Público
Queria me entender
saber os porquês disso
ou daquilo
um quilo de penas
ou chumbo
é apenas um quilo
fi lo porque qui lo
Edu Liguori
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Quantas pessoas
passam e não ficam
Outonos
verão
quantos amores
foram feitos para esquecer
Edu Liguori
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Ser poeta é jogar longe o que tem endereço
Edu Liguori
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Público
As vezes sou belo
outras um velhaco
sinto que estou certo
ou seria enganado
acabado pelo tempo
talvez forte e vívido
contraditório sim
eu em mim
dicotomia e semiótica
filosofia poética
um ser uno
um prisma múltiplo
no fim um começo
nesta noite amanheço
Edu Liguori
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Abrir os olhos pela manhã
gosto amargo na boca
cabelos emaranhados
cotidiano explícito
mas ao levantar
lavar o rosto
escovar os dentes
pentear os cabelos
o cotidiano é só uma escolha
o que você faz com sua vida
faça poesia
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Público
Falaria Francês
sem pronunciar uma palavra
apenas imerso na maré baixa
das piscinas poéticas
da lagoeira nordestina
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O que é preciso
o que é sólido
o que é real
o que é enfim
que fica
significa
se todos somos
uma imagem
um sonho
de uma borboleta
Edu Liguori
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Pela manhã bem cedo
o sol invade minha casa
percorre tudo baixinho
ocupa
aos poucos se levanta
e deixa
por todos os cantos
os aromas de um novo dia
Edu Liguori
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Anoitecendo no Bar Olimpo
Hades exclama:
queria uma coca
só tem Perséfone
Depois de bebericar umas linhas
recorda assustado:
Deméter! me esqueci dela
deixei a prima da Vera pra trás
por Zeus essa mulher
vai fazer da minha vida
um inverno!
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As vezes eu não durmo para imaginar por mais tempo o que é o mundo quando você está sorrindo
Edu Liguori
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