Provérbios 14 A Bíblia Sagrada · Capítulo 631 de 1162
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Provérbios 14

A mulher sábia edifica sua casa; a insensata, com as próprias mãos, a derruba.

Quem anda em retidão teme o Senhor; quem torce seus caminhos o despreza.

Na boca do tolo há vara de soberba; os lábios dos sábios os preservam.

Onde não há bois, a manjedoura fica limpa; pela força do boi há abundância de colheitas.

A testemunha fiel não mente; a testemunha falsa profere mentiras.

O zombador busca sabedoria e não a encontra; para o entendido o conhecimento é fácil.

Afasta-te da presença do insensato, pois nele não acharás lábios de conhecimento.

A sabedoria do prudente é entender seu caminho; a insensatez dos tolos é engano.

Os insensatos zombam da culpa; entre os retos há favor.

O coração conhece sua própria amargura; o estranho não participa de sua alegria.

A casa dos perversos será destruída; a tenda dos retos florescerá.

Há caminho que ao homem parece direito; seu fim são caminhos de morte.

Mesmo no riso o coração pode doer; o fim da alegria pode ser tristeza.

O infiel de coração será farto de seus próprios caminhos; o homem bom se satisfará com o que é seu.

O simples crê em toda palavra; o prudente observa seus passos.

O sábio teme e se desvia do mal; o tolo se irrita e se mostra confiante.

O iracundo age com insensatez; o homem de maus planos é odiado.

Os simples herdam insensatez; os prudentes se coroam de conhecimento.

Os maus se inclinam diante dos bons; os perversos, às portas dos justos.

O pobre é odiado até pelo seu próximo; muitos são os amigos do rico.

Quem despreza o próximo peca; feliz é quem se compadece dos pobres.

Acaso não erram os que planejam o mal? Misericórdia e verdade pertencem aos que planejam o bem.

Em todo trabalho há proveito; muita conversa leva à pobreza.

A coroa dos sábios é sua riqueza; a loucura dos tolos é só loucura.

A testemunha verdadeira livra vidas; quem profere mentiras é enganador.

No temor do Senhor há firme confiança; seus filhos terão refúgio.

O temor do Senhor é fonte de vida, para desviar dos laços da morte.

Na multidão do povo está a glória do rei; na falta de povo está a ruína do príncipe.

Quem tarda em irar-se tem grande entendimento; o impaciente exalta a insensatez.

Coração tranquilo é vida para o corpo; inveja é podridão nos ossos.

Quem oprime o pobre afronta seu Criador; quem se compadece do necessitado o honra.

O perverso é derrubado por sua maldade; o justo tem refúgio até na morte.

A sabedoria repousa no coração do entendido; no íntimo dos tolos ela se revela.

A justiça exalta uma nação; o pecado é vergonha dos povos.

O favor do rei é para o servo prudente; sua ira é contra o que causa vergonha.

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