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Jason Da Silva Cajazeira Junior
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Público
O Nascimento Do Besouro.

Escuridão, o negrume da visão, a carapuça com sua textura negra e dura com teus desenhos em filetes de linha dourados eram o embrião de seu nascimento, a teu esforço movimentava-se lentamente membros de visão e tua fronte descobria-se.

Primeiro olhar: troncos amarronzados e umedecidos pela noite onde as folhas reluziam o brilho noturno que ainda desconhecias. Trepidavas teu corpo que pulsavas e partes/pedaços de ti reconheciam a vida circulando em teu ser.
Primeiros movimentos: descolavam-se do corpo suas patas irrigecidamente hasteadas e podias sentir o leve toque do ar ao devagar movimenta-los ao chão.

A perca da imobilidade: raspava a superfície que tornava-se lama caudalosa onde teu corpo jazias e impelia o rastejo na descoberta de tua força onde teus membros irrigeciam-se agora lógicamente por si e seus comandos.

Desfixação do inerte pela gravidade: seus quatro membros agora impulsionavam a força de teu corpo onde o mesmo debatia-se ao chão, despencava de tua força com ruindosos sons a seu retorno a superfície repetidas vezes.

Primeiro descanso: sentiu exaurida sua força e manteve-se novamente fixado a lama onde paralisado utilizava seus membros de visão também escutando os sons e definindo distâncias a partir dos auriculares. Logo retomara a calmaria interna e novamente iniciara sua movimentação agora precisa aprofundando-se mata a dentro onde pequenos filetes de luz movimentavam-se calmos. Não sabia se os movimentos eram dos pequenos raios ou da folhagem que modificava seus tons em gamas.

Primeiro contato: Aos movimentos distinguia um novo ruído recorrente e vira que partira do brilho que movimentava-se também ao solo sem direção em varias posições, aproximou-se e adentrou com seus quatros membros sentindo a mudança  em seu corpo que agora pesava aos movimentos com a sensação gélida e logo notou que tinha uma direção forçosamente induzida, porém o brilho não acompanhava estando sempre disperso e ao tirar suas duas patas que tornaram-se superiores/frontais e estendendo-as pode notar que voltaram a ter a mesma densidade anterior, movimentando-se ao sentido dos brilhos com o prazer das direções inexatas dançou ao som da água corrente. Piscavam-lhe os brilhos em tua dança feches de luz que o encaminharam a direção do céu já todo iluminado onde  encantara-se com a visão tuas novas cores e logo movimentava seus membros na direção do mesmo que com teu frenesi  dançava tentando alcança-lo entre rodopios e passos na água que agora ofertava-lhe a luz do dia para poder ver e sentir flores que muitas das vezes boiando escondidas pela escuridão em diversas cores e direções tocaram-lhe sem saber delas. A continua dança libertara-lhe novos membros de leveza atrás de si, tua carapuça-vestido a farfalhar agora asas...

Baseado no Espetáculo de Coreodramaturgia:
"A Flor Boiando Além Da Escuridão"
"Homenagiando Kazuo Ohno."
Público
§§Duna de conhecimento com suas curvas jambo §§

§§ assobiada pela brisa a lhe tocar §§

§§ desliza suas belas pernas em qualquer paisagem atraindo o olhar §§

§§ de rumo exato na ponta de seu nariz afinado §§

§§ criança menina já mulher com olhar de serpente §§

§§ num sorriso de beleza cigana atordoante §§

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JJr.
Público
~~~~§~~~~
Nem prosa nem tão pouco lírica,
fragmentadas unem-se as palavras.
Devaneios em vagões explícitos,
apenas pensamentos que viajam lícitos.
Encantam-se em forma de frases a qualquer tempo
relembrando outrora o momento de agora.
~~~~~~~~~§~~~~~~~~~
JJr.
Público
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

| Deita-te ao meu lado na grama | Espiemos o pega-pega das nuvens |
| conte-me seus sonhos | das ilusões esquecidas |
| os desejos nunca realizados | tudo que ficou intacto no passado |
| o lirismo escondido só a meus ouvidos |
| esqueça-me por tempo |
| falai para Sí & Deus tudo que o mundo te fez esquecer |
| aquela beleza preciosa que ficou camuflada na alma |
| todas verdades que foram sepultadas |
~~~~~~~~~~~~
JJr.
Público
Sonora senhora

tilintai caixa de música

coração.

Tú que és minha fonte

serás sempre inspiração.

...

Engrenagens que se encontram
ao nascer do som
metais tocam-se,
dedos encaixes da mão.

...

Melodiosa teus lábios meus
aos olhos serão canção.

Harmonia em gestos calmos,

agradáveis regentes

a meu corpo túa postura,
regerás.

...

Me dais o prazer,

da dança passos aroma teu,

confiança, segura partitura.

Sorrisos como criança,

em notas

felicidade maior alcança.

...

Dividindo sussurros sons,

lirismo,

a dois sóis sorrisos simples

dai-me o prazer da dança,

caminhar passos juras juntos

no momento tempo agora.

...

Minha chave eis-ti.

Darás corda

romântica canção aflorai
em vidas nossas.

~§~

JJr.