Universo da obra
Universo da obra
-Então está decidido. Vamos fazer novamente uma armada e procurar, sobrevoando a floresta. Precisaremos de toda ajuda alada que obtivemos — disse Kae. — Acha que devemos contatar o rei Sirius? Você sabe que, desde que a família dele foi atacada e morta, ele se isolou de todos e se tornou um guerreiro. — Dizem que ele já matou tantos têntri que perdeu a conta. Solano, o rei fae, nos disse que os guardas o viram numa varredura e que ele estava vagando na floresta.
Disse que estava quase nu e seu corpo estava ainda mais musculoso do que antes. Talvez buscasse têntris… para matar? — falou Àsgar. — Ele está vivendo fora do muro de proteção, então? Como sobreviveu aos têntris até hoje, Àsgar? — perguntou Zenit. — Não sabemos, Zen. O único que sabemos é que ele jamais voltou ao castelo novamente. Isso faz três séculos já. É muito tempo correndo riscos de ser infectado, sem o ser. Mas também, Sírius sempre foi o que melhor lutava entre nós, em todas as categorias — disse Àsgar.
— Às vezes, penso que talvez nunca mais o veremos como antes, e que já morreu sozinho na floresta. Mas aí nos trazem notícias dele, e fico esperando que ele tenha se cansado dessa vida e retorne para seu castelo, já que está próximo a uma ponte. Sinto falta de suas brincadeiras e riso — falou Zarin, pesaroso. — Mas iremos perguntar a ele, se conseguirmos achá-lo. Ver se tem algo para nos informar, se viu ou ouviu algo — disse Zenit. — Será um problema achá-lo.
Ele se embrenhou na floresta como ninguém nunca fez antes, a não ser na época em que não existiam os têntri e a floresta era mais um local de vida normal. Mas, já que vamos começar uma busca, temos chance de nos
deparar com ele — disse Àsgar. Nesse ponto da noite, estavam todos alimentados e apenas bebericando água ou algum vinho dracônico. — Então começaremos a busca logo ao amanhecer. Muito bom descanso a todos — disse Àsgar, se levantando. — Teremos um longo e trabalhoso dia pela frente. Amanhã, Sora começará os treinos de Saphyre e Ambhar. Espero que gostem do treino. Boa noite. Todos deram boa noite, e ele se retirou.
Kaeidh disse: — Saphyre ficou surpresa ao ver vocês em forma humana, após ter visto vocês como dragões gigantescos. — Imagine eu como fiquei surpresa ao ver Fayne se transformar em minha frente! Um dragão enorme em uma linda e pequena mulher, com pequeninas escamas em partes do corpo como se fossem pedras preciosas. Fayne riu e disse: — Ela realmente ficou sem palavras. Abriu e fechou a boca três vezes, como um peixinho fora d’água. Riram. — É claro!
Vim de um lugar sem nenhuma magia e, de repente, acordo aqui em uma floresta encantada, cheia de animais fantásticos. Sou perseguida por um monstro e, pra coroar, um dragão me salva e se transforma em mulher bem em frente a mim! Uhhh… sem palavras, real e completamente. Conversaram mais um pouco. Saphyre cochichava com Ambhar, que veio sentar-se ao seu lado. — Nossa conexão é profunda, Ambhar — disse Saphyre, a respeito de Kae. — Lemos e falamos por pensamento. É muito incrível e surpreendente.
Ele se assusta às vezes, eu percebo, com meu jeito de falar e fazer o que penso e tenho vontade, sabe? Tal qual papai fazia? E quando mamãe dizia a ele que, se criasse mulheres fortes, teria mulheres fortes; que, se as criasse fracas, era
assim que seriam… Ficaram quietas, juntaram as mãos e pediram para que os pais estivessem bem e a salvo. — Estou um pouquinho encantada com Fayne também, mas aparentemente ela não quer ter relacionamentos, sejam eles com quem for. Ainda mais com uma humana, ou elfa como nós, já que ela é uma magnífica princesa dragão — contou Ambhar, um pouco triste. — Mas você sabe como sou. Eu finjo que está tudo bem e sigo em frente. Afinal, só a conheço há uma semana.
