O mar me apaixona
Mas não me deixo levar pela onda
Tento permanecer essência
Enquanto a correnteza figura tão dura resistência
E até que se esgotem as forças
O corpo é instrumento sagrado
Na alma perdura o zelo selado
Pra ser um eterno soldado
A guerra não é armada
E quase sempre velada
Condenando o destino de muitos
Que sonham em morar numa ilusão
Se é possível ou não
O que lhe dirá a ilustração
Surreal e confusa às palavras
Que só lhe entende o coração
Decoração de um tempo utópico
Em que vejo a rainha, Gaia tão linda
Vislumbre em coroa de flores e frutos
E há paz na terra molhada no chão
A despedida virá logo e rogo
Pra que o juízo seja generoso
Pois sei que honrei o meu Pai e minha Mãe
E estou pronto pra sê-los de novo
E assim, enfim serei mar, serei onda
E serei a chuva que toca no rosto...
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Mar.U
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>> Pretérito em Movimento
MPB
Sou efeito e defeito
Reação ao imperfeito
Pretérito a andar
Vou em passos largos e laços
Amarro os cadarços
E a vela a navegar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares...
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Sou feito de defeito
Efeito do imperfeito
Pretérito pretensioso
Que insiste em se fazer presente
Vou na rima, vou repente
Rumo a estrela incandescente
Mil pedidos a deixar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares…
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Que desenhei pra ti
MPB
Sou efeito e defeito
Reação ao imperfeito
Pretérito a andar
Vou em passos largos e laços
Amarro os cadarços
E a vela a navegar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares...
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Sou feito de defeito
Efeito do imperfeito
Pretérito pretensioso
Que insiste em se fazer presente
Vou na rima, vou repente
Rumo a estrela incandescente
Mil pedidos a deixar
Insisto e arrisco
Ignoro o perigo
De por ti me apaixonar
E me deixo levar
Entre olhares
E mares…
Feito Aquiles e seus calcanhares
E me deixo levar
Por sussurros
Lhe ouço em silêncio
E lhe pertenço, tão pretenso
Crente num invento
Que desenhei pra ti
Quer me amar?
O grito incessante
De quem morreu.
Morreu entre não quereres.
Morreu no abandono.
Na sede de carinho. Esquecida,
Morreu à míngua
Na oração de todo dia,
Ela gritava por dentro
Pedia a um Deus, inexistente, indiferente.
Que queria ser amada.
Mas a mágoa a esmagava por dentro
A calava, anulava
Como pessoa, como mulher, como ser existente,
Implodiu seu sentir
Tirou dela o sentido.
O mundo, a deixou doente.
Criou muros, se escondeu.
Virou noites, adoeceu.
Quisera ser alguém.
Aquela que magoaria?
Que desprezaria?
Não, isso ela nunca conseguiu.
E por mais que quisesse.
Atrás de muros se guardaria.
Um certo olá,
Um certo amar,
Um certo poeta,
A veio despertar.
Para um amor que pra ela não existia.
Mas ele a apresentaria, a ensinaria.
Um amor tão grande,
Que de supetão e bolas de demolição
Rompeu todas as barreiras de medo.
E a transformou na mulher mais feliz e amada.
Então, ela percebeu,
Que entrelaçadas aos seus desejos,
Outra linha estava, a dele.
Mesmo antes de o conhecer.
E estaria até o fim do mundo, acontecer.
Eliz Leão
O grito incessante
De quem morreu.
Morreu entre não quereres.
Morreu no abandono.
Na sede de carinho. Esquecida,
Morreu à míngua
Na oração de todo dia,
Ela gritava por dentro
Pedia a um Deus, inexistente, indiferente.
Que queria ser amada.
Mas a mágoa a esmagava por dentro
A calava, anulava
Como pessoa, como mulher, como ser existente,
Implodiu seu sentir
Tirou dela o sentido.
O mundo, a deixou doente.
Criou muros, se escondeu.
Virou noites, adoeceu.
Quisera ser alguém.
Aquela que magoaria?
Que desprezaria?
Não, isso ela nunca conseguiu.
E por mais que quisesse.
Atrás de muros se guardaria.
Um certo olá,
Um certo amar,
Um certo poeta,
A veio despertar.
Para um amor que pra ela não existia.
Mas ele a apresentaria, a ensinaria.
Um amor tão grande,
Que de supetão e bolas de demolição
Rompeu todas as barreiras de medo.
E a transformou na mulher mais feliz e amada.
Então, ela percebeu,
Que entrelaçadas aos seus desejos,
Outra linha estava, a dele.
Mesmo antes de o conhecer.
E estaria até o fim do mundo, acontecer.
Eliz Leão
Hoje eu concluo essa seção Biblioteca ou não me chamo Eder!
Próximo passo é a melhoria nas indicações e informações de compras, comunidades, grupos privados , depoimentos, mascotes e feeds personalizados.
