#Desafio 79
*Pontos pra ela*
Essa noite,
Não nos acertamos!
Carcoma em meu peito,
A dor retoma, implacável.
Incrédula, sucumbindo
Em meio à guerra.
Hoje perdemos!
Pontos pra ela.
Perdemos!
O amor, afinal, não vence todas.
O mal também triunfa.
O amor, às vezes, cansa.
Exaustos das batalhas,
Sem fôlego de tanto tentar,
Entregue à exaustão, fraco,
Lhe resta chorar e, talvez,
Aceitar os fatos!
Não dá… Não dá!
Às vezes… Não adianta tentar!
MarU
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Silêncio.
Os ventos cessaram.
Os mundos pararam
enquanto eu contava
as estrelas em seus olhos.
Silêncio.
O calmo azul marinho
faz com que pareça
que é no céu que navegamos.
Silêncio.
E o fogo nos seus lábios
me aquece e me nutre,
Enquanto, de mãos dadas,
navegamos não ao sol poente,
Mas ao nascente lunar
que espelha a luz da sua pele
para pavimentar de prata
a rota do nosso drakkar.
Alberto Busquets
#Desafio 078
Os ventos cessaram.
Os mundos pararam
enquanto eu contava
as estrelas em seus olhos.
Silêncio.
O calmo azul marinho
faz com que pareça
que é no céu que navegamos.
Silêncio.
E o fogo nos seus lábios
me aquece e me nutre,
Enquanto, de mãos dadas,
navegamos não ao sol poente,
Mas ao nascente lunar
que espelha a luz da sua pele
para pavimentar de prata
a rota do nosso drakkar.
Alberto Busquets
#Desafio 078
Confesso:
Eu poemo.
Todos nós
Deveríamos poemar
com mais frequência;
desengaiolar a língua,
desencaixotar sentidos.
Só então,
com essa poemação,
daremos abrigo da solidão
a nós mesmos:
Crisálidas
de novos desejos
que, revelados,
poderão se abrir
em um mundo
poematizalmente
e livremente amado.
E então?
Poemiremos ou não?
Alberto Busquets
#Desafio 080
Eu poemo.
Todos nós
Deveríamos poemar
com mais frequência;
desengaiolar a língua,
desencaixotar sentidos.
Só então,
com essa poemação,
daremos abrigo da solidão
a nós mesmos:
Crisálidas
de novos desejos
que, revelados,
poderão se abrir
em um mundo
poematizalmente
e livremente amado.
E então?
Poemiremos ou não?
Alberto Busquets
#Desafio 080
#Desafio 80
*Mergulha*
Pousa seu olhar no meu.
— Mergulha!
Laguna verde, minha alma.
Esperança una.
Mel d’ouro convida, saboreá…
Doçura.
A luz da minha alma acesa.
Lumina.
Ouve o som murmurioso no vento.
— Escuta!
Clamando além do tempo.
— Vislumbra!
Infinito sentimento que temos.
— Assuma!
Pousa seu olhar no meu.
— Mergulha!
Não tema: Seu amor sou eu.
Sou sua!
MarU
*Mergulha*
Pousa seu olhar no meu.
— Mergulha!
Laguna verde, minha alma.
Esperança una.
Mel d’ouro convida, saboreá…
Doçura.
A luz da minha alma acesa.
Lumina.
Ouve o som murmurioso no vento.
— Escuta!
Clamando além do tempo.
— Vislumbra!
Infinito sentimento que temos.
— Assuma!
Pousa seu olhar no meu.
— Mergulha!
Não tema: Seu amor sou eu.
Sou sua!
MarU
#Link365TemasLivros 76 - Fale sobre um livro que narra a história de um personagem circense.
Esse livro só assisti o filme, tenho curiosidade para saber como é no livro, ainda mais que faz muito tempo que assisti talvez não fique com aquela sensação de que sei o que vai acontecer no próximo capítulo como ocorre com Harry Potter.
"Água para Elefantes", de Sara Gruen. A trama acompanha Jacob Jankowski, um jovem estudante de veterinária que, após perder seus pais em um acidente, acaba se juntando a um circo itinerante durante a Grande Depressão nos Estados Unidos.
Alguém já leu o livro? Vale a pena ler ou é melhor ficar só no filme mesmo?
Esse livro só assisti o filme, tenho curiosidade para saber como é no livro, ainda mais que faz muito tempo que assisti talvez não fique com aquela sensação de que sei o que vai acontecer no próximo capítulo como ocorre com Harry Potter.
"Água para Elefantes", de Sara Gruen. A trama acompanha Jacob Jankowski, um jovem estudante de veterinária que, após perder seus pais em um acidente, acaba se juntando a um circo itinerante durante a Grande Depressão nos Estados Unidos.
Alguém já leu o livro? Vale a pena ler ou é melhor ficar só no filme mesmo?
#Desafio 081
Itacaré
Fui riso aberto,
alma acesa,
verdade sem freio.
