"Iracema" de José de Alencar
Na vastidão do Ceará ancestral, Iracema, a jovem e bela virgem dos lábios de mel e cabelos negros como a asa da graúna, guarda os segredos de sua tribo e os mistérios de seu povo. Sacerdotisa dos tabajaras, ela vive em harmonia com a natureza até que encontra Martim, um estrangeiro português que chega às terras brasileiras em busca de aliança e aventura.
Entre os dois, nasce um amor proibido, que desafia tradições e põe em risco a paz entre as tribos. Seduzida pela paixão, Iracema abandona seu papel de guardiã para seguir Martim, enfrentando os desafios de um amor que atravessa fronteiras culturais e espirituais.
Enquanto o casal luta para construir um lar em meio às belezas e perigos da terra selvagem, o romance transforma-se em uma metáfora poderosa da formação do Brasil, mesclando poesia, tragédia e o choque entre mundos distintos.
Com lirismo e simbolismo, Iracema é um retrato apaixonado e melancólico do encontro entre o indígena e o europeu, narrando um amor que transcende barreiras, mas carrega em si o peso do sacrifício e da transformação.
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"Frankenstein" de Mary Shelley
Victor Frankenstein, um jovem cientista visionário, é consumido por uma ambição implacável: desvendar os segredos da criação da vida. Em seu laboratório, desafiando as leis da natureza e da moralidade, ele combina ciência e experimentação em um ato ousado de arrogância: dar vida a um ser formado de partes retiradas dos mortos.
Porém, ao ver sua criação ganhar forma, Victor é tomado por um horror indescritível. A criatura, rejeitada por seu criador e temida por todos, vagueia pelo mundo em busca de aceitação, apenas para encontrar solidão, desprezo e hostilidade. Revoltado e ferido, ele volta-se contra seu criador, jurando vingança.
À medida que Victor e sua criação se enfrentam, a narrativa revela um confronto intenso entre a humanidade e a monstruosidade, a ciência e a ética, o desejo e a responsabilidade. Em um cenário de paisagens gélidas e emoções incandescentes, Frankenstein é uma história de ambição desmedida, culpa insuportável e o trágico preço de brincar de Deus.
#domíniopúblico
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Victor Frankenstein, um jovem cientista visionário, é consumido por uma ambição implacável: desvendar os segredos da criação da vida. Em seu laboratório, desafiando as leis da natureza e da moralidade, ele combina ciência e experimentação em um ato ousado de arrogância: dar vida a um ser formado de partes retiradas dos mortos.
Porém, ao ver sua criação ganhar forma, Victor é tomado por um horror indescritível. A criatura, rejeitada por seu criador e temida por todos, vagueia pelo mundo em busca de aceitação, apenas para encontrar solidão, desprezo e hostilidade. Revoltado e ferido, ele volta-se contra seu criador, jurando vingança.
À medida que Victor e sua criação se enfrentam, a narrativa revela um confronto intenso entre a humanidade e a monstruosidade, a ciência e a ética, o desejo e a responsabilidade. Em um cenário de paisagens gélidas e emoções incandescentes, Frankenstein é uma história de ambição desmedida, culpa insuportável e o trágico preço de brincar de Deus.
#domíniopúblico
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Trechinho do meu livro de contos e poemas "Excertos do Entremeio", quase pronto:
(...)
"A dádiva de uma Musa dói, porque o coração humano não a abarca totalmente. Então fazer poesia é um ato de sobrevivência e sanidade, para extravasar os excessos. Ainda assim, o poeta se apaixona, e ama tudo aquilo que passa a desejar, e jamais terá. Este é o segredo: viver no poema todas as vidas necessárias para estancar a dor. Nada do que eu escrevo é mentira; mas hoje sei que a grande maioria só é possível em sonhos. Sempre terei fiapos de esperança, mas sei que provavelmente não viverei meus anseios no Real."
(...)
Alberto Busquets
#Desafio 008
(...)
