Provérbios 18 A Bíblia Sagrada · Capítulo 635 de 1162
Obra Menu

Provérbios 18

Quem se isola busca o próprio desejo; rebela-se contra toda sabedoria.

O tolo rejeita o entendimento; prefere revelar o próprio coração.

Quando vem o perverso, vem também o desprezo; com a vergonha chega a afronta.

As palavras da boca de um homem são águas profundas; fonte de sabedoria, ribeiro que transborda.

Parcialidade pelo perverso não é boa, nem privar o justo de seu direito.

Os lábios do tolo entram em contenda; sua boca chama açoites.

A boca do tolo é sua ruína; seus lábios são laço para sua alma.

As palavras do difamador são como iguarias; descem ao íntimo do ventre.

Quem é negligente em seu trabalho é irmão do destruidor.

Torre forte é o nome do Senhor; o justo corre para ela e está seguro.

A riqueza do rico é sua cidade fortificada; em sua imaginação, muralha alta.

Antes da ruína, o coração se eleva; antes da honra vem a humildade.

Responder antes de ouvir é insensatez e vergonha.

O espírito do homem sustenta sua enfermidade; o espírito abatido, quem o suportará?

O coração do prudente adquire conhecimento; o ouvido dos sábios procura saber.

O presente abre caminho ao homem e o leva diante dos grandes.

O primeiro a defender sua causa parece justo; então vem o outro e o examina.

A sorte põe fim às contendas e decide entre poderosos.

O irmão ofendido é mais difícil de conquistar que uma cidade fortificada; as contendas são ferrolhos de palácio.

Do fruto da boca o ventre do homem se sacia; com o produto dos lábios ele se fartará.

Morte e vida estão no poder da língua; quem a ama comerá de seu fruto.

Quem acha esposa acha o bem e alcança favor do Senhor.

O pobre fala com súplicas; o rico responde com dureza.

O homem de muitos companheiros pode chegar à ruína; há amigo mais chegado que um irmão.

1/1
Menu

Fazer anotação