Enquanto isso, tem livros físicos no forno!
Próximo passo é a melhoria nas indicações e informações de compras, comunidades, grupos privados , depoimentos, mascotes e feeds personalizados.
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O Melhor dos Sonhos
Enquanto acordado, eu vejo esse sorriso, lindo e brilhante, gostoso de ser visto!
Me perco nesses olhos, que encantam e me fascinam! Contemplo seu lindo rosto! Desejo seu lindo corpo!
Ah, mas que castigo, te ver assim tão longe, cruel foi o destino! Queria te ter bem perto!
Mas ao adormecer eu tenho o meu consolo, nos sonhos posso tocá-la, beijar seu lindo rosto!
Amar seu lindo corpo, te dar todo prazer, ouvir os seus gemidos durante o seu gozar, sentir você tremer em meio ao seu prazer! Fazer amor contigo de novo e outra vez!
Você é o meu vício, meu anjo divinal!
Eu sou o vosso servo, meu sonho é lhe servir! Servir amor profundo! Servir prazer sem fim!
Eu imploro, minha rainha, não me deixe despertar! Pois no mundo acordado só saudade vai restar!
Enquanto acordado, eu vejo esse sorriso, lindo e brilhante, gostoso de ser visto!
Me perco nesses olhos, que encantam e me fascinam! Contemplo seu lindo rosto! Desejo seu lindo corpo!
Ah, mas que castigo, te ver assim tão longe, cruel foi o destino! Queria te ter bem perto!
Mas ao adormecer eu tenho o meu consolo, nos sonhos posso tocá-la, beijar seu lindo rosto!
Amar seu lindo corpo, te dar todo prazer, ouvir os seus gemidos durante o seu gozar, sentir você tremer em meio ao seu prazer! Fazer amor contigo de novo e outra vez!
Você é o meu vício, meu anjo divinal!
Eu sou o vosso servo, meu sonho é lhe servir! Servir amor profundo! Servir prazer sem fim!
Eu imploro, minha rainha, não me deixe despertar! Pois no mundo acordado só saudade vai restar!
Olá queridos leitores!
Estou avisando que meu livro de Ficção "Quatro Destinos" está para leitura gratuita na Amazon de 01 a 05 de fevereiro. Quem for assinante, aproveite para ler essa minha humilde obra literária.
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Estou avisando que meu livro de Ficção "Quatro Destinos" está para leitura gratuita na Amazon de 01 a 05 de fevereiro. Quem for assinante, aproveite para ler essa minha humilde obra literária.
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#desafio 365 dias
Dia 31 - Fale sobre um livro que fale sobre mágica ou que você considere mágico!
Esse tema foi o mais difícil, visto que, na verdade, são dois! E ambos me levaram a caminhos bem distintos. Digo mais: outra verdade é que começo esse texto sem saber de qual livro vou falar.
Explico-me: a primeira alternativa me fez lembrar de livros onde a "mágica" é possível. Lembrei logo de O Hobbit, de Tolkien; de vários livros de Neil Gaiman (luto); de várias HQ's, como Constantine; além da coleção de livros ambientados no universo de World of Warcraft (gamer detected).
Já a segunda alternativa me levou para o caminho de livros cuja a linguagem é mágica! Livros que eu considero mágicos são aqueles nos quais a linguagem é o próprio mundo. Lembrei de O Fio das Missangas, de Mia Couto; de A Via Estreita, de Alexei Bueno; de Morangos Mofados, de Caio Fernando Abreu (já trazido aqui).
Decido, então, falar de um texto que sequer lembrei ao iniciar: o conto "Natal na Barca" (1973), da maravilhosa Lygia Fagundes Telles.
O conto se passa na véspera de Natal, em uma barca que cruza o Rio Tietê. O narrador (que não tem o seu gênero definido) claramente está depressivo e fugindo de algo, e se depara com uma mulher que está na barca com seu filho doente. É um texto sobre a magia do Natal, mas também sobre a magia de ser empático, de ser humano, de deixar-se envolver pelo outro.
Esse conto é tão mágico, para mim, que uma vez eu levei para ler com meus alunos e, no fim, estávamos eu e alguns alunos de olhos lacrimejando. Super recomendo!
Dia 31 - Fale sobre um livro que fale sobre mágica ou que você considere mágico!
Esse tema foi o mais difícil, visto que, na verdade, são dois! E ambos me levaram a caminhos bem distintos. Digo mais: outra verdade é que começo esse texto sem saber de qual livro vou falar.
Explico-me: a primeira alternativa me fez lembrar de livros onde a "mágica" é possível. Lembrei logo de O Hobbit, de Tolkien; de vários livros de Neil Gaiman (luto); de várias HQ's, como Constantine; além da coleção de livros ambientados no universo de World of Warcraft (gamer detected).
