wilcleverson Cipolli Pereira Junior
@cainafarias
Cainã Eli Araújo de Andrade Farias
@legiao
Urbana Legio Omnia Vincit
@dani_ln
Dani. LN
@ricardolloco
Ricardo LLoco
@autorsilviojunior
Silvio Junior
@EscritosdeVitorHugo
Vitor Hugo Oliveira de Araújo
@purapoesia
Adriel Alves Magalhaes
@diegorbor
Diego Rbor
@tamarasfawkes
Tamara S. Fawkes
@autorpedrobarretho
Pedro Rogério Villar Barreto
@rodrigosantos
Rodrigo Santos
@paulafernandapoesias
Paula Fernanda de Araújo
@carlajaia
Carla Torres Pereira Carrion
@inifadadresch
Inifada Dresch
@mariadriano
Mari Adriano
@marcosadpereira
Marcos AD Pereira
@cassescreve
Cass Razzini
@fernandopaz
Fernando Paz de Alvarenga
@tibianchini
Tiago Bianchini Fidalgo
@bianca
Bianca Leão
@classicos
Clássicos da Literatura
@versoparalelo
Fagner Mera
@Cilene
CILENE RESENDE
@priscilamoreira
Priscila Moreira
@sylvviarubra
Sylvvia Rubraurora
@marcoshmartinsescritor
Marcos H. Martins
@novidadesliterunico
Novidades Literunico
@Branca20
Branca
@aleituracria
A Leitura Cria
@fksilvain
F. K. Silvain
@ricardoathos
Ricardo Athos
@berthamachadoo
Bertha Machado
@JuNaiane
Jusley Naiane
@Albertobusquets
Alberto Knobbe Busquets
@calorliterario_
Lidiane Queiroz Bastos
@gisele
Gisele Carmona
@corinievre
Corine Gueniévre
@eliz_leao
Eliz Leão
@zamiescritora
Zami Fernandez
@rafaelaraujoescritor
RAFAEL ARAUJO
@literunico
Eder B. Jr.
Minha felicidade!
No Escurinho do Cinema
vestidinho comportado
nada por baixo
luzes apagam
eles acendem
sentam nas poltronas
ela nele
escurinho do cinema
comédia romântica
o filme em segundo plano
ovacionavam as cenas
ocultando gemidos
roupas úmidas
calor no frio
pulsava a carne
escorria o rio
fim
o filme?
terminou em branco
#
vestidinho comportado
nada por baixo
luzes apagam
eles acendem
sentam nas poltronas
ela nele
escurinho do cinema
comédia romântica
o filme em segundo plano
ovacionavam as cenas
ocultando gemidos
roupas úmidas
calor no frio
pulsava a carne
escorria o rio
fim
o filme?
terminou em branco
#
A rua virou um rio
corre água escura da chuva
um verão longo e triste
inundado de ausências
sem choro
observo a correnteza
sobre o asfalto a sujeira
carregada além
não mais lamento
estou parado na varanda
de uma vida sem sal do mar
sem brilho, sem sabor, sem cor
a rua virou um rio
que trocou o oceano pelos bueiros
que trocou o bolero pelo silêncio
sem choro, sem samba, sem música
uma vida que finda
e não tenho mais esperança
ela não dança
ela não vem
Edu Liguori
corre água escura da chuva
um verão longo e triste
inundado de ausências
sem choro
observo a correnteza
sobre o asfalto a sujeira
carregada além
não mais lamento
estou parado na varanda
de uma vida sem sal do mar
sem brilho, sem sabor, sem cor
a rua virou um rio
que trocou o oceano pelos bueiros
que trocou o bolero pelo silêncio
sem choro, sem samba, sem música
uma vida que finda
e não tenho mais esperança
ela não dança
ela não vem
Edu Liguori
#Desafio 24
#
Em ti, me dissolvo.
Meu corpo vago te exige:
não há dúvidas em meu ser.
Faço do toque
o meu sacramento,
em que a carne se desfaz
e a alma me abandona
quando tua boca
encontra meu caos.
