O Festival da Lua finalmente havia chegado, e a cidade vibrava com uma energia contagiante. Ruas abarrotadas de pessoas transbordavam de cores e alegria. Lanternas de papel penduradas em postes e varandas iluminavam o caminho com luz suave e cintilante. O aroma de comidas típicas emanava das barraquinhas, aguçando o paladar dos visitantes. Famílias inteiras reuniam-se para celebrar: crianças corriam e brincavam em seus trajes coloridos, enquanto adultos conversavam e se divertiam na atmosfera festiva. No céu, a lua cheia brilhava intensamente, banhando a cidade com uma luz prateada que criava um cenário mágico e inesquecível. No centro, um palco imponente havia sido montado para apresentações musicais e danças tradicionais. O público se aglomerou ao redor, ansioso pelo espetáculo. Ao longo da noite, fogos de artifício explodiam, colorindo o céu e iluminando os rostos felizes dos espectadores. Cada explosão era acompanhada por gritos de admiração. O Festival da Lua era um momento de união e celebração, uma oportunidade para conectar-se com família e amigos, apreciando a beleza da cultura e das tradições. Naquele dia, Akane, Taishou, Sakura, Hinata e Yuki estavam entre a multidão, aproveitando a alegria contagiante do evento. As luzes coloridas, a música vibrante e o aroma da comida criavam o ambiente perfeito para o romance.
Taishou trajava um quimono preto como a noite, com detalhes prateados que brilhavam sob a luz da lua. O tecido de seda caía suavemente sobre seu corpo, realçando sua postura elegante e misteriosa. Seus longos cabelos negros estavam presos em um rabo de cavalo. Na cintura, um obi prateado com detalhes dourados acrescentava sofisticação ao traje. Em seus pés, ele usava as tradicionais tabi e zori. Akane estava radiante em um quimono vermelho como o fogo, adornado com flores de cerejeira brancas. A seda macia acariciava sua pele, realçando sua beleza e feminilidade. Um obi dourado com detalhes verdes destacava sua cintura fina. Em seus pés, usava tabi brancas e zori vermelhos com toques de dourado.
Sakura vestia um quimono azul celeste, adornado com nuvens brancas que flutuavam pelo tecido. Um obi branco com detalhes em azul marinho realçava sua cintura, complementando o traje. Yuki, com seus oito anos, estava encantadora em um quimono amarelo vibrante com girassóis, enquanto Kenji trajava um quimono verde esmeralda com dragões dourados, e Hinata exibia um quimono rosa claro com flores de cerejeira em tons de rosa e branco. A noite do Festival da Lua desenrolava-se como um pergaminho mágico, revelando momentos de alegria para os seis amigos. Sakura e Yuki exploravam as barracas de jogos, comemorando cada vitória com abraços. Hinata e Akane aventuravam-se pelas comidas exóticas, compartilhando sorrisos e exclamações a cada sabor. Mais afastados, Kenji e Taishou se viam em uma acirrada disputa de jogos, sua rivalidade mesclada com camaradagem. Em um momento de tensão, Kenji lançou a Taishou um olhar sério: "Você sabe que eu nunca vou te perdoar se magoar a Akane, certo?" Taishou, sem desviar o olhar, respondeu com um monossílabo: "Sei". Kenji, insatisfeito, continuou: "Sabe que tem que protegê-la e amá-la, não sabe?" Com um leve aceno, Taishou confirmou. Em um gesto final de entendimento, apertaram as mãos, firmando silenciosamente seu compromisso com a felicidade de Akane.
