Castro Alves Espumas Flutuantes · Capítulo 2 de 48
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Castro Alves

Tendo

Na mão brilhante a trompa bronzeada

.

Uma buzina restrugiu no valle,

Junto aos barrancos onde geme o rio...

De teu cavallo o galopar soava

E teu cão, ululando, replicava

Aos surdos roncos do trovão bravio.

No emtanto a lucta recrescia indomita...

As bandeiras, como aguias erriçadas,

Se abysmavam com as azas desdobradas

Na selva escura da fumaça atroz...

Tonto de espanto, cégo da metralha,

O archanjo do triumpho vacillava...

E a gloria desgrenhada acalentava

O cadaver sangrento dos heroes!...

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