#Desafio 188
*Fuja*
Fuja…
enquanto ainda há tempo!
Antes de se acostumar,
se entregar,
se prender,
antes de querer ficar,
antes de querer ser.
Fuja…
Não caia nessa conversa,
não queira pegar intimidade,
não queira fazer parte…
Antes que seja tarde,
previna-se, preveja.
Fuja!
Ouça.
Leia este alerta.
Já te deixarei avisado,
para não dizer que era “papo”.
O precavido ouviu o recado,
e você me ouça: não se perca!
Pois…
se ficar?
Talvez eu não queira mais ir…
e permaneça.
Pode acontecer
que eu fique como você,
bem aqui…
e, perdidamente apaixonada,
me entregue a uma paixão
não planejada…
Que surgiu,
assim de repente,
do nada…
de forma crescente,
mas ainda controlada.
Então,
seja eloquente…
Seria loucura!
Pois agora, não há desculpa.
Você é inteligente e está consciente,
não há “porquê” em tornar
nossas vidas complicadas!
Nosso “caso” exige
uma atitude drástica,
de autopreservação pura.
Fuja!
Fuja,
enquanto ainda
não sente nada minha falta.
Consequências de me amar
e me ter apaixonada
podem ser evitadas.
Fuja,
e não me diga nada!
ou…
você vai (vi)ver!
MarU
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#Desafio 187
*Tomàtica*
Alho cru,
pimentões
e tomates.
Tudo cortado rústico,
temperado com:
azeite,
“asìeto” balsâmico,
sal
e pimenta
à vontade.
Pra muitos,
um sabor excêntrico,
talvez estranho…
Pra mim,
tem sabor de saudade!
MarU
*Tomàtica*
Alho cru,
pimentões
e tomates.
Tudo cortado rústico,
temperado com:
azeite,
“asìeto” balsâmico,
sal
e pimenta
à vontade.
Pra muitos,
um sabor excêntrico,
talvez estranho…
Pra mim,
tem sabor de saudade!
MarU
#Desafio 186
*Eu pago*
Olhos quentes
ardem inchados…
do choro…
é passado.
Rosto dormente,
corpo arrastado,
e na mente…
pensamentos atravessados
Puxo a respiração…
profundamente.
O ar não passa,
é falho.
Sinto-me impotente,
Infelizmente…
O que a boca cala,
o corpo fala.
E quem paga?
Eu pago.
Mas…
por alguma razão
é quando meu olhos
ficam mais verdes…
Iluminados.
MarU
*Eu pago*
Olhos quentes
ardem inchados…
do choro…
é passado.
Rosto dormente,
corpo arrastado,
e na mente…
pensamentos atravessados
Puxo a respiração…
profundamente.
O ar não passa,
é falho.
Sinto-me impotente,
Infelizmente…
O que a boca cala,
o corpo fala.
E quem paga?
Eu pago.
Mas…
por alguma razão
é quando meu olhos
ficam mais verdes…
Iluminados.
MarU
#Desafio 185
*Beijo*
Tudo começa
num beijo.
Provando lábios,
sentindo o desejo crescendo,
entregando-se
com a boca em contato.
Tudo começa
com um beijo,
mas depois
pode ter mais…
Invadindo de desejos
o pensamento,
permitindo-se
querer cada vez mais.
Tudo que começa
com um beijo
pode levar a outros…
outros beijos,
outros planos,
outros desejos
até então insanos.
Tudo que beijo,
desejo.
Tudo que desejo,
conclamo.
Tua boca.
Teus lábios trêmulos.
Teu beijo…
me querendo de novo.
MarU
*Beijo*
Tudo começa
num beijo.
Provando lábios,
sentindo o desejo crescendo,
entregando-se
com a boca em contato.
Tudo começa
com um beijo,
mas depois
pode ter mais…
Invadindo de desejos
o pensamento,
permitindo-se
querer cada vez mais.
Tudo que começa
com um beijo
pode levar a outros…
outros beijos,
outros planos,
outros desejos
até então insanos.
Tudo que beijo,
desejo.
Tudo que desejo,
conclamo.
Tua boca.
Teus lábios trêmulos.
Teu beijo…
me querendo de novo.
MarU
#Desafio 184 ❤️
Poema explícito for girls…
“…A glória
é tê-la nua,
entregue
ao desejo meu,
saciando minha sede.
Entre tuas pernas,
abertas,
devoro os anseios teus.”
…
Poema explícito for girls…
“…A glória
é tê-la nua,
entregue
ao desejo meu,
saciando minha sede.
Entre tuas pernas,
abertas,
devoro os anseios teus.”
…
#desafio 183
*Ducha quente*
Vapor
de ducha quente.
Cheiro
de sabonete.
Som suave
de cantoria.
Delicadeza:
o som
de música francesa…
entre a água,
a voz feminina.
Espelho embaçado.
Tem névoa no quarto.