À medida que o festival se aproximava de seu auge, um momento mágico se desenrolava, em que os desejos mais íntimos eram sussurrados ao vento. Casais acendiam lanternas e enviavam suas esperanças à lua. Hinata e Yuki, com sorrisos radiantes, entrelaçaram os dedos e acenderam sua lanterna, desejando felicidade. Sakura, ao lado de Kenji, desejou que ele fosse menos imaturo. Rindo, Kenji desejou que ela fosse menos dura com ele, o que resultou em um beijo tímido e carinhoso. Mais afastados, Akane e Taishou preparam-se para o ritual. Com o coração transbordando de sentimentos, Akane desejou a felicidade de Taishou. Já Taishou desejou algo inesperado: acabar com sua imortalidade. Um silêncio caiu entre eles, a luz oscilante da lanterna iluminando seus rostos. Os desejos opostos pesavam sobre ambos. Sentindo a necessidade de conversar em um local mais privado, afastaram-se da multidão. "Acabar com sua imortalidade?", questionou Akane, a voz embargada de surpresa e curiosidade. Taishou assentiu, respondendo apenas: "Sim". Seus olhos escuros a fitavam com intensidade. "Por quê?", ela perguntou. Taishou respondeu com melancolia: "Desejo viver apenas uma última vida, ao seu lado, Akane." A confissão de Taishou ecoou na mente dela, uma mistura de surpresa, felicidade e medo tomando conta. "Isso é um pedido de namoro?", perguntou hesitante, tentando entender. "Mais do que isso", ele disse com firmeza. "Quero me casar com você."
A felicidade de Akane foi ofuscada por uma sombra do passado de Taishou. "Quer que eu me torne uma lobisomem, como você?", ela perguntou. Ele assentiu. "Se aceitar, poderá viver ao meu lado para sempre." Silêncio. Ela ponderou a proposta, o dilema entre amor eterno e o preço a pagar. "Como isso funcionaria?", questionou Akane, hesitante. "Bastaria uma mordida numa noite de lua cheia. A maldição tomaria conta de você," respondeu Taishou, a voz como um aviso. Akane visualizou-se transformada, forte e presa à maldição. "E se eu não quiser?", perguntou, com medo. "Nesse caso, não poderá viver comigo," disse Taishou, triste. "A maldição me impede de amar uma mortal." Akane sentiu o peso dessa escolha: renunciar ao amor de Taishou ou aceitar a maldição e se tornar uma lobisomem.
"E se tivermos filhos?", ela questionou, enfrentando-o. "Eles também serão lobisomens?" Taishou hesitou, seus olhos agora sombrios. "Por que pergunta isso agora?", retrucou ele. Akane, com a determinação no rosto, questionou: "Sim ou não, Taishou? Quando um casal de lobisomens tem filhos, a criança herda a maldição?" Taishou hesitou. Seus olhos, antes serenos, agora revelavam um misto de dor e rancor. "Você sabe..." ele começou, a voz baixa e pesada. Akane se aproximou, os olhos marejados, entre curiosa e angustiada. "Eu sei..." sussurrou, a voz embargada. "Eu pesquisei sobre sua vida passada com Catarine Sastre." Taishou recuou, surpreso, sentindo uma onda de decepção e frustração. "Por que fez isso?", sua voz tensa. Akane o encarou com os olhos úmidos. "Você condenou aquela mulher à maldição para mantê-la ao seu lado, não foi? E vocês tiveram filhos..."
"Pare..." Taishou murmurou, a dor transbordando na voz. A maldição, cruel e implacável, sempre fora mais forte do que ele. As palavras de Akane o obrigavam a encarar o peso de suas ações passadas. Ela continuou, a voz agora trêmula de raiva: "Ela não conseguiu controlar a transformação. Era forte demais, não?"
