Hebreus 6 A Bíblia Sagrada · Capítulo 1112 de 1162
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Hebreus 6

Por isso, deixando os princípios elementares da doutrina de Cristo, avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus.

Não lancemos de novo o ensino sobre batismos, imposição de mãos, ressurreição dos mortos e juízo eterno.

E isso faremos, se Deus permitir.

Pois é impossível que aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo,

provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo que há de vir,

e depois caíram, sejam renovados outra vez para arrependimento, pois, para si mesmos, crucificam novamente o Filho de Deus e o expõem à vergonha.

A terra que bebe a chuva que cai muitas vezes sobre ela e produz vegetação útil para aqueles por quem é cultivada recebe bênção de Deus.

Mas, se produz espinhos e ervas daninhas, é rejeitada e está perto de maldição; seu fim é ser queimada.

Quanto a vocês, amados, embora falemos desse modo, estamos convencidos de coisas melhores, coisas que acompanham a salvação.

Deus não é injusto para se esquecer da obra de vocês e do amor que demonstraram por seu nome, servindo aos santos, como ainda servem.

Desejamos que cada um de vocês mostre o mesmo zelo até o fim, para plena certeza da esperança.

Assim, não se tornem preguiçosos, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela paciência, herdam as promessas.

Quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém maior por quem jurar, jurou por si mesmo.

Disse: certamente o abençoarei e multiplicarei grandemente a sua descendência.

E assim, depois de esperar com paciência, Abraão alcançou a promessa.

As pessoas juram por alguém maior, e o juramento serve como confirmação, encerrando toda discussão.

Por isso Deus, querendo mostrar de modo ainda mais claro aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, confirmou-o com juramento.

Assim, por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, temos forte encorajamento, nós que corremos para nos apegar à esperança proposta.

Essa esperança temos como âncora da alma, segura e firme, que entra no interior, além do véu.

Ali Jesus entrou por nós como precursor, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

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