É absurdo sentir essa atração assim e já querer que ocorra algo. Sou a Ambhar sorridente, como todos sempre diziam… e é assim que vou ser. — E você chegou a falar para ela que está interessada? — Claro que não! Não sou como você, e você sabe disso. Sou tímida a respeito disso. Um pouco maluca, mas tímida para falar dos meus sentimentos. Só me abro com você, Saphye! — Eu sei, eu sei. Sabe, é incrível essa minha memória seletiva. Me lembro de nossas vidas, me lembro de todos os treinos com vocês, de nossa irmã menor.
Mas não me lembro de muitas coisas que eu deveria me lembrar. Como papai e mamãe nunca nos falaram sobre a profecia? E nós, aparentemente, fazemos parte dela. Eu me vi, acho que era eu, mergulhando na água, e ficamos dois dias lá. Voltamos com a profecia, mas eu não tenho lembrança disso, de nada disso. Não sabemos nada a respeito. — Eu me lembro de nossos pais, uma noite, falando baixinho. Tiveram uma discussão e mamãe chorou; papai a consolou.
Ela disse que eles tinham que fazer, que não dava mais para não nos contar, porque era importante que soubéssemos como agir. Papai não concordou. Acho, agora, que foi a respeito disso tudo. Eu tinha quinze anos. Se lembra que eu saía sorrateiramente pra ver as estrelas à noite, em cima do moinho? Saphyre fez que sim com a cabeça. — Nesta noite, depois de ouvir a conversa deles, fiquei preocupada, mas eu era adolescente… e logo esqueci.
— Então acho que não seria tão seletiva minha memória. Eles não mencionaram nada para nós. Talvez nem sejamos mesmo as que esses povos buscam, as da profecia. Só nos resta torcer para que Emeraldy, papai e mamãe estejam bem e a salvo. — Será que, se procurássemos, acharíamos o portal que nos trouxe aqui? Será que, se voltarmos, eles estarão lá, preocupados e vivendo agoniados com nosso desaparecimento? Porque eu me lembro da explosão e, enquanto tudo voava, eu caí no portal.
Você foi atingida, e Emeraldy estava mais próxima da porta porque forçou para abri-la, para tentar alcançar nossos pais. E não vi mais nada. — Acha que há alguma possibilidade de Emeraldy estar viva? Ou nossos pais? — perguntou Saphyre. — Espero que sim, irmã. Espero mesmo que sim. Kaeidh se aproximou delas. — Eu vou me recolher, tarine. Sinta-se à vontade para ir quando quiser. — Eu irei com você, Kae. Voltou-se para Ambhar. — Nos falamos amanhã? — Sim, é claro. Boa noite, Saphye e Kaeidh.
Foram passando pelas pessoas, em direção às escadas. Cumprimentaram um e outro que os saudavam. Subiram conversando mentalmente sobre tudo o que ela havia falado com a irmã. Para outros, parecia que eles trocavam olhares em silêncio; para eles, estavam conversando normalmente. Saphyre contou a ele sobre as lembranças que vieram após ver Ambhar: sua infância, seus pais, suas várias dúvidas, as dúvidas de sua irmã e o seu medo por Emeraldy e seus pais. Deitaram abraçadinhos, com ele acalentando-a.
Depois de um dia tão intenso e da volta da memória dela, Kaeidh só queria apagar toda dor e medo de seus olhos. Ela sorria, mas ele sabia que seus pensamentos estavam em constante preocupação. Dormiram,
ambos cansados. Kaeidh abriu os olhos. Olhou Saphyre. Já era manhã, e uma pequena fresta de luz dourada pousava em seus cabelos. Kaeidh a olhava encantado desde o momento em que a luz o acordou e se pegou observando a mesma luz dançar sobre a pele de Saphyre. As sobrancelhas grossas e arqueadas, os olhos amendoados de cílios espessos, as maçãs do rosto altas, o nariz de ponta arredondada, os lábios generosos e o queixo formoso. Seu pescoço era esguio e sua respiração a fazia subir e descer lentamente.