Taishou assentiu, uma lágrima solitária deslizando pelo rosto. "Ela começou a devorar crianças, e a bestialidade a consumiu," Akane disse, em um tom baixo e gélido. "Ela não pôde conter seus instintos, e você foi incapaz de pará-la." Taishou ergueu o rosto, seus olhos cheios de angústia. "Eu... eu não queria..." murmurou ele. Akane o interrompeu: "Ela foi queimada em uma fogueira, condenada pelos crimes que cometeu." Tomado pela dor, Taishou caiu de joelhos, segurando a cabeça. Seu lado bestial tomava conta, e seus olhos escuros brilhavam em um vermelho intenso. Quando a luz da lua tocou sua pele, ardia como fogo. Akane se aproximou, roçando os dedos na manga do quimono dele. "Eu só quero entender," sussurrou com emoção. "Por que você a condenou?" Taishou a afastou, o rosto contorcido em dor e raiva. "Você não sabe nada!" gritou, em fúria. "Eu a amava!" Akane recuou, os olhos cheios de lágrimas. "E ela também te amava..." sussurrou. "E eu também amo." Taishou fechou os olhos, tentando conter a ira. A maldição o perseguia há séculos. Não podia permitir que Akane, ou qualquer outra pessoa, descobrisse a verdade. "Vá embora," ordenou, a voz áspera. "Deixe-me em paz." Akane o observou, o coração apertado. Os olhos dele brilhavam em vermelho, e as veias pulsavam como cordas tensas sob sua pele; seus caninos se alongavam, tornando-se pontiagudos. A maldição o consumia, transformando-o em uma fera feroz.
"Afaste-se de mim!" rugiu ele, a voz gutural e rouca. "Meu coração está ferido. Não conseguirei conter a transformação por muito tempo." Akane hesitou, o medo percorrendo-lhe o corpo, mas algo a impedia de fugir. Aproximou-se mais, desafiando o perigo, e o abraçou com força. "Não," sussurrou, as lágrimas escorrendo pelo rosto. "Eu não vou correr." Ele se debateu em seus braços, mas ela o segurou firme, certa de que ele ainda estava lá, lutando contra a besta. Então, ela o beijou com toda a força, amor e esperança que tinha. No início, Taishou resistiu, empurrando-a para longe, rosnando, e perfurando o braço dela com suas garras. Mas, aos poucos, o beijo começou a suavizar seu coração; a raiva e dor que o consumiam cederam, dando lugar a uma sensação de paz e amor. A transformação de Taishou cessou. Ele caiu de joelhos, ofegante, e olhou para Akane com lágrimas nos olhos. "Droga, Akane..." disse, a voz enfraquecida. "Eu quase te matei." Akane limpou o sangue do corte no braço, o olhar firme e decidido. "Se não quer ser uma presa," disse, a voz inabalável, "não aja como uma."
Taishou a puxou para um beijo apaixonado, segurando-a com desejo e emoção. Seus lábios famintos encontraram os dela em uma explosão de sentimento, enquanto as mãos dele exploravam cada curva de seu corpo. Akane gemeu, os dedos entrelaçando-se nos cabelos dele, perdendo-se na intensidade do momento. O beijo era uma mistura de paixão, necessidade e esperança – uma promessa de um futuro juntos. Finalmente, Taishou se afastou, o olhar brilhando com uma intensidade que Akane nunca vira. "Eu te amo," murmurou, rouco de desejo. Akane sorriu, lágrimas brotando em seus olhos. "Eu também te amo," disse. "E sempre vou te amar." Então, Akane o encarou novamente, mais firme. "Mas há algo que me preocupa na sua história." Taishou desviou o olhar, visivelmente abalado. "Nem todos os lobisomens foram queimados e caçados naquele dia, foram?" Ele permaneceu em silêncio, o olhar perdido no chão. "Você e... seu filho mais velho escaparam, não?" Akane completou. Ele a encarou com desespero. "Sim," confessou. "Ele é um de nós."
