Vocabulário - parte 6
CATATAU, s. m. - pequeno, baixo (homem). | Paiva consigna-o entre os termos condenados, sem o definir. Em Goiás designa carta de baralho, no jogo do truque: "Cuidado, minha gente, avisou alguém; temos aí cabra que truca sem zape nem catatau". (C. R., "Gente da gleba"). Em Pernamb., "falatório, discussão, mexerico" (Garcia). Em Trás-os-Montes, segundo o "Novo Dic.", "besta grande e velha; pessoa velha e magra; castigo, pancada". CATERETÊ, s. m. - dança de roceiros. | "...a (dança) brasileira, essencialmente paulista, mineira e fluminense, é o cateretê, - tão profundamente honesta (era dança religiosa entre os tupis) que o padre José de Anchieta a introduziu nas festas de Santa Cruz, S. Gonçalo, Espírito Santo, S. João e Senhora da Conceição, compondo para elas versos em tupi, que existem até hoje..." (C. Mag., Conf.) - De catira-ete"? CATÊTO, q. - diz-se de certa espécie de arroz, e de certa espécie de milho. CATIGUÁ, s. m. - árvore da fam. das Meliáceas. Há graúdo e miúdo. (H. P.). CATINGA, s. f. - mau cheiro de gente, de animais, de roupa suja, etc. CATINGÁ(R), v. i. - cheirar mal (a suor, a roupa suja, a sarro, etc.). CATINGUDO, q. - que tem catinga, que cheira mal. CATINGUENTO, q. - o mesmo que catingudo. CATINGUÊRO. q. - serve de designar certa espécie de veado pequeno do campo, e certa espécie de capim. CATIRA, s. f. - dança caipira: "João Penso levava pau no piolho... por amor dela, e, ainda mês e tanto atrás, saíra cinza num catira, num despique entre o Biscoito e o Tacuara". (C. P.). CATIRINA, Catarina, n. p. | Forma antiq., Caterina. CATUCÁ(R), CUTUCÁ(R), TATUCÁ(R), TUTUCÁ(R), v. t. - tocar (com o dedo, com o cotovelo) ; ferir de leve (com uma agulha, um espinho, uma faca) : "...o Ástolfo cutucou o Manèzinho com o cotovelo..." (V. S.). - Figuradamente, insinuar, sondar, excitar: "Cutuquei o hóme sôbre aquela proposta, mais o diacho se fêiz de desintendido..." | Cat. emprega este verbo, no seu poemeto nortista "Quinca Micuá". com uma acepção corrente em S. P.: "...me catucô pra fugi...", isto é, "me insinuou que fugíssemos, me deu a entender que fugiria comigo".- Dá-se-lhe origem no tupi, onde há o verbo "cutuca" (B. - R.) com idêntico ou semelhante sentido; mas também já descobrirata, no bundo, "cutuca", esvoaçar, adejar... CATUCÃO, CUTUCÃO, CATUCADA, CUTUCADA, s. f. - ato ou efeito de catucar: "Nha Veva quieta, repuxando a boca. Uma pedra. Não disse nada. Caí em cima da menina, beijei, chorei. Nisto, uma cutucada - era o Zico, aquele negrinho, sabe? Olhei pra êle; fez geito de me falar lá fora, longe da tatorana". (M. L.). | Escreve-se, geralmente, "cotucar", "cotucão", etc. Esta grafia não corresponde à pronúncia, mas ao vezo, aliás natural e explicável, de reduzir as formas estranhas aos tipos correntes da língua. CATUÊRO q. - diz-se do anzol encastoado (ou empatado) que se coloca numa vara, deixando-o quase na superfície da água, com a isca. CATUNDUVA, CATANDUVA, s. f. - mato baixo e áspero, em terra inferior. | De "caatàdyba" (T. Sampaio). CATUZADO, alcatruzado, part. de alcatruzar-se - encurvado, alquebrado (pela magreza): "Esse boi está catuzado e bambo". | O port. alcatruzado emprega-se freqüentemente, sobretudo no Algarve, com a significação de "corcovado", diz J. Mor. ("Estudos", 2.