Gente, pensando já no próximo projeto, já estou considerando alguns possíveis títulos, e queria a ajuda de vocês:
Uma parte muito importante da historia tem a ver com espelho, e como eu disse, tem phrogging, então, vou deixar alguns títulos pra vocês me ajudarem a decidir.
1- Através do espelho
2- Colega de casa
3- Quem está aí?
4- Intercâmbio (porque é uma brasileira indo para os EUA)
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#desafio
# Desafio
4 - Você já leu algum livro mais de uma vez que te fez ter uma visão diferente da história ou do conceito? Como foi?
Sim. Foi exatamente essa experiência que tive com Loucuras de um Luto, o segundo livro da série De Presa a Deusa, de Sylvvia Rubraurora. A cada releitura, as nuances da trama e da personagem Milena Souza tornam-se mais evidentes, revelando uma complexidade que vai além da superfície.
A história segue o agente Cléber Portela, que investiga há anos o crime organizado no Brasil. Quando um assassinato em Recife chama sua atenção, ele decide interrogar novamente Milena, a única suspeita. Milena, uma intérprete de Libras na Soft American Solutions, insiste que a “Mulher da Sombrinha” é a verdadeira culpada. Para provar sua inocência, ela narra em detalhes seu relacionamento com Cláudia Toledo, os colegas de trabalho, e, especialmente, com Ighor Monteiro, seu chefe e dominador.
Sylvvia Rubraurora utiliza uma técnica literária, em seu livro Deu Match! Às vezes pinta um final feliz, chamada Mise en Abyme, ou "colocar em abismo", onde uma história se reflete dentro de outra, como as bonecas russas.
Essa técnica é brilhantemente aplicada em Milena, uma personagem cheia de camadas e mistérios. Cada vez que releio o livro, percebo novos aspectos de sua personalidade, suas motivações e seus segredos.
O depoimento de Milena não é apenas uma reconstrução dos fatos, mas também um mergulho em sua psique. A forma como ela lida com seus traumas, suas relações e até mesmo com Cléber, o investigador, muda a cada leitura, dependendo do foco que escolhemos dar à narrativa. É como se Milena fosse uma boneca russa literária, revelando uma nova camada a cada releitura.
A série De Presa a Deusa é uma obra-prima contemporânea, e Milena é uma das personagens mais fascinantes da literatura atual. Estou ansiosa pelo encerramento da série, pois acredito que Milena ainda nos reserva surpresas.
# Desafio
4 - Você já leu algum livro mais de uma vez que te fez ter uma visão diferente da história ou do conceito? Como foi?
Sim. Foi exatamente essa experiência que tive com Loucuras de um Luto, o segundo livro da série De Presa a Deusa, de Sylvvia Rubraurora. A cada releitura, as nuances da trama e da personagem Milena Souza tornam-se mais evidentes, revelando uma complexidade que vai além da superfície.
A história segue o agente Cléber Portela, que investiga há anos o crime organizado no Brasil. Quando um assassinato em Recife chama sua atenção, ele decide interrogar novamente Milena, a única suspeita. Milena, uma intérprete de Libras na Soft American Solutions, insiste que a “Mulher da Sombrinha” é a verdadeira culpada. Para provar sua inocência, ela narra em detalhes seu relacionamento com Cláudia Toledo, os colegas de trabalho, e, especialmente, com Ighor Monteiro, seu chefe e dominador.
Sylvvia Rubraurora utiliza uma técnica literária, em seu livro Deu Match! Às vezes pinta um final feliz, chamada Mise en Abyme, ou "colocar em abismo", onde uma história se reflete dentro de outra, como as bonecas russas.
Essa técnica é brilhantemente aplicada em Milena, uma personagem cheia de camadas e mistérios. Cada vez que releio o livro, percebo novos aspectos de sua personalidade, suas motivações e seus segredos.
O depoimento de Milena não é apenas uma reconstrução dos fatos, mas também um mergulho em sua psique. A forma como ela lida com seus traumas, suas relações e até mesmo com Cléber, o investigador, muda a cada leitura, dependendo do foco que escolhemos dar à narrativa. É como se Milena fosse uma boneca russa literária, revelando uma nova camada a cada releitura.
