Ela!
(A pedido.)
Ela! Quanto é bela, essa
donzela,
A quem tenho rendido o
coração!
A quem votei minh’alma,
a quem meu peito
Num êxtase de amor vive
sujeito...
Seu nome!... não — meus
lábios não dirão!
Ela! minha estrela, viva
e bela,
Que ameiga meu sofrer,
minha aflição;
Que transmuda meu pranto
em mago riso.
Que da terra me eleva ao
paraíso...
Seu nome!... Oh! meus
lábios não dirão!
Ela! virgem bela, tão
singela
Como os anjos de Deus.
Ela... oh! não,
Jamais o saberá na terra
alguém,
De meus lábios, o nome
que ela tem...
Que esse nome meus
lábios não dirão.