Ladainha
Acabo de lembrar de um poema que compus nos idos de 1994.
Estou no trem, e ele me veio à lembrança de uma vez, inteirinho, cantadinho. Lembro até da professora que lhe deu o nome - "Ladainha", por conta de suas rimas internas e trançadas. Ter boa memória não é tudo, mas que ajuda, ajuda...
Aqui vai ele (antes que o esqueça de novo):
LADAINHA
O meu triste pranto,
De tanto chorar,
Faz amar a vida
Querida, cantar,
Dar o ar do meu canto
– meu santo da dor –
Na cor do seu manto
Eu canto o amor.
Não sei se a quero:
Espero que sim...
Assim o meu dia
Seria sem fim!...
A mim ela ama:
Me chama, me adora;
Agora, ela acalma
Minh'alma, que chora...
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Eliz Leão
#Desafio 51
*Arco-íris abissal*
Fecho os olhos para descansar,
O peso do corpo cede à gravidade,
Me entrego ao sono.
Em repouso, sinto a mente relaxar.
O peso some e a dormência
Toma conta do corpo.
Vou derretendo…
Ouvindo os sons ao vento,
Que, aos poucos, se transmutam,
Me transporto por sonhos intensos.
Viajo ao cenário,
De onde havia deitado
Sou guiada para outro lado,
Dentro do pensamento.
Belas imagens.
Paisagem floreada,
Natureza reservada:
As águas…
O sol…
O reflexo dos raios em prisma…
O vento que uiva e me acaricia…
Gotas de cristal,
Arco-íris abissal em prisma,
E o pote de ouro ao final.
MarU
*Arco-íris abissal*
Fecho os olhos para descansar,
O peso do corpo cede à gravidade,
Me entrego ao sono.
Em repouso, sinto a mente relaxar.
O peso some e a dormência
Toma conta do corpo.
Vou derretendo…
Ouvindo os sons ao vento,
Que, aos poucos, se transmutam,
Me transporto por sonhos intensos.
Viajo ao cenário,
De onde havia deitado
Sou guiada para outro lado,
Dentro do pensamento.
Belas imagens.
Paisagem floreada,
Natureza reservada:
As águas…
O sol…
O reflexo dos raios em prisma…
O vento que uiva e me acaricia…
Gotas de cristal,
Arco-íris abissal em prisma,
E o pote de ouro ao final.
MarU
Um dos meus poemas preferidos dele.
Toda a grandeza de @Albertobusquets!
Declamação em setembro de 2024
Toda a grandeza de @Albertobusquets!
Declamação em setembro de 2024
A brevidade do sopro
Que quebra na pele
Que deita os pêlos
E que aquece.
O fôlego, de vida
Que sopra ao falar
Que tem cheiro,
Paladar, num beijo.
E que marca
A existência
Que ao findar
Por um instante
Apaga a luz daquele olhar.
E que não percamos
O amar
Antes de tudo acabar.
Eliz Leão
Que quebra na pele
Que deita os pêlos
E que aquece.
O fôlego, de vida
Que sopra ao falar
Que tem cheiro,
Paladar, num beijo.
E que marca
A existência
Que ao findar
Por um instante
Apaga a luz daquele olhar.
E que não percamos
O amar
Antes de tudo acabar.
Eliz Leão
A voz que dizia: Desista!
Hoje uma voz veio até mim, e me disse: Desista!
E ela se repetiu, se repetiu e se repetiu, e eu, já casando da jordana, cometi o erro de ouvi-la
E olhei para mim mesmo e olhei para o meu entorno, e pensei, é talvez eu devesse!
E por um instante decidi acabar com tudo, mas minhas pernas decidiram outra coisa e meus braços preferiram criar do que desistir!
E quando vi, lá estava eu sentado em frente a tela pronto para escrever novo, a voz continuava insistindo e implorando: Desista!
Mas dessa vez não cometi o mesmo erro, dessa vez decidi escrever, até que ela se calasse
Hoje uma voz veio até mim, e me disse: Desista!
E ela se repetiu, se repetiu e se repetiu, e eu, já casando da jordana, cometi o erro de ouvi-la
E olhei para mim mesmo e olhei para o meu entorno, e pensei, é talvez eu devesse!
E por um instante decidi acabar com tudo, mas minhas pernas decidiram outra coisa e meus braços preferiram criar do que desistir!
E quando vi, lá estava eu sentado em frente a tela pronto para escrever novo, a voz continuava insistindo e implorando: Desista!
Mas dessa vez não cometi o mesmo erro, dessa vez decidi escrever, até que ela se calasse
#Desafio 050
Despedida
Oco.
