#Desafio 04
Mulher bem amada
Uma mulher
Em boas mãos,
Recebe carinho
E deVida atenção.
Se faz amada,
Amante,
Namorada…
Se faz saciada,
De corpo,
Mente e CorAção.
Mulher bem amada,
FlorÉsce!
Desabrocha,
Enrubesce,
Se empolga
E resplandece a face.
Se vê na hora,
Que de AMOR
Se abastece.
MarU
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#Desafio 03
Quem dera
Quem dera,
seus feixes de luz
Pudessem sempre me alcançar!
E com seu calor, aquecer meu leito.
Quem dera,
Seu amor puro
Soubesse como me arrebatar!
E dispersar de mim todos os meus medos.
Quem dera,
Seu olhar sereno
Conseguisse me desvendar!
E fazer-me ver com clareza o que não vejo.
Quem dera
Eu pudesse…
Eu soubesse…
Eu conseguisse…
Quem dera…
MarU
Quem dera
Quem dera,
seus feixes de luz
Pudessem sempre me alcançar!
E com seu calor, aquecer meu leito.
Quem dera,
Seu amor puro
Soubesse como me arrebatar!
E dispersar de mim todos os meus medos.
Quem dera,
Seu olhar sereno
Conseguisse me desvendar!
E fazer-me ver com clareza o que não vejo.
Quem dera
Eu pudesse…
Eu soubesse…
Eu conseguisse…
Quem dera…
MarU
#Desafio 02
Avoada
Perco-me do chão,
Sentindo-me avoada.
Caminhando como brisa,
Em tarde ensolarada.
Flutuando!
Não dormindo.
Estou bem acordada.
Distraída, sorrindo.
Sentindo!
Sonhando!
Será que estou apaixonada?
MarU
Avoada
Perco-me do chão,
Sentindo-me avoada.
Caminhando como brisa,
Em tarde ensolarada.
Flutuando!
Não dormindo.
Estou bem acordada.
Distraída, sorrindo.
Sentindo!
Sonhando!
Será que estou apaixonada?
MarU
#Desafio 01
Ventando
As vezes, o ar é briza.
As vezes, vento.
As vezes, ventania.
Sinto o vento, ventando!
As vezes, o mormaço
Me queima a pele.
As vezes, o frio me arrepia.
Sinto o vento, acalmando!
As vezes, quase parado.
Seco, dificulta até pra respirar.
As vezes intenso, violento de assustar.
Sinto os ventos a mudar!
As vezes, o vento gira.
Girando, vira tudo de pernas pro ar.
Ás vezes, o vento precisa de um tempo até melhorar.
MarU
Ventando
As vezes, o ar é briza.
As vezes, vento.
As vezes, ventania.
Sinto o vento, ventando!
As vezes, o mormaço
Me queima a pele.
As vezes, o frio me arrepia.
Sinto o vento, acalmando!
As vezes, quase parado.
Seco, dificulta até pra respirar.
As vezes intenso, violento de assustar.
Sinto os ventos a mudar!
As vezes, o vento gira.
Girando, vira tudo de pernas pro ar.
Ás vezes, o vento precisa de um tempo até melhorar.
MarU
Banho Premium
Tiro a roupa,
Num ritual sacro.
Solto os cabelos
Para lavá-los.
Afago minha pele,
Em frente ao espelho.
Apalpo meu corpo,
Sinto meus seios.
Cansada, esbravejo
Mentalmente contra
o que vejo.
Mas, sigo pro banho,
Preciso do meu asseio.
Ligo o chuveiro,
Molho o corpo todo primeiro.
Meus cabelos, molhados
Ultrapassam a cintura,
Em comprimento.
Ensaboada e nua,
Enquanto o creme
Faz efeito,
Relaxo com a duchinha
Apontada para o meu grelo.
Relaxa e goza, minha amiga!
“Isso sim é um banho premium”.
MarU
#
Tiro a roupa,
Num ritual sacro.
Solto os cabelos
Para lavá-los.
Afago minha pele,
Em frente ao espelho.
Apalpo meu corpo,
Sinto meus seios.
Cansada, esbravejo
Mentalmente contra
o que vejo.
Mas, sigo pro banho,
Preciso do meu asseio.
Ligo o chuveiro,
Molho o corpo todo primeiro.
Meus cabelos, molhados
Ultrapassam a cintura,
Em comprimento.
Ensaboada e nua,
Enquanto o creme
Faz efeito,
Relaxo com a duchinha
Apontada para o meu grelo.
Relaxa e goza, minha amiga!
“Isso sim é um banho premium”.
MarU
#
Aceito
Não me atrevo
A intervir no frágil equilíbrio natural.
Eu aceito o feito!
Nem sempre compreendo,
Mas entendo onde é o meu lugar.
E aceito!
Mesmo com os olhos,
Por vezes marejados,
Observo tão ricos prados
Verdes a refletir em meu olhar.
Sou grata por observar.
A beleza, que me cativa,
Não é cativa de mim.
Eu aceito!
Nessa vida, estou de passagem,
Com as asas abertas,
Tal quais colibris.
MarU
Não me atrevo
A intervir no frágil equilíbrio natural.
Eu aceito o feito!
Nem sempre compreendo,
Mas entendo onde é o meu lugar.
