Vocabulário - parte 13
manquera..." (C. P.). É de uso clássico. MASSAPÉ, MASSAPÊ, s. f. - argila que resulta da decomposição de rochas graníticas, e muito boa para a cultura do café. MASSURUCA, s. f. - masso, pacote, manolho (de papéis, de dinheiro-papel, de fios, etc.) Cp. massaroca. MATALOTAGE(M), a. f. - apetrechos de viagem, farnel, bateria de cozinha, etc. | Liga-se evidentemente a "matelot"; mas como? MATAPASTO, s. m. - gramínea considerada como praga. MATAPAU, s. m. - vegetal que se desenvolve agarrado a uma árvore, chegando a sufocá-la completamente. MATÉRIA, s. f. - pus. | ...um cancro fervendo em bichos, manando podridão, e matéria..." (Vieira) MATINADA, s. f. - bulha, grita, tropel. | "Com grande matinada de atabaques e buzinas..." (J. de Barros, "Década" III). - "Tudo isto que produzira a matinada e revolta que soava do lado da catedral". (Hercul., "Monge de Cister", XVIII). MATINÁ(R), v. i. - pensar muito, preocupar-se em excesso: "Tá só matinando cum êsse negocio, não fala nôtra coisa". MATUNGO, s.m. - cavalo de serviço; cavalo ordinário: Vai puxando o matungo. entusiasmado, desafiando os outros parelheiros - (C. P.) MEA, forma átona proclítica de "minha": "Ela falô pra mea ermá que num fartava". (C. P.). - "...saiu na mea frente o diabo de um sacizinho preto..." (C. P.) | Encontra-se em documentos arcs. sob a forma "mha", que, segundo L. de Vasc., equivale a "mia". A pronunciação caipira é a que deixamos acima indicada: com e, um e brando, ou surdo. - Dá-se aqui o que se deu no francês: mea corresponde a "ma", adj., minha a "mienne", pron. MECÊ, pron. de tratamento da 3.ª pess. | De vossa mercê, que deu toda uma série de formas, nem sempre usadas, indiferentemente, umas pelas outras: vossuncê, vassuncê, vamicê, vancê, vacê, ocê, mecê. Este último é mais respeitoso do que vacê ou vancê, e estes o são mais do que ocê, que se reserva para crianças e íntimos, sendo, porém, mais usado pelos pretos que por outra qualquer gente. MEIA JÓRNA, loc. usada com referência a cavalgaduras cansadas, ou fracas: "um cavalinho de meia jorna". MEIÓ; MIÓ, melhor, comparat. Existem na língua antiga as duas formas melhor e milhor. L. de Vasc. considera normal a segunda, e a primeira atribuia a influência do lat. melior. Temos aqui meió e mió entre caipiras. A gente educada diz, invariavelmente, "melhor". MEIO1, s. m. - na expressão neste meio, isto é, entrementes, nesta ou nessa ocasião. | "E elle pagou bem o corrigimeto da espada como se adiante dira em seu lugar. Em esto meeo chegarom novas a Santarem de como o meestre matara o conde Johã Fernãdez..." ("Cron. do Cond.", XVII). MEIO2, usado com uma sintaxe especial em frases como esta: "Ele vinha vindo pro nosso lado; de repente, meio que parô, oiô im roda, i cuntinuô". "Meio que parô" vale, mais ou menos, "como que parou", "entreparou", "deu mostra de querer parar". - Eu não intendo nho Jusé: a gente fala nêsse negócio, êle meio que não gosta..., isto é, "a modo que não gosta, parece não gostar muito". Tais proposições se ligam, pelo sentido, às expressões "ficar meio parado", "meio desgostoso e, pela forma, ao tipo das construídas com a loc. "a modo que" (loc. reduzida, no dialeto, a mod'que, mó que). MÊIZÍNHA, mézinha, s. f. | Releva notar que a 1.