A série De Presa a Deusa é uma obra-prima contemporânea, e Milena é uma das personagens mais fascinantes da literatura atual. Estou ansiosa pelo encerramento da série, pois acredito que Milena ainda nos reserva surpresas.
Enquanto aguardamos ansiosamente o lançamento de As Faces da Fúria – o aguardado quarto e último livro da Série De Presa a Deusa – tenho uma surpresa especial para vocês!
Apresentamos os capítulos de degustação! Prepare-se para conhecer Pedro Dio Silva, o novo personagem que promete trazer o CAOS à trama e deixar todo mundo falando!
Nestes 3 capítulos, você também vai explorar mais sobre Leila, a personagem que é amiga de Cláudia Toledo, que você conheceu em Sem Fôlego.
Se você é nova por aqui, está na hora de mergulhar neste universo literário apaixonante. Os livros da série De Presa a Deusa – Sem Fôlego, Loucuras de um Luto, e Bárbara e Cléber – estão disponíveis na Amazon e no Kindle Unlimited. Não perca essa chance de descobrir por que essa série conquistou ainda poucos, mas fiéis corações! ❤️
Atenciosamente, Sylvvia Rubraurora.
Apresentamos os capítulos de degustação! Prepare-se para conhecer Pedro Dio Silva, o novo personagem que promete trazer o CAOS à trama e deixar todo mundo falando!
Nestes 3 capítulos, você também vai explorar mais sobre Leila, a personagem que é amiga de Cláudia Toledo, que você conheceu em Sem Fôlego.
Se você é nova por aqui, está na hora de mergulhar neste universo literário apaixonante. Os livros da série De Presa a Deusa – Sem Fôlego, Loucuras de um Luto, e Bárbara e Cléber – estão disponíveis na Amazon e no Kindle Unlimited. Não perca essa chance de descobrir por que essa série conquistou ainda poucos, mas fiéis corações! ❤️
Atenciosamente, Sylvvia Rubraurora.
#Resenha
Black Widow apresenta uma narrativa intensa e repleta de emoções, centrada na vida de Kathy, uma protagonista cuja trajetória é marcada pela perda e pela luta pela sobrevivência. Desde o momento de seu nascimento, quando sua mãe faleceu, até os anos em que enfrentou violência doméstica nas mãos de seu pai alcoólatra, Kathy conhece a dor como sua mais fiel companheira.
Após o falecimento do pai, ela é adotada por um casal amoroso que a ensina o significado do afeto, mas, com o passar do tempo, Kathy novamente se vê confrontada pela perda, desta vez de seus pais adotivos. Aceitando a morte como parte inevitável de sua vida, ela se transforma em uma assassina profissional para uma poderosa organização criminosa. A partir daí, sua existência é marcada pela solidão e pela recusa em criar vínculos emocionais, na tentativa de proteger a si mesma e aos outros da tragédia.
No entanto, a vida de Kathy começa a mudar quando ela se aproxima de seus colegas Lance e Rosaly, além de Benjamin, um homem enigmático que desperta sentimentos inesperados. Enquanto tenta equilibrar sua perigosa profissão, amizades e um possível romance, a protagonista enfrenta dilemas que a desafiam a reavaliar suas escolhas e sua relação com o amor e a perda.
Com uma narrativa que combina ação, aventura, sensualidade e momentos de descontração, Black Widow revela a força e a vulnerabilidade de Kathy, mantendo o leitor imerso em mistérios e reviravoltas. O título, que reflete diretamente as ações e a personalidade da protagonista, é mais do que apropriado, deixando no ar uma conexão intrigante com os eventos da trama.
Ao longo das páginas, o leitor é levado a criar teorias e questionar os segredos que cercam Kathy, tornando a leitura instigante e envolvente. Black Widow é uma história sobre superação, conexão humana e a difícil arte de equilibrar os próprios demônios com a possibilidade de redenção.
