#desafiodaescrita
O lápis chega sem permissão,
desliza sobre a folha,
derrama-se em traços.
Desenha cicatrizes que a ferem e
libertam.
De repente, a folha suspira.
É agora mensageira de urgências,
receptáculo de memórias!
Carrega recados de um dia
apressado,
promessas que morrem
antes do passado
ou mesmo lembretes tolos
de algo sem importância…
Mas há momentos
(ah, há!) em que ela é mais.
Em que nela nascem
os sonhos mais caros,
cartas que explodem no peito
calado;
confissões guardadas no silêncio.
Ali, entre linhas marcadas,
ela torna-se tudo:
arte, dor, amor, mentira.
Pois a escrita consome e
transforma
como tudo que,
um dia, foi tocado
pelo desejo de ser imortal.
Crs Ribeiro
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Eliz Leão
#desafiodeescrita
Uma carta de amor
Não se faz escrevendo
É necessário
Fazer correr pelos dedos,
A sensibilidade.
Pela pele,
Os arrepios causados pelo toque da pele alada,
Pelo beijo preterido.
Fazer sentir, nas batidas do coração,
As ondas das emoção, pela visão daquele olhar, a te encantar.
Uma carta de amor, se escreve com o tempo, com o passar dos silêncios, com as palavras, e os desafios, que juntos irão passar.
Uma carta de amor, se escreve
Com a alegria e também com a falta dela,
E a cada momento,
Vão se encaixar.
Uma linda carta de amor, é feita de mãos dadas, de querer estar juntos, mais que precisar.
Uma linda e inesquecível carta de amor, é escrita em noites, nas quais a tristeza, vai nos assolar,
Mas onde o abraço, é o único regaço,
No qual tua cabeça vai descansar.
Deixe a carta aberta, que a vida, como é de praxe, apresenta a história, para se contar.
Você é a história perfeita,
Escrito de sonho e risos,
Me mostrou um amor querido,
Incrível e salutar.
A minha alegria, é todo dia,
Escrever você,
Com os olhos da alma,
E me deleitar no prazer.
Eliz Leão
Uma carta de amor
Não se faz escrevendo
É necessário
Fazer correr pelos dedos,
A sensibilidade.
Pela pele,
Os arrepios causados pelo toque da pele alada,
Pelo beijo preterido.
Fazer sentir, nas batidas do coração,
As ondas das emoção, pela visão daquele olhar, a te encantar.
Uma carta de amor, se escreve com o tempo, com o passar dos silêncios, com as palavras, e os desafios, que juntos irão passar.
Uma carta de amor, se escreve
Com a alegria e também com a falta dela,
E a cada momento,
Vão se encaixar.
Uma linda carta de amor, é feita de mãos dadas, de querer estar juntos, mais que precisar.
Uma linda e inesquecível carta de amor, é escrita em noites, nas quais a tristeza, vai nos assolar,
Mas onde o abraço, é o único regaço,
No qual tua cabeça vai descansar.
Deixe a carta aberta, que a vida, como é de praxe, apresenta a história, para se contar.
Você é a história perfeita,
Escrito de sonho e risos,
Me mostrou um amor querido,
Incrível e salutar.
A minha alegria, é todo dia,
Escrever você,
Com os olhos da alma,
E me deleitar no prazer.
Eliz Leão
Desafio Literunico
(Não sei se serve em inglês )
#Escrever
*My Writing Process*
Every time I try to write,
the same things happen to me:
I believe I’m aiming high
and I’ll end lost amid/inside
a sea of words that came to be.
But suddenly I feel dry,
as a landmark with no rain:
the whole ocean I was in
vaporizing words, it seems,
disappeared in disdain.
Then, surpassing the first fears,
the staining of paper begins:
monochrome ink turns somehow
spots and drawings appear now
in all colors black unwinds.
At least, close to an end,
intense writing thins away:
as I realize I don’t know
most of what the poem shows
symbols that in stanzas lay.
Finished, it’s a thing unique,
but in many forms it’s not:
though being a part of me,
it’s as outsider as it can be
(un)mirroring every move I fought.
Alberto Busquets.
(Não sei se serve em inglês )
#Escrever
*My Writing Process*
Every time I try to write,
the same things happen to me:
I believe I’m aiming high
and I’ll end lost amid/inside
a sea of words that came to be.
But suddenly I feel dry,
as a landmark with no rain:
the whole ocean I was in
vaporizing words, it seems,
disappeared in disdain.
Then, surpassing the first fears,
the staining of paper begins:
monochrome ink turns somehow
spots and drawings appear now
in all colors black unwinds.
At least, close to an end,
intense writing thins away:
as I realize I don’t know
most of what the poem shows
symbols that in stanzas lay.
Finished, it’s a thing unique,
but in many forms it’s not:
though being a part of me,
it’s as outsider as it can be
(un)mirroring every move I fought.
Alberto Busquets.
Auto-retrato
Seus olhos transmitem mensagens,
De luz e verdade embutidas.
