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#Desafio153
🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
Mais um dia amanhece gelado.
Mas é fogo que me toma por dentro.
Fecho os olhos, renego o real.
Me lanço a ti : febre, ritual.
Teu sorriso, safado, torto,
convida: “Vem! Me perde no corpo”.
Teu olhar me despe com fúria.
Tua língua: incêndio que murmura.
Tuas mãos: audácia e veneno.
nos meus seios, meu pescoço, terreno.
Abro as pernas. Sou altar, oferenda.
Mas tu me nega. E isso me acende.
Te demoras. Me bebes. Me cravas.
Feiticeiro da carne, desejo que lava.
Teu gozo é culto. Meu corpo, altar.
Sommelier do amor
a me devorar.
Cr🔥s Ribeiro
****Releitura
🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
Mais um dia amanhece gelado.
Mas é fogo que me toma por dentro.
Fecho os olhos, renego o real.
Me lanço a ti : febre, ritual.
Teu sorriso, safado, torto,
convida: “Vem! Me perde no corpo”.
Teu olhar me despe com fúria.
Tua língua: incêndio que murmura.
Tuas mãos: audácia e veneno.
nos meus seios, meu pescoço, terreno.
Abro as pernas. Sou altar, oferenda.
Mas tu me nega. E isso me acende.
Te demoras. Me bebes. Me cravas.
Feiticeiro da carne, desejo que lava.
Teu gozo é culto. Meu corpo, altar.
Sommelier do amor
a me devorar.
Cr🔥s Ribeiro
****Releitura
#Desafio 152
***IMENSIDÃO DO OBSERVAR
Há quem veja. E há quem enxergue o que ninguém mais vê.
Aqui, olhos são portais: os poetas sussurram sobre aquilo que escapa no cotidiano, mas grita na alma.
O livro te observa até que você se veja inteiro.
Imensidões por um fio é uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma olhar que talvez seja o seu.
📖 Adquira agora.
💫 Viva a sua própria imensidão.
***IMENSIDÃO DO OBSERVAR
Há quem veja. E há quem enxergue o que ninguém mais vê.
Aqui, olhos são portais: os poetas sussurram sobre aquilo que escapa no cotidiano, mas grita na alma.
O livro te observa até que você se veja inteiro.
Imensidões por um fio é uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma olhar que talvez seja o seu.
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#Desafio 151
✧ IMENSIDÕES POR UM FIO:
Um livro.
Sete abismos que arrebatam por dentro.
***IMENSIDÃO DO SER
Quando a pergunta é maior que a resposta, o que ecoa é poesia.
É sobre o ser que se estilhaça no silêncio do universo.
É sobre o sagrado que vive no peito.
Sobre existir entre o ruído e o sopro.
Imensidões por um fio é mais do que um livro.
É uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma voz que talvez seja sua.
📖 Adquira agora.
💫 Viva a sua própria imensidão.
✧ IMENSIDÕES POR UM FIO:
Um livro.
Sete abismos que arrebatam por dentro.
***IMENSIDÃO DO SER
Quando a pergunta é maior que a resposta, o que ecoa é poesia.
É sobre o ser que se estilhaça no silêncio do universo.
É sobre o sagrado que vive no peito.
Sobre existir entre o ruído e o sopro.
Imensidões por um fio é mais do que um livro.
É uma travessia com olhos, carne e alma.
Cada poema, um convite.
Cada autor, uma voz que talvez seja sua.
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💫 Viva a sua própria imensidão.
#Desafio149
🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
Teus pelos,
meu olhar:
minhas mãos
a deslizar.
Tuas pintas,
o meu fraco:
minha língua
a mapear.
Teu desejo,
os meus lábios :
meu pescoço
a ritmar
Teu suspiro,
meu prazer.
Minha aflição:
te ver gozar.
Teu gemido,
meu sorriso:
minha boca
a se fartar.
Teu carinho,
meu amor.
Nossas mãos
a entrelaçar.
Cr💞s Carneiro
🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
Teus pelos,
meu olhar:
minhas mãos
a deslizar.
Tuas pintas,
o meu fraco:
minha língua
a mapear.
Teu desejo,
os meus lábios :
meu pescoço
a ritmar
Teu suspiro,
meu prazer.
Minha aflição:
te ver gozar.
Teu gemido,
meu sorriso:
minha boca
a se fartar.
Teu carinho,
meu amor.
Nossas mãos
a entrelaçar.
Cr💞s Carneiro
#Desafio148
Inteira
Sou a escolha
que espera
ser feita.