"A dádiva de uma Musa dói, porque o coração humano não a abarca totalmente. Então fazer poesia é um ato de sobrevivência e sanidade, para extravasar os excessos. Ainda assim, o poeta se apaixona, e ama tudo aquilo que passa a desejar, e jamais terá. Este é o segredo: viver no poema todas as vidas necessárias para estancar a dor. Nada do que eu escrevo é mentira; mas hoje sei que a grande maioria só é possível em sonhos. Sempre terei fiapos de esperança, mas sei que provavelmente não viverei meus anseios no Real."
(...)
Alberto Busquets
#Desafio 008
Jardineiro
Sonhei-me jardim.
Ode à botânica entropia,
Terra úmida de loucuras-ideias.
Ora brotei grama, ora cresci árvore,
Criei raízes que voaram para outras terras.
Paciente, derrubei cercas
Transbordando livreverde
Minha lida.
Por vezes caí fruto, aprendendo
A transmutar pequenas mortes
Em sementes de vida.
As flores são poucas (e caras a mim);
Mas, mesmo libertas,
Deixam as lembranças de seu
Desabrochar...
Banhado na chuva noturna,
Aninhado ao perfume
da Rosa e Jasmim,
Sonhei-me jardim
E percebi-me bêbado de orvalho
Em cada pétala que aguarda
O dia chegar.
Deitei-me jardim em mim mesmo
E plantei uns punhados de rimas
Aguardando suas sombras-poesia
Para as tardes quentes de janeiro:
Sonhei-me jardim,
Acordei jardineiro.
Alberto Busquets.
#Desafio 006
Sonhei-me jardim.
Ode à botânica entropia,
Terra úmida de loucuras-ideias.
Ora brotei grama, ora cresci árvore,
Criei raízes que voaram para outras terras.
Paciente, derrubei cercas
Transbordando livreverde
Minha lida.
Por vezes caí fruto, aprendendo
A transmutar pequenas mortes
Em sementes de vida.
As flores são poucas (e caras a mim);
Mas, mesmo libertas,
Deixam as lembranças de seu
Desabrochar...
Banhado na chuva noturna,
Aninhado ao perfume
da Rosa e Jasmim,
Sonhei-me jardim
E percebi-me bêbado de orvalho
Em cada pétala que aguarda
O dia chegar.
Deitei-me jardim em mim mesmo
E plantei uns punhados de rimas
Aguardando suas sombras-poesia
Para as tardes quentes de janeiro:
Sonhei-me jardim,
Acordei jardineiro.
Alberto Busquets.
#Desafio 006
#desafio - 2
Eu,
Sonhadora que sou
Fui buscar o amor
À beira mar
Encontrei você
Tão plena,
Brisa suave
Intensa
Como as ondas
Que insistem
Em me convidar
Às tuas águas
Me banhar,
Ser sal, areia,
Sol, espuma,
Ser sua.
Jusley Naiane
Eu,
Sonhadora que sou
Fui buscar o amor
À beira mar
Encontrei você
Tão plena,
Brisa suave
Intensa
Como as ondas
Que insistem
Em me convidar
Às tuas águas
Me banhar,
Ser sal, areia,
Sol, espuma,
Ser sua.
Jusley Naiane
Se você soubesse
os poemas
que meus olhos
escrevem
em seu corpo
se você soubesse
os poemas
que minha boca
declama
em seus lábios
se você soubesse
os poemas
que minhas mãos
exaltam
em seu seio
você
se sentiria
livre
e eu
me sentiria
poeta.
Alberto Busquets.
#Desafio 005
os poemas
que meus olhos
escrevem
em seu corpo
se você soubesse
os poemas
que minha boca
declama
em seus lábios
se você soubesse
os poemas
que minhas mãos
exaltam
em seu seio
você
se sentiria
livre
e eu
me sentiria
poeta.
Alberto Busquets.
#Desafio 005
Tudo é teu
Quando me olha,
Teu olhar sombreado, pelos cílios espessos
Esperando
Querendo
E conquista,
Eu confesso.
Sou dona do meu ser, mas você se tornou
Parte de minha alma,
A que que desliza, sorrateiramente
Pela primeira vez, em meus pensamentos mais profundos
Tudo é teu,
Quando me toca
Mesmo sem me me tocar
Fisicamente
Enquanto tuas palavras pintam o papel e completam os meus mais intensos desejos.