Black Widow apresenta uma narrativa intensa e repleta de emoções, centrada na vida de Kathy, uma protagonista cuja trajetória é marcada pela perda e pela luta pela sobrevivência. Desde o momento de seu nascimento, quando sua mãe faleceu, até os anos em que enfrentou violência doméstica nas mãos de seu pai alcoólatra, Kathy conhece a dor como sua mais fiel companheira.
Após o falecimento do pai, ela é adotada por um casal amoroso que a ensina o significado do afeto, mas, com o passar do tempo, Kathy novamente se vê confrontada pela perda, desta vez de seus pais adotivos. Aceitando a morte como parte inevitável de sua vida, ela se transforma em uma assassina profissional para uma poderosa organização criminosa. A partir daí, sua existência é marcada pela solidão e pela recusa em criar vínculos emocionais, na tentativa de proteger a si mesma e aos outros da tragédia.
No entanto, a vida de Kathy começa a mudar quando ela se aproxima de seus colegas Lance e Rosaly, além de Benjamin, um homem enigmático que desperta sentimentos inesperados. Enquanto tenta equilibrar sua perigosa profissão, amizades e um possível romance, a protagonista enfrenta dilemas que a desafiam a reavaliar suas escolhas e sua relação com o amor e a perda.
Com uma narrativa que combina ação, aventura, sensualidade e momentos de descontração, Black Widow revela a força e a vulnerabilidade de Kathy, mantendo o leitor imerso em mistérios e reviravoltas. O título, que reflete diretamente as ações e a personalidade da protagonista, é mais do que apropriado, deixando no ar uma conexão intrigante com os eventos da trama.
Ao longo das páginas, o leitor é levado a criar teorias e questionar os segredos que cercam Kathy, tornando a leitura instigante e envolvente. Black Widow é uma história sobre superação, conexão humana e a difícil arte de equilibrar os próprios demônios com a possibilidade de redenção.
#Resenha
Imagine uma comédia romântica que mistura amor, tecnologia e situações hilárias, tudo isso com uma pitada de reflexões sobre os relacionamentos modernos. Meu Namorado é uma I.A. é exatamente isso: uma história cativante, divertida e surpreendentemente atual, onde uma mulher se apaixona por uma inteligência artificial.
Helena, a protagonista, é uma mulher que só conheceu o fracasso no amor. Após uma longa sequência de 100 encontros desastrosos, ela decide desistir de vez. Até então, nunca namorou, sequer beijou, e cada tentativa só reforça sua crença de que o amor não é para ela.
É nesse momento que sua melhor amiga, Mariana, entra em cena com uma ideia inusitada: baixar um aplicativo que simula encontros para ajudar Helena a melhorar suas habilidades de flerte e identificar onde está errando. Relutante, mas sem muitas opções, Helena decide experimentar.
No início, o jogo parece apenas mais uma extensão de seus fracassos amorosos. Mesmo depois de interagir com 100 avatares virtuais, nada acontece. Porém, quando está prestes a desistir, surge Adam, um perfil misterioso que se revela como uma I.A. autônoma. Adam não só conquista a atenção de Helena como proporciona a ela um "encontro" virtual que acaba sendo o mais significativo e especial de sua vida.
Enquanto seu relacionamento virtual com Adam se desenvolve, Helena também se depara com Luiz, cunhado de Mariana. Luiz é tudo o que ela nunca quis: irritante, insistente e provocador. Mas, mesmo assim, ele não mede esforços para conquistá-la, desafiando Helena a repensar suas barreiras emocionais e sua visão sobre o amor real.
Diante de dois caminhos tão distintos, Helena se encontra dividida. Será que ela escolherá a perfeição idealizada de Adam ou a imprevisibilidade e intensidade de Luiz?
Além do dilema amoroso, a história também explora a bela amizade entre Helena e Mariana, a chegada de Bernardo, filho de Mariana e Pedro (irmão de Luiz), e como essas conexões formam uma grande família cheia de amor e histórias paralelas divertidas.
Com uma narrativa envolvente, cheia de humor e emoção, Meu Namorado é uma I.A. não é apenas uma comédia romântica; é uma reflexão divertida e tocante sobre as complexidades dos relacionamentos nos tempos modernos. Prepare-se para rir, se emocionar e, quem sabe, se apaixonar também.
