A Noite Esphinges · Capítulo 20 de 52
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A Noite

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A Wenceslau de Queiroz

Um vento fresco e suave- entre os pínímes nmnímra;

A Noite, aos homb.ros solta .a desgrenhada coma,

No seu plaustro de crepe, entre as nuvens, assoma...

Tornam-se o campo e o céo de uma cor mais escura.

Um novo aspecto ém tudo. Um novo e bom aroma

De láthyros exhala, a amplíssima verdura.

Num hausto longo, a Noite, aos ares a frescura

Doce, entre-abrindo a flor dos negros lábios, toma. .,

Por valles e rechãs caminha, passo a passoj

Attento o ouvido, á escuta... E no seu plaustro enorme

Cujo rumor desperta a placidez do espaço,

A' encantada região das estrellas se eleva...

E, ao ver que dorme o espaço e o mundo inteiro dorme,

Volve, quieta, de novo, á habitação da treva.

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