º vol., p. 209). CAUSO, caso, s. m. - fato, ocorrência, anedota: "Vô le contá um causo". | Encontra-se em Gil V., muitas vezes, caiso, como se encontra aito por auto. Terá a nossa forma dialetal relação com a vicentina, ou tratar-se-á de mera influência de causa? Cp. a loc. por causo de = por causa de. CAVADÊRA, s. f. - peça de ferro, com gume, que se adapta à ponta de um pau, a fim de abrir buracos no chão, para sementes. CAVALO-SEM-CABEÇA, s. m. - duende também chamado mula-sem-cabeça: "Num sei quem foi que viu um cavalo-sem-cabeça pinotiando co demônio im riba no meio dos bitatá e sortano fogo pras venta..." (C. P.). CAVAQUEÁ(R), v. i. - irritar-se, abespinhar-se (com alguma desatenção, ou brincadeira). | "Dar o cavaco" tem, em S. P., e não só entre os caipiras, significação diferente da que lhe dão os portugueses: vale o mesmo que cavaquear. CAVAQUISTA, q. - que se irrita facilmente; que não tolera brincadeiras; que cavaqueia sem grande motivo. CAVIRITA, q. - dizem, ou diziam outrora os meninos do pinhão menor que os outros, com que jogavam. CAVIÚNA, CABIÚNA, s. f. - designa várias árvores da fam. das Leguminosas, de madeira muito forte. CAVODÁ, s. m. - orifício que fica nos muros de taipa depois de retirados os andaimes. | Do cast. cavidad? CAXERENGUENGUE, s. m. - faca velha sem cabo. | De S. P. para o sul é usual esta forma; pelo resto do Brasil, "axiri, caxirengue, caxirenga, cacerenga, quicê, qulcê-acica, cicica", designando, geralmente, velha faca empregada na raspagem da mandioca. "Caxiri", no Pará, é uma espécie de alimento preparado com beijú diluído em água. (B. - R.). CAXÊTA, s. f. - árvore bignonácea. CÉDRO, s. m. - nome de várias espécies de meliáceas. CERÊJA, s. f. - designa o grão de café com sua casca, na expressão - "café em cereja", o mesmo que "em coco". CERRADO, s. m. - mato baixo e denso. | B. - R. regista-o como t. matogrossense e goiano. CERTO, q. - diz-se do animal adestrado, que obedece à rédea; Certo de boca: "Adonde já se viu um cavalo que num tá nem certo de bôca, inda co essa manquêra de má feição por nòveta!" (C. P.) CÉVA, s. f. - lugar onde se põem grãos ou outros engodos para a caça. CEVÊRO, s. m. - lugar onde se faz ceva para habituar a caça a freqüentá-lo: "O tar crube é um bão cevêro..." (C. P.). CHACRA, s. f. - propriedade rural próxima de povoado; terreno cultivado nos arredores de uma povoação; residência de arrabalde, com quintal grande e plantado. | Corre em todo o sul do Brasil. A forma "chácara" só é usada pela gente culta. É voc. sul-americano, e, segundo Zorob. Rodr., de procedência quechua. CHACRÊRO, s. m. - homem que tem a seu cargo uma chacra, que a planta e zela. CHACOAIÁ(R), v. t. e i. - revolver, bater como chocalho: "O supliciado... com o fígado e mais víceras fora do lugar, por via do muito que chacoalhavam..." (M. L.) | É t. usado a todo o momento e por toda a gente. Apenas os mais "civilizados" preferem dizer "chacoalhar". - Alter. de chocalhar. CHALO, s. m. - cama de varas, armada sobre estacas fincadas no chão. CHAMA, s. m. - pássaro que se coloca perto de um alçapão armado, para com o seu canto