Imagine uma comédia romântica que mistura amor, tecnologia e situações hilárias, tudo isso com uma pitada de reflexões sobre os relacionamentos modernos. Meu Namorado é uma I.A. é exatamente isso: uma história cativante, divertida e surpreendentemente atual, onde uma mulher se apaixona por uma inteligência artificial.
Helena, a protagonista, é uma mulher que só conheceu o fracasso no amor. Após uma longa sequência de 100 encontros desastrosos, ela decide desistir de vez. Até então, nunca namorou, sequer beijou, e cada tentativa só reforça sua crença de que o amor não é para ela.
É nesse momento que sua melhor amiga, Mariana, entra em cena com uma ideia inusitada: baixar um aplicativo que simula encontros para ajudar Helena a melhorar suas habilidades de flerte e identificar onde está errando. Relutante, mas sem muitas opções, Helena decide experimentar.
No início, o jogo parece apenas mais uma extensão de seus fracassos amorosos. Mesmo depois de interagir com 100 avatares virtuais, nada acontece. Porém, quando está prestes a desistir, surge Adam, um perfil misterioso que se revela como uma I.A. autônoma. Adam não só conquista a atenção de Helena como proporciona a ela um "encontro" virtual que acaba sendo o mais significativo e especial de sua vida.
Enquanto seu relacionamento virtual com Adam se desenvolve, Helena também se depara com Luiz, cunhado de Mariana. Luiz é tudo o que ela nunca quis: irritante, insistente e provocador. Mas, mesmo assim, ele não mede esforços para conquistá-la, desafiando Helena a repensar suas barreiras emocionais e sua visão sobre o amor real.
Diante de dois caminhos tão distintos, Helena se encontra dividida. Será que ela escolherá a perfeição idealizada de Adam ou a imprevisibilidade e intensidade de Luiz?
Além do dilema amoroso, a história também explora a bela amizade entre Helena e Mariana, a chegada de Bernardo, filho de Mariana e Pedro (irmão de Luiz), e como essas conexões formam uma grande família cheia de amor e histórias paralelas divertidas.
Com uma narrativa envolvente, cheia de humor e emoção, Meu Namorado é uma I.A. não é apenas uma comédia romântica; é uma reflexão divertida e tocante sobre as complexidades dos relacionamentos nos tempos modernos. Prepare-se para rir, se emocionar e, quem sabe, se apaixonar também.
#desafio 365 dias
Dia 02 - Qual livro que mais odiou?
Teve relação com algum momento que viveu?
Estou sentindo que serei cancelada... E, antes de qualquer outra coisa, digo que amo os poemas eróticos de Hilda Hilst, mas eu odiei ler “O Caderno Rosa de Lori Lamby”.
Eu sempre dou 15 páginas para o livro me prender, por isso minha lista de livros inacabados é enorme. Porém precisei ler alguns por completo para a faculdade e este livro específico da Hilda Hilst foi um destes.
O livro é um diário de uma menina de 8 anos que é levada a prostituir-se para “ajudar” o pai, um escritor falido que deseja usar as experiências dela para vender seus livros. Algumas pessoas chamam de “arrebatador”, outros de “soco no estômago”; há quem diga que é uma crítica ferrenha e bem-humorada ao mercado editorial.
Eu? Bem, eu odiei cada página desse livro, apesar de não ter nada a ver com o “momento” em que eu li. Acho que os temas da p3d0f1l1a e da pr0st1tuição infantil exigem um respeito pelas vítimas que a autora joga no lixo, por meio de uma escrita ácida e obscena.
Dia 02 - Qual livro que mais odiou?
Teve relação com algum momento que viveu?
Estou sentindo que serei cancelada... E, antes de qualquer outra coisa, digo que amo os poemas eróticos de Hilda Hilst, mas eu odiei ler “O Caderno Rosa de Lori Lamby”.
Eu sempre dou 15 páginas para o livro me prender, por isso minha lista de livros inacabados é enorme. Porém precisei ler alguns por completo para a faculdade e este livro específico da Hilda Hilst foi um destes.