Já a segunda alternativa me levou para o caminho de livros cuja a linguagem é mágica! Livros que eu considero mágicos são aqueles nos quais a linguagem é o próprio mundo. Lembrei de O Fio das Missangas, de Mia Couto; de A Via Estreita, de Alexei Bueno; de Morangos Mofados, de Caio Fernando Abreu (já trazido aqui).
Decido, então, falar de um texto que sequer lembrei ao iniciar: o conto "Natal na Barca" (1973), da maravilhosa Lygia Fagundes Telles.
O conto se passa na véspera de Natal, em uma barca que cruza o Rio Tietê. O narrador (que não tem o seu gênero definido) claramente está depressivo e fugindo de algo, e se depara com uma mulher que está na barca com seu filho doente. É um texto sobre a magia do Natal, mas também sobre a magia de ser empático, de ser humano, de deixar-se envolver pelo outro.
Esse conto é tão mágico, para mim, que uma vez eu levei para ler com meus alunos e, no fim, estávamos eu e alguns alunos de olhos lacrimejando. Super recomendo!
MEIA E QUATRO
Tem força andando armada, braço que esgana, mão que espanca! Resto de praga dos anos sessenta.
Eu ouço o som das botas, todas no mesmo som, todas no mesmo ritmo!
Gira a arma pra lá, gira a arma pra cá, esquerda vou ver, direita vou ver, palmas, palmas vou ouvir!
Palmas, palmas! Palmas do esquecimento. Palmas, palmas! Palmas que desprezam o passado!
Moças loucas por fardas, homens que engolem botas! Todos eles esqueceram ou nenhum deles se importa!
Todo o sangue derramado! Todo o grito sumido e nunca mais encontrado! Toda carne moída, toda a dor suportada! Todo herói esfolado, cada dor suportada, cada vida perdida! Tudo, tudo esquecido!
Mas eu, eu vou me lembrar! Pois meu sangue que corre vem de terra latina! Vou negar esse braço, recusar essa mão, vou cuspir nessa marcha, desprezar essa farda! Vou cruzar os meus braços, palmas minhas não terão!
E você, meu amigo, cria desse Brasil, se for mesmo bom homem, fará como eu fiz! Vai negar essa peste, desprezar esse rastro! Vai lembrar dessa história, lamentar esse sangue e vai negar suas palmas para os monstros de farda.
Nota: Uma homenagem aos heróis do Brasil, os que conhecemos e os que nunca vamos conhecer!✊
Tem força andando armada, braço que esgana, mão que espanca! Resto de praga dos anos sessenta.
Eu ouço o som das botas, todas no mesmo som, todas no mesmo ritmo!
Gira a arma pra lá, gira a arma pra cá, esquerda vou ver, direita vou ver, palmas, palmas vou ouvir!
Palmas, palmas! Palmas do esquecimento. Palmas, palmas! Palmas que desprezam o passado!
Moças loucas por fardas, homens que engolem botas! Todos eles esqueceram ou nenhum deles se importa!
Todo o sangue derramado! Todo o grito sumido e nunca mais encontrado! Toda carne moída, toda a dor suportada! Todo herói esfolado, cada dor suportada, cada vida perdida! Tudo, tudo esquecido!
Mas eu, eu vou me lembrar! Pois meu sangue que corre vem de terra latina! Vou negar esse braço, recusar essa mão, vou cuspir nessa marcha, desprezar essa farda! Vou cruzar os meus braços, palmas minhas não terão!
E você, meu amigo, cria desse Brasil, se for mesmo bom homem, fará como eu fiz! Vai negar essa peste, desprezar esse rastro! Vai lembrar dessa história, lamentar esse sangue e vai negar suas palmas para os monstros de farda.
Nota: Uma homenagem aos heróis do Brasil, os que conhecemos e os que nunca vamos conhecer!✊
#desafio 32/365
Não queira conter
O meu sentir.
Eu sinto, não minto
Não finjo, não te firo
Guardo o sentimento pra mim.
Ainda assim,
Você me recrimina
Por sentir.
Jusley Naiane
Não queira conter
O meu sentir.
Eu sinto, não minto
Não finjo, não te firo
Guardo o sentimento pra mim.
Ainda assim,
Você me recrimina
Por sentir.
Jusley Naiane
A diversidade de crenças é o que torna nosso mundo tão rico e fascinante! Respeitar a religião do outro é um passo fundamental para construirmos uma sociedade mais harmoniosa e plural. Lembre-se: a liberdade religiosa é um direito de todos e cada crença traz consigo histórias e valores únicos que merecem ser reconhecidos. Vamos juntos promover o respeito e a convivência pacífica entre todas as crenças? Marque alguém que valoriza a diversidade! ✨ #Respeito #LiberdadeReligiosa #EstadoLaico #Diversidade #Harmonia