Nome Maldito Eu e Outras Poesias · Capítulo 199 de 208
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Nome Maldito

Das trombetas proféticas o alarde

Falou-lhe, por seus onze augúrios certos:

“É maldito o teu nome! E aos céus abertos,

Não há divina proteção que o guarde!”

Dúvidas cruéis! Momentos cruéis! Incertos

E cruéis momentos! Ânsias cruéis! E, à tarde,

Saiu aos tombos, como um cão covarde,

A percorrer desertos e desertos...

E, assombrado, com medo do Infinito,

Por toda a parte, onde, aos tropeços, ia,

Por toda a parte viu seu nome escrito!

Vieram-lhe as ânsias. Teve sede e fome...

E foi assim que ele morreu um dia

Amaldiçoado pelo próprio nome!

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