Um uivo feroz ecoou, interrompendo a conversa, seguido por gritos de terror vindos do festival. Os rostos de Taishou e Akane se encheram de pavor. "O que foi isso?" sussurrou Akane, a voz tremendo. Ele não respondeu; sabia o que era. Era o som da guerra, da caça – o som de um lobisomem atacando. No festival, a alegria virou pânico. Um lobisomem negro de olhos vermelhos como sangue emergiu da floresta, faminto por carne humana. Gritos ecoavam, enquanto ele atacava ferozmente. Pessoas corriam em desespero, e Kenji, Sakura, Hinata e Yuki, amigos de Akane, tentavam se reunir. Mas o monstro estava em toda parte, bloqueando-os. Kenji tentou lutar, mas foi dominado, caindo ao chão quando o lobisomem se preparava para o golpe final. Sakura, em um ato desesperado, o atacou com uma faca, ferindo-o, mas sendo ferida também. Hinata e Yuki, horrorizadas, abraçaram-se em prantos. Ao ouvir os gritos, Akane correu até o festival, encontrando um cenário de horror: corpos, sangue, e o lobisomem ainda faminto. Ela correu em direção aos amigos – Kenji estava gravemente ferido, Sakura sangrava, e Hinata e Yuki estavam em choque. Ao ver a criatura se aproximando, Akane soube que estava prestes a morrer.
Mas então, um rugido poderoso ecoou. Outro lobisomem, branco como a neve, emergiu das sombras. Uma batalha épica teve início. Caleb, o lobo negro, investiu com fúria, enquanto Taishou, o Guardião da Luz, se movia com uma calma resoluta, desviando de cada golpe.
Akane, horrorizada, observava a luta titânica que colocava em risco os que amava. Ela sabia que precisava fazer algo. Com o coração acelerado, ela rastejou pelo campo de batalha até seus amigos. Ao chegar perto de Hinata e Yuki, sussurrou: "Eu vou tirar vocês daqui. Fiquem calmas." Segurando-as, Akane guiou-as pelo caos, determinada a protegê-las do terror que se desenrolava ao seu redor. Hinata e Yuki abraçaram Akane com força, seus corpos ainda tremendo do terror da batalha. Akane sentiu o coração acelerado das amigas pressionado contra o seu peito. “Está tudo bem,” ela disse com firmeza, a voz carregada de proteção. “Eu estou aqui com vocês. Nada vai acontecer.” Com cuidado, Akane ajudou-as a se levantarem, observando os ferimentos em ambas. Yuki tinha um corte na testa, enquanto o braço de Hinata estava marcado por um hematoma. Sem hesitar, Akane rasgou tiras de sua própria roupa, limpando e enfaixando as feridas. “Aqui não é seguro,” ela disse. “Precisamos sair daqui.”
Yuki mal conseguia conter o pavor, tremendo como uma folha ao vento enquanto os rugidos dos colossos atingiam um ápice ensurdecedor. Lágrimas escorriam de seu rosto, embaçando sua visão. Ao chegar perto, Akane encontrou a amiga encolhida, abraçando os joelhos. Agachou-se ao seu lado, falando com uma voz suave e tranquilizadora: “Yuki, eu vou te tirar daqui. Preciso que fique calma só por um instante.” Yuki ergueu o olhar, os olhos vermelhos e inchados. “Eu... não consigo ver nada disso,” soluçou, a voz embargada. Akane acariciou sua face com um sorriso gentil. “Eu sei. Vou te ajudar. Preciso vendar seus olhos, para que você não veja mais essa destruição.” Hinata observava com preocupação enquanto Akane cuidadosamente colocava a venda em ambas com tiras rasgadas de sua roupa. Ainda hesitante, Hinata perguntou: “Por que está fazendo isso? Sem ver, não saberemos o que acontece.” Akane segurou sua mão, o olhar firme e reconfortante. “Confie em mim,” ela respondeu. Hinata, entre o medo e a confiança, assentiu. Com um profundo respirar, fechou os olhos, permitindo que Akane ajustasse as vendas. “O que vai acontecer agora?” perguntou, a tensão ainda na voz. “Agora, vamos para um lugar seguro,” Akane garantiu.
