Epílogo - Epílogo - Capítulo VI A Luneta Mágica · Capítulo 112 de 112
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Epílogo - Epílogo - Capítulo VI

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E já lá vai um mês... um mês inteiro de visão do bom senso.

Sinto desejo veemente de referir o que tenho observado; mas estou preso pelo dever de gratidão e pela religião do juramento, que me impõe silêncio.

Quantas lunetas do bom senso terá o armênio preparado mágicamente para o armazém do Reis? E este a quantos amigos as terá confiado? ...

Não posso compreender estas cerimônias e escrúpulos do meu amigo Reis

Tais escrúpulos são até antipatrióticos.

Se o Reis quer teimar no seu prejudicialíssimo sigilo, deve ao menos, e embora muito em segredo, oferecer sete lunetas mágicas com a visão do bom senso para uso dos membros do ministério e do governo do Brasil.

Não posso falar, não posso escrever, não posso dizer o que a visão do bom senso me está ensinando há um mês.

Quando o meu amigo Reis me desligar do juramento que fiz, escreverei o livro da visão do Bom Senso.

Mas até lá... segredo.

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