Seus generosos seios estavam cobertos pelo fino e delicado, como seda, cobertor dracônico. Os fios de seus cabelos estavam abundantemente jogados sobre o travesseiro. Kaeidh pensou em como seriam felizes e quanta sorte tinha por ela tê-lo aceitado. Mas também estava preocupado com a segurança dela. Não sabiam até onde ia a profecia, o que ela deveria fazer. Porém, sabia que, enquanto pudesse, iria treiná-la em todas as artes possíveis para que pudesse se defender do que fosse.
Os povos, apesar de pacificadores, com a ameaça constante de Borag, seus têntri e a doença maléfica que causavam, os faziam sempre estar a postos, treinados para uma ofensiva. E tinham razão! Desde que eles tinham escavado e derrubado uma das pontes sem que ninguém percebesse, os treinamentos se tornaram mais e mais precisos e praticados.
Armaduras de metal salirion, o mais raro e forte metal, estavam sendo moldadas naquele momento pelos melhores artesãos dracônicos e seriam distribuídas a todos os guerreiros não dragões. Zoltark e Caled iriam voar até lá com o contingente de sua armada para medir o tamanho de cada um. Hoje, precisariam voar até a antiga ilha para o treinamento adequado de sua âme sœur. Precisava que ela soubesse o que fazer quando estivesse em perigo.
Queria mantê-la segura em seu lar, mas, infelizmente, sabia, pressentia, que não seria assim.
Passou os olhos pelo delineado do corpo dela embaixo do cobertor e sentiu o desejo correr pelo próprio corpo. Nem imaginava como seria ter prazer como tinha com ela. A impressão que Kae tinha era que viveu uma vida em preto e branco, sem sons, sem sabores e sem aromas. E, quando Saphyre o tocou pela primeira vez, foi aberta uma cortina que o separava da vida, com cores exuberantes, sabores, cheiros e sensações antes nunca experienciadas em todos os seus séculos de vida. Ela sorriu de leve.
— Humm, eu ouvi tudo isso aí — disse, espreguiçando-se e encostando o corpo no dele. Levantou o cobertor e escorregou até ele, abraçando-o. Deitando no peito dele, respirou forte, sentindo um cheiro delicioso. — Que perfume maravilhoso, Kae. Eu sentia ele em você, mas não tão forte — disse, dando beijos leves no peito dele e indo para o pescoço. — De onde vem? Tem em um potinho? — Só tem neste potinho — disse ele, apontando para o próprio corpo. — É o meu perfume pra você, sabe?
Meu cheiro, de quando estou pensando em você. Ela chegou com os beijos na boca dele. Parou ali com os olhos abertos e uma das formosas sobrancelhas levantadas. Sorriu. — Para mim? — Sim. Temos esse cheiro característico para atrair para o sexo. Você também tem. E cheira maravilhosamente, e tem me atormentado todo esse tempo — falou Kae, dando pequenos beijos em seus lábios e rosto. — Ah é? Atormentando de que forma? Fez algo a respeito? — Sim. Gostaria de ver isso? — Eu adoraria!
Ela se elevou ao lado dele, ajoelhada, sentada sobre os próprios pés, ao lado do estômago dele. O cobertor escorregou até as pontas dos dedos dos pés dela. Totalmente nua e gloriosa, as
frestas de luz agora em sua barriga, adornando ao longo de seu umbigo. Kaeidh enviou imagens dos momentos em que sentiu que precisava se aliviar: um dia na biblioteca, eles tocaram as mãos ao pegar no mesmo livro; depois, os braços se roçaram ao se aproximar para lhe mostrar uma parte de algo interessante para eles, coroado com o cheiro do fôlego dela em seu rosto quando ela bufou de frustração por não encontrarem nada substancial. Seu aroma subiu forte na mesa de jantar à noite, e ele a pegou olhando para ele.