ª forma, que é a caipira, está mais próxima ao étimo (medicina(m)), representando, possivelmente, a geral pronunciação antiga. MELADO, q. - que tem mancha na cabeça abrangendo os olhos, em geral avermelhados, nesse caso (o animal eqüino). BRANCO -, albino, aça. MELADO, s.m. - caldo de cana engrossado, no engenho; por ext., sangue que se derrama: "Tomô uma pancada na cabeça; foi só melado..." MELÁ(R), v. i. - tirar mel. MÉR DE PAU, MÉ DE PAU, mel de pau, s.m. - mel de abelhas que vivem nos troncos das árvores. MÉR DE CACHÔRRO, s. m. - mel de uma casta de abelha que o fabrica dentro da terra; também designa a própria abelha. MEMBÊCA, q. - designa, aposto a capim, uma gramínea que se usa para enchimento de cangalhas, além de outras aplicações. | Tupi "merabéca", mole. MEMÓRIA, s. f. - anel. | Teria sido de uso geral na língua, pois que o empregaram, há muito, no Norte, como se vê do livro "O Ceará", de J. Brígido, e usa-se no R. G. do S., onde o vemos empregado por S. Lopes. MISERÁVE(L), q. - humilde, inofensivo. MITRA, q. - avaro. MIUDEZA, s. f. - objeto pequeno; negócio ínfimo. Usa-se, freqüentemente, no plural. MIUDINHO, s.m. - certa dança que se costuma encartar numa "quadrilha", como uma das suas "marcas". MINDUIM, amendoim, - leguminosa conhecida, "Arachis hypogoea" | São correntes no Br., além da registada, que é a legitimamente paulista, as formas "mendobi", "mandubi' "mudubim", etc. Do tupi. - Já Gabriel Soares escrevia "amendoï", afeiçoando o voc. a uma forma que lhe era familiar. MINGAU, s. m. - espécie de papas de farinha. | Da ling. ger., segundo B. Rodr. MINGO, dimin. carinhoso de Domingos. Admite desin. diminutiva: Minguinho, Mingóte. MIQUEADO, q. - diz-se de quem perdeu ou gastou todo o dinheiro que trazia, ou que possuía: "F. não acaba aquela obra; anda miqueado". MENHÃ, MINHÃ, manhã, s. f. | "...se ajuntem comvosco todolos dias pela menhã..." - "... cada dia pela menhã vos saluem..." (Regimento real a Dom J. de Castro, em M. de S. Pinto, p. 381, nota). MERMO, mesmo, adj. det.: "Conto mermo pra nho pai..." - "Cumia um fiapico só, isso mermo a força..." (C. P.) | Dissimil.; cp. far má = "faz mal". No R. G. do S. corre o verbo "mermar" = "mesmar": "Isso havia de chegar, folgado; e caso mermasse a conta... enfim, havia se ver o geito a dar..." (S. L.). MICAGE(M), s. f. - momice, visagem: "Sua moeda corrente eram, micagens, pilhérias, anedotas..." (M. L.). MICAGERO, q. - que tem o hábito de fazer momices, ou micagens. MOÇÁ(R)., v. i. - fazer-se moça, deixar de ser menina; prostituir-se. MOÇA, s. f. - prostituta. MOÇO, s. m. - indivíduo jovem. O voc. não envolve aqui a mínima idéia de posição social ou de profissão, no que está de acordo com o uso antigo: "Irei ver da ponte sobre o rio as moças que vem por agoa..." - "...avemolo de fazer muyto galante, & mandálo à terra namorar todas as moças..." ("Eufros."), ato III, sc. II). A palavra podia designar outrora até criança: Ante tua presença, porém, possam Estes moços, teus netos, defender-me diz Inês, referindo-se aos seus filhos, na "Castro", ato IV. MOCOTÓ, s. m. - mão de boi. MÓDA, s. f. - cantiga, composta geralmente de