atrair outro da sua espécie. | De chamar. CHAMBALÉ, CHUMBALÉ, s. m. - certo vestido de criança, espécie de camisola. CHAMPUNHA, s. f. - giro do corpo, no ar, sobre as mãos postas no solo, como fazem os ginastas. | Cp. o italiano zampogna. CHARÁ, s. m. - qualquer indivíduo, em relação a outro de igual nome. | No extremo Sul, "tocaio"; no Amaz., "chêro". - Segundo Cherm., do tupi "che rêra", meu nome. CHARÔTO, charuto, s. m. | Segundo Mons. Dalg., os portugueses receberam este t. dos ingleses que, na Índia, diziam "cheroot", reproduzindo o tamul-malaiala "charuttu". Só aparece em literatura nos fins do séc. passado, sob a forma cheruto e charuto. CHARQUE, s. m. - carne seca salgada. | É t. corrente em todo o sul do Brasil. Do araucano, ou do quechua, seg. Zorob. Rodrig., citado em Romag. CHARQUEADA, s. f. - lugar ou estabelecimento onde se prepara a carne de vaca, salgando-a e secando-a ao ar livre. CHARRÔA, s. f. - remate, nas extremidades de uma rédea de couro: "...o velhinho pai do Jéca, junto ao palanque, trançava um laço ou fazia a charrôa de um par de rédeas, manejando a sovela e os tentos finos..." (C. P.). CHASCO, s. m. - o ato de puxar subitamente, num gesto de arrancar (a rédea de um cavalo, para obrigá-lo a parar; uma corda presa, um pano pendente, etc.) | No R. G. do S. chama-se "chasqueiro" a certo trote largo e duro (Romag.). CHATEÁ(R), v. t. e i. - achatar, esmagar, comprimir; tornar-se chato; pôr-se rente com o solo: "Quano nu"a vorta do caminho - veja só que faro de alimá! - o Bismarque (cão) chateô no chão, amarrano, que era uã buniteza..." (C. P.). CHAVÊTA, s. f. - peça de madeira que prende a canga à tiradeira. CHAVIÉ, q. (burlesco) - desapontado, envergonhado: Responde Pedro, bravo, e já chavié: "Pampa perdeu, foi porque eslava aguado". (C. P.) | Parece tirado de desinxavido, por um processo muito grato ao povo, processo às vezes motivado por "derivação regressiva (paixa, de paixão), às vezes por simples divertimento momentâneo. Desinxavido, entre o povo, se diz daquele que está corrido ou magoado por alguma contrariedade, ou calado e triste por timidez; e ouve-se, não raro, dizerem por brinco desinxa, xavi, etc. Entretanto, há também javéva e javevó, que tem parentesco de sentido, e talvez de forma, com chavié. CHÉ!, intj. de dúvida mais ou menos equivalente a qual!, assumindo ligeiras modalidades conforme se pronuncia mais rápida ou mais longamente, com maior ou menor energia: "Ché! nho Joaquim, mecê nêsse tranquinho num chega hoje na vila". Freqüentemente, juntam-lhe outra exclamação, que esperança!: "- Sarou bem? - Ché, que esperança! Melhorzinho. Panarício é uma festa!" (M. L). CHÊO, cheio, q. | Cp. arêa, cêa, sêo, vêa, formas que também subsistem no Algarve, seg. J. J. Nunes. CHERATA, q. - metediço, intruso. | De cheirar. CHÊRO, s. m. - erva com que se condimenta a comida. Vinha ao vosso hortelão Por cheiros para a panela. (Gil V., "O Velho da horta") CHIBA! intj. jocosa que se usa a guisa de "viva!" quando alguém espirra. Envolve alusão ao espirro da cabra. CHIBARRO, s. m. - bode; homem mestiço de sangue negro. | Em port. há chibato, diminutivo de chibo. CHICOLATE, chocolate, s. m. - ovos batidos com