Não me beijas,
me consomes
com a fome primitiva de teus dentes.
As marcas que aninho em tua pele,
são brasões do querer
que desmente o tempo
e proclama, sem temor,
a única verdade: nós.
Arrasto-te à cama
não por alívio,
mas pela doce centelha,
fagulha do desespero
que devora o que sou.
Entrego-me a ti
não para amar apenas,
mas para subverter
toda ordem do mundo,
derrotar minhas crenças,
romper a moralidade
entre o que fui e o que me tornarei.
Em ti, me aniquilo.
Teus dedos são aço,
meus seios, oferendas.
Renuncio a mim mesma
em gemidos que se esvaem:
o prazer é morte sublime
que nos faz, por um instante,
existir.
Toda tua,
me deixo levar
ao frenesi de tua posse,
onde tudo se perde
e aprendo que o desejo,
de tanto pulsar,
esqueceu de saber
o que é apenas ser.
Crs Ribeiro
#
Em ti, me dissolvo.
Meu corpo vago te exige:
não há dúvidas em meu ser.
Faço do toque
o meu sacramento,
em que a carne se desfaz
e a alma me abandona
quando tua boca
encontra meu caos.
Não me beijas,
me consomes
com a fome primitiva de teus dentes.
As marcas que aninho em tua pele,
são brasões do querer
que desmente o tempo
e proclama, sem temor,
a única verdade: nós.
Arrasto-te à cama
não por alívio,
mas pela doce centelha,
fagulha do desespero
que devora o que sou.
Entrego-me a ti
não para amar apenas,
mas para subverter
toda ordem do mundo,
derrotar minhas crenças,
romper a moralidade
entre o que fui e o que me tornarei.
Em ti, me aniquilo.
Teus dedos são aço,
meus seios, oferendas.
Renuncio a mim mesma
em gemidos que se esvaem:
o prazer é morte sublime
que nos faz, por um instante,
existir.
Toda tua,
me deixo levar
ao frenesi de tua posse,
onde tudo se perde
e aprendo que o desejo,
de tanto pulsar,
esqueceu de saber
o que é apenas ser.
Crs Ribeiro
#desafio -24
#sexxxtou
Sonhei que sua boca
percorria meu corpo,
desvendando os prazeres
em mim, aos poucos.
Sonhei que meu corpo tremia
ao seu toque quente,
que meu desejo crescia
em um querer ardente
Sonhei que meu corpo
em chamas, à você se unia.
Fogo com gozo,
a gente explodia.
Acordei,
você não estava aqui.
Sonhar, é subir ao céu
acordar é cair.
Jusley Naiane
#sexxxtou
Sonhei que sua boca
percorria meu corpo,
desvendando os prazeres
em mim, aos poucos.
Sonhei que meu corpo tremia
ao seu toque quente,
que meu desejo crescia
em um querer ardente
Sonhei que meu corpo
em chamas, à você se unia.
Fogo com gozo,
a gente explodia.
Acordei,
você não estava aqui.
Sonhar, é subir ao céu
acordar é cair.
Jusley Naiane
Diz que vai me amar
um pouquinho cada dia,
que eu acordo feliz
só pra te dar bom dia.
Só para ver nascer o sol
em seus olhos.
Jusley Naiane
um pouquinho cada dia,
que eu acordo feliz
só pra te dar bom dia.
Só para ver nascer o sol
em seus olhos.
Jusley Naiane
#Desafio - 23
Na poesia existo
Nas palavras,
Resisto.
O Meu riso é rima
Meu amor é incerto
O meu choro, motivo
O meu medo, intenso
Felicidade é o verso
Que escrevo
Endereçado à você.
Se um dia eu
Deixar de escrever
Não me deixe esquecer
Poesia, é meu ser.
Jusley Naiane
Na poesia existo
Nas palavras,
Resisto.
O Meu riso é rima
Meu amor é incerto
O meu choro, motivo
O meu medo, intenso
Felicidade é o verso
Que escrevo
Endereçado à você.
Se um dia eu
Deixar de escrever
Não me deixe esquecer
Poesia, é meu ser.
Jusley Naiane
TRABALHANDO E PRODUZINDO
Vai andando, vai andando, construindo e produzindo, vai andando, vai andando, erga logo o edifício! Produzindo, produzindo, produzindo e consumindo!
Vai batendo, trabalhando, derretendo e suando! Construindo, demolindo, digitando e calculando! Tá cansando, meu amigo? Tudo está se repetindo? Pois vai se acostumando ou é morto ou produzindo.
Vagabundo não tem canto, não tem fala nem refúgio, vagabundo é quem canta, é quem dança e é poetisa! Se não dá dinheiro é besta, e quem diz isso é uma besta.
Fui de "o" cai pro "a", vou voltar pro velho "o". Trabalhando e produzindo, mato corpo, mato espírito, te derreto até os ossos! Ou é morto ou produzindo.
Vai andando e trabalhando, velho ou novo, eu não me importo, quero ver dinheiro vindo.
Mas não morra ainda não! Deixe o belo "a" viver! A de arte e de alegria, a de amor e de anarquia! E recuse o feio "o", o de ordem e opressão, o de ódio aos vagabundos que, perdidos nesse mundo, tentam demonstrar ao mundo que são loucos os que seguem trabalhando e produzindo!
Ou é morto ou produzindo! Ou revolta e fim aos ricos.
Vai andando, vai andando, construindo e produzindo, vai andando, vai andando, erga logo o edifício! Produzindo, produzindo, produzindo e consumindo!
Vai batendo, trabalhando, derretendo e suando! Construindo, demolindo, digitando e calculando! Tá cansando, meu amigo? Tudo está se repetindo? Pois vai se acostumando ou é morto ou produzindo.
Vagabundo não tem canto, não tem fala nem refúgio, vagabundo é quem canta, é quem dança e é poetisa! Se não dá dinheiro é besta, e quem diz isso é uma besta.
Fui de "o" cai pro "a", vou voltar pro velho "o". Trabalhando e produzindo, mato corpo, mato espírito, te derreto até os ossos! Ou é morto ou produzindo.
Vai andando e trabalhando, velho ou novo, eu não me importo, quero ver dinheiro vindo.
Mas não morra ainda não! Deixe o belo "a" viver! A de arte e de alegria, a de amor e de anarquia! E recuse o feio "o", o de ordem e opressão, o de ódio aos vagabundos que, perdidos nesse mundo, tentam demonstrar ao mundo que são loucos os que seguem trabalhando e produzindo!
Ou é morto ou produzindo! Ou revolta e fim aos ricos.
Me
#Desafio 365 Dias (022 de 365)
Ame-me. Beije-me. Toque-me.
Deseje-me. Sinta-me na pele.
Prenda-me. Corte-me. Olhe-me.
Reze pra que Deus nos vele.
Beije-me. Beije-me. Beije-me.
Abrace-me. Sonhe comigo.
Queira-me. Ouça-me. Chame-me.
Pegue-me. Leve-me contigo.
Me puxe. Me pegue. Me creia.
Grite meu nome. Me queira.
Me vista. Me brilhe. Me veja.
Saiba que és a primeira.
Vista-me. Brilhe-me. Toque-me.
E toque-me sempre. Me veja.
Leve-me. Leve-me. Leve-me.
Leve-me. Onde quer que seja.
#Desafio 365 Dias (022 de 365)
Ame-me. Beije-me. Toque-me.
Deseje-me. Sinta-me na pele.
Prenda-me. Corte-me. Olhe-me.
Reze pra que Deus nos vele.
Beije-me. Beije-me. Beije-me.
Abrace-me. Sonhe comigo.
Queira-me. Ouça-me. Chame-me.
Pegue-me. Leve-me contigo.
Me puxe. Me pegue. Me creia.
Grite meu nome. Me queira.
Me vista. Me brilhe. Me veja.
Saiba que és a primeira.
Vista-me. Brilhe-me. Toque-me.
E toque-me sempre. Me veja.
Leve-me. Leve-me. Leve-me.
Leve-me. Onde quer que seja.