Aos irmãos de Efraín
Aos irmãos de Efraín
Eis aqui, meus caros amigos, a história da adolescência daquele a quem tanto amastes e que já não existe. Por muito tempo vos fiz esperar estas páginas. Depois de escritas, pareceram-me pálidas e indignas de serem oferecidas como testemunho de minha gratidão e de meu afeto. Não ignorais as palavras que ele pronunciou naquela noite terrível, ao colocar em minhas mãos o livro de suas recordações: “O que aí falta tu sabes; poderás ler até mesmo aquilo que minhas lágrimas apagaram”. Doce e triste missão! Lede-as, pois; e, se interromperdes a leitura para chorar, esse pranto me provará que a cumpri fielmente.