Vazio.
Um sopro. Frio.
Quase nada.
Um arrepio.
Uma lâmina na pele do dia.
Queria tudo,
queria mais.
Mas foste sombra,
eco,
vão…
Nem um olhar,
nem um adeus:
Partiste.
Rasgo no vento.
E eu?
Fiquei aqui.
No dentro do dentro.
No nunca.
Na fome de ti.
Crs Ribeiro
Despedida
Oco.
Vazio.
Um sopro. Frio.
Quase nada.
Um arrepio.
Uma lâmina na pele do dia.
Queria tudo,
queria mais.
Mas foste sombra,
eco,
vão…
Nem um olhar,
nem um adeus:
Partiste.
Rasgo no vento.
E eu?
Fiquei aqui.
No dentro do dentro.
No nunca.
Na fome de ti.
Crs Ribeiro
Publicação 73 #Desafio 50
*Textos Alegres*
Queria ter textos alegres,
Cheios de cor e de vida.
Queria ter textos alegres,
Que lidos, soassem melodias.
Queria ter textos alegres,
Que trouxessem coragem pra vida.
Queria ter textos alegres,
Que alegrassem as almas sofridas.
Queria ter textos alegres,
Onde reinassem amor e harmonia.
Queria ter textos alegres,
E não de dor e agonia.
Queria ter textos alegres,
Mas os meus são sobre mim.
E textos alegres não tenho,
Porque Deus não quis assim!
MarU
*Textos Alegres*
Queria ter textos alegres,
Cheios de cor e de vida.
Queria ter textos alegres,
Que lidos, soassem melodias.
Queria ter textos alegres,
Que trouxessem coragem pra vida.
Queria ter textos alegres,
Que alegrassem as almas sofridas.
Queria ter textos alegres,
Onde reinassem amor e harmonia.
Queria ter textos alegres,
E não de dor e agonia.
Queria ter textos alegres,
Mas os meus são sobre mim.
E textos alegres não tenho,
Porque Deus não quis assim!
MarU
Andei bisbilhotando a Loja do Literúnico e... uau! Quanto livro legal <3
#desafio 365 dias
Dia 48 - Poemas de outrora
Desconhecido (nov./1998)
Mosaico incerto
formam-se meias imagens
pois há tons encobertos
que distorcem a paisagem.
Paraíso desconhecido
vão espaço em mim,
não me conheço nem ao sentido
do que sentimos afim.
Vida, mosaico incerto,
por onde o amor passa perto
e só me faz sofrer.
Amor, paraíso desconhecido,
que se esconde num peito partido
que vive e sofre por você!
Dia 48 - Poemas de outrora
Desconhecido (nov./1998)
Mosaico incerto
formam-se meias imagens
pois há tons encobertos
que distorcem a paisagem.
Paraíso desconhecido
vão espaço em mim,
não me conheço nem ao sentido
do que sentimos afim.
Vida, mosaico incerto,
por onde o amor passa perto
e só me faz sofrer.
Amor, paraíso desconhecido,
que se esconde num peito partido
que vive e sofre por você!
Disputa de Atenção
Perdi quatro minutos, cinco horas, sete dias! Perdi parte da vida, sete horas, nove dias!
Roubaram minha atenção, Me pegaram nesse vídeo, agora tô perdido na disputa de atenção!
Me encheram de ansiedade, agora ando vazio, ninguém tá aqui comigo, beijo longe é impossível!
E eu sigo aqui sozinho, celular não é amigo, me empaca no serviço, mas por ele não desligo, nem descanso o coração!
E eu vou perdendo tudo, minha vida me deixando, os momentos se perdendo, meus amores me esquecendo!
Sem ele eu não vivo, por ele faço tudo, mas tudo não compensa o meu cérebro morrendo.
Minha vida se perdendo, o tempo se esvaindo, o fim se aproximando e o sucesso não chegando.
Perdi quatro minutos, cinco horas, sete dias! Perdi parte da vida, sete horas, nove dias!
Roubaram minha atenção, Me pegaram nesse vídeo, agora tô perdido na disputa de atenção!
Me encheram de ansiedade, agora ando vazio, ninguém tá aqui comigo, beijo longe é impossível!
E eu sigo aqui sozinho, celular não é amigo, me empaca no serviço, mas por ele não desligo, nem descanso o coração!
E eu vou perdendo tudo, minha vida me deixando, os momentos se perdendo, meus amores me esquecendo!
Sem ele eu não vivo, por ele faço tudo, mas tudo não compensa o meu cérebro morrendo.
Minha vida se perdendo, o tempo se esvaindo, o fim se aproximando e o sucesso não chegando.