E depois?
Quebrei ao meio,
deixei o recheio,
fui fome de mim.
Agora, marés.
Agora, vento.
Me desfaço,
me refaço,
não mais me reparto.
Me reinvento.
Crs Ribeiro
Itacaré
Fui riso aberto,
alma acesa,
verdade sem freio.
E depois?
Quebrei ao meio,
deixei o recheio,
fui fome de mim.
Agora, marés.
Agora, vento.
Me desfaço,
me refaço,
não mais me reparto.
Me reinvento.
Crs Ribeiro
Eis a grande mudança
#Desafio 077
Alísios precisos
num eco incerto,
trouxeram teu nome
de novo para perto:
“Ele é feliz!”
Seguiu, mesmo em chagas,
de alma rasgada,
cicatriz esculpida
na pele marcada.
O tempo endurece,
mas o peito denuncia:
há marcas que ficam
gravadas na despedida.
O mal que causei
ainda me arranha,
mas solto o peso:
me dou à façanha.
E me perdoo.
E te perdoo.
Pois fomos naufrágio,
sem porto ou guia,
errantes, perdidos
no mar dessa vida.
E sorrio sincera:
te fizeste grande!
Dos cacos dispersos,
brilhas radiante:
reflexo bonito
de um tempo que foi.
Lembrança desnuda,
um dos amores meus!
Que partiu com o vento,
levando tudo
que já era tormento.
Crs Ribeiro
Alísios precisos
num eco incerto,
trouxeram teu nome
de novo para perto:
“Ele é feliz!”
Seguiu, mesmo em chagas,
de alma rasgada,
cicatriz esculpida
na pele marcada.
O tempo endurece,
mas o peito denuncia:
há marcas que ficam
gravadas na despedida.
O mal que causei
ainda me arranha,
mas solto o peso:
me dou à façanha.
E me perdoo.
E te perdoo.
Pois fomos naufrágio,
sem porto ou guia,
errantes, perdidos
no mar dessa vida.
E sorrio sincera:
te fizeste grande!
Dos cacos dispersos,
brilhas radiante:
reflexo bonito
de um tempo que foi.
Lembrança desnuda,
um dos amores meus!
Que partiu com o vento,
levando tudo
que já era tormento.
Crs Ribeiro
Omnia Mutantur...
Que os fantasmas do passado
tornem-se
as fadas belas do presente.
Que as marcas do passado
tornem-se
o solo fértil do presente.
Que as mágoas do passado
tornem-se
as flores perfumadas do presente.
E que este presente,
quando passado,
dê mais viço às rosas
que guardarão a estrada
do nosso futuro.
Alberto Busquets.
#Desafio 077
Que os fantasmas do passado
tornem-se
as fadas belas do presente.
Que as marcas do passado
tornem-se
o solo fértil do presente.
Que as mágoas do passado
tornem-se
as flores perfumadas do presente.
E que este presente,
quando passado,
dê mais viço às rosas
que guardarão a estrada
do nosso futuro.
Alberto Busquets.
#Desafio 077
#Desafio 77
*Ressonâncias*
Nem a noite, nem o dia,
Nem o tempo que passa,
Nem a ausência de palavras…
Não preciso de nada disso!
Tenho esse seu olhar perdido me seguindo,
E a certeza da fúria do nosso instinto.
A suspeita da fuga por puro capricho,
E o orgulho ferido, carcomendo
O que sentimos, não silenciaram o som,
Nem apagaram o brilho.
Não me importam, todavia, seus caminhos!
O medo de amar e se entregar,
Não afastou nossos destinos.
Segues ainda que calado, ao meu lado, Sentindo…
Sonhando… Dormindo e acordado,
Com este sentir correspondido.
E a força do que distorces,
Presumindo ocultar-se…
Na verdade!
Sinto nas entrelinhas, que me dedicas.
Sinto o seu coração, sustenido,
Em tom maior harmonioso, comigo,
Ressonas…
O que não se pode calar.
MarU
*Ressonâncias*
Nem a noite, nem o dia,
Nem o tempo que passa,
Nem a ausência de palavras…
Não preciso de nada disso!
Tenho esse seu olhar perdido me seguindo,
E a certeza da fúria do nosso instinto.
A suspeita da fuga por puro capricho,
E o orgulho ferido, carcomendo
O que sentimos, não silenciaram o som,
Nem apagaram o brilho.
Não me importam, todavia, seus caminhos!
O medo de amar e se entregar,
Não afastou nossos destinos.
Segues ainda que calado, ao meu lado, Sentindo…
Sonhando… Dormindo e acordado,
Com este sentir correspondido.
E a força do que distorces,
Presumindo ocultar-se…
Na verdade!
Sinto nas entrelinhas, que me dedicas.
Sinto o seu coração, sustenido,
Em tom maior harmonioso, comigo,
Ressonas…
O que não se pode calar.
MarU