Ela sorriu, e ele também, encantado, e imediatamente ficou duro. Ficou desconfortável até terminarem o jantar e, cada vez mais, ela exalava o perfume. Kaeidh saiu rapidamente da sala, agradecendo por suas vestes serem compridas e cobrirem sua vergonha de todos. Foi para seu quarto e tomou banho gelado. Deitado na água gelada por pelo menos quarenta minutos e nada. Ela não saía da sua cabeça, e a lembrança do aroma só piorava a situação. Resolveu que tentaria se satisfazer.
Não podia correr o risco de deixá-la constrangida ou de se envergonhar na frente dela. Não sabia se ela gostaria da ideia de ser sua âme sœur. Aqueceu a água e saiu da banheira. Subiu na cama e se acariciou. Fechou os olhos e focou na lembrança dela, do olhar, dos lábios que queria beijar. Gemeu, os músculos retesando ao se tocar. O perfume… deuses. O melhor que já havia sentido. Que sabor teria sua âme sœur? O que sentiria se deslizasse a língua pelo sinuoso corpo dela?
Almejava estar com ela todos os dias, beijando cada canto daquela pele luxuriosamente pintada de doce de leite dourado. Que sabor teria a parte mais escondida dela? Ao pensar nisso, imediatamente gozou. Ele a olhou intensamente enquanto a imagem ia passando da mente dele para a dela. As respirações aceleradas. Ela ali ao seu lado, nua, os seios subindo e descendo rapidamente, seus lábios
entreabertos, os olhos fechados. Soltou um gemido, e o perfume de suas essências sobrepujou qualquer outra coisa no quarto. Levantou as mãos e tocou seus seios. Ela entreabriu os olhos e mergulhou nos braços dele, com um gemido alto. — Eu não sabia! — disse ela, beijando-o. — Fez muito disso? — Sim, muito mais disso — disse ele, deslizando as mãos pelas nádegas dela. — Todos os dias. Algumas vezes à tarde também. — Por isso que, do nada, você desaparecia, falando que iria ao banheiro?
— Sim, tarine — falou ele, com um gemido, quando ela o pegou com as mãos e o colocou em seu interior, lentamente, saboreando seus lábios, a sensação da penetração e a sensação das imagens transmitidas no cérebro dela por ele. Ambos tremiam com fortes emoções. Kae sabia que estavam a ponto de se conectarem completamente e a avisou: — Tarine, temos que parar por um segundo. Preciso lhe enviar uma informação agora, antes de continuar. Por favor, pare por um momento. Ela o olhou, sorrindo. — Agora? — disse, rebolando.
— SIM! — falou Kae, retesando todos os músculos e fechando os olhos. — Saphyre!! A segurou com as duas mãos nos quadris. — Por favor. Veja isto! Uma sucessão de imagens de alguns livros sobre sexo entre âme sœur e sua completa sintonia, e a chamada conexão de almas. Transcendental, imaginou, ao ler na mente o livro que Kae leu na adolescência. Seria algo inesquecível e inexplicável, como uma união, mas muito mais que isto. Indissolúvel quando ambos estavam no auge de sua essência e amor.
A conexão viria para sempre, unindo as duas pessoas, alma, corpo e mente, até suas mortes. Se um fosse
primeiro, o outro sobreviveria apenas. Sentiriam até mesmo os sabores, prazeres e emoções do outro, mesmo com uma simples fruta em suas bocas. Era realmente uma conexão, como se fossem uma pessoa em duas. Passado e presente dos dois seriam mesclados. Tudo que viveram seria desvendado em suas mentes. Todas as coisas que haviam visto e sentido seriam vistas e sentidas pelo seu âme sœur. As imagens cessaram.
