Debaixo do Tamarindo Eu · Capítulo 13 de 56
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Debaixo do Tamarindo

No tempo de meu Pae, sob estes galhos,

Como uma véla funebre de cêra,

Chorei billiões de vezes com a canceira

De inexorabilissimos trabalhos!

Hoje, esta arvore, de amplos agasalhos,

Guarda, como uma caixa derradeira,

O passado da Flóra Brazileira

E a paleontologia dos Carvalhos!

Quando pararem todos os relogios

De minha vida, e a voz dos necrologios

Gritar nos noticiarios que eu morri,

Voltando á patria da homogeneidade,

Abraçada com a propria Eternidade

A minha sombra ha de ficar aqui!

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