(por mim)
A dança
entre o risco
e o enraizar.
Nada de metade.
Meu desejo
não é tropeço:
é bússola de pele.
Meu tempo é colheita.
Sei onde sangro,
sei onde floresço.
Me basto.
Mas, se quiserem ficar,
que venham com as mãos nuas
e o coração
sem tréguas.
Cr💞s Ribeiro
Inteira
Sou a escolha
que espera
ser feita.
(por mim)
A dança
entre o risco
e o enraizar.
Nada de metade.
Meu desejo
não é tropeço:
é bússola de pele.
Meu tempo é colheita.
Sei onde sangro,
sei onde floresço.
Me basto.
Mas, se quiserem ficar,
que venham com as mãos nuas
e o coração
sem tréguas.
Cr💞s Ribeiro
#Desafio147
A chuva chove
os olhos, olham
A ansiedade?
Ansia, ora bolas!
Tudo é.
Menos o amor…
Preguiçoso,
se espreguiça no limiar
e não se atreve.
Que medo de tentar!
Cr💞s Ribeiro
A chuva chove
os olhos, olham
A ansiedade?
Ansia, ora bolas!
Tudo é.
Menos o amor…
Preguiçoso,
se espreguiça no limiar
e não se atreve.
Que medo de tentar!
Cr💞s Ribeiro
#Desafio146
Não mata de uma vez.
Corteja.
Faz do corpo
violino em desatino,
encordoado em nervo,
arqueado em angústia.
É flor do mal
sem vaso.
Não carece jardim:
brota do sangue,
na veia do “tanto faz”.
Cheira amargo:
infância mal digerida,
conselho de mãe cansada.
Dá náusea.
Não,
não é alcaloide.
Não é estricnina.
Não é veneno vendido.
É só a consciência.
Essa vadia elegante
que te visita
ao romper da manhã,
ensinada por infelizes
a se importar com todos
e esquecer de si.
Como uma puta.
Ou uma metralhadora de afetos
em forma de mulher
que, por ser,
já morre
de si.
Cr💞s Ribeiro
Não mata de uma vez.
Corteja.
Faz do corpo
violino em desatino,
encordoado em nervo,
arqueado em angústia.
É flor do mal
sem vaso.
Não carece jardim:
brota do sangue,
na veia do “tanto faz”.
Cheira amargo:
infância mal digerida,
conselho de mãe cansada.
Dá náusea.
Não,
não é alcaloide.
Não é estricnina.
Não é veneno vendido.
É só a consciência.
Essa vadia elegante
que te visita
ao romper da manhã,
ensinada por infelizes
a se importar com todos
e esquecer de si.
Como uma puta.
Ou uma metralhadora de afetos
em forma de mulher
que, por ser,
já morre
de si.
Cr💞s Ribeiro
#Desafio145
Em Trânsito
Nunca
os vi.
Nunca.
Mas
nos lemos
por dentro.
Nos salvamos
em madrugadas tortas,
sem toque,
sem rosto.
Presença que atravessa,
não é tela.
É
pele.
Agora
vou.
A estrada:
rito.
Travessia para
tornar
carne
o que já
era
coração.
Urgência
do
tato.
fim
de
exílio,
fome
de
abraço,
olho
no
olho.
Suor.
Riso.
Presença.
Ao vivo.
Não é São Paulo,
são
eles.
Vozes
que
me
cabem.
Amores
que
me
invadem.
Afetos
que
o
corpo
desconhece,
mas
a
alma…
chama
de
casa.
Dia doze:
partida.
Dia treze:
encontro.
Meu mundo
se rende:
sentimento,
verdade.
Sem distância.
Cr💞s Ribeiro
Em Trânsito
Nunca
os vi.
Nunca.
Mas
nos lemos
por dentro.
Nos salvamos
em madrugadas tortas,
sem toque,
sem rosto.
Presença que atravessa,
não é tela.
É
pele.
Agora
vou.
A estrada:
rito.
Travessia para
tornar
carne
o que já
era
coração.
Urgência
do
tato.
fim
de
exílio,
fome
de
abraço,
olho
no
olho.
Suor.
Riso.
Presença.
Ao vivo.
Não é São Paulo,
são
eles.
Vozes
que
me
cabem.
Amores
que
me
invadem.
Afetos
que
o
corpo
desconhece,
mas
a
alma…
chama
de
casa.
Dia doze:
partida.
Dia treze:
encontro.
Meu mundo
se rende:
sentimento,
verdade.
Sem distância.
Cr💞s Ribeiro