Lieder de Goethe — Calme de la mer
Tranquilo, o mar não canta nem ondeia; O nauta, imerso noutro mar de mágoas, Os olhos tristes e úmidos passeia Pela tranquila quietação das águas. A onda que dorme quieta, não espuma; O austro que sonha plácido, não canta; E em todo o vasto mar, em parte alguma, A mais pequena vaga se levanta.