várias quadras ou estâncias, nas quais o poeta rústico exprime os seus sentimentos de amor, ou comenta os acontecimentos. MODISTA, s. m. - cantador de modas. MOLEÁ(R), v. t. e i. - bambear, afrouxar, amolecer: "Trabáia, gente, trabáia, nada de moleá!" - o GARRÃO, desanimar, deixar-se vencer pela preguiça ou pelo temor no meio de uma empresa. A expressão, no sentido próprio, se refere a acidente a que estão sujeitas as cavalgaduras, ou os animais de carga. MOQUEÁ(R), v. t. - assar a fogo brando, para se conservar (a carne). | Do tupi "mocaê", secar, assar. MORANGA, s. f. - certa espécie de abóbora chata, exteriormente dividida em gomos. | Alter. de "moganga"? MO(I)RÃO, s. m. - cada um dos postes laterais da porteira; poste a que também se chama palanque. MORINGUE, s. f. - vaso de barro com gargalo, para água. | A forma "moringa" é estranha ao dial. MÔ(I)RO, q. - diz-se d9 animal eqüino cujo pelo é escuro, com as pontas claras. MORRUDO, q. - grande, volumoso: "Mais dois dourados morrudos, uma piracanjuba-ripiada..." (C. P.). MUCAMA, s. f. - escrava que, antigamente, se empregava em serviços domésticos. | Era vulgar, no país, a forma "mucamba"; em Pernamb., seg. B. R., "mumbanda". Do tupi "mocambuara" = ama de leite? Ou ligado ao bundo "mim'banda" = mulher? MUCHIRÃO, MUTIRÃO, s. m. - reunião de roceiros para auxiliar um vizinho nalgum trabalho agrícola - roçada, plantio, colheita terminando sempre em festa, com grande jantar ou ceia, danças e descantes. | No R. G. do S., "pichurum", "puchirão" e "ajutório"; em parte de Minas, "mutirão", e em parte, "bandeira"; na Bahia e Sergipe, "batalhão"; em Pernamb., "adjunto"; na Par. do N., "bandeira"; no Pará, "potirom", "potirum", "puxirum", "mutirum". - Do guar. "potyrom" = pôr mãos a obra? (Mont.) Ligar-se-á a multidão, ou, como lembrou C. da F., a "muchedumbre"? Ou terá relação com botirão = nassa de pesca, de certo feitio, usada em parte de Port.? MUMBAVA, s. m. ou q. - indivíduo que vive em casa alheia; agregado, parasito. | Do tupi "mimbaba". MUNJÓLO, s. m. - engenho rústico, movido por água e destinado a pilar milho. | A forma corrente entre a gente culta é "monjôlo". - Dava-se outrora este nome aos pretos de certa nação, importados no Br. ao tempo do tráfico dos africanos. - O sr. Sílvio de Almeida aventou, há tempos, o étimo mulineolum. Foneticamente. nada se lhe opõe; resta verificar se há traços reais dessa evolução. MULA-SEM-CABEÇA, s. f. - ente fantástico da mitologia popular; também lhe chamam "cavalo sem cabeça". MULECADA, s. f. - quantidade de muleques. MULECAGE(M), s. f. - ato de muleque, ou próprio de muleque. MULÉQUE, s. m. - negrinho novo; menino vadio e mal educado; rapaz brincalhão. MULEQUÊRA, s. f. - o mesmo que MULECAGEM. MUNDÉU, s. m. - armadilha para caça; fojo; precipício; construção que ameaça cair: "Des'que caí naquela peste de mundeu da ponte preta fiquei assim como quebrado por dentro". (M. L.). MUNDO, s. m. - grande quantidade: "mundo de gente", "mundo de dinheiro", "mundo de frutas". MURUNDÚ, s. m. - montão de coisas. | Alter. do bundo "mulundu", monte. MUSGA, música, s. f. | Esta alter. é pop. em todo, ou quase todo o país. "Sou musgo!... Musgo gaitero!.." (Cat.). MUTUCA, s. f. - mosca