Sobre como ficamos bem juntos
Nus, um sobre o outro
Desvendando o Kama Sutra.
Eliz Leão
Quando me olha,
Teu olhar sombreado, pelos cílios espessos
Esperando
Querendo
E conquista,
Eu confesso.
Sou dona do meu ser, mas você se tornou
Parte de minha alma,
A que que desliza, sorrateiramente
Pela primeira vez, em meus pensamentos mais profundos
Tudo é teu,
Quando me toca
Mesmo sem me me tocar
Fisicamente
Enquanto tuas palavras pintam o papel e completam os meus mais intensos desejos.
Sobre como ficamos bem juntos
Nus, um sobre o outro
Desvendando o Kama Sutra.
Eliz Leão
E hoje é sexxxta
#
O romance de Duda e Davi já começou pegando fogo em uma noite de paixão no terraço sob as estrelas. Quer saber mais? Leia "Carícias sob o céu", aqui no Literunico.
#
O romance de Duda e Davi já começou pegando fogo em uma noite de paixão no terraço sob as estrelas. Quer saber mais? Leia "Carícias sob o céu", aqui no Literunico.
Esclarecer
(003 de 365)
Vamos deixar uma coisa bem clara:
Ou vivo no teu abraço eternamente
Ou, de viver, me canso, de repente,
Deixando de sonhar como sonhara;
Vou deixar claro que te adoro, minha cara:
Amo-te tanto, e tanto, e quando a gente
Extravasa, assim, a paixão que sente,
Nossa vida a nada mais se compara.
Deixando claro, destarte, que te venero,
Aponto já que teu beijo ainda espero,
Pra viver e enfim trilhar a minha estrada;
E só te peço, nesta hora, que me faça
O teu servo, o teu Deus, a tua caça;
A tua vida, o teu Tudo e o teu Nada.
(003 de 365)
Vamos deixar uma coisa bem clara:
Ou vivo no teu abraço eternamente
Ou, de viver, me canso, de repente,
Deixando de sonhar como sonhara;
Vou deixar claro que te adoro, minha cara:
Amo-te tanto, e tanto, e quando a gente
Extravasa, assim, a paixão que sente,
Nossa vida a nada mais se compara.
Deixando claro, destarte, que te venero,
Aponto já que teu beijo ainda espero,
Pra viver e enfim trilhar a minha estrada;
E só te peço, nesta hora, que me faça
O teu servo, o teu Deus, a tua caça;
A tua vida, o teu Tudo e o teu Nada.
#desafio 365 dias
Dia 04 - Poema
Nada a dizer.
Nestes dias, nada me comove.
Nada me propõe um verbo e, sequer, reconheço-me poeta.
Talvez nem seja.
Talvez seja apenas o engano alheio
Que se torna o aplauso desejado por meu ego.
Mas nestes dias, desprezo-o.
Recolho-me a um canto, sem camisa,
Lendo poemas sempre lidos, sempre ecos.
Neles, me encontro muda.
Sequer uma despedida se anuncia…
Sequer um beijo na testa, inocente convite.
Nada interrompe meu silêncio.
Permito-me sentir a morte,
Tão bela quanto mil aves negras
Que levantam voo
Em um quase desespero.
É fim de tarde.
Sylvvia Rubraurora
Dia 04 - Poema
Nada a dizer.
Nestes dias, nada me comove.
Nada me propõe um verbo e, sequer, reconheço-me poeta.
Talvez nem seja.
Talvez seja apenas o engano alheio
Que se torna o aplauso desejado por meu ego.
Mas nestes dias, desprezo-o.
Recolho-me a um canto, sem camisa,
Lendo poemas sempre lidos, sempre ecos.
Neles, me encontro muda.
Sequer uma despedida se anuncia…
Sequer um beijo na testa, inocente convite.
Nada interrompe meu silêncio.
Permito-me sentir a morte,
Tão bela quanto mil aves negras
Que levantam voo
Em um quase desespero.
É fim de tarde.
Sylvvia Rubraurora