Allucinação á beira-mar Eu · Capítulo 7 de 56
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Allucinação á beira-mar

Um medo de morrer meus pés esfriava.

Noite alta. Ante o tellurico recórte,

Na diuturna discordia, a equorea cohorte

Atordoadoramente ribombava!

Eu, ególatra scéptico, scismava

Em meu destino!... O vento estava forte

E aquella mathematica da Morte

Com os seus numeros negros, me assombrava!

Mas a alga usufructuaria dos oceanos

E os malacopterygios subrachianos

Que um castigo de especie emmudeceu,

No eterno horror das convulsões maritimas

Pareciam tambem corpos de victimas

Condemnadas á Morte, assim como eu!

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