Apocalipse 14 A Bíblia Sagrada · Capítulo 1154 de 1162
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Apocalipse 14

Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que tinham escrito na fronte o nome dele e o nome do seu Pai.

Ouvi uma voz do céu como som de muitas águas e como som de forte trovão. A voz que ouvi era como de harpistas tocando suas harpas.

Cantavam um cântico novo diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. Ninguém podia aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.

Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. Seguem o Cordeiro por onde quer que vá. Foram comprados dentre a humanidade como primeiros frutos para Deus e para o Cordeiro.

Na boca deles não foi encontrada mentira; são irrepreensíveis.

Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para anunciar aos que habitam sobre a terra, a toda nação, tribo, língua e povo.

Ele dizia em alta voz: temam Deus e deem-lhe glória, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas.

Outro anjo, o segundo, seguiu dizendo: caiu, caiu Babilônia, a grande, que fez todas as nações beberem do vinho da fúria da sua imoralidade.

Outro anjo, o terceiro, seguiu-os, dizendo em alta voz: se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a marca na testa ou na mão,

também beberá do vinho da ira de Deus, preparado sem mistura no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

A fumaça do tormento deles sobe para todo o sempre. Não têm descanso, dia e noite, os que adoram a besta e a sua imagem, e quem recebe a marca do seu nome.

Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Ouvi uma voz do céu dizendo: escreva: felizes os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois suas obras os acompanham.

Olhei, e eis uma nuvem branca. Sobre a nuvem estava sentado alguém semelhante a filho de homem, com coroa de ouro na cabeça e foice afiada na mão.

Outro anjo saiu do santuário, clamando em alta voz ao que estava sentado sobre a nuvem: lance a sua foice e colha, pois chegou a hora de colher, porque a seara da terra amadureceu.

Então aquele que estava sentado sobre a nuvem lançou a foice sobre a terra, e a terra foi colhida.

Outro anjo saiu do santuário que está no céu, também trazendo uma foice afiada.

E outro anjo, aquele que tem autoridade sobre o fogo, saiu do altar e clamou em alta voz ao que tinha a foice afiada: lance a sua foice afiada e colha os cachos da vinha da terra, porque suas uvas amadureceram.

O anjo lançou a foice à terra, colheu a vinha da terra e a lançou no grande lagar da ira de Deus.

O lagar foi pisado fora da cidade, e dele saiu sangue até a altura dos freios dos cavalos, por mil e seiscentos estádios.

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