cuja picada é dolorosa: É o caminho da ceva disfarçado - onde, sentado, um caboclinho enxota as mutucas e toda a mosquitada junto à figueira esplêndida e remota. (C. P.) MUXIBA, s. f. - artérias, pelancas, "nervos" da carne. MUXIBENTA, q. - diz-se da carne que tem muita muxiba. MUXOXO, s. m. - trejeito com os beiços esticados, e quase sempre terminando por um estalido, para exprimir pouco caso, desdém, desprezo. NAMBI, q. - de orelha cortada. | O t., em guar., diz simplesmente "orelha". NAMBIÙVÚ, s. m. - doença dos cães, que se caracteriza por hemorragia nas orelhas. NAMBÚ, s. f. - o mesmo que inambú, inhambú. NAPÊVA, q. - de pernas curtas (falando-se, especialmente, de aves ou de cães). NARIGADA, s. f. - pequena porção (de sal ou outra substância em pó) que se toma entre o polegar e o indicador; pitada: "Deitou duas narigadas mais de sal no caldeirão..." (C. P.). NARILÃO, aumentat. de "nariz", s. m.. NEGRADA, s. f. colet. - quantidade de negros. NERVOSA, s. f. - nervosismo, "nervoso"; apreensão, receio: "Me dá inté ni nervosa quano vejo um moço cumo mecê andá pescano por aqui..." (C. P.). NHA, INHA, formas proclíticas de "senhora": "nha-Maria, nha-dona". Apesar de se escreverem geralmente com acento agudo, são átonas. - V. SINHÁ. NHANÇANÃ, s. f. - espécie de saracura. | Em outras regiões, "jaçanã". NHAPINDÁ, s. m. - arbusto do campo. NHATO, q. - que tem o maxilar inferior saliente: "Vendo-se, trêmulo, a um canto, um caboclinho nhaio e chimbéva, órfão da vítima e afilhado do sitiante". (C. P.). NHO, INHO, formas proclíticas de "senhor". - V. NHA e SINHÔ. NO MAIS1, loc. equivalente a "não mais": "Êle nem disse nada, foi empurrando a porta e entrando, no mais". - "Aquilo é que é muié despachada: bota um chalinho, no mais, e vai saindo pra a rua". | Tendo-se perdido a consciência do valor etimológico da expressão, só se usa de acordo com os exemplos acima, i. é, com o valor de "simplesmente", "unicamente", sem mais . Exemplos antigos: No mais, Musa, no mais, que a lira tenho Destemperada. (Camões. canto X). Esta ave tem seus amores Co'as flores Dous meses, nó mais, no anno; Porem ama sem engano. (Gil V., "Auto das Fadas"). De que tempo sois parida? - De um annosinho, nó mais. (Gil V., "Com. de Rub.") Não vedes meu afanar, E elle folgar, nó mais? (Gil V., "Juiz da Beira"). - Mulheres, vós que me quereis? Nesta feira que buscais? - Queremo-la ver, nó mais. (Gil V., "Auto da Feira"). Poderia estender-se muito esta exemplificação. - No mais, em suma, eqüivalia, em tudo, a não mais, não sendo aquele no senão uma forma pop. proclítica de não. NO MAIS2, loc. equivalente a "quanto ao mais", "de resto": "Nenhum talher. Não é a munheca um talher completo, colher, garfo é faca a um tempo? No mais umas cuias, gamelinhas, uma pote esbeiçado, a pichorra e a panela do feijão". (M. L.). | Este no mais é, evidentemente, desenvolvimento do primeiro, mercê de um crescente esquecimento do valor etimológico da expressão. NOVIÇO, q. - novo, falando-se de entes animados: "Isso é bom pra criança noviça e pra negro mina". (V. S.). NUM, forma proclitica de "não". Cp. as frases: "ninguém num me disse" e "já respondi que não". ÔH, intj. equivalente a "óh", aberto, que o caipira não usa. | "Ôh", fechado, parece ter sido vulgar no tempo de Gil V., em cujas obras é freqüente, sob a grafia "hou". - Na "Farsa de Inês Pereira", ed. de Hamburgo, lê-se: Todas folgão, e eu não, Todas vem e todas vão Onde querem, senão eu. Hai! e que peccado é o meu, Ou que dor do coração? J. Mor. ("Estudos", 2.