Aceitar a missão do velho Pela estrada à fora · Capítulo 13 de 119
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Aceitar a missão do velho

Aceitar a missão do velho

— Certo, aceito sua oferta e agora o que acontece comigo?— bufo não aguentando todo aquele mistério dele.

— Maravilha minha jovem. Agora preste atenção nas minhas instruções, deve ir até Hiruna encontrar um ferreiro que é um ciclope, mostre o cajado a ele que saberá o que fazer. Ele lhe forjará uma espada, então terá que ir até as montanhas geladas e conseguir algumas gramas de ferro élfico, volte para o ciclope, que fará sua armadura, então vá até Brisa Azul e fale com a bruxa do mar que esqueci o nome em que ela vai lhe conseguir enfeitiçar a armadura…

— Calma ai, como a bruxa vai do nada enfeitiçar a armadura para mim? Vai dizer que é outra amiga sua?

— Nem pensar, eu não me misturo com bruxas do mar. Ainda bem que me lembrou terá que ir para o Sul da floresta escura onde mora os anões azuis, trabalhar para eles por um tempo até conseguir moedas de rubi necessárias para comprar o feitiço da bruxa do mar.

— Tem ideia de quantas moedas e por quanto tempo vou ter que trabalhar?

— Não, isso terá que descobrir sozinha.

— Interessante e o que mais? Depois que sair da bruxa com a roupa pronta, vou fazer o quê?

— Irá para Ghuneiar lutar contra o dragão, vencê-lo e virar uma heroína, com certeza depois deste serviço outros seres vão procurá-la para fazer trabalhos para eles.

— Quem vai me pagar por esse serviço feito?

— Ora isso é apenas aprendizado, minha jovem.

— Como é que é? Vou atravessar o país de ponta a ponta e não ganharei nada em troca? Está de brincadeira comigo, não é?

Ele respirou fundo parecendo um pouco desanimado. Puxou de dentro da capa que usava uma bolsa de couro e me entregou.

— Isso é a metade pelo seu serviço, quando terminar venha me procurar aqui na floresta novamente.

— Que feio senhor, se eu não tivesse perguntado não me daria o que me era devido? Que feio senhor, que feio — pego o saco, o abro e conto as moedas. O olho com os olhos arregalados.— Nossa, tudo isso? Agora entendi porque não queria me dar.

— Claro que não, eu queria criar em você um coração de heroína, que faz o certo sem visar a quem, mas pelo jeito tem muita coisa ainda para aprender.

— Senhor, acho que precisa ver mais novelas, filmes e ler livros, porque para acontecer isso as coisas tem que acontecer diferente.

— Não entendi nada do que falou minha jovem. Agora tome isso e boa sorte — ele me entregou o cajado. Olhei para o cajado observando seus detalhes, me deu conta que não me havia informado do que fazer com ele durante a aventura.

— Hei, você não me contou sobre o que fazer com…— olho para todos os lados e não o encontro. Ainda estava em outro local. Na minha frente continha uma enorme encruzilhada com diversos caminhos para todos os lados e uma placa mostrando os nomes das cidades.

Agora é a sua vez . Escolha a decisão que a raposinha vai tomar.

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