Transpira.
Se despe,
como se ouvisse
o chamado.
Em silêncio,
simplesmente
adentra o espaço…
fitando-a,
inebriado.
Entre a névoa,
seu olhar incendiado
premedita o contato.
Se excita.
Paralisa.
Se alisa…
Assistindo,
aprecia a cena,
focaliza…
Prepara-se
e adentra.
Apresenta-se discreto,
mesmo
“naquele” estado:
ereto.
Ela o recebe
e o insere…
no chuveiro,
molhando-o.
Alisa seu corpo
com as mãos
e sabonete,
ensaboa-o.
Explora
discretamente,
aproveitando
para tocá-lo
livremente.
Exalam desejo,
mas contêm-se.
Inocentes…
até o momento
adequado.
O sente inseguro,
disfarçando
pensamentos impuros.
No silêncio
do momento mais puro:
apuros.
O ensejo…
um beijo.
E, como se a fagulha
que faltava
fosse acionada,
num impulso,
de joelhos,
encarando-o…
Segurando-o
firmemente,
abocanha-o.
A cantoria cessa.
O chuveiro
não seca.
A água invade
o banheiro.
Gemidos
são ouvidos
no bairro inteiro.
Batidas
no vidro do box.
No eco,
estalidos repetidos.
Vozes
emitem grunhidos.
Reclama baixinho,
com o ventre preenchido…
Estocadas fortes,
pausadas,
intensas.
Vigoroso, carinhoso…
O prazer dela
vale o esforço…
Recompensa!
Água e corpos
escorregadios
inundam o quarto…
continuam na cama,
em chamas.
De frente,
de lado,
em cima,
embaixo,
cavalgando,
cavalgando…
Movimentando a cama,
desmontando o quarto.
De quatro,
a doma…
Molham-se
de novo…
em gozo
de quem ama.
Olham-se cansados,
apaixonados.
Voltam
ao chuveiro,
para
banharem-se
de novo.
E depois…
secarem o quarto
ainda molhado
por esses loucos…
Ah, os apaixonados!
MarU
#
*Ducha quente*
Vapor
de ducha quente.
Cheiro
de sabonete.
Som suave
de cantoria.
Delicadeza:
o som
de música francesa…
entre a água,
a voz feminina.
Espelho embaçado.
Tem névoa no quarto.
Transpira.
Se despe,
como se ouvisse
o chamado.
Em silêncio,
simplesmente
adentra o espaço…
fitando-a,
inebriado.
Entre a névoa,
seu olhar incendiado
premedita o contato.
Se excita.
Paralisa.
Se alisa…
Assistindo,
aprecia a cena,
focaliza…
Prepara-se
e adentra.
Apresenta-se discreto,
mesmo
“naquele” estado:
ereto.
Ela o recebe
e o insere…
no chuveiro,
molhando-o.
Alisa seu corpo
com as mãos
e sabonete,
ensaboa-o.
Explora
discretamente,
aproveitando
para tocá-lo
livremente.
Exalam desejo,
mas contêm-se.
Inocentes…
até o momento
adequado.
O sente inseguro,
disfarçando
pensamentos impuros.
No silêncio
do momento mais puro:
apuros.
O ensejo…
um beijo.
E, como se a fagulha
que faltava
fosse acionada,
num impulso,
de joelhos,
encarando-o…
Segurando-o
firmemente,
abocanha-o.
A cantoria cessa.
O chuveiro
não seca.
A água invade
o banheiro.
Gemidos
são ouvidos
no bairro inteiro.
Batidas
no vidro do box.
No eco,
estalidos repetidos.
Vozes
emitem grunhidos.
Reclama baixinho,
com o ventre preenchido…
Estocadas fortes,
pausadas,
intensas.
Vigoroso, carinhoso…
O prazer dela
vale o esforço…
Recompensa!
Água e corpos
escorregadios
inundam o quarto…
continuam na cama,
em chamas.
De frente,
de lado,
em cima,
embaixo,
cavalgando,
cavalgando…
Movimentando a cama,
desmontando o quarto.
De quatro,
a doma…
Molham-se
de novo…
em gozo
de quem ama.
Olham-se cansados,
apaixonados.
Voltam
ao chuveiro,
para
banharem-se
de novo.
E depois…
secarem o quarto
ainda molhado
por esses loucos…
Ah, os apaixonados!
MarU
#
#Desafio 182
*Atração*
Cada poro
do meu corpo
pressente você,
te convidando a amar,
exalando feromônios no ar.
Meus olhos,
a te fitar,
brilham como estrelas
ao vê-lo devolver-me um olhar.
Você acende pra mim
em meio à multidão.
O Universo
em conspiração.
Você, minha constelação.
Nossa mágica
em fusão.
Nossos corpos magnéticos:
atração.
MarU
*Atração*
Cada poro
do meu corpo
pressente você,
te convidando a amar,
exalando feromônios no ar.