leite. Taun., "Inoc.", colheu, em M. Grosso com significação semelhante: café com leite e ovos batidos. CHICOLATÊRA, chocolateira, s. f. - vasilha de lata, geralmente usada para aquecer café, chá ou leite. CHIFRADA, s. f. - marrada, golpe de chifres. CHIFRADÊ(I)RA, s. f. - correia que prende um a outro, pelas pontas dos chifres, os bois de uma junta. CHIFRÁ(R), v. t. - dar com os chifres, marrar, escornar. CHIFRUDO, q. - que tem grandes chifres. CHILENA, s. f. - espora de grande roseta. Laço nos lentos, a chilena ao pé, o ponche na garupa pendurado - (C. P.) |Também usado no R. G. do S. e outros Estados meridionais. CHIMBÉVA, q. - que tem o nariz chato. | No R. G. do S. dizem "chimbé". Segundo B. - R., a primeira forma é tupi, a outra guarani ("timbéva" e "timbé). CHIMBICA, s. m. - certo jogo de cartas. CHIMBURÉ, s. m. - certo peixe de rio. CHINA, q. - diz-se de certa raça bovina, e dos respectivos indivíduos. CHINCHA, cincha, s. f. - CHINCHÁ(R), cinchar, v. t. - CHINFRIM, q. - sem graça, mal arranjado, ordinário, chué (um vestido, um baile, uma casa). CHIQUÊRO, s. m. - um dos compartimentos do curral de peixe. CHIQUERADÔ(R), s. m. - relho composto de um pau com uma tira de couro ligada a uma das extremidades. | No E. do Rio, seg. B. -"chiqueirá". - Subst. derivado de enchiqueirar - "meter no chiqueiro", e portanto alteração de "enchiqueirador". Tanto "enchiqueirar" como "enchiqueirador" são usados no R. G. do S., este último, porém, referido a pessoa - aquele que recolhe ao chiqueiro os animais. CHIRINGA, seringa, s. f. - | É curioso notar a casualidade de ser esta forma pop. paulista idêntica, na pronúncia, à italiana - sciringa. Étimo: syringa. CHOCÁ(R) v. t. - contemplar demoradamente, com desejo ou inveja; pensar em alguma coisa que se deseja. CHORORÓ, s. m. - certo pássaro. CHUAN, s. m. - pequeno cesto cônico, de cipó, para carregar frutas. CHUCRO, q. - não domado (animal cavalar ou muar). | Segundo Romag., no R. G. do S., aplicase de preferência ao gado vacum. - T. usado na América espanhola sob a forma "chúcaro". Dãono como de origem peruana. CHUÉ, q. - ordinário, desgracioso, chocho: festa chué, casa chué, pessoa chué. | Cp. chavié. CHUMAÇO, s. m. - pedaço de madeira mole metido entre os cocões do carro de bois. CHUMBADA, s. f. - peso de chumbo que se põe nas linhas de pesca. CHUBEÁ(R), v. t. - ferir com tiro de chumbo. CHUBEADO, q. - atingido por tiro de espingarda; namorado; ligeiramente embriagado. CHUPÊTA, s. f. - bico de borracha, ou de pano, que se dá às crianças novas para chupar. CHUPIM, s. m. - nome de vários pássaros da fam. "Icteridae". | Segundo B. - R, "chico-preto" no Piauí, "caraúna" em Pernamb., "vira-bosta" no Rio. - Do tupi "japii". (R. v. I). CILADA, s. f. - lugar onde a caça atravessa habitualmente um caminho. CINCÊRRO, s. m. - campana que se coloca ao pescoço das madrinhas de tropa, das vacas leiteiras, etc. | Usado em todo o sul do Bras. - Do cast. cencerro. CINCHA, s. f. - cinto ou cilha com que se fixa o lombilho sobre a cavalgadura. | Cast. CINCHÁ(R), v. t. - pôr a chincha; trazer preso (um animal) por corda ligada à cincha; figurad., puxar com força por um laço ou corda. CINISMO, s. m. - monotonia, tédio, sensaboria: "Meu Deus, que dia estúpido! Que cinismo!" Parece ter sido, primitivamente, termo de gíria de estudantes. CINZA, s. f. - na frase "sair cinza" que significa haver conflito, barulho, sarilho: "...ainda mês e tanto atrás saíra cinza num catira, num despique entre o Biscoito e o Tacuara..." (C. P.). CIPÓ, s. m. - designa muitas espécies de vegetais sarmentosos e de trepadeiras delgadas e flexíveis. | Do tupi "ycipô" (B. - R.). TIRÁ(R) -, refugiar-se no mato. CIPOADA, s. f. - quantidade de cipós; chicotada com cipó. CIPOÁ(L), s. m. - lugar onde há grande quantidade de cipós; figur., assunto emaranhado, negocio cheio de complicações. CISCÁ(R), v. i. - remexer o cisco; arranhar o chão, espalhando poeira e detritos (a galinha). CISMA, s. f. presunção; prevenção, desconfiança: "O Juca tem cisma de valente". - "Não sei porquê, o home anda de cisma comigo". | É port. com a significação de mania, preocupação, devaneio. Escreve-se, em geral, "scisma", identificando-o, assim pela forma com outro t. que designa separação, dissidência religiosa, etc., e que vem do grego skisma. CISMÁ(R), v. t, e i. - desconfiar, presumir. CISMADO, q. - desconfiado, prevenido. COARÁ(R), corar, v. t. | Esta forma só se refere à roupa lavada posta ao sol. Diz-se também corá(r), mas com referencia a vermelhidão das faces. - Coará apresenta evidentemente um caso de desdobramento de uma vogal aberta: corar, em boca de portugueses, soa corar". É curioso, contudo, que esse fenômeno só se tenha dado com uma das acepções do voc., e mais curioso ainda quando se sabe que o mesmo fato se observa no extremo Norte do Brasil. (Cherm., art. "Coradouro"). COARADÔ, coradouro, s. m. COBRA-CIPÓ, s. m. - nome de várias espécies da fam. "Colubridae": cobras compridas, delgadas e ágeis. CÓBRA D'ÁUA, - D'AGUA, s. f. - nome de várias espécies da fam. "Colubridae". COBRÊRO, cobrêlo, s. m. COCADA, s. f. - doce de coco em tijolinhos. CÓCHA, s. f. - ato de cochar, possibilidade de cochar: "não dá cocha". COCHÁ(R), v. t. - torcer e apertar como corda (o tabaco, ou, à brasileira, o fumo).| A definição acima, sem a restrição que lhe assinalamos em parêntese, parece convir a acepção lusitana do t. COCHIMPIM, s. m. - aparelho composto de um pau que gira horizontalmente sobre o topo de outro especado no chão, e em cujas extremidades se sentam meninos, fazendo-o rodar com os pés. COCHÓ, q. - chocho. COCHONI(LH)O, s. m. - forro de linho felpudo, ou coisa semelhante, que se coloca sobre a sela. | Do cast. cojinillo: El cojinillo, más fino Que de una mujer el pelo - (Granada, "EI Recao"). CÓCRE, s. m. - pequena pancada na cabeça com o nó do dedo médio: carolo. | Usado em Port com a significação de pequena pancada na cabeça com vara ou cana". B. - R. regista "cocorote" com a mesma significação do t. paulista. Deve haver aí influência de "cocoruto". - Cócre deve ser simples alter. de croque, do fr. croc, vara com gancho. COICÊRO, q. - que costuma escoucear. COIRAÇÃO, CURAÇÁO, CORAÇÃO, s. m. | Nunca ouvimos a primeira pronúncia; há, porém, quem ateste conhecê-la, e não como simples lapso individual, mas como forma aceite e corrente. Entre outros, merece toda fé o testemunho de Valdomiro Silveira, através de seus