Nós vamos eleger Lula de novo, porque ninguém merece numa vida só, sobreviver a uma ditadura militar, um Sarney, um Collor, um Itamar, um FHC, um Temer e DOIS Bolsonaros!!! Ninguém!!!! 143 4 6 2
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EDU LIGUORI
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RAFAEL ARAUJO
Tô quase certo que quando chegar a hora da classificação eu vou estar morto de sono
Cada capítulo gosto mais da Dana 1
eduliguori sextou 4 h Não sou fã de stouts, apesar de gostar de Guinness tap. Mas essa aqui não é ruim. 5 4
Idem!!! E assim continuarei! jotacordeiro1 23 h Desde 1.989 e assim foi como eu votei 3,6 mil 3,5 mil 109 272 7
@eduliguori:
Amarelo desbotado pode, vermelho não
É muita hipocrisia, se cagam dos reaças
Amarelo desbotado pode, vermelho não
É muita hipocrisia, se cagam dos reaças
Dizer que foi horrendo é pouco, cadê a indenização????
Um silêncio absurdo me atinge, aquele ensurdecedor adeus.
Reconstruir parece impossível, mas não será, porque sempre existe uma nova chance.
Tudo é novo nestes tempos, me enganei achando que seria fácil, é muito difícil.
Andei por aí e nada vi, as ruas ainda estão escuras, desertas.
Mas pelo menos sinto o coração vazio e não partido, o que seria bem pior.
A poesia está mais rara, me alimento de música, minha atual companheira.
Mas as palavras não me deixam, continuo exposto, necessitando gritar.
Quem lê acaba identificando momentos comuns, porque no fim somos todos iguais.
E sendo tão parecidos, reside aí minha esperança.
Com uma probabilidade relativamente alta, existe alguém procurando algo que eu possa oferecer.
E esse alguém tem em estoque o pão que necessito.
Por entre as linhas que rabisco enquanto ouço Caetano, Djavan e Chico cantarem o amor, me isento de uma louca insanidade como a que vivi a pouco.
Preferiria se tivesse a oportunidade de escolher uma nova amizade, que tal qual um botão de flor, fosse desabrochando com o sol.
Mas, quem sou eu para escolher?
Quem será que vai chegar?
Já está por perto e só não enxergo?
Ou ainda é uma viajante distante a se perder em meu caminho?
Risível é a vontade de entender os nossos desígnios, nunca saberemos ao certo.
Mas no silêncio que me atinge, ouço algo bater baixinho...
Um sinal de que claramente ainda há tempo e se há tempo, tenho fé.
Edu Liguori
Reconstruir parece impossível, mas não será, porque sempre existe uma nova chance.
Tudo é novo nestes tempos, me enganei achando que seria fácil, é muito difícil.
Andei por aí e nada vi, as ruas ainda estão escuras, desertas.
Mas pelo menos sinto o coração vazio e não partido, o que seria bem pior.
A poesia está mais rara, me alimento de música, minha atual companheira.
Mas as palavras não me deixam, continuo exposto, necessitando gritar.
Quem lê acaba identificando momentos comuns, porque no fim somos todos iguais.
E sendo tão parecidos, reside aí minha esperança.
Com uma probabilidade relativamente alta, existe alguém procurando algo que eu possa oferecer.
E esse alguém tem em estoque o pão que necessito.
Por entre as linhas que rabisco enquanto ouço Caetano, Djavan e Chico cantarem o amor, me isento de uma louca insanidade como a que vivi a pouco.
Preferiria se tivesse a oportunidade de escolher uma nova amizade, que tal qual um botão de flor, fosse desabrochando com o sol.
Mas, quem sou eu para escolher?
Quem será que vai chegar?
Já está por perto e só não enxergo?
Ou ainda é uma viajante distante a se perder em meu caminho?
Risível é a vontade de entender os nossos desígnios, nunca saberemos ao certo.
Mas no silêncio que me atinge, ouço algo bater baixinho...
Um sinal de que claramente ainda há tempo e se há tempo, tenho fé.
Edu Liguori
Crônica poética Um silêncio absurdo me atinge, aquele ensurdecedor adeus. Reconstruir parece impossível, mas não será, porque sempre existe uma nova chance. Tudo é novo nestes tempos, me enganei achando que seria fácil, é muito difícil. Andei por aí e nada vi, as ruas ainda estão escuras, desertas. Mas pelo menos sinto o coração vazio e não partido, o que seria bem pior. A poesia está mais rara, me alimento de música, minha atual companheira. Mas as palavras não me deixam, continuo exposto, necessitando gritar. Quem lê acaba identificando momentos comuns, porque no fim somos todos iguais. E sendo tão parecidos, reside aí minha esperança. Com uma probabilidade relativamente alta, existe alguém procurando algo que eu possa oferecer. E esse alguém tem em estoque o pão que necessito. Por entre as linhas que rabisco enquanto ouço Caetano, Djavan e Chico cantarem o amor, me isento de uma louca insanidade como a que vivi a pouco. Preferiria se tivesse a oportunidade de escolher uma nova amizade, que tal qual um botão de flor, fosse desabrochando com o sol. Mas, quem sou eu para escolher? Quem será que vai chegar? Já está por perto e só não enxergo? Ou ainda é uma viajante distante a se perder em meu caminho? Risível é a vontade de entender os nossos desígnios, nunca saberemos ao certo. Mas no silêncio que me atinge, ouço algo bater baixinho... Um sinal de que claramente ainda há tempo e se há tempo, tenho fé. Edu Liguori Ler mais 5 1 1
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Citação de @eduliguori:
Trecho do poema “Entre Letras”, por Edu Liguori em Noites em Claro
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Trecho do poema “Entre Letras”, por Edu Liguori em Noites em Claro