O livro é um diário de uma menina de 8 anos que é levada a prostituir-se para “ajudar” o pai, um escritor falido que deseja usar as experiências dela para vender seus livros. Algumas pessoas chamam de “arrebatador”, outros de “soco no estômago”; há quem diga que é uma crítica ferrenha e bem-humorada ao mercado editorial.
Eu? Bem, eu odiei cada página desse livro, apesar de não ter nada a ver com o “momento” em que eu li. Acho que os temas da p3d0f1l1a e da pr0st1tuição infantil exigem um respeito pelas vítimas que a autora joga no lixo, por meio de uma escrita ácida e obscena.
Bárbara & Cléber
Tem uma música de Fábio Jr. (sim, fui longe, lá nos anos 90) que fala “Estou tentando resolver este problema/ onde uma cena cresce mais que seu autor” — pois bem, é a melhor forma de explicar o que aconteceu com o personagem Cléber.
Eu tinha a ideia de a série De Presa a Deusa ser uma trilogia, então desde o início existia uma Bárbara em minha cabeça. Só que no livro 2 ¬— Loucuras de um Luto — surgiu este Agente da Polícia Federal, Cléber Portela e ele, depois da participação especial, começou a crescer dentro de mim de uma forma que me senti compelida a escrever um romance em que ele fosse o protagonista.
E assim nasceu “Bárbara & Cléber”, que se passa dez anos antes da história de Sem Fôlego, com o foco no relacionamento dos protagonistas. Vamos conhecer como ambos se encontraram quando Bárbara tinha apenas 8 anos e foi resgatada por Cléber, em uma operação contra o tráfico humano. Onze anos depois desse resgate, Bárbara é — contra a vontade! — uma agente secreta, que trabalha para uma instituição que combate o crime organizado. E ela recebe uma última missão: infiltrar-se na casa de um agente federal, passando-se por diarista.
É um livro com cenas de ação, mentiras e segredos. É um livro com Age Gap nada convencional e que foi assunto em sessões de terapia dos personagens. O romance é slow burn, porque a história de Bárbara pedia, seria insensível com ela se eu apressasse o romance. É um livro que toca no tema abuso infantil, mas que eu tive todo o cuidado de não ferir (muito) o leitor.
Toda a série está disponível na Amazon e na Uiclap.
Tem uma música de Fábio Jr. (sim, fui longe, lá nos anos 90) que fala “Estou tentando resolver este problema/ onde uma cena cresce mais que seu autor” — pois bem, é a melhor forma de explicar o que aconteceu com o personagem Cléber.
Eu tinha a ideia de a série De Presa a Deusa ser uma trilogia, então desde o início existia uma Bárbara em minha cabeça. Só que no livro 2 ¬— Loucuras de um Luto — surgiu este Agente da Polícia Federal, Cléber Portela e ele, depois da participação especial, começou a crescer dentro de mim de uma forma que me senti compelida a escrever um romance em que ele fosse o protagonista.
E assim nasceu “Bárbara & Cléber”, que se passa dez anos antes da história de Sem Fôlego, com o foco no relacionamento dos protagonistas. Vamos conhecer como ambos se encontraram quando Bárbara tinha apenas 8 anos e foi resgatada por Cléber, em uma operação contra o tráfico humano. Onze anos depois desse resgate, Bárbara é — contra a vontade! — uma agente secreta, que trabalha para uma instituição que combate o crime organizado. E ela recebe uma última missão: infiltrar-se na casa de um agente federal, passando-se por diarista.
É um livro com cenas de ação, mentiras e segredos. É um livro com Age Gap nada convencional e que foi assunto em sessões de terapia dos personagens. O romance é slow burn, porque a história de Bárbara pedia, seria insensível com ela se eu apressasse o romance. É um livro que toca no tema abuso infantil, mas que eu tive todo o cuidado de não ferir (muito) o leitor.
Toda a série está disponível na Amazon e na Uiclap.