E aceito!
Mesmo com os olhos,
Por vezes marejados,
Observo tão ricos prados
Verdes a refletir em meu olhar.
Sou grata por observar.
A beleza, que me cativa,
Não é cativa de mim.
Eu aceito!
Nessa vida, estou de passagem,
Com as asas abertas,
Tal quais colibris.
MarU
Canteiro
Fez minha alma e coração de canteiro,
Plantou suas rosas, regou…
E floresceu meu mundo inteiro.
Fez meu coração de canteiro,
Plantou-se ali e enraizou.
Florescemos flores novas,
Que o jardineiro podou.
Me fiz seu canteiro de canto.
Floresci flores mortas,
Secas, sem regas nem encantos
E a planta não vingou.
Desfiz do canteiro vagabundo.
Recompus minha alma e coração,
Retomei meu mundo.
Quem quer flores no lugar de sentimentos?
Sou mais o som
De um coração sadio batendo,
Que um canteiro “sadô” fedendo
Flores de dor e desilusão.
MarU
Fez minha alma e coração de canteiro,
Plantou suas rosas, regou…
E floresceu meu mundo inteiro.
Fez meu coração de canteiro,
Plantou-se ali e enraizou.
Florescemos flores novas,
Que o jardineiro podou.
Me fiz seu canteiro de canto.
Floresci flores mortas,
Secas, sem regas nem encantos
E a planta não vingou.
Desfiz do canteiro vagabundo.
Recompus minha alma e coração,
Retomei meu mundo.
Quem quer flores no lugar de sentimentos?
Sou mais o som
De um coração sadio batendo,
Que um canteiro “sadô” fedendo
Flores de dor e desilusão.
MarU
Retumbante Leito
A poesia floresce,
Vertente das veias,
Reluz escuridão, clareia.
Nas asas da imaginação,
A poesia aparece.
Cristalina como água,
Fluida e indômita,
A não ser,
Quando acomodada em
Uma singela página.
A poesia cresce,
Toma páginas, aparece.
Mas é no coração
De quem a lê,
Que faz sua casa,
Vira ouro e permanece,
Recheando um peito
Muito bem acomodada
Em seu retumbante leito.
MarU
A poesia floresce,
Vertente das veias,
Reluz escuridão, clareia.
Nas asas da imaginação,
A poesia aparece.
Cristalina como água,
Fluida e indômita,
A não ser,
Quando acomodada em
Uma singela página.
A poesia cresce,
Toma páginas, aparece.
Mas é no coração
De quem a lê,
Que faz sua casa,
Vira ouro e permanece,
Recheando um peito
Muito bem acomodada
Em seu retumbante leito.
MarU
Indigna
Ardendo por dentro,
Ferida não sara.
Remédio não alivia,
Na verdade, estraga.
Melhor, se pudesse
Voltar no tempo!
Evitar perder a calma,
Ferir minha alma,
Matar meu sentimento.
Ainda não sei
Se serei capaz
De te esquecer!
Ou apagar da mente
Tudo que me fez sofrer.
Falei em matar
E também em morrer,
Mas, na verdade,
Minha alma está buscando
De onde tirar forças
Para continuar a viver.
Se sobreviverei ao sacrilégio?
Ainda não sei, talvez seja tarde.
Mas, não me entregarei
Neste momento
À tal desalento,
Não sem resgatar
Minha dignidade.
Até lá, eu aguento!
MarU
Ardendo por dentro,
Ferida não sara.
Remédio não alivia,
Na verdade, estraga.
Melhor, se pudesse
Voltar no tempo!
Evitar perder a calma,
Ferir minha alma,
Matar meu sentimento.
Ainda não sei
Se serei capaz
De te esquecer!
Ou apagar da mente
Tudo que me fez sofrer.
Falei em matar
E também em morrer,
Mas, na verdade,
Minha alma está buscando
De onde tirar forças
Para continuar a viver.
Se sobreviverei ao sacrilégio?
Ainda não sei, talvez seja tarde.
Mas, não me entregarei
Neste momento
À tal desalento,
Não sem resgatar
Minha dignidade.
Até lá, eu aguento!
MarU
Cura
Só preciso de um pouco de sol,
Para criar coragem.
Só preciso de um pouco de vento,
Para sentir a sensação de liberdade.
Só preciso parar por um momento,
Para parar de pensar tanto.
Só preciso ouvir por uns instantes,
Para notar os pássaros cantando.
Só preciso olhar ao redor,
Para apreciar a beleza da natureza outdoor.
Só preciso do riso da minha criança,
Para receber esperanças pro meu viver.
Só preciso disso tudo e mais nada,
Para viver minha vida com um largo sorriso estampado na cara.
Minha cura.
MarU
Só preciso de um pouco de sol,
Para criar coragem.
Só preciso de um pouco de vento,
Para sentir a sensação de liberdade.
Só preciso parar por um momento,
Para parar de pensar tanto.
Só preciso ouvir por uns instantes,
Para notar os pássaros cantando.
Só preciso olhar ao redor,
Para apreciar a beleza da natureza outdoor.
Só preciso do riso da minha criança,
Para receber esperanças pro meu viver.
Só preciso disso tudo e mais nada,
Para viver minha vida com um largo sorriso estampado na cara.
Minha cura.
MarU