º v.) propõe uma correção aos dois últimos versos: Hui! e que pecado e o meu? Hou que dor de coração! Justificando-se, acrescenta: "Hou era uma antiga interjeição, que Gil Vicente emprega em outros lugares e que ainda hoje se usa na Galiza, em exclamações como "Hou dôr!", "Hou vergonza!" (cf. Saco Arce, "Gramática galega", p. 215). Corresponde à interjeição moderna oh!" - M. dos Rem., no "Glossário" da sua ed. de Gil V., cita numerosos passos nos quais se encontra a intj. "hou", dando razão à conjectura de J. Mor. ÔH DE CASA! - vocativo usado quando se bate a uma porta. OGÊNIO, Eugênio, n. p. | Como em Port. (J. J. Nunes, LI), ao nosso povo repugna o ditongo eu em começo de voc. Cp. Osébio, Orópa. ÔLÁ, intj., sempre com o fechado. Em Camões: Oulá, Veloso amigo, aquele outeiro - Em Gil V., "Mof. Mendes": Hou de lá, que nos quereis? OPINIÃO, s. f. - teimosia; firmeza numa idéia. | Cp. opiniático. ORÊA, ORÊIA, orelha, s. f. - pequena travessa na extremidade exterior do cabeçalho do carro de bois. | A forma sem i está moldada por outras onde a ausência dessa vogal tem explicação histórica: arêa, vêa, chêo, etc. ORÊIA DE ONÇA, s. f. - pé de café muito novo, quando deita as duas primeiras folhas. OSSAMA, s. colet. f. - quantidade de ossos. | Cp. gentama, dinherama, etc. ÔTA, intj. de admiração, quase equivalente a hêta: Ôta povo! mais que terno! Tudo era ali bem tratado. (C. P.) | Talvez se grafasse melhor com h inicial. OTUSO, obtuso?, q. - estupefacto, espantado: "A Ogusta, que nunca me tinha visto de semelhante geito, ficou meia otusa". (V. S.). OVÊRO, q. - diz-se do animal eqüino ou bovino que tem pequenas manchas pelo corpo. Usa-se substantivamente: "Estalou uma relhada com a língua e o oveiro abalou". (V. S.). PACA, s. f. - mamífero do gên. "Coelogenyo", ordem dos roedores. | Tupi. PAÇOCA, s. f. - carne pilada com farinha; amendoim pilado com farinha e açúcar; fig., misturada, confusão de coisas amarfanhadas, como, por ex., fitas, rendas ou panos revolvidos. PACÓVA, q. - toleirão, pateta: "Tá pensano que eu só aquêle bocó, aquêle pacova, aquêle palerma?" (C. P.). | "Pacova é t. tupi e significa banana. O nosso voc. talvez seja simples alter. do port. pacóvio sob a influência daquele. É verdade que também "banana" é sinon. de "pacóvio". PACUERA, s. f. - fressura de animal, especialmente do boi. | Tupi. BATER A - morrer. PADRÃO, s. m. - espécie vegetal pela qual se conhece a qualidade de uma terra para determinado gênero de cultura: "O pau d'alho é padrão de terra boa para café". PAGEÁ(R), v. t. - carregar, vigiar (criança) "Carolina foi quem pageô o nosso caçula". | A forma é portuguesa; a restrição de sentido é que é paulista. PAGE(M), s. m. - criado que acompanha alguém em viagem a cavalo; f. - ama seca. | É t. port., tendo tido, entre outras acepções, a de mancebo que acompanhava rei ou pessoa nobre,