Guiando Hinata e Yuki com passos ágeis e firmes, Akane seguiu através da planície abalada pela batalha colossal. Após o que pareceu uma eternidade, alcançaram um bosque protegido por árvores altas, onde o ar fresco acalmava seus nervos. “Chegamos,” sussurrou Akane, ajudando-as a se sentarem sob a sombra de uma árvore frondosa. “Estamos seguras aqui.” As amigas removeram as vendas, ajustando os olhos à luz suave que permeava as folhas. Akane, então, se ajoelhou, a expressão séria. “Por favor,” disse com voz firme, “aconteça o que acontecer, não tirem as vendas.” Hinata e Yuki entreolharam-se confusas. “Mas por quê?” Yuki perguntou. Akane hesitou. “Eu não posso explicar agora,” respondeu, “mas confiem em mim.” Mesmo intrigadas, elas assentiram, confiando plenamente em Akane. Com gratidão, Akane as abraçou. “Obrigada. Vocês são corajosas.”
Depois de alguns momentos, Akane, com o coração batendo forte, se ergueu e voltou ao campo de batalha. Seus olhos buscaram freneticamente por Sakura. Ao encontrá-la, encolhida atrás de uma barraca destruída, Akane correu até ela. “Sakura!” ela chamou, ajoelhando-se ao seu lado. “Estou aqui.” Sakura se jogou nos braços da amiga, tremendo e machucada, o medo estampado em seu rosto. “Quero ir para casa,” sussurrou. Akane a apertou com firmeza. “Vou te tirar daqui. Mas preciso que confie em mim. Preciso vendar seus olhos.” Os olhos de Sakura arregalaram-se em descrença. “Mas você quer que eu... eu não consiga ver?” Akane segurou o rosto da amiga com delicadeza. “Sim, eu sei que parece loucura, mas é para te manter segura. Confie, por favor.” Após um breve momento de hesitação, Sakura cedeu, vendo a determinação no rosto de Akane. Akane, então, colocou a venda cuidadosamente, sussurrando para que Sakura respirasse fundo e relaxasse.
Guiando-a pela planície ensurdecedora, Akane segurou Sakura firme enquanto o chão estremecia sob seus pés. Sakura sentiu o cheiro de sangue e fogo aumentar o medo em seu peito, mas a mão quente de Akane era uma âncora de segurança. Subitamente, um rugido terrível ecoou, obrigando-as a parar. Diante delas, o enorme lobisomem negro, com olhos vermelhos de ódio, rugia ferozmente para outro lobo, o qual mantinha postura protetora diante de Akane. “Você é uma vergonha!” o lobisomem negro vociferou. “Defende humanos? Aqueles que mataram minha mãe!” O lobisomem branco respondeu com uma voz baixa e contida, rosnando entre os dentes. “Esses humanos estão sob minha proteção. Não deixarei que ninguém os machuque.” A batalha entre os dois colossos recomeçou com fúria, e Akane sabia que não havia tempo a perder. “Sakura, precisamos sair daqui agora!” A amiga assentiu, e, juntas, fugiram através do caos até alcançar o bosque. Yuki correu para Sakura ao vê-la chegar, desfazendo a venda enquanto as duas se abraçavam. “Eu estava tão preocupada!” Sakura devolveu o abraço, aliviada, com os olhos marejados. “Agora estamos seguras.”
Sakura lançou um olhar a Akane, os olhos castanhos confusos. A voz do lobo branco ecoava em sua mente. Hesitante, ela sussurrou: “Aquele lobo... pareceu ter a voz de alguém que conheço.” Akane não respondeu, mas seu olhar triste e compreensivo confirmou a suspeita. Sabendo que o momento era delicado, Akane falou suavemente: “Agora, preciso que vocês fiquem aqui, em silêncio, e mantenham as vendas.” Hinata e Yuki assentiram, as expressões tensas. Sakura, ainda confusa, também concordou. Akane, percebendo o medo em seus olhares, terminou dizendo: “A batalha está acabando, mas precisamos nos manter escondidas. Quanto ao lobo branco… ele é alguém que conhecem. Alguém que nos protege.”