Ela abriu os olhos, vendo-o ali, as formas duras e ao mesmo tempo macias de seu corpo, seu esforço por protegê-la de algo que ela não conhecia e que poderia talvez odiar. Ele estava imóvel, os músculos tremendo, e gotículas de suor escorriam pela testa e peito. Tão formoso, tão honrado! — Eu quero tudo com você, Kae. Cada dia mais. Você é inigualável para mim. Estar unida a você, saber o que você sente, como sente, será um presente. Eu não sei muito sobre mim ou sobre a vida que tive, a profecia…
talvez seja você que deva temer estar conectado a mim. Pode ser para você um suplício. Não sabemos quanto tempo viverei e, já que você pode viver muitos séculos, o que fará quando eu morrer antes? Saiu de cima dele. — Meu instinto de proteção grita agora para que não façamos isto antes de sabermos, por mais que me doa. Suspirou, sentando ao lado da cama, pegando as roupas que estavam ao lado, jogadas no chão. — Preciso sair um pouco. Nosso cheiro está me deixando tonta de desejo. Ele continuou ali deitado, imóvel.
Olhos fechados, tentando não respirar. — Sim… sim… sinto que vou morrer! Deuses, tarine… Respirou fortemente e, atormentado pelo aroma, grunhiu alto, puxando os lençóis. — Oh, meus deuses! Saphyre olhou-o. Seu corpo todo tenso, suado, e o pênis dele
pulou contra a barriga. Ela gritou, arrastada pela forte emoção. Pegou sua jaqueta e saiu apressadamente do quarto de ambos. Fechou a porta e encostou nela. — Mais longe, Saphyre… por favor, amor! — ele disse na mente dela. Chamas azuis incendiaram a pele de Saphyre, e ela correu pelo corredor superior, passando pelas escadas até o andar térreo. Andou a passos largos pelo salão de refeições.
Todos, sentados e tomando o café da manhã, se assustaram com sua pele pegando fogo, mas ela não percebeu e só parou ao chegar aos extremos dos jardins da ilha flutuante. Já com o corpo em plena luz azul, seus olhos flamejantes e seus cabelos esvoaçavam sobrenaturalmente ao redor. Algumas mechas de cabelo se tornaram totalmente azuis. À beira do precipício da ilha flutuante, ela levitou… e explodiu!
Em um mundo marcado por guerras antigas, pactos esquecidos e poderes que jamais deveriam ser despertados, as chamas não nascem do fogo, nascem da escolha. Quando sinais de um desequilíbrio voltam a surgir, reinos inteiros entram em alerta. Dragões desaparecem, portais são abertos nas entranhas das montanhas e forças que haviam sido seladas começam a se mover nas sombras. No centro desse caos está um segredo capaz de mudar o destino de todos: um poder ancestral ligado às Chamas Celestes, cuja existência foi apagada da história. Entre alianças frágeis, traições silenciosas e conflitos que atravessam raças e territórios, personagens são forçados a confrontar não apenas inimigos externos, mas também aquilo que carregam dentro de si. Uma decisão cobra um preço. E a verdade revelada ameaça incendiar todo o mundo conhecido. Chamas Celestes é um romance de fantasia que combina intrigas políticas, magia antiga e tensão crescente, conduzindo o leitor por um universo onde o passado insiste em retornar — e onde nem todos sobreviverão ao despertar das chamas.
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.
Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.
Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!
Capítulos disponíveis para continuar a leitura.
Cada capítulo avulso custa R$ 0,00. Ao completar R$ 10,00 em capítulos, você ganha automaticamente o e-book e o acesso à obra completa.
Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!
Conhecer as 100 RelíquiasAinda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Durante a leitura, abra Menu para ajustar a experiência sem sair do capítulo. As preferências de aparência ficam salvas neste aparelho.
Recursos identificados como “em preparo” aparecem para antecipar a evolução do leitor, mas ainda não executam uma ação.
Posso mostrar leituras em destaque, clássicos e Relíquias disponíveis agora no Literúnico.
Escolha um caminho
Dúvidas desta página
As explicações do Aurélio são respostas cadastradas pelo Literúnico.