Meus olhos,
a te fitar,
brilham como estrelas
ao vê-lo devolver-me um olhar.
Você acende pra mim
em meio à multidão.
O Universo
em conspiração.
Você, minha constelação.
Nossa mágica
em fusão.
Nossos corpos magnéticos:
atração.
MarU
#Desafio 181
*Tantra*
Alisa minha pele,
desliza…
Me toca com presença.
Me sente…
com a palma das suas mãos,
deslizando.
Me atiça com seu toque,
me excita…
Desliza essas mãos por mim.
Me toca…
com a ponta dos seus dedos,
suavemente…
passeando…
por todo meu corpo,
me eletrizando de desejo.
Suave,
esses seus dedos safados,
escorregando de leve…
Suavemente.
Queimando minha pele,
sentindo…
nossa respiração ofegante,
desejando você a todo instante.
Enlouquecidos…
de vontades pulsantes
desaguando em seus dedos.
Ofegantes…
sentindo nossos cheiros,
deslizando…
quase não aguentando
a vontade
de te sentir…
encaixado e inteiro
dentro de mim.
MarU
*Tantra*
Alisa minha pele,
desliza…
Me toca com presença.
Me sente…
com a palma das suas mãos,
deslizando.
Me atiça com seu toque,
me excita…
Desliza essas mãos por mim.
Me toca…
com a ponta dos seus dedos,
suavemente…
passeando…
por todo meu corpo,
me eletrizando de desejo.
Suave,
esses seus dedos safados,
escorregando de leve…
Suavemente.
Queimando minha pele,
sentindo…
nossa respiração ofegante,
desejando você a todo instante.
Enlouquecidos…
de vontades pulsantes
desaguando em seus dedos.
Ofegantes…
sentindo nossos cheiros,
deslizando…
quase não aguentando
a vontade
de te sentir…
encaixado e inteiro
dentro de mim.
MarU
#Desafio 180
*Encruzilhada*
Bebeu a cachaça,
direto do vidro
na encruzilhada…
Pra enganar o frio
e as ideias atravessadas.
Assou o bicho…
que deu seu axé
na oferenda sagrada.
Agradeceu
aos céus e orixás,
por isso:
merenda encontrada.
Religião e tradição:
Aos devotos e atendidos,
todos gratos,
na encruzilhada,
ao improviso.
Lutando,
todos os dias,
por sua vida…
Mas hoje,
o mendigo vai comer!
… E viver
mais um dia,
por isso.
Laroyê! Laroyê!
Adorei as almas.
Ogunhê.
Atotô Obaluaiê.
Muito obrigada!
Muito obrigada!
MarU
*O texto acima é uma homenagem inspirada por uma cena real.
Escrevo com reverência, não como iniciada, mas como quem observa com respeito o sagrado nas ruas.
*Encruzilhada*
Bebeu a cachaça,
direto do vidro
na encruzilhada…
Pra enganar o frio
e as ideias atravessadas.
Assou o bicho…
que deu seu axé
na oferenda sagrada.
Agradeceu
aos céus e orixás,
por isso:
merenda encontrada.
Religião e tradição:
Aos devotos e atendidos,
todos gratos,
na encruzilhada,
ao improviso.
Lutando,
todos os dias,
por sua vida…
Mas hoje,
o mendigo vai comer!
… E viver
mais um dia,
por isso.
Laroyê! Laroyê!
Adorei as almas.
Ogunhê.
Atotô Obaluaiê.
Muito obrigada!
Muito obrigada!
MarU
*O texto acima é uma homenagem inspirada por uma cena real.
Escrevo com reverência, não como iniciada, mas como quem observa com respeito o sagrado nas ruas.
#Desafio 179
*Essa marca de você*
A madrugada fria,
guarda na memória
o retrato de você.
Cravado na carne:
seu cheiro,
seu charme…
seu jeito irreverente,
seu corpo quente.
Meu corpo te chama!
Na lembrança… sente?
Revive aquele quarto,
aquela cama,
deitados…
nossos corpos nus,
nosso suor sagrado…
Seu volume rígido
dentro.
Meus sentidos
se perdendo.
Seu jeito
de fazer amor comigo:
intenso…
lento…
me degustando…
Me fazendo ferver por dentro!
Me marcando…
pra sempre.
MarU
*Essa marca de você*
A madrugada fria,
guarda na memória
o retrato de você.
Cravado na carne:
seu cheiro,
seu charme…
seu jeito irreverente,
seu corpo quente.
Meu corpo te chama!
Na lembrança… sente?
Revive aquele quarto,
aquela cama,
deitados…
nossos corpos nus,
nosso suor sagrado…
Seu volume rígido
dentro.
Meus sentidos
se perdendo.
Seu jeito
de fazer amor comigo:
intenso…
lento…
me degustando…
Me fazendo ferver por dentro!
Me marcando…
pra sempre.
MarU