Livro II - Capítulo XIV
A incredulidade tem um sorriso de escárnio para estas transfigurações. Erma do coração, e fistulada nas entranhas pela podridão do epicurismo, ri-se, ri-se, ri-se como um demente a quem ninguém contesta o direito de rir.
A incredulidade tem um sorriso de escárnio para estas transfigurações. Erma do coração, e fistulada nas entranhas pela podridão do epicurismo, ri-se, ri-se, ri-se como um demente a quem ninguém contesta o direito de rir.