Na clara vastidão deste olhar,
Encontro de virtudes infinitas.
A luz deste olhar é serena!
Em verde, reluz esperança.
Em luz, toca-me a alma,
Um mar de sonhada bonança.
Seus olhos não mentem pra mim!
São olhos serrados para mentiras.
Olhos voltados pra mim, molhados…
Que olho de volta no espelho desta vida.
Mar U
#Virtude
Seus olhos transmitem mensagens,
De luz e verdade embutidas.
Na clara vastidão deste olhar,
Encontro de virtudes infinitas.
A luz deste olhar é serena!
Em verde, reluz esperança.
Em luz, toca-me a alma,
Um mar de sonhada bonança.
Seus olhos não mentem pra mim!
São olhos serrados para mentiras.
Olhos voltados pra mim, molhados…
Que olho de volta no espelho desta vida.
Mar U
#Virtude
Descalça
Meus pés descalços
Não medem passos.
Caminham livres rumo ao mar!
Enterrando-os nas areias,
Sinto a energia pesada
Descarregando das veias.
Sinto o “arder” nas solas dos pés!
Enchendo entre meus dedos com grãos,
Esfolio os pés e a alma.
E deixo irem embora as preocupações.
Com eles, recepciono calmamente
A aura que flui da atmosfera marítima
E inclui-se sinérgicamente em meu coração.
Meus pés descalços, mar adentro,
Sentindo o gelado das ondas, fervendo.
Se enterrando na areia molhada,
Entre as espumas do mar na praia.
Pisando conchas enterradas,
encontro distração.
De pés descalços aqui,
Eu descanso da vida pesada e sofrida
E enterro ali meus alentos!
Nem que seja, apenas por alguns momentos…
Com meus pés descalços, encontro paz.
Mar U
Meus pés descalços
Não medem passos.
Caminham livres rumo ao mar!
Enterrando-os nas areias,
Sinto a energia pesada
Descarregando das veias.
Sinto o “arder” nas solas dos pés!
Enchendo entre meus dedos com grãos,
Esfolio os pés e a alma.
E deixo irem embora as preocupações.
Com eles, recepciono calmamente
A aura que flui da atmosfera marítima
E inclui-se sinérgicamente em meu coração.
Meus pés descalços, mar adentro,
Sentindo o gelado das ondas, fervendo.
Se enterrando na areia molhada,
Entre as espumas do mar na praia.
Pisando conchas enterradas,
encontro distração.
De pés descalços aqui,
Eu descanso da vida pesada e sofrida
E enterro ali meus alentos!
Nem que seja, apenas por alguns momentos…
Com meus pés descalços, encontro paz.
Mar U
A pérola do teu riso.
Menina do olhos lindos
Do brilho solto
Do riso bobo
Menina, do céu de estrelas
Sei, faz centelha
Teu coração
Esmeraldas e ouro,
Não são suficientes
Pra falar o que você..
Representa,
Inventa, na minha mente,
Um sonho,
Tão lindo, encantado
Teu riso, tem pérolas
Teu riso de pérolas.
É o som que vibra,
Na vida, faz rima e dança.
Menina criança.
Eliz Leão
Menina do olhos lindos
Do brilho solto
Do riso bobo
Menina, do céu de estrelas
Sei, faz centelha
Teu coração
Esmeraldas e ouro,
Não são suficientes
Pra falar o que você..
Representa,
Inventa, na minha mente,
Um sonho,
Tão lindo, encantado
Teu riso, tem pérolas
Teu riso de pérolas.
É o som que vibra,
Na vida, faz rima e dança.
Menina criança.
Eliz Leão
Bem vinda, semana!
Dia 209
Mistério
És a lente que oculta a verdade,
Um sussurro entre sombras e sonhos.
Se da noite um olhar lhe invade,
Silencia segredos medonhos?
Teu toque é frio e instigante,
Desafias o óbvio, vai além.
No escuro, és chama incessante,
O desconhecido que nos contém.
Mistério, dúvida sem resposta,
O eco que nunca se desfaz.
És o eterno convite da aposta,
Na busca, pra alma, de paz
Eder B. Jr.
Mistério
És a lente que oculta a verdade,
Um sussurro entre sombras e sonhos.
Se da noite um olhar lhe invade,
Silencia segredos medonhos?
Teu toque é frio e instigante,
Desafias o óbvio, vai além.
No escuro, és chama incessante,
O desconhecido que nos contém.
Mistério, dúvida sem resposta,
O eco que nunca se desfaz.
És o eterno convite da aposta,
Na busca, pra alma, de paz
Eder B. Jr.
Estética de "Carícias sob o céu: a história de Duda & Davi"
Primeiros dez capítulos gratuitos aqui
Primeiros dez capítulos gratuitos aqui
Uma metade poeta
outra escuridão
uma enxerga
outra adormece
daqui ele vê o outro
dali ele não é visto
entre os sonhos
e as dúvidas
busca a luz
das letras em versos
tem fé na composição
Edu Liguori
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daqui ele vê o outro
dali ele não é visto
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