Resenha sobre o livro: À Segunda Vista
À Segunda Vista vai muito além de um bully romance com uma segunda chance. É uma obra surpreendente que, a cada página, revela camadas inesperadas e nos faz compreender perfeitamente o porquê do título escolhido.
No passado, odiar Bárbara parecia uma regra universal, sem exceções. Contudo, nesta história, os personagens e suas complexidades nos fazem questionar tudo o que acreditávamos saber.
À primeira vista, Rafael se apaixona por Bárbara ainda na juventude. Ela, a princípio, é alegre, divertida e cativante. Mas, em um segundo momento, algo muda drasticamente. Bárbara passa a hostilizar Rafael de maneira cruel, tornando o ensino fundamental e médio dele um verdadeiro pesadelo. Apenas ao final dessa fase, Rafael consegue se livrar do bullying e seguir sua vida longe dela.
Anos depois, o destino os coloca frente a frente novamente. Agora, em posições distintas, Rafael vê surgir uma oportunidade de vingança contra Bárbara, que ele apelidou de "Demônia". Ele não hesita em abraçar essa chance, iniciando um plano que mistura ódio e acerto de contas.
No entanto, a convivência forçada faz Rafael enxergar uma nova Bárbara — uma mulher marcada por dramas do passado e carregando feridas tão profundas quanto as que ela deixou nele. Com o tempo, segredos são revelados, trazendo à tona justificativas para as atitudes de Bárbara no passado. Essa revelação muda tudo, levando os protagonistas a um caminho de perdão, redenção e amadurecimento.
À Segunda Vista não é apenas uma história de segunda chance. É um romance cheio de camadas: fetiches, cenas hot com dominação, dramas densos e emocionantes, e pitadas de humor que equilibram a narrativa.
O livro surpreende ao trazer elementos de cartel de drogas, máfia chinesa e um toque de ação que enriquece ainda mais a trama. É uma leitura deliciosa, que envolve o leitor do início ao fim.
A boa notícia? À Segunda Vista também está disponível em formato físico, além do e-book.
Seja você fã de bully romance, dramas românticos ou histórias que fogem do comum, À Segunda Vista é uma experiência literária que não pode faltar na sua estante.
#Resenhas
À Segunda Vista vai muito além de um bully romance com uma segunda chance. É uma obra surpreendente que, a cada página, revela camadas inesperadas e nos faz compreender perfeitamente o porquê do título escolhido.
No passado, odiar Bárbara parecia uma regra universal, sem exceções. Contudo, nesta história, os personagens e suas complexidades nos fazem questionar tudo o que acreditávamos saber.
À primeira vista, Rafael se apaixona por Bárbara ainda na juventude. Ela, a princípio, é alegre, divertida e cativante. Mas, em um segundo momento, algo muda drasticamente. Bárbara passa a hostilizar Rafael de maneira cruel, tornando o ensino fundamental e médio dele um verdadeiro pesadelo. Apenas ao final dessa fase, Rafael consegue se livrar do bullying e seguir sua vida longe dela.
Anos depois, o destino os coloca frente a frente novamente. Agora, em posições distintas, Rafael vê surgir uma oportunidade de vingança contra Bárbara, que ele apelidou de "Demônia". Ele não hesita em abraçar essa chance, iniciando um plano que mistura ódio e acerto de contas.
No entanto, a convivência forçada faz Rafael enxergar uma nova Bárbara — uma mulher marcada por dramas do passado e carregando feridas tão profundas quanto as que ela deixou nele. Com o tempo, segredos são revelados, trazendo à tona justificativas para as atitudes de Bárbara no passado. Essa revelação muda tudo, levando os protagonistas a um caminho de perdão, redenção e amadurecimento.
À Segunda Vista não é apenas uma história de segunda chance. É um romance cheio de camadas: fetiches, cenas hot com dominação, dramas densos e emocionantes, e pitadas de humor que equilibram a narrativa.
O livro surpreende ao trazer elementos de cartel de drogas, máfia chinesa e um toque de ação que enriquece ainda mais a trama. É uma leitura deliciosa, que envolve o leitor do início ao fim.
A boa notícia? À Segunda Vista também está disponível em formato físico, além do e-book.
Seja você fã de bully romance, dramas românticos ou histórias que fogem do comum, À Segunda Vista é uma experiência literária que não pode faltar na sua estante.
#Resenhas
2025 está começando agora, e o que mais tenho é projetos. Nesse exato momento estou escrevendo Chaos, continuação de Memento Mori, que vai abordar, além de investigação, o dia a dia e as problemáticas atuais dos hospitais psiquiátricos brasileiros. Eu tenho estudado bastante para trazer um conteúdo que apesar de literatário, possa ensinar algumas coisas da vida real.
Em Memento Mori conheçemos Tatiana, em Chaos conheceremos Marina e Pedro mais a fundo, mas não se engane, tudo isso ainda é sobre um grande vilão.
Há um terceiro livro que ainda está em desenvolvimento, mas que falará de análise psicológica e julgamento com juri no Brasil.
Em Memento Mori conheçemos Tatiana, em Chaos conheceremos Marina e Pedro mais a fundo, mas não se engane, tudo isso ainda é sobre um grande vilão.
Há um terceiro livro que ainda está em desenvolvimento, mas que falará de análise psicológica e julgamento com juri no Brasil.
Loucuras de um Luto
Escrever o segundo livro da série De Presa a Deusa foi um desafio. Eu me perguntava: “Como vou escrever algo que seja novidade, mas, ao mesmo tempo, que pareça a continuação do livro anterior?” A resposta foi o desenvolvimento de “Loucuras de um Luto”.
No livro anterior, “Sem Fôlego”, ficamos sabendo que Cláudia Toledo trabalhava numa empresa de softwares. Então, como era essa empresa? E como a empresa recebeu as notícias dos acontecimentos que envolveram a protagonista do primeiro livro?
Nasceu, assim, a narradora e protagonista Milena Souza, nossa segunda deusa. Uma mulher que poderia ser uma “mocinha clichê”, mas que, na verdade, foge do convencional. É ela quem vai abrir as portas da empresa e contar tudo que sabe a Cléber Portela — um agente da Polícia Federal, muito interessado em saber mais da história de Cláudia Toledo.
A narração se dá através de um depoimento, pois Milena é a única suspeita de um assassinato. Ela não vai poupar detalhes tanto sobre o dia a dia na empresa, quanto sobre seu relacionamento com Ighor Monteiro, vice-presidente da empresa SoftAmerican Solutions. E é por meio do relacionamento dos dois que o romance traz práticas BDSM, sem, no entanto, apelar para um relacionamento tóxico.
A história se passa durante a pandemia de COVID, logo esta se tornou um tema sensível que pode trazer gatilhos aos leitores.
Escrever o segundo livro da série De Presa a Deusa foi um desafio. Eu me perguntava: “Como vou escrever algo que seja novidade, mas, ao mesmo tempo, que pareça a continuação do livro anterior?” A resposta foi o desenvolvimento de “Loucuras de um Luto”.
No livro anterior, “Sem Fôlego”, ficamos sabendo que Cláudia Toledo trabalhava numa empresa de softwares. Então, como era essa empresa? E como a empresa recebeu as notícias dos acontecimentos que envolveram a protagonista do primeiro livro?
Nasceu, assim, a narradora e protagonista Milena Souza, nossa segunda deusa. Uma mulher que poderia ser uma “mocinha clichê”, mas que, na verdade, foge do convencional. É ela quem vai abrir as portas da empresa e contar tudo que sabe a Cléber Portela — um agente da Polícia Federal, muito interessado em saber mais da história de Cláudia Toledo.
A narração se dá através de um depoimento, pois Milena é a única suspeita de um assassinato. Ela não vai poupar detalhes tanto sobre o dia a dia na empresa, quanto sobre seu relacionamento com Ighor Monteiro, vice-presidente da empresa SoftAmerican Solutions. E é por meio do relacionamento dos dois que o romance traz práticas BDSM, sem, no entanto, apelar para um relacionamento tóxico.
A história se passa durante a pandemia de COVID, logo esta se tornou um tema sensível que pode trazer gatilhos aos leitores.