Ato 2 - Cena VII
CENA VIIOs mesmos, e Pantaleão que aparece apressado
Pantaleão (A ADRIANO) – Um instante!...
Adriano – O
taberneiro monopolizador do toucinho! Agora sim, estou apertado...(Querendo sair) Desculpe, senhor Pantaleão...
Pantaleão – Não
o posso deixar assim... tenho um negócio mais importante, do que o próprio
monopólio da carne fresca.
Felisberto –
Conclua os seus negócios, meu amigo; não lhe quero ser incômodo; vou esperá-lo
em minha casa....
Adriano
(Querendo sair) – Nada... já agora eu também vouPantaleão
(Retendo-o) – De modo nenhum... os momentos são preciosos...
Adriano (À parte) – Como me safarei eu
das unhas deste gavião!...
Felisberto
(À parte) – A sós conferenciando, Ambos vão aqui ficar;Que tratada será esta?...
Que irá disto resultar?... Adriano – A sós
conferenciando,Nós vamos aqui ficar;Que maldito taberneiro,Que maçada me vai dar! Pantaleão – A sós conferenciando,Nós vamos aqui ficar;Não me escapa o milionário,Eu o hei de conquistar Celestina – A sós conferenciando,Eles vão aqui ficar;